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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Os Celtiberos, Etnias e Estados - Livro

Los Celtiberos

Burillo Mozota, F. (2008): Los Celtíberos. Etnias y Estados. Crítica. Barcelona.  ISBN: 978-84-8432-949-7

Sinopse   
Esta obra, que surge agora numa nova edição totalmente revista e atualizada, é, sem dúvida, a melhor análise histórica realizada até hoje sobre os Celtiberos, que, embora apareça profusamente descrita nos textos clássicos -em particular em relação à conquista romana de Numància-, resultou desconhecida para muitos estudiosos.


O autor levou a cabo neste livro um estúdio coordenador da evolução das comunidades celtíberas enraizadas no Sistema Ibérico, vale do Ebro e alto Douro, desde as suas origens tribais até à génese das suas cidades no século IV A.C. e a sua integração no Império Romano a partir do século II A.C. 


Perante a crença de que existem elementos como os costumes ou o "sangue" como fatores que se mantêm estáveis ​​no tempo na hora de definir uma etnia como "raça", se parte do conceito de etnia como o desenvolvimento contínuo do processo histórico, no qual se transformam as entidades distintas que configuram a identidade de um grupo humano e no que prima o cultural e o sociopolítico sobre o antropológico. 


A partir desta perspetiva se mostra aos celtiberos como umas comunidades com limites geográficos cambiantes, cuja resposta à guerra de conquista por parte de Roma será a concentração da população nas cidades, o desenvolvimento das primeiras emissões monetárias nos âmbitos de fronteira e a hierarquização das suas cidades-estado. 


Se nos descrevemos, em definitivo, o processo de formação das cidades que conheceram Públio Cornelio Escipião e outros caudilhos romanos no quadro das guerras celtibéricas, que culminou com a queda de Numância em 133 a.C., assim como o seu posterior desenvolvimento económico levou à integração total das comunidades celtibéricas nos modos de vida romanos.

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Descarregar o livro em: Los Celtíberos

terça-feira, 4 de fevereiro de 2025

De Íberos a Romanos - Livro

De íberos a romanos

López-Mondéjar, L. (2019): De íberos a romanos: Poblamiento y territorio en el Sureste de la Península Ibérica (siglos IV a.C.-III d.C.). BAR International Series Vol. 2930. BAR Publishing. Oxford. ISBN: 978 1 4073 5409 5  DOI: 10.30861/978140735409

Sinopse  
Este trabalho aborda o amplo período que vai desde o final da Idade do Ferro até aos primeiros séculos do Império Romano no sudeste da Península Ibérica (século IV A.C.-século III D.C.). 



Analisa, numa perspetiva global e integradora, as dinâmicas e transformações vividas pela paisagem destes séculos, tendo em conta aspetos como os padrões de povoamento, a economia e a organização sociopolítico. 





Com tudo isto, pretendemos oferecer uma nova perspetiva de estudo face às perspetivas tradicionais nesta área peninsular, que se centram apenas no estudo isolado dos principais sítios e da sua cultura material. 





O volume aborda assim, pela primeira vez, uma análise diacrónica e comparativa destes territórios, oferecendo uma nova imagem dos mesmos ao longo dos séculos analisados ​​e inserindo-os, ainda, no contexto mais vasto do espaço peninsular meridional.

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+INFO sobre o livro em: De Iberos a Romanos

segunda-feira, 13 de janeiro de 2025

Vila Nova de São Pedro e o Calcolítico - Livro

Vila Nova de São Pedro e o Calcolítico no Ocidente Peninsular

Diniz, M. Martins, A.; Neves, C., & Arnaud, J. M. (eds) (2024): Vila Nova de São Pedro e o Calcolítico no Ocidente Peninsular. Estudos & Memórias Vol. 22-23. UNIARQ-FLUL. Lisboa Vols. 1-2 ISBN: 978-989-35113-1-2 DOI: 10.51427/chi.2024.23

Sinopse  
A comemoração do 50º aniversário da classificação de Vila Nova de São Pedro como Monumento Nacional foi o impulso necessário para a realização desde Encontro, intitulado “Vila Nova de São Pedro 1971-201, cinquenta anos de investigação sobre o Calcolítico, no Ocidente Peninsular”, do qual se apresentam agora estes dois volumes que reúnem as comunicações aí apresentadas.


Juntar todas as equipas, investigadores e instituições que se dedicam ao estudo das sociedades agro-pastoris do 3º milénio A.C., no território atualmente português, numa reunião científica, partilhando experiências, conceitos e abordagens metodológicas, bem como resultados de anos de trabalho, foi um dos objetivos principais deste evento. 


Porém, as fronteiras contemporâneas não impediram o convite a equipas que trabalham no território atualmente espanhol, uma vez que por esta geografia alargada circularam pessoas, artefactos, matérias-primas e ideias através de redes de contacto que, nos dias de hoje, graças a novas metodologias, são cada vez mais possíveis de definir.



O primeiro volume reúne textos que abordam diferentes contextos geográficos, de Norte a Sul, refletindo igualmente abordagens teóricas diferenciadas. No segundo volume, reúnem-se os contributos diretamente relacionados com Vila Nova de São Pedro, demonstrando assim como passados 50 anos da classificação deste sítio como Monumento Nacional.

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terça-feira, 12 de novembro de 2024

Layers. Archaeologia Territorio Nº 9

  LAYERS     

Archeologia Territorio
 Contesti 
Nº 9 - 2024  

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An unpublished letter by Giovanni Spano preserved 
in the Royal Museums of Turin and new hypotheses 
on the mysterious terminus trifinius of the Cornus 
countryside, in relation to the republican coastal 
road network pp. 1-35
Attilio Mastino, Salvatore Ganga
 
Spade nella Sardegna nuragica: tipologia, 
contesti, problematiche pp. 37-87
Marco Matta

La place du silex au sein des ensembles lithiques 
du Vème millénaire en Sardaigne: le cas 
de Su Mulinu Mannu-Terralba (OR) pp. 89-106
Barbara Melosu

La romanizzazione in agro di Monastir (SU): archeologia 
di un territorio alle porte del Campidano meridionale 
pp. 107-162
Daniele Cinus, Emanuela Atzeni
 
Recinti e circoli di pietre della Sardegna preistorica 
e protostorica. Metodologia di un’indagine pp. 163-179
Paolo Marcialis, Maria Giovanna de Martini


Ir ao número da revista:  Layer Nº 9 - 2024

sexta-feira, 21 de junho de 2024

A Idade do Ferro no Sul da Escandinávia

The Early Iron Age in South Scandinavia

Herschend, F. (2009): The Early Iron Age in South Scandinavia: Social Order in Settlement and Landscape. Occasional Papers in Archaeology Nº 46. Uppsala Universitet. Uppsala. ISBN: 978-91-506-2117-4

Sinopse  
Este livro é o primeiro de dois que serão produzidos no âmbito do projeto A Idade do Ferro Final no Sul da Escandinávia – Uma Antropologia Histórica, patrocinado pelo Swedish Research Council.





Como ponto de partida para tal projeto, pode parecer estranho começar por escrever um livro sobre os sete ou oito séculos que levaram a sociedade à segunda parte do primeiro milénio d.C. e ao período centrado no projeto. No entanto, a necessidade de síntese na Arqueologia Escandinava é tão grande que apenas com base numa compreensão global da sociedade do Ferro Inicial A é que as do Final do Ferro e o período Viking temperão pode ser adequadamente compreendida.



O autor foca-se nas mudanças na sociedade durante meados do primeiro milénio d.C., e a compreensão da forma em coma a paisagem era utilizada nos tempos pré-históricos. Isto é  fundamental já que o segunda pretende discutir a mentalidade do Ferro Tardio e como chegou a aculturação e o cristianismo em essa sociedade antes da chegada da Igreja, ou seja, antes do períodoViking que trouxe de volta a influência romana ao sul da Escandinávia.

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sexta-feira, 17 de maio de 2024

Escócia na Europa Altomedieval - Livro

SCOTLAND IN EARLY MEDIEVAL EUROPE

Blackwell, A.E.  (2019): Scotland in Early Medieval Europe. Sidestone Press. Leiden. ISBN: 978-90-8890-751-7

Sinopse   
Este volume editado explora como (o que é hoje) a Escócia pode ser comparada, contrastada ou conectada com outras partes da Europa medieval. Longe de uma 'idade das trevas', a Escócia da Idade Média (300-900 D.C) era um cadinho de diferentes línguas e culturas, o mundo dos pictos, escoceses, britânicos e anglo-saxões. 




Embora durante muito tempo considerados periféricos em relação à Europa continental, as pessoas na Escócia da Idade Média dominavam tecnologias complexas e faziam parte de redes intelectuais sofisticadas. Este volume interdisciplinar inclui contribuições centradas na arqueologia, nos artefactos, na história da arte e na história, e considera temas que ligam a Escócia a processos e fenómenos-chave que acontecem noutras partes da Europa. 




Os tópicos explorados incluem a transição da Idade do Ferro para as sociedades da Idade Média e o desenvolvimento de centros de poder seculares, a intervenção da Idade Média em paisagens pré-históricas e a gestão dos recursos necessários para construir reinos.

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Introduction
Alice Blackwell

Peripheral vision: Scotland in Early 
Medieval Europe
Ewan Campbell

‘A bright crowd of chancels’: whither early 
church archaeology in Scotland?
Sally M Foster

The 5–6th century Early Medieval Pictish power centre
 at Rhynie, north-east Scotland, and its European context
Meggen Gondek & Gordon Noble

Norrie’s Law, Gaulcross and beyond: widening the 
context of hacksilver hoarding in Scotland
Alice Blackwell & Martin Goldberg

An Early Medieval and prehistoric nexus: 
the Strathearn Environs and Royal Forteviot project
Ewan Campbell, Stephen Driscoll, 
Meggen Gondek & Adrian Maldonado

Political transition at Portmahomack: 
the European context
Martin Carver

Early Medieval burial in European context: 
log coffins in Scotland
Adrian Maldonado

Medieval European land assessment, 
Fortriu, and the dabhach
Alasdair Ross

Ideas of origins and ethnicity in Early 
Medieval Scotland
Nicholas Evans


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domingo, 15 de outubro de 2023

Gales na Alta Idade Media - Livro

Life in Early Medieval Wales

   
Edwards, N. (2023): Life in Early Medieval Wales. Medieval History and Archaeology. Oxford University Press. Oxford.  ISBN: 978–0–19–873321–8   DOI: 10.1093/oso/9780198733218.001.0001
      

Sinopse  
O período c. 300-1050 DC, abrangendo o colapso do domínio romano até a chegada dos normandos, foi determinante no desenvolvimento do País de Gales. Life in Early Medieval Wales considera como as pessoas viviam no final do período romano e no início da Idade Média no País de Gales e como suas vidas e comunidades mudaram ao longo desse período. 


Utiliza uma abordagem multidisciplinar, centrando-se no crescente corpo de evidências arqueológicas colocadas ao lado das fontes escritas do início da Idade Média, juntamente com a toponímia e antroponímia. Começa por analisar pesquisas anteriores e a variedade das fontes, a importância do ambiente e das alterações climáticas e as formas de calcular o tempo. 


A discussão sobre os séculos IV, V e VI centra-se na desintegração da economia de mercado romana, na fragmentação do poder e no surgimento de novos reinos e elites, juntamente com evidências de mudanças nas identidades, assim como de importantes linhas de continuidade, nomeadamente a alfabetização latina, o Cristianismo e a continuação da agricultura em pequena escala pelas comunidades locais.


O País de Gales medieval era uma sociedade inteiramente rural. A análise arqueológica dos assentamentos inclui locais importantes, como fortes nas colinas, incluindo Dinas Powys, o crannog real de Llangorse, e o antigo centro noviliar da Era Viking de Llanbedrgoch, junto com o desenvolvimento, a partir do século VII, de novas formas agrícolas e outros tipos de assentamentos rurais. São tidas em consideração as mudanças na economia agrícola mista que reflete a deterioração do clima e a necessidade de segurança alimentar, assim como o trabalho artesanal e o papéis da troca e comércio que reflete mudanças nos contactos exteriores de Gales. 


Ao mesmo tempo, cemitérios e pedras com inscrições, esculturas em pedra e locais de igrejas primitivas traçam o curso da conversão ao cristianismo, e a ascensão da monarquia e o crescente poder da Igreja. Finalmente, a discussão sobre o poder e autoridade analisa novas evidência sobre locais de reunião e assembleia; a ascensão da Mércia e o aumento da infiltração anglo-saxónica, junto com a importância dos ataques desde os diques de Offa e Wat, e o impacto Viking. 


Ao longo de toda a obra, a evidência galesa é colocada num contexto mais amplo, permitindo a comparação com outras partes da Grã-Bretanha e a Irlanda e, quando é apropriado, com outras partes da Europa para observar tendências mais amplas, incluindo o impacto das mudanças climáticas, económicas e religiosas.


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