Ortodoxo que foi o almoço de Páscoa, nem sequer falei do cabritinho (muito bom), do esparregado e das batatas assadas apetitosas. Da tarte de amendoa gulosa e do folar que nos trouxeram, com bom sabor de erva doce, que também acompanhou devidamente um queijo babão de Mangualde.
Mas eu não ficaria de bem comigo, se não referisse, para memória futura, a magnum gaulesa que abri, do tinto de Bordéus (2020), Vieilles Vignes, com as castas Mourvédre, Syrah e Grenache, que combinou na perfeição, nos seus 13,5º equilibrados.
O meu almoço foi semelhante: cabrito, batatas e esparregado; os queijos: Serra da Gardunha e Ilha dos Mistérios; o vinho do Douro e os doces variados (éramos 11).
ResponderEliminarBom dia!
Não conheço esse vinho do Douro.
EliminarNós, éramos 4.
Boa tarde.