Mostrar mensagens com a etiqueta "Público". Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta "Público". Mostrar todas as mensagens

sábado, 14 de março de 2015

Da Janela do Aposento 59: Ócio e Silêncio



Inspirada numa afirmação certeira de A. Guerreiro, recordando-nos que é “do otium que nascem as artes, as letras e as ciências”, acrescentaria também o silêncio.

Se “o otium, como tempo de liberdade,” propicia o encontro com o outro, tanto na sua versão textual como noutra forma artística, o silêncio acrescenta, a esse supremo bem do ócio, a condição indispensável para centrar a atenção na essência – na nossa e na alheia.

Para bom entendedor, bastariam estas duas categorias para uma formação humana essencial.

Libertavam-se as criaturas dos ruídos alheios à leitura e ao pensamento e, sobretudo, terminava o rodopio das actividades permanentes com que a indústria do lazer planeia e preenche os dias desde tenra idade.

Post de HMJ

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Da Janela do Aposento 43: Retrospectiva



Paul Klee, "Ghost of a Genius"

Um artigo de JPP, uma voz esclarecida, no deserto partidário, contra o actual regime, permitiu recuar no tempo e recordar alguns fenómenos na época em que alguns dos “rapazes das jotas” circulavam pelas escolas públicas.
Era o tempo da plenitude do “Cavaquistão”, em que no ensino secundário se podia optar por várias vias, claro está, de acesso ao ensino superior. A motivação centrava-se numa promoção rápida, através do ingresso no grau seguinte, e poucos se identificavam com universos mentais e culturais mais amplos. Basta, aliás, olhar para os lados de Belém para compreender o início deste desastre.
Ora, naquele tempo havia as seguintes opções, ditas de forma abreviada, Ciências, Economia, Humanidades e Artes. Os alunos de Ciências queriam ser médicos, os de Economia, gestores e quiçá políticos, os das Humanidades, advogados e Juízes para fugirem a outros magistérios menos considerados. Os das Artes esforçavam-se para entrar em Arquitectura. Nesta visão de síntese, pouco favorável sobre um universo largo de alunos ao longo de décadas, criados e radicados nos subúrbios de Lisboa, quase não tiveram expressão os poucos, mas excelentes alunos do ponto de vista humano, mental e cívico.
Contudo, os menos dotados “de cabeça”, mais amorfos relativamente a qualquer interesse cultural, eram os alunos de Economia. Fugiam das Ciências, “puras e duras”, iniciando-se nas suas lições de Economia, porque eles eram, numa parte substancial, filhos de “empresários”, ou seja, merceeiros recentemente promovidos a um estatuto social superior e ascendente, donos de lojas com nomes sonantes como “Jacques”, “Kaku’s” e quejandos.
Há quem me contrarie nessa visão pessimista sobre os alunos de Economia, afirmando o contrário sobre os discentes num dos liceus de referência de Lisboa. Aceito o contraditório pela diferença do meio. Os alunos de Lisboa saíram, porventura, para “gestores de topo”, ou, como os Vitinhos, aproveitaram o trampolim da política para outros voos. Os outros, de subúrbios tipo Massamá, levaram mais tempo e, como os Rosalinos, que bem conhecemos, vingaram-se, a valer, da sua condição inferior quando a escada do actual regime lhes ofereceu o poder.
Fica a mágoa de não ter conseguido o essencial, i.e., contribuir para que o ensino se transformasse numa "escola de pensar".

Post de HMJ

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Da Janela do Aposento 42: As brincadeiras da Sociologia, à Portuguesa



O que despoletou o presente texto foi a afirmação, nada científica, de uma “excelente senhora” da nossa praça, licenciada em Sociologia. A propósito das praxes universitárias, a socióloga Rita Ribeiro conclui que “isto é uma brincadeira de gente crescida”.
Reacenderam-se, na minha memória, todas as luzinhas de aviso, reavivando situações, no meio escolar, em que episódios de agressão e violência físicas eram perfeitamente toleradas sob a designação, incorrecta e abusiva, de “brincadeiras”. Resolviam-se, desta forma iníqua, desvios de comportamento, quiçá pela ausência mútua de formação cívica, a contento das duas partes, “assobiando”, alunos e professores “para o lado”!
Contudo, sempre considerei inadmissível a inanidade e a tolerância perante esse “gérmen” da violência, provocando-me a repulsa uma reacção espontânea de intervenção, tanto na escola como em espaço público mais alargado. Pouco me importa, nesse contexto, a atribuição do epíteto de “intransigente”, porque não confundo palavras, de étimos e significados tão diferentes, como “violência”, “agressão” e “brincadeira”.
Considero, portanto, que o inequívoco respeito cívico pela dignidade humana é uma conquista civilizacional e o mais poderoso garante de uma sã convivência num mundo de paz. Por conseguinte, repugna-me, profundamente, que instituições de formação, básicas ou superiores, revelem um tão fraco sentido de um dos “últimos fins do homem”, a saber, o respeito pela dignidade humana.
Aliás, nesse fraco entendimento, reencontram-se velhos fantasmas de ditaduras com a actual cruzada do mundo financeiro contra a Humanidade. Com efeito, e a bem da paz, “é a hora” de não confundir o lúdico com cenas de violência, abjectas e reaccionárias, moralmente condenáveis e, até, esteticamente repugnantes. 

Post de HMJ

sábado, 23 de novembro de 2013

Apontamento 30: Olha que dois !



Este apontamento já leva algum tempo de incubação e passo a explicar. À medida que o “nosso Zé Manel” se foi convencendo de que estava a desempenhar bem o “seu” papel de presidente da CE, engrandeceu, sem dúvida, fisicamente. Do seu ar “esgargalado” e pretensamente democrático, ostensivo na sua página pessoal, afastou-se, rapidamente, se é que alguma vez percebeu bem o alcance do nº 1 do artigo 3º, do Tratado da União Europeia que reza assim: “ A União tem por objectivo promover a paz, os seus valores e o bem-estar dos seus povos.”
Quem lembra, e bem, esse princípio, é José Pereira da Costa, “antigo funcionário da Comissão Europeia”, num artigo publicado, hoje, no jornal Público. Para alguns incautos, e quiçá presidentes e comissários, tal objectivo deve ter um sabor a “Constituição Socialista ou de Esquerda Revolucionária”.
José Pereira da Costa traça uma caminhada, cronologicamente degradante, do actual presidente da CE, contribuindo, assim, para uma memória futura esclarecida. O perfil desenhado não se afasta muito daquilo que o cidadão europeu foi constatando ao longo dos tempos. Alheio à sua missão de “velar pela aplicação dos tratados”, o presidente e os seus comissários afastaram-se cada vez mais dos cidadãos. Com efeito, não vale a pena corresponder ao apelo do presidente da CE e dos seus comissários, no espaço “contacte-me”, porque eles já não respondem a nenhuma questão em concreto, nem com o convencional “no-reply”, acusando a recepção da mensagem !
À semelhança de um “manequim da Rua dos Fanqueiros” nacional, as sumidades europeias vão pronunciando, em espaços resguardados e próprios de ambientes de “corta-fitas”, umas “verdades” e “estratégias” contraditórias, julgando que o “povo” é estúpido.
Contudo, e como lembra o artigo de José Pereira da Cosa, a História é feita de memória dos factos. Por cá, ainda há muito “bom povo” que se lembra do verdadeiro “pai do monstro” do betão e dos benefícios, pensando em algumas Marias, para a Função Pública.
Convenhamos que aqueles que encheram o país de betão não tiveram cabeça para mais e, neste particular, encontraram-se alguns chamados governantes e os “lumpen” do serviço, ora chamados financeiros. 

Post de HMJ

segunda-feira, 2 de abril de 2012

As palavras do dia


Na sua crónica, habitualmente arguta e isenta, Rui Tavares, no "Público" de hoje, comenta a decisão independente, de votar à revelia do partido a que pertencem, dos deputados Isabel Moreira (contra a revisão do Código de Trabalho) e de Ribeiro e Castro (contra a extinção do feriado do 1 de Dezembro).
E remata a sua crónica assim:
"Trinta e oito anos de democracia ainda não chegaram para Portugal se convencer de uma coisa: quando as pessoas (entenda-se: deputados) são propriedade dos partidos, somos nós todos (leia-se: eleitores) que acabamos escravos."

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Português, 71 anos, historiador e "serial killer" (por palavras)


Nem sempre concordo com ele, mas gabo-lhe o verbo acutilante, a frase precisa e rigorosa. Além disso, Vasco Pulido Valente (1941) é o maior produtor português de frases assassinas - já aqui citei uma, dele, sobre Vitor Gaspar, actual ministro de Finanças. Hoje, vem outra no jornal "Público", sobre António José Seguro (PS). Como segue: "...Com o seu arzinho de seminarista, é de resto o que Seguro quer."

sábado, 11 de fevereiro de 2012

O "croissant" e a História


De um interessante artigo de J. Pacheco Pereira (1949), inserto no jornal "Público", de hoje, intitulado A nova luta de classes, passo a transcrever um pequeno excerto. Embora aconselhe, a quem puder fazê-lo, a sua leitura integral. Segue o excerto:
"...A História ajuda nas coisas grandes e nas pequenas, torna o mundo mais interessante e alimenta a curiosidade e o engenho. Para gostar de comer um croissant não é preciso olhar para ele com os olhos da História e perceber que se está a cometer um acto muito pouco correcto de turcofobia, ou, pior, de islamofobia. Mas quem sabe o que é e donde vem o croissant, costuma saber um pouco mais sobre a História da Europa  e isso faz bem à sanidade do debate público. Muita asneira que para aí circula sobre os feriados e o seu significado, sobre a Maçonaria, sobre o comunismo, sobre o fascismo, sobre a democracia, poderia ser evitada lendo um pouco mais sobre História. ..."

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Jornais - um percurso


Na minha casa do norte amanhecia com a entrega de "O Comércio do Porto" (1854-2005) mas, até morrer, o meu Pai foi leitor fiel do "Jornal de Notícias" (1888) e, na casa dos meus Tios, comprava-se "O Primeiro de Janeiro" (1868), que me guardavam para ler, ao domingo, as tiras de BD. Assim se perfazia o trio dos principais jornais do Norte, fora os regionais ou citadinos, nessa época. Em Coimbra, nos anos 60, fiz a primeira opção de alforria, em termos jornalísticos, e comecei a comprar "O Diário de Lisboa" (1921-1990). Talvez o jornal de que me senti mais próximo, até hoje, porque também lá colaborei, episodicamente. Pelo meio, fui comprando o "Expresso" (1973), pouco tempo, e o também hebdomadário "O Jornal" (1975-1992), que me agradava particularmente.
Quando "O Diário de Lisboa" foi extinto, senti-me um pouco órfão mas, pouco tempo depois fui-me afeiçoando ao "Público" (1990), que ainda hoje compro, diariamente. Era dirigido, de início, por Vicente Jorge Silva, um bom jornalista, mas com as sucessivas mudanças de direcção, o jornal tem vindo a piorar em qualidade, gradualmente. Mesmo assim, quando vou tarde à banca de jornais, e já não o encontro por se ter esgotado, fico um pouco desasado para o resto do dia. São hábitos...   

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Palavras de hoje

De uma crónica de Carlos Fiolhais, intitulada Portugal em Cambridge, publicada no Jornal Público de hoje, pela sua pertinência, passo a transcrever a parte final:
"... Numa época em que a economia prevalecente no mundo não é o comércio do vinho do Porto ou do pastel de nata, nem a microeconomia do futebol, mas sim a economia do conhecimento, custa ouvir os incitamentos do primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, e do ministro adjunto Miguel Relvas à fuga de cérebros e, ainda por cima, tentar dirigi-los, com argumentos bacocos, para o Terceiro Mundo, desprezando a Europa e os Estados Unidos. O nosso maior potencial não está no vinho nem nos pastéis, muito menos nos músculos dos jogadores, mas sim nos cérebros, em particular os jovens, que activamente se ocupam, em Portugal e por esse mundo fora, na ciência, na tecnologia, na filosofia e nas artes. Tudo leva a crer que as afirmações de Passos Coelho e de Relvas não foram lapsus linguae. Foram, isso sim, o resultado de um profundo equívoco."

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Dos jornais de hoje, a caridade


Depois da quase declaração de insolvência financeira (comovente, aliás), por parte do nosso pobre PR, frente às câmaras de Tv, no Porto, algumas almas caridosas resolveram ajudá-lo. Assim, os jornais anunciam para hoje, às 18 hrs., uma concentração junto ao Palácio de Belém, sob o lema: "Traz uma moeda pró Cavaco". A ideia é "atirar uma moeda na direcção do palácio" para ajudar ao pagamento de despesas pessoais do PR, e reforçar o seu magro orçamento de pensionista.
Não há nada, realmente, mais emocionante do que ver o dinamismo social da caridade dos portugueses, em acção. 

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Recordar Eugénio


Eugénio de Andrade nasceu a 19 de Janeiro de 1923. Em 28/10/1999, aquando da morte do poeta espanhol Rafael Alberti, prestou ao jornal "Público" um depoimento sobre o amigo que falecera. É esse escrito que reproduzimos pois, provavelmente, não mais terá sido editado.


segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Palavras de ontem, para o amanhã


"...Gostei de ouvir o anúncio de que, na escola, se vai dar mais tempo à História, à memória colectiva, que é muito importante, porque se nós não temos consciência de nós próprios não seremos capazes de enfrentar o futuro. Nós somos uma memória projectada; se não há memória, não haverá projectos. Que seja um país mais humano."
D. Manuel Clemente, bispo do Porto, ao "Público" (18/12/2011).

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

As palavras de ontem

"...Os mercados transformaram a política num jogo de sobrevivência, entre o reality show e o filme de terror.
(...)
Na democracia das emoções, o torpor e a ilusão instalada pelos políticos eleitos através da imagem foi substituída por outra emoção, o temor da falência colectiva. É o jogo do medo, a democracia do arrepio. Ou a política ao arrepio da democracia."
Miguel Gaspar, jornal "Público" de 17/11/2011.

sábado, 12 de novembro de 2011

Uma caracterização fradesca, de V. P. V.


Não sou, nem de longe nem de perto, um fã entusiasta de Vasco Pulido Valente. Mas aprecio a forma exemplar e escorreita da sua escrita, a fina ironia, desculpando-lhe o azedume, por vezes, excessivo. Com Medina Carreira, é talvez o maior produtor de "frases assassinas" e de raciocínios agressivos, mas correctos, em Portugal. Ontem, no "Público", caracterizava, argutamente, na sua crónica, três dos mais conhecidos e angélicos (ou fradescos) políticos portugueses. Segue a transcrição parcial:
"...Só falta a Seguro o chapéu e a sotaina preta para concorrer com o famigerado jesuíta (bom ou mau, como preferirem) do socialismo romântico. Com aquela voz doce e aquele ar pesaroso vai longe com certeza.
O dr. Cavaco, que anda mais pelo frade ascético, também nos disse duas vezes que os sacrifícios deviam ser «distribuídos» com «equidade» e com justiça e que era muito feio abusar dos mais pobres. Gostava ele que todos nós, mesmo no meio da crise, conseguíssemos viver em grande entendimento, doçura e caridade. ..."

domingo, 6 de novembro de 2011

Palavras justas sobre a Europa

"...A Europa comprometeu-se a chegar à cimeira do G20 com a casa arrumada. A cimeira foi o palco da grande desordem europeia. Em vez de um plano para resgatar o euro, houve uma tragédia grega e uma triste "comédia" italiana. O espectáculo foi suficientemente assustador para ter dissuadido os outros líderes mundiais a aceitar dar uma ajuda. ..."
Teresa de Sousa, in A Europa retira-se, jornal "Público" de 6/11/2011.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

As palavras de aviso, hoje

"Se cortarmos as almofadas sociais, os portugueses não serão tão pacíficos."
Manuel de Lemos, presidente da União das Misericórdias Portuguesas, em entrevista ao "Público".

domingo, 2 de outubro de 2011

O Gaspar e a frase assassina


Com o pedido de licença a LB, no seu Prosimetron, com a devida vénia ao jornal "Público" e a Vasco Pulido Valente, re-cito e transcrevo a frase magistral e homicida deste Outono ameno, utilizada com propriedade por este cronista:
"...O ministro das Finanças, com o seu pequeno ar de contabilista melancólico..."

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Iconografia moderna e laica (15) : a conversão de S. Paulo

1. "(S. Paulo) fazia o percurso pela estrada de Damasco quando, de repente, uma luz vinda do Céu, o envolveu na sua claridade. Caíndo do cavalo, para a terra, ouviu então uma voz que lhe disse: "Saul, Saul porque me persegues?"
Actos dos Apóstolos, 9: 3.
2. " ...a retórica do ataque aos mercados internacionais e às agências de rating não resolve um único problema do país..."
Cavaco Silva, em Castro Verde, Novembro de 2010.
3. "...as agências de rating são uma ameaça à estabilidade da economia europeia. ..."
Cavaco Silva, em 8 de Julho de 2011.

P.S.: com a devida vénia a Rui Tavares, e ao jornal "Público".

Obsv. despropositada: só soube, há cerca de 15 anos, que a maior colónia de camaleões se situa na mata de Monte Gordo, e no Algarve, claro. Não resisto a dizer que gosto imenso de camaleões... Acho imensa graça aos seus lentos movimentos, embora com línguas extremamente rápidas para apanhar insectos.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Curiosidades 38 : longevidade


Ora eu que julgava que, a mais antiga oliveira portuguesa, era alentejana (Ourique?) e tinha cerca de 1.200 anos. Mas, afinal, ainda há uma veterana, nas Pedras d'El Rei, em Tavira, com 2.210 anos. Mas a mais veterana de todas é a que se mostra na imagem, segundo diz o "Público". Por investigações da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro esta oliveira, que "reside" e resiste, no concelho de Loures, perto das ruínas do castelo de Pirescouxe, no Bairro da Covina, tem a provecta idade de cerca de 2.850 anos - é obra! O perímetro do tronco, na base, tem 10,15 metros, e a sua altura é de 4,40 metros.
Falta agora descobrir, digo eu, a figueira portuguesa mais antiga. Oliveiras e figueiras são as árvores mais antigas de que há referências (Bíblia, por exemplo), no mundo.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Sublinhados no Jornal de hoje


Sem comentários, passo a transcrever do jornal "Público", de hoje:
1. " As agências de rating dizem o que pode acontecer e tratam de garantir que vai mesmo acontecer. É uma luta inglória. O problema pode ser nosso, a solução ou é europeia ou não existe."
Teresa de Sousa, Jornalista.
2. " Uma das razões é que se tratam de agências americanas com uma agenda escondida, hostil à Europa. Mas também é verdade que estas agências funcionam de forma muito mecânica, os modelos que usam são muito primitivos, indignos de estudantes do 1º ano de Economia."
Paul De Grauwe, Prof. de Economia da Univ. de Lovaina.
3. " As agências de rating não são a DECO dos mercados financeiros. Não são o pior dos males. Mas tornaram-se um poder corrosivo e desestabilizador que precisa de controlo."
Pedro Lomba, Jurista.