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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Os feirantes no coração de Lisboa (ibidem)


Anote-se, para que conste, uma subida de tom, no Chiado, por parte dos feirantes. Hoje, na "serenata" ao ministro Álvaro, os feirantes trouxeram vuvuzelas - creio que foi a primeira vez. E as músicas são muito mais "reboladas"...Talvez por ser dia de S. Valentim. Como dizem os franceses: "ce n'est pas amour, c'est rage!"

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Apontamento breve sobre o Camões, o Álvaro e os feirantes


Os feirantes parece que se afeiçoaram a este Largo do Camões e lá voltaram...para dar música ao ministro. Mas, ao que parece, ou mudaram de estratégia ou de DJ. Agora as músicas são mais românticas, com o Quim Barreiros (eu acho que quadra bem com o Alvarito) à mistura, em momentos de maior paroxismo e quando as palavras de ordem (Ministro, escuta/ esta é a nossa luta! e  Pereira, Pereira/ arranja uma maneira!) se intensificam, em vozeirões de feira.
E eu, que remédio, vou-me habituando a este arraial...

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

O massacre


Alguns dos visitantes do Arpose devem lembrar-se daquelas barracas de feira (popular), com latas vazias empilhadas, ou fantoches, que os fregueses tentavam deitar abaixo atirando-lhes bolas de pano, para ganhar um prémio. Pois o Largo Camões, ultimamente, tem sido uma espécie de Feira Popular, com os feirantes, diariamente, a massacrar o ministro Álvaro com música pimba, em altos brados. Atirando-lhe também com "Grândola, vila morena" e com o Hino nacional, à mistura, a ver se o boneco cai. Nas profundas do seu gabinete, que deve ser nas traseiras, o homenzinho deve ter que pôr algodão nos ouvidos, para conseguir trabalhar economês.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Esta foi uma das músicas que o Álvaro ouviu, hoje...

...e deve ter ficado a adorar a Tina Turner. Ele, que devia estar mais habituado ao Leonard Cohen, canadiano, nascido em Montreal...

Música para ministros


Apesar dos 17º lisboetas, ontem e hoje, o Álvaro deve ter sentido saudades das planícies geladas e silenciosas do Canadá. Porque, ali pelo Camões, bem junto do seu gabinete ministerial, os feirantes montaram um arraial, para lhe dar música. Ensurdecedora, convenhamos, porque o mais suportável ia de Vangelis a Tina Turner, sendo que as sobrantes estridências impediam qualquer cidadão normal de ter sossego ou de se concentrar.
Mas ontem, pelo menos, o Gaspar, lá para as bandas do Terreiro do Paço, também teve direito a fanfarra... Mas parece que mandou a doutora Eva falar com os feirantes. Talvez lhe tenham desamparado a loja.
O que fazem os tempos: dantes os Ministros iam ao S. Carlos ouvir música; agora levam a música até ao local de trabalho dos ministros. Singularidades da democracia portuguesa. 

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Os copinhos de leite


Hoje, o nosso ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, brindou-nos com esperança. Anunciou, embora em tom engasgado, que em breve começará, dadas as concessões, a exploração de ouro, no Alentejo, e de gás natural, na costa algarvia. Ao que parece, dentro de 3 anos...
Por um estranho mimetismo, ou moda, nos últimos tempos, os perfis dos líderes e políticos europeus parecem assemelhar-se e reproduzir-se. Repare-se: Blair, Sarkozy, Sócrates - hiperactividade, mais ou menos, agressiva. Mas o clone-tipo parece estar a mudar. O Partido Socialista Francês escolheu François Hollande para defrontar Sarkozy, nas próximas eleições. O melhor que dizem dele, em tom de frase assassina, é que "é um homem normal!". Creio que David Cameron, PM da Inglaterra, é aquilo que, em Portugal chamamos "um menino copinho de leite". Por cá, o PS escolheu, para secretário-geral, António José Seguro. Confesso que vou ter enorme dificuldade em o ouvir, durante 4 anos, à hora do telejornal...

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Genealogias do post-25 : Álvaro III, o breve


O primeiro dos Álvaros foi o Cunhal: era um Senhor. O segundo Álvaro era Barreto, também tinha cabelo branco e marcava, pelo menos profissionalmente, a diferença em qualquer dos Ministérios onde entrasse.
O terceiro tem falta de cabelo e foi emigrante no Canadá, tendo regressado, recentemente às berças. Mas tem a vida armadilhada, bem como a sua área de actuação. O TGV, vai haver: é uma das contrapartidas aos chineses, pela compra do terminal de Sines - é o que dizem.
Mas pior, ao que parece, é que as estações do Metropolitano de Lisboa irão ter todas nomes de grandes empresas ou de multinacionais, em vez de nomes de localização geográfica. Assim, por exemplo, a Estação Baixa-Chiado passará a chamar-se: "PT-blue". É esperar, para ver.
Talvez por isso, hoje, o terceiro lanço das escadas rolantes, na subida, da referida estação, estava, de novo, parado e avariado...como aqui há uns meses.
Por isso e talvez, Álvaro III, o breve.

a ms, surrealmente grato.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Conselhos para Álvaro

Parece que um tal Álvaro tem a intenção de convidar "velhinhos endinheirados" para esta nossa "Suiça" à beira-mar plantada. Não me restam dúvidas de que a maioria do povo sabe receber bem, dentro do "seu castelo", casinha limpa, boa comida e simpatia. O caso muda de figura quando pensamos na falta de civismo no que respeita ao asseio do espaço público e, sobretudo, na existência de determinadas entidades públicas que se distinguem pelos enormes "calos na cabeça" e tornam o dia-a-dia num calvário, tanto para nacionais como forasteiros.

Eis um exemplo:

Uma empresa chamada Ascendi, uma tal PPP (parceria público-privada) como julgo, tem uma forma extremamente expedita e simples para o forasteiro proceder ao pagamento de portagens, nas vias sob responsabilidade de gestão da dita empresa. Não havendo, para os estrangeiros, a opção de pré- ou pós-pagamento, o condutor terá de adquirir, previamente e nas estações dos CTT, um DE (=dispositivo electrónico) temporário, o qual deverá devolver, no prazo de dois dias, no mesmo balcão onde o adquiriu (funcionário da Ascendi dixit !).
Sucede que a página electrónica da Ascendi não tem opção em Inglês, nem divulga o montante das tarifas a cobrar. Ora, como a maioria dos forasteiros, tanto novos como velhos, não compreendem esta faceta paradoxal do país, aqui vão uns conselhos para Álvaro:
- oferecer a qualquer cidadão estrangeiro um curso rápido de Português, oficioso e formal, para entenderem o funcionamento do nosso serviço público;
- declarar os Sábados e Domingos como dias de permanência obrigatória no país (dias de encerramento do serviço público dos CTT), uma vez que a Ascendi não deixa entrar, nem sair ninguém, nas "suas" auto-estradas, sem o dito DE.
Assim, os turistas ficam mais dois dias. Bem pensado, Álvaro !

Post de HMJ