quinta-feira, 25 de junho de 2026

Apontamento 189: Voz da Revolta

 

Não vale a pena esperar do grande capital uma genuína dedicação às causas da Democracia e, muito menos, humanidade e respeito pelos mais desfavorecidos.

O exemplo mais recente de completo desprezo veio, mais uma vez do FMI, na pessoa que dá pelo nome de Jean-François Dauphin.

A ignorância sobre a História do país, do qual ousa falar despudoradamente, associa-se, obviamente, a um analfabetismo funcional ao usar o adjectivo generoso num contexto completamente errado.

Se os seus defeitos culturais ficaram evidenciados, esperava-se, pelo menos, que tivesse mantido o mínimo respeito pelas pessoas a quem se refere de forma ofensiva, afirmando que as reformas mais baixas e de viuvez são demasiado generosas.

Peço a uma mão divina, caridosa, que ponha aquela criatura a viver, pelo menos durante um mês, apenas com uma pensão daquelas que julga generosa.

É com estes exemplares repletos de falta de humanidade que se mina a Democracia nos seus alicerces fundamentais, a saber, atacando uma sociedade solidária de defesa dos cidadãos e do estado social.

Mas, pelos vistos, nem vergonha tem para se pronunciar sem freio nos dentes.

Post de HMJ


2 comentários:

  1. Este é que um dos que vive na bolha. Bastava ver como ele viveria com o ordenado mínimo, sem poder recorrer a qualquer das suas poupanças.
    O dito relatório também fala em aumento de produtividade, mas a maravilhosa reforma laboral que ia resolver todos os males do país trabalhador diminuía as horas de formação e não havia nenhuma referência nela em relação em incorporar investigação e inovação nas empresas. Acham que é com os trabalhadores a trabalharem ainda mais horas. Não me parece que cheguemos lá sem ser com incentivos às pessoas (monetários e de formação) e com empresas mais modernizadas. E muitas vezes com chefias mais competentes; há chefias pouco qualificadas.
    Esta gente é louca!
    Bom dia!

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    1. De HMJ para MR:
      Viveria, certamente, com a generosidade que defende para os outros !
      Governar um país não tem nada a ver com estes tecnocratas ignorantes, sem cultura e carentes de civilidade mínima para assumir funções públicas. Não se pode tolerar a falta de respeito destas criaturas para com os cidadãos.

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