sábado, 27 de junho de 2026
quinta-feira, 25 de junho de 2026
Apontamento 189: Voz da Revolta
Não vale a pena esperar do grande capital uma genuína dedicação às causas da Democracia e, muito menos, humanidade e respeito pelos mais desfavorecidos.
O exemplo mais recente de completo desprezo veio, mais uma vez do FMI, na pessoa que dá pelo nome de Jean-François Dauphin.
A ignorância sobre a História do país, do qual ousa falar despudoradamente, associa-se, obviamente, a um analfabetismo funcional ao usar o adjectivo generoso num contexto completamente errado.
Se os seus defeitos culturais ficaram evidenciados, esperava-se, pelo menos, que tivesse mantido o mínimo respeito pelas pessoas a quem se refere de forma ofensiva, afirmando que as reformas mais baixas e de viuvez são demasiado generosas.
Peço a uma mão divina, caridosa, que ponha aquela criatura a viver, pelo menos durante um mês, apenas com uma pensão daquelas que julga generosa.
É com estes exemplares repletos de falta de humanidade que se mina a Democracia nos seus alicerces fundamentais, a saber, atacando uma sociedade solidária de defesa dos cidadãos e do estado social.
Mas, pelos vistos, nem vergonha tem para se pronunciar sem freio nos dentes.
Post de HMJ
Da leitura 66
Atenuantes
quarta-feira, 24 de junho de 2026
Recuperado de um moleskine (49)
Inha
terça-feira, 23 de junho de 2026
Ideias fixas 106
segunda-feira, 22 de junho de 2026
Rentabilidade
domingo, 21 de junho de 2026
Estado da Natura 17
sábado, 20 de junho de 2026
Arcaísmos (XIV)
Na sequência do tema, mais nove arcaísmos e seu respectivo significado:
sexta-feira, 19 de junho de 2026
Desabafo (109)
quinta-feira, 18 de junho de 2026
Antevisão
quarta-feira, 17 de junho de 2026
Em tempo
terça-feira, 16 de junho de 2026
segunda-feira, 15 de junho de 2026
Filatelia 156
domingo, 14 de junho de 2026
sábado, 13 de junho de 2026
sexta-feira, 12 de junho de 2026
David Hockney (1937-2026)
quinta-feira, 11 de junho de 2026
Curiosidades 118
quarta-feira, 10 de junho de 2026
Do que fui lendo por aí... 76
terça-feira, 9 de junho de 2026
Cerejas
segunda-feira, 8 de junho de 2026
Últimas aquisições (67)
domingo, 7 de junho de 2026
sábado, 6 de junho de 2026
Mercearias Finas 218
quinta-feira, 4 de junho de 2026
Uma fotografia, de vez em quando... 210
quarta-feira, 3 de junho de 2026
Citações DXXXV
terça-feira, 2 de junho de 2026
Estado da natura 15
segunda-feira, 1 de junho de 2026
Abusos para além da complexidade dos números !
Aproveitando o lamento do “duas ou três coisas”,sobre a complexidade das informações nas facturas relativas às empresas de luz, água, telemóveis, etc, que, certamente, a maioria dos consumidores ignora, acrescento um recurso da EPAL completamente inaceitável.
A EPAL, para além de ter uma
tarifa substancialmente superior às suas congéneres da área do Sul do Tejo,
i.e., três vezes mais, costuma avisar, com um dia de antecedência a leitura do
contador, muitas vezes ainda dentro de casa.
Ora, a empresa pública continua,
apesar de reclamações insistentes da minha parte, a solicitar a colocação de “um
papelinho” na porta com a leitura, em caso de ausência na habitação.
Já alguém naqueles andares da
EPAL avaliou o completo ataque à segurança desta medida, apesar de denúncia
sistemáticas da minha parte ? Haverá melhor, para um eventual assalto a uma habitação,
do que um aviso, na porta de entrada, informando que o proprietário se encontra
ausente ?
Não restam dúvidas de que, no
conjunto da nossa vida colectiva – educação, saúde, serviços públicos –
substituíram-se as regras de bom senso, educação cívica e democrática, de pessoas bem formadas, por umas
“parlermices” sem nexos, sem orientação nem proveito.
Infelizmente, com ganho para umas pretensas literacias espúrias para alimentar um exército de ignorantes, promovidos a “doutores” de ciências nulas e ocultas.
Pena é que não se promova um ensino democrático, orientado para o desenvolvimentos do pensamento, com autonomia, valores cívicos e democráticos, para capacitar os cidadãos a resistir a esta inovação de ocultação e menorização da população.
Post de HMJ
Antologia 27
domingo, 31 de maio de 2026
Uma louvável iniciativa 70
sábado, 30 de maio de 2026
Pinacoteca Pessoal 222
A temática popular e/ou campestre é predominante na obra de José Malhoa (1855-1933), muito embora a pintura À Beira-Mar (ou: "A praia das Maçãs"), de 1918, priveligie um casal burguês e seja dos quadros de que eu mais gosto do pintor. Pertence ao acervo do Museu do Chiado, enquanto o auto-retrato de Malhoa, que encima o poste, integre o Museu Soares dos Reis, no Porto.
quinta-feira, 28 de maio de 2026
Humor Negro (32)
quarta-feira, 27 de maio de 2026
Fazer o mal e a caramunha
Estilos
segunda-feira, 25 de maio de 2026
Decadência de um jornal
sábado, 23 de maio de 2026
Estado da natura 14
sexta-feira, 22 de maio de 2026
100 +, 21
Recentemente, o jornal inglês The Guardian pediu, a diversas celebridades e escritores, um apanhado daquelas obras de ficção que consideravam mais importantes, de leitura. Das 100 mais votadas, verifiquei que já tinha lido 21, e cerca de 1/5 pareceu-me uma boa percentagem. Aqui deixo a relação das minhas conhecidas:
quinta-feira, 21 de maio de 2026
2 ideias a fingir de máximas
quarta-feira, 20 de maio de 2026
Arcaísmos (XIII)
terça-feira, 19 de maio de 2026
Desabafo (108)
segunda-feira, 18 de maio de 2026
Bibliofilia 232
Citações DXXXIV
sábado, 16 de maio de 2026
Apontamento 188: Sapiência versus Ignorância
A própria capa do livro sugere um mundo outro, de estética e funcionalidade entre a luz e a sombra.
O título promete para os que ainda navegam “nas margens do saber”, para usar as palavras de um investigador também referência dessas matérias marginais.
O início da leitura convoca um ambiente cultural, luminoso, da cultura clássica para o Humanismo, revelando o caminho do suporte material do texto para a sua fixação final em códice e livro, destinados ao uso do promissor leitor.
O efeito da leitura, de um texto com a marca da sapiência, tem o benefício de nos levar para outras margens.
Assim, vieram as regras de retórica para orientar a presente exposição: opção pela ordem ascendente ou descendente? Sequencialmente surgiram, obviamente, o ensinamento do Padre António Vieira que, através da construção dos seus sermões, se tornou o mestre para ensinar a elaborar um texto com cabeça, tronco e membros.
Deixando, pois, e para os leitores atentos, a curva luminosa do supremo bem da Sapiência, entramos na curva descendente, com acentuado declive, pelos anos 80, no ensinamento das línguas e culturas clássicas, no ensino oficial. O desenvolvimento do pensamento racional e lógico das matérias em causa parecia complicar com o enorme esforço inerente ao efeito final de “arrumar uma cabeça carente”
Entre os meus amigos ainda contei um Professor de Latim e Grego que, na sua casa e para apoio das suas aulas, tinha uma máquina de escrever com alfabeto grego. Que sensação de ignorância de não o poder acompanhar nessa caminhada.
O minguar da oferta do estudo das línguas e culturas clássicas acentuou-se, como é evidente para quem ainda não se relegou, por completo, a uma caminhada, cada vez mais ignorante, incivilizada, imoral e desumana.
Renegar
a cultura, o saber e a HUMANIDADE, terá os efeitos nefastos que começámos a
observar num quotidiano degradante sem limites.
Post de HMJ
sexta-feira, 15 de maio de 2026
quinta-feira, 14 de maio de 2026
Os prolegómenos das lesmas
terça-feira, 12 de maio de 2026
Ideias fixas 105
Os serviços públicos estão a poupar imenso nos telefones - só muito raramente atendem os utentes.
segunda-feira, 11 de maio de 2026
Livros em leilão
Memória 160