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segunda-feira, 24 de outubro de 2022

A vingança do chinês

 

Medeiam quase exactamente 80 anos entre o nascimento de Lord Mountbatten (1900-1979), que foi o último vice-rei da Índia (inglesa), e o novíssimo primeiro-ministro britânico Rishi Sunak (1980).
Até parece o mundo às avessas, mas eu imagino que, se a rainha Victoria ressuscitasse, havia de sorrir ao saber.

sábado, 1 de setembro de 2018

Doçuras e tradição


Era por este mês, embora com Setembro mais avançado, que se dispunham, em boa ordem na Garagem, os apetrechos competentes: as facas bem afiadas, as grandes colheres de pau, o açúcar suficiente, as tijelas de barro popular, os enormes tachos, dourados por dentro, de cobre, usados anualmente. E os marmelos.
E começava a função, ia a manhã já alta. Das compotas caseiras, lá em casa, a marmelada encerrava a tradição, com chave de ouro. Descascar, descascar, pondo de lado o interior dos caroços e pevides, que iriam dar, ainda, alguns rosados frascos de geleia, mais tarde.
As tijelinhas de barro rústico iam, depois de cheias, a secar no lambril da janela que dava para a Penha, a Oriente. Para gáudio de abelhas e vespas que, vindas sabia eu lá de onde, voltejavam inquietas sobre esta doçura, ao Sol de Setembro. Ao fim da tarde, era tempo de se pincelar a marmelada, à superfície, com aguardente minhota e colar-lhe pequenas circunferências de papel vegetal, recortado previamente, para melhor conservar a marmelada e guardá-la, depois, nos armários da sala de jantar. A mim, competia-me rapar os tachos, e provar aquela doçura...
Não era tradição recente. Até já no século XVI, Vasco da Gama levava para a Índia, além do duro biscoito e do peixe seco, para a longa viagem marítima, algumas tijelas de marmelada, mimo das mulheres portuguesas, que a sabiam fazer. Doçura que decerto compensava algumas agruras da jornada.

domingo, 3 de setembro de 2017

Palavras mágicas


As expressões Shazam e  Abracadabra perderam, há muito, a sua força encantatória. Agora, são as workshops, as startups e quejandos, que fazem sonhar. Para alguns, ditas estas palavras, logo eles entram em transe hipnótico de felicidade tecnológica e alumbramentos de alma.
Graças aos economistas, aos comentadores espúrios, aos CEO, aos informáticos mono-aculturados e a alguma juventude pária, o linguajar português transformou-se, pouco a pouco, numa incaracterística manta de retalhos, talvez semelhante à "linguagem meada de ervilhaca" de que falava Camões, na sua carta da Índia.
Penso até que não devíamos perder mais tempo com a CPLP, por causa do A. O.. Melhor seria encetarmos negociações, pragmaticamente e desde já, com a administração norte-americana. E criarmos, cheia de futuro, uma nova sub-língua, neste rectangular espaço europeu à beira-mar plantado. 

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Adagiário CCLVI


A indústria, para ser eficaz, tem de acompanhar as flutuações da moda ou os novos interesses do público.
Assim se explica que, actualmente, uma boa parte dos livros que se publicam venham já acompanhados de marcadores alusivos à obra, publicitando também a editora. É a constatação do facto duma intensificação de interesse no coleccionismo de marcadores de livros.
Outro tanto tem vindo a acontecer com os pacotinhos de açúcar que as Cafeeiras vendem com o seu produto principal. Pululam séries temáticas, algumas bem criativas e originais. Outras com design arrojado e bom gosto estético, que nos surpreendem e nos motivam para pequenas colecções que vão surgindo nos mais diversos blogues, através de imagens sugestivas.
Desde sempre me interessei por adagiários, que traduzem a sabedoria ancestral dos povos nos mais diversos aspectos da vida prática, quer nos seus aspectos mais sérios, mas também, por vezes, galhofeiros e atrevidos. Por isso, não posso deixar de saudar esta nova temática dos pacotinhos de açúcar do Café Sical, consagrada aos rifoneiros internacionais.
De uma série de nove, aqui ficam o nº 3/9 (com um adágio indiano) e o nº 4, com um provérbio etíope, que aqui reproduzo, para uma melhor leitura:

3/9 - Um segredo é pouco para um, suficiente para dois, demais para três. (Índia)
4/9 - Um bom nome é melhor que um bom perfume. (Etiópia). 

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Uma fotografia, de vez em quando (56)


Desta vez, as fotos em imagem fogem, um pouco, aos requisitos ou fundamentos com que iniciei esta rubrica, no Arpose. Ou seja, na minha perspectiva, uma estética que aproximasse as fotos escolhidas, de uma ideia de obra de arte, o enquadramento do instante perfeito que comprovasse o profissionalismo eficiente do autor (fotógrafo).
As duas fotografias exibidas têm ambas um pressuposto religioso adjacente e foram tiradas, a primeira, nas Filipinas, e a de baixo, em Bombaim, durante um casamento religioso. Em qualquer delas o que avulta é a dessacralização de um ritual. A lavagem da imagem Menino, preparando e antecipando a procissão, e a candura infantil que denuncia um afecto e uma cumplicidade natural.
Reduzindo o símbolo (religioso) à dimensão terrena e humana, poderão ser pretexto para um sorriso.
Consegui apenas identificar o fotógrafo que retratou a imagem do Menino Jesus a ser lavada, para a procissão: Alfred Yaghobzadeh (Irão, 1958). A foto foi tirada em 2001. A fotografia do casamento é de 2010.


quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Curiosidades 23


No poupar é que está o ganho - assim diz o ditado.
Respeitadora obstinada das vacas (sagradas), a Índia não deixa de ser, no entanto, o segundo maior exportador, a nível mundial, de carne de bovino. Atrás do Brasil, mas à frente da Austrália.
Fora de portas, a vaca é des-sacralizada...

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Os nóveis nautas lusos


É o que está a dar!
O Gonçalo, pioneiro, foi à Índia. O Peixoto, melífluo mas ousado, à Coreia do Norte. E o hugo mãezinha, mais atávico por causa da Família, ficou-se por mais perto: aproou à Islândia, que ainda fica na Europa.
E, depois, todos fizeram, em verso ou prosa, relatórios detalhados das suas navegações.
É comprar, meus senhores, é comprar!... 

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Uma galinha vimaranense na Índia



Nomes há que, por qualquer misterioso desígnio, não nos caem em graça. Será o caso, para mim, de Elaine Sanceau (1896-1978), inglesa de ascendência francesa, nascida em Croydon, que passou pelo Brasil, ainda adolescente, e se veio a fixar em Portugal, a partir de 1930, no Porto, onde veio a morrer, já idosa. Tem vasta obra sobre a História de Portugal, especialmente, sobre a época dos Descobrimentos.
Eu, que aprecio muito obras sobre História, nunca tinha lido nenhum dos seus livros. Mas, há dias, comprei o primeiro (Recortes de Pequena História, Ed. Civilização, 1964). Ora, há neste livro, um episódio simples mas pitoresco que, Elaine Sanceau desenterrou de uma miscelânea manuscrita, do séc. XVI, que se encontra na Biblioteca Pública de Évora. No frontispício do velho códice, há a pintura de uma galinha, nas cores vermelha e preta. Refere o registo que, em 1587 "- na nau Nazaré, de que veio por capitão Eytor Velho Barreto, o qual deo esta galinha nesta cidade a Cosme Tavora, e disse ser esta galinha nacida no termo de Guimarães." E Elaine Sanceau remata assim a transcrição do manuscrito quinhentista: "Esta galinha não consentiu nunca em dez anos que viveu na Yndia, que galo destas partes a gallasse. Quando queria chocar hia buscar hum gallo de Portugal para a gallar."

terça-feira, 10 de maio de 2011

Sob o signo da Índia


De manhã cruzei-me, por 2 vezes, com Sikhs e os seus típicos turbantes, barbas e bigodes cerrados e crescidos, monoteistas, originários do Punjab e, ao que parece, afáveis. Apercebi-me depois que estavam a pintar uma casa, ali para as bandas do Chiado. Mais tarde, numa livraria de Campo de Ourique que estava em saldos (leve 3, pague 2) de livros brasileiros, para extinção de fundos, adquiri dois volumes de Graham Greene e um de John Le Carré, em tradução. Num deles, "Reflexões", Graham Greene fala de viagens e vários locais do Mundo. A Goa ( Goa, a Incomparável) dedica 7 páginas bem interessantes. A sua visita terá decorrido, provavelmente, em 1963, pouco depois da saída dos portugueses e da integração na União Indiana, dos territórios de Goa, Damão e Diu. Graham Greene refere que os indianos de Goa não falam mal dos portugueses, e têm boas recordações do último governador luso (Vassalo e Silva). Mas demos a palavra ao romancista, num pequeno excerto sobre Goa: "...Parecia um sombrio lugar apocalíptico, a Velha Goa, com o corpo encolhido de São Francisco Xavier na grande igreja do Bom Jesus, construída em 1594, o dedo do pé que uma senhora cortou com uma mordida preservada num relicário, e o crucifixo de prata em seu túmulo retorcido por um ladrão católico, uma semana antes. Num armário da mesma igreja estavam as caveiras dos mártires, e outras partes dúbias preservadas em vidros com essências, que me lembravam os que são vistos nas vitrinas dos especialistas chineses em Kuala Lumpur, anunciando tratamentos para hemorróidas. (...) Nas paredes e nas casas há sinais para evitar o mau-olhado; uma caveira é pendurada numa mangueira carregada, para prevenir qualquer olhar de inveja; nas pilastras dos portões há leões para preservar a casa do mal - são sinais católicos e hindus - quem se importa? (...) Portugal contribuiu para a formação do caráter especial de Goa e esse caráter pode sobreviver a Portugal por um ou dois anos. ..."

sábado, 12 de março de 2011

Um Homem honrado


Quando se fala da Índia, os nomes que, normalmente, ocorrem são: Vasco da Gama e Afonso de Albuquerque. Um, o descobridor, o outro o controverso, mas genial estratega. Na sombra, fica D. João de Castro, que poucas vezes é lembrado. Nasceu em Lisboa em 1500, e foi morrer a Goa, na presença de S. Francisco Xavier, em Junho de 1548, relativamente pobre. Foi o 4º vice-rei da India (dita Portuguesa), notável cartógrafo (discípulo de Pedro Nunes), bravo guerreiro. E homem honrado.
Acresce que, às suas qualidades, eu prezo sobremaneira, os retratos escritos das personagens da História. Porque, para além dos traços e cores dos retratos pintados, as palavras desvendam um pouco mais da alma dos homens, mesmo que de forma oblíqua. Ora, D. João de Castro, numa carta ao rei D. João III, datada provavelmente de 1539, escrita em Goa, faz o retrato de si mesmo e revela a sua mais íntima vontade:
"...Eu, Senhor, vim rico a esta terra e estou pobre; sou eu muito cobiçoso de natureza, e mal inclinado, porém falta-me habilidade para executar minha condição. De 18 anos tomei as armas em seu serviço; 6 vezes passei em África e lá me nasceram as barbas; mandou-me na armada de levante contra Barba Roxa; fui pessoalmente na tomada de Goleta, onde minha caravela ficou cheia de pelouros de bombardas, de que o muito excelente príncipe D. Luís é boa testemunha; vim em socorro da Índia por seu mandado, a resistir ao ímpeto e cruel fúria dos Turcos; fui em ajuda de se lançarem fora destas suas terras tão pestilenciais inimigos; nunca a opinião e honra dos Portugueses foi por mim diminuida, nem maculada; 20 anos tenho gastados no seu serviço, os melhores e mais estimados da vida; por amor de Deus e em paga destes trabalhos peço a V. A. que me dê licença para me ir desta terra a caminho de Portugal, a fazer vida com minha mulher e filhos, e a acabar estes breves e perturbados dias, que me ficam por passar, na serra de Sintra. Nosso Senhor acrescente a vida e real estado de V. A.."
O rei e o destino não lhe satisfizeram o desejo. D. João de Castro acabou por morrer em Goa.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Memória 48 : Pero Vaz de Caminha


Terá viajado, visto e combatido, pelo menos, em Toro, este Pero Vaz de Caminha, nascido no Porto, em 1450, e que veio a morrer, provavelmente, lutando, em Calecute, na Índia, a 15 de Dezembro de 1500. Menos de 7 meses depois de ter escrito a célebre carta do achamento do Brasil, onde a surpresa nas palavras e frescura do texto é muito superior às primeiras palavras dos americanos, quando chegaram à Lua. Tudo faz crer que era homem que conhecia bem as terras do norte de Portugal, e também o seu apelido permite situar a sua ascendência familiar no Minho. Ao escrever a carta a D. Manuel, para comparação da bondade das terras de Vera Cruz, lembra as terras do Norte português. Assim:
"...A terra, porém, em si, é de muito bons ares, assim frios e temperados como os d'Entre Doiro e Minho, porque neste tempo de agora (Maio) assim os achávamos como os de lá. Águas são muitas, infindas. E em tal maneira é graciosa que, querendo-a aproveitar, dar-se-á nela tudo por bem das águas que tem. ..."

domingo, 27 de junho de 2010

Curiosidades 9 : Balanço e Contas


Um mês passado, quase, sobre a última actualização de dados em relação à procura de temas, visitas e entradas de países no Arpose, façamos um balanço dos elementos novos e mais recentes. Assim, a frequência média de visitas diárias desceu cerca de 10%, passando de 40 para 36. Três novos países fizeram a sua estreia: Índia (Calcutá - West Bengal), Roménia (Bucareste) e Japão. Os dois últimos vieram à procura de Napoleão (citações), o visitante de Calcutá veio em busca de "praxes conimbricenses" - talvez alguém da ex-Índia portuguesa, saudoso do tempo em que estudou em Coimbra...
As entradas dos Estados Unidos, inesperadamente, subiram imenso, muito embora a quase totalidade provenha de Mountain View (Califórnia). Quase foram o dobro, nestes últimos dias, das visitas do Brasil que andavam quase a par com os USA, anteriormente. Mas a intensidade teve um pico, quase diria excessivo, no dia em que num poste referi o nome de Obama, a propósito de hambúrgueres (Mercearias Finas 9A). Uma das entradas demorou 26 minutos e 13 segundos!, é obra...
Finalmente, um panorama numérico, percentual e frio de entradas por países, numa recente amostragem de 100 visitas:
Portugal - 41% : 41 visitantes.
U.S.A. - 19% : 19 entradas.
Brasil - 10% : 10 visitas.
Japão - 1% : 1 visitante.
Roménia - 1% : 1 entrada.
Não localizáveis - 28 visitas : 28%.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

A um Pintor recém-chegado





29-30/4/10


Caro Amigo:
dizia Camões, da Índia, que "da terra vos sei dizer que é mãe de vilões e madrasta de homens honrados". Não será Goa assim, agora, pelo que me diz, e ainda bem. Terra que lhe foi propícia às artes e telas, muitas -pelo que me referiu. Folgo! Isto me fez lembrar a mais remota imagem que tenho, de si, na memória: quando, em 1970, me entrou em casa para me oferecer os dois volumes de Rilke, traduzidos por Paulo Quintela. E, depois, lá se foi a caminho de Cabo Verde. Mais tarde, Paris. Paço de Arcos, Algés, Oeiras são percursos desta já longa Amizade. E os almoços de Natal que nunca esquecerei. Nem o seu "Verão 79" e as "conchas, pedrinhas, pedacinhos de ossos" de que falava o Pessanha. Porque o seu Pai falava mais do Almada e do Pascoaes que tinha conhecido pessoalmente. E, do alto, víamos o Tejo a passar...
Ora, hoje, venho dar-lhe um grande abraço de parabéns. Acabou de entrar na 3ª"velocidade" (del rosa al amarillo) da vida, como dizem os biólogos. Seja bem-vindo!, que eu já cá estou. E, quanto a biologias, é mais consigo, que as estudou na Inglaterra, antes da tropa, onde nos conhecemos. Lembrei-me que, já nessa altura, além do Matisse, o meu Amigo gostava de ouvir Aaron Copland. Mas que ficou encantado, anos mais tarde, com um vinil que lhe emprestei com os "Lute and Mandolin Concerti" de Vivaldi. E decidi recordar-lho, hoje, pelo seu aniversário. E não se esqueça: enquanto há vida, há pintura. Até porque eu sempre gostei muito da sua. O abração de sempre,
A. S.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

A Carta da Índia, de Luís de Camões


Pequena terra a nossa em que os pastores são muitos, e as ovelhas poucas. E cada um dos Mestres procura um cantinho protegido do prado para a sua preciosa ovelha. Nos anos 60, quem apascentava Luís de Camões, em Coimbra, era o Prof. Dr. Álvaro Júlio da Costa Pimpão que tinha, como seus assistentes, Vítor Aguiar e Silva e Ofélia Milheiro Caldas (ou agora, Ofélia Paiva Monteiro), especialista ou pastora de Garrett. Ora, nesta ortodoxia pacífica reinante e salazarista, não é que aparece um engenheiro, vagamente poeta, a falar e estudar Camões!?... Desaforo, desrespeito. E houve uma intensa guerra surda que se prolongou para o Brasil universitário quando Jorge de Sena para lá foi. Histórias antigas...que acabam numa introdução de Vítor Aguiar e Silva às "Obras - Edição Fac-Símile da Edição de 1595" de Francisco de Sá de Miranda (Braga, Universidade do Minho, 1994). É um subtil ajuste de contas do antigo assistente de Costa Pimpão, com esse intrometido Poeta. Só que Jorge de Sena tinha falecido em 1979. E, embora eu preze a competência científica e saber de Aguiar e Silva, achei este ajuste, no mínimo, deselegante e sem que permitisse um contraditório.
Ao que eu vinha, era falar das Cartas de Camões - poeta que sempre foi uma "ovelha" muito apetecida nos meios académicos. À obra do nosso Poeta uns lha acrescentaram, outros lha diminuíram, em nome de um cânone mais justo ou mais purista. Hernâni Cidade atribui a Luís de Camões cinco cartas, enquanto Costa Pimpão, apenas, garante duas. Há, no entanto, uma convergência: é a chamada "Carta da Índia" que em Pimpão é a primeira e, em Hernâni Cidade, a segunda. É uma carta muito viva e saborosa (aquela referência às mulheres na Índia...), e o Luís andava a pedi-la. Aí vai, sem mais, e em digitalização da obra de Costa Pimpão.