Mostrar mensagens com a etiqueta orientalizante. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta orientalizante. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Tartessos, Novas Fronteiras - Livro

Tarteso Nuevas Fronteras

Celestino Perez, S. & Rodríguez González, E. (eds.) (2023):  Tarteso Nuevas Fronteras. MYTRA, Monografías y Trabajos de Arqueología Vol. 12. Instituto de Arqueología Mérida (CSIC). Mérida. 2 Vols.  ISBN: 978-84-09-52303-0

Sinopse  
Este volume reúne as contribuições apresentadas no Segundo Congresso Internacional sobre Tartessos, Novas Fronteiras, realizado em Mérida de 17 a 19 de novembro de 2021. 


A sua leitura permite uma viagem desde os confins orientais do Mediterrâneo até o sudoeste da Península Ibérica, revelando as diversas realidades históricas que se desenrolaram nesse território durante o início da Idade do Ferro. 



O objetivo desta publicação é ilustrar a situação no Mediterrâneo durante os anos de surgimento e desenvolvimento da cultura tartéssica, proporcionando, assim, uma compreensão mais profunda de sua formação e evolução.Nossa compreensão de Tartessos evoluiu consideravelmente na última década, desde a realização e publicação dos anais do Primeiro Congresso Internacional, Tartessos: O Empório do Metal (Almuzara, 2013). 


A incorporação de novas vozes e perspectivas focadas na proto-história da Península Ibérica, bem como em alguns temas nunca antes abordados no estudo de Tartessos, permite-nos apresentar neste volume uma visão renovada, que inclui, notadamente, a definição de novas fronteiras territoriais para essa cultura.

Descarregar: 

Tarteso Vol.PDF
Tarteso Vol. 2  PDF

INDEX


terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Pozo Moro, O Monumento Orientalizante

El monumento orientalizante de Pozo Moro

Almagro-Gorbea, M. (2025): El monumento orientalizante de Pozo Moro (Albacete). Studia Hispano~Phoenicia Vol. 12. Universidad de Alicante.  ISBN: 978-84-9717-903-4  DOI: 10.37927/978-84-10056-37-4.

Sinopse  
O monumento de Pozo Moro, uma das descobertas mais importantes da arqueologia espanhola do século XX, é fundamental para a compreensão da cultura ibérica e da colonização fenícia do Mediterrâneo.


Descoberto há 50 anos numa propriedade em Chinchilla, Albacete, a sua escavação e os estudos subsequentes renovaram o nosso conhecimento sobre a arquitetura e a escultura ibéricas, as origens da arte ibérica, a organização social e as crenças religiosas dos ibéricos, bem como a influência fenícia nos primórdios da vida urbana no Ocidente.



Esta obra constitui uma referência indispensável sobre a cultura e a arte ibéricas, a Hispânia pré-romana e a colonização fenícia, sintetizando numerosos estudos dedicados a Pozo Moro, enriquecidos por uma extensa bibliografia e abundantes ilustrações, dada a importância da iconografia face à escassez de textos conhecidos. 


Os vinte capítulos sintetizam os estudos sobre o monumento e os seus relevos, desde a escavação até à análise técnica, estilística, social, religiosa, ideológica e política. O livro também investiga os seus paralelos na Fenícia e nos reinos siro-hititas do primeiro milénio A.C., de onde se originaram os seus criadores. 


A mesma forma, a obra aborda a origem e o significado dos mitos representados e o seu contexto social e histórico, o que nos permite compreender a construção, a mais de 100 km da costa do Mediterrâneo, deste monumento singular, que deve ser considerado a primeira obra arquitetónica conhecida e o primeiro exemplo de "arquitetura de poder" na Hispânia antiga.

INDEX


Descarregar o livro em: Monumento Pozo Moro

segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

Tartessos Ano 0 - Palestras


Deixamos aqui os vídeos das palestras da mesa redonda "Tartesos Año 0" que se celebraram no Museu de Jerez durante o passado mês de novembro. 


Nas distintas intervençôes faz-se um estado da questão desde distintas perspetivas disciplinares fenómeno tartéssico e a pré- e proto-história com foco na zona gaditana e no assentamento indígena de Hasta Regia. 

Palestras

Arqueología de la transición: de Gadir a Gades - D. Bernal Casasola

El poblado calcolítico de Villa Vieja (Fuente de Cesna, Algarinejo, 
Granada) y las primeras fortificaciones en el sur peninsular - 
A. Morgado Rodríguez

Paleogeografía y tsunamis en la ría de Huelva durante
 tiempos tartésicos - J.A. Morales González

Paleogeografía del estuario del Guadalquivir durante el 
I milenio antes de nuestra era - A. Rodríguez Ramírez

El proceso histórico durante el Bronce Final y la colonización fenicia 
en la comarca de la Axarquía (Málaga) - E. Martín Córdoba

Huelva y Tejada la Vieja como modelos del mundo tatésico - 
C. Toscano Pérez 

Tartesos visto desde la periferia: Territorios, elites y conexiones 
en el norte de las tierras malagueñas durante el 
Bronce Final y el Hierro Antiguo - E. García Alonso

Gadir, últimas investigaciones sobre la ciudad fenicia - 
J.M. Gener Besallote

Hasta Regia y las ciudades Estado - M. Almagro-Gorbea

Una década de investigación en Asta Regia y Lacus Ligustinus 
con técnicas no invasibas - L. Lagóstena Barrios

Tartesos en Mesas de Asta - Francisco Barrionuevo Contreras

El ámbito costero entre la bahía de Málaga
 y el estrecho de Gibraltar - José Suárez Padilla

La búsqueda de Tartesos - Manuel Pimentel Siles

Orientalizantes, no fenicias. Las necrópolis tartésicas 
de la 1ª Edad del Hierro - Mariano Torres Ortiz

Tartesos más allá del Guadalquivir: expansión, contacto 
y frontera sur de la Meseta - Mar Zarzalejos Prieto

Valentina, un gran portuario calcolítico entre el 
Mediterráneo y el Atlantico - Alfredo Medero Martín



sexta-feira, 5 de setembro de 2025

Objetos de Adorno dos Pirenéus ao Atlântico -Tese

Parures et échanges au
 premier âge du Fer

Rodrigues, V. (2016): Parures et échanges au premier âge du Fer, des Pyrénées à l'Atlantique (VIIIe-Ve siècles avant JC). Tese de doutorado sustida na Universite de Pau et des Pays de l’Adour. 

Sinopse 
Esta tese centra-se em objetos decorativos da zona atlântica sul da Europa (Portugal, norte de Espanha, sul da Aquitânia) do início da Idade do Ferro (séculos VIII-V a.C.). Considerados durante muito tempo como simples marcadores cronológicos, e por vezes apreciados apenas pelo seu carácter sumptuoso, nunca foram, até à data, objeto de uma síntese. 


A investigação orientou-se ao longo de duas trajetórias: por um lado, ter em conta todos os objetos decorativos, independentemente do material, e, por outro, realizar um estudo sobre as interações artísticas dos Pirenéus com o Atlântico. Tal abordagem pode agora ser empreendida graças a dados arqueológicos recentes destacados em monografias regionais e em trabalhos sobre a paleoetnogénese dos povos da Península Ibérica. 


A primeira fase da investigação consiste em reunir e ordenar o corpus de ornamentos feitos pelas oficinas do norte peninsular e da Aquitânia na forma de um catálogo. A abordagem preferencial neste trabalho é a análise do estilo, a fim de diferenciar ornamentos locais de importados. Esta abordagem está associada a uma análise espacial, temporal e funcional, a fim de estabelecer áreas de distribuição estilística e redes de circulação. 




Com base nas continuidades e variações de estilo estabelecidas de uma área para outra, a questão das trocas de arte é colocada em perspetiva com as motivações identitárias, socioculturais e económicas das sociedades proto-históricas. De fato, uma abordagem global deste mobiliário não poderia ignorar o seu modo de expressão, seja ele relacionado à identidade individual ou coletiva. 


Esta questão aborda-se sob dois ângulos: o primeiro apreende a maneira como uma dada comunidade constrói um discurso identitário em relação aos seus vizinhos, enquanto o segundo questiona a maneira como o indivíduo estrutura a sua relação com o outro usando este ou aquele ornamento.

INDEX


Descarregar a tese em:  Parures et Échanges