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terça-feira, 14 de abril de 2026

Construções Defensivas Pré-romanas - Webinar

Construcciones defensivas de época prerromana en la Península Ibérica

Quando: 22-23 de Abril
Onde: On-line

O Instituto de Patrimonio Cultural de Espanha organiza os dias 22-23 de este mês um wedinar sob o título "Construções defensivas pré-romana na Península Ibérica. Uma análise desde a arqueologia"


O curso tem como objetivo analisar, estudar e compreender a arquitetura defensiva pré-romana na Península Ibérica através de exemplos paradigmáticos bem preservados. Especificamente, focaremos em estudos arqueológicos. 


O curso conclui com mecanismos para a valorização e conservação deste património fortificado, tomando como referência o já mencionado Plano Nacional de Arquitetura Defensiva. Este documento tem sido fundamental para o estabelecimento de critérios, métodos e técnicas de conservação, bem como mecanismos de colaboração entre as administrações públicas.


A participação neste curso é gratuita, mas está sujeita a inscrição prévia no seguinte link, Os participantes selecionados receberão um link/convite para acessar as conferências virtualmente. O número máximo de participantes é 400. O período de inscrição estará aberto até 17 de abril de 2026, ou antes, caso as vagas disponíveis sejam preenchidas.

Programa


+INFO sobre isto em:  Construcciones Defensivas Prerromanas

quarta-feira, 8 de abril de 2026

Apontamentos de Arqueologia e Patrimonio Nº 19

APONTAMENTOS

De Arqueologia e Patromonio 

Nº 19 - 2026

    
INDEX
   
Editorial p. 7

Anta 2 do Zambujal (Montemor-o-Novo): 
Resultado da escavação arqueológica p. 9
Rui Ramos

O recinto de fosso de São Brás 3 (Serpa) 
e o seu contexto periférico á 
luz das excavações de 2025 
(Projecto Nucleus) p. 15
António Carlos Valera

Vestígios de uma possível necrópole islámica 
no núcleo histórico de Lagos: Dados
 arqueológicos e antropológicos p. 33
Helena Gomes, Ana Rita Silva, 
Manuel Fialho Silva, Rita Dias, 
Lucy Shaw Evangelista

Castelo e forataliza de Juromenha:
 Uma primeira abordagem à intervenção 
arqueológica no ámbito do projecto 
de conservação, restauro e reconstrução 
das suas muralhas p. 43
Anabela Sá, Ever Calvo

Um caso de amputação na rua António Louro,
 São Domingos de Rana p. 57
Cláudia Maio, Diana Dinis, 
Lucy Shaw Evangelista

A populaçáo de Vila Nova de Portimão do 
século XVI-XVII: Os resultados da 
intervenção arqueológica do adro da Igreja 
da Nossa Senhora da Conceição p. 63
Cláudia Maio, Ana Rita Silva, 
Tiago Nunes, Rita Dias, 
Lucy Shaw Evangelista

Entre museografia e consevação: Desmontagem 
de sistemas expositivos rigidos e painéis 
de azulejaria islámica do Museu 
Calouste Gulbenkian p. 71
Victor M. Gonçalves González, 
Raquel Fernandes

Entre estética e matéria: Uma intervençao 
de consevação e restaurono teto 
do salão nobre do palácio 
Marquês de Pombal p. 79
Joana Fanico, Patrícia Mestre

Against (a solely) human past: 
Deep ecology and its consequences 
for archaeological thought in a 
multispecies Anthropocene p. 89
Mara Beatriz Agosto


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quarta-feira, 18 de março de 2026

Dentro dos Castros Galeses - Palestra

Into Hillforts (and other enclosed settlements) 

Quando: 26 Março
Onde: on-line

O proxima dia 26 de março o Heneb: The Trust for Welsh Archaeology organiça uma palestra sob o titulo "Into Hillforts (and other enclosed settlements) in West Wales" que será proferida pelo arqueologo Luke Jenkins (Hened).

A decorrera entre as 19:00 e 20:00 horas (hora inglesa) palestra pode ser seguida on-line após registo no seguinte link


terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Archeologické Rozhledy Nº 77/3 - 2025

Archeologické Rozhledy 

Nº 77/3 - 2025

INDEX

Editorial pp. 219–220
Václav Vondrovský

Exploitation of radiolarites at the Milovice I 
Gravettian site pp. 221–240
Martin Moník, Martin Kováček, 
Petr Hamrozi, Zdeňka Nerudová

Fragment of an Early Eneolithic copper 
hammer-axe from Krhov in Moravia
 as a representative of the Hrádok
 material group pp. 241–268
Jaroslav Peška, Zuzana Jarůšková,
 Filip Ondrkál, Michael Kamarád
   

Topical Review

State of research on early medieval 
strongholds in Western 
Greater Poland pp. 269–290
Jagoda Mizerka-Urbaniak

From foreign prototype to local production 
Finds of post-medieval ceramic vessels 
from Poland as evidence of the continuity
 of influence networks pp. 291–334
Magdalena Bis


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quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

Complutum Nº 36/2 - 2025

COMPLUTUM 

Nº 36/2 - 2025
    

INDEX

Las primeras etapas del arte rupestre paleolítico 
en el sur de Iberia. Región de Málaga pp. 371-402
Pedro Cantalejo Duartea, 
Luis-Efrén Fernández Rodríguez, et alii

Las pinturas rupestres levantinas del Rincón 
de la Zorra, en la Hoz de la Vieja (Teruel, 
Aragón)  pp. 403-422
Juan F. Ruiz López, José Royo Lasarte, 
Camila Muñoz Soto, Fernando Galve Juan, 
Juan Carlos Gordillo Azuara, Jesús Español Luengo

Iberia y su relación con el Mediterráneo del 
IV al II milenio ANE: una revisión minimalista 
pp. 423-448
Borja Legarra Herrero

Sistemas de fortificación calcolíticos en 
la cuenca baja del río Almanzora: Almizaraque, 
Zájara, Campos y Puente de Santa Bárbara 
(Almería, sureste de la península ibérica) 
pp. 449-488
Alfredo Mederos Martín, 
Pedro González Quintero

El Tholos de Peñarroyo I (Benalup-Casas Viejas, 
Cádiz). Dataciones absolutas, estudio 
arquitectónico y aproximación a 
sus evidencias materiales pp. 489-504
María Lazarich González, 
Vicente Castañeda Fernández, 
Antonio Ramos Gil, 
Juan Valentín Fernández de la Gala

El Rippenvase de la cista 2 de Los Torcales 6, 
Beas, Huelva. Propuesta cronológica 
para esta clase de vasos pp. 505-539
Rafael Ortiz Temprado

Tarteso: pasado, presente y futuro de 
una construcción histórica pp. 541-558
Esther Rodríguez González

Hacia una definición de la secuencia 
“iberorromana” de Plaza de Armas 
de Sevilleja (Espeluy-Bailén): nuevas propuestas 
interpretativas para un asentamiento excepcional
 del Alto Guadalquivir (Jaén) pp. 559-580
Juan José López Martínez, Luis Arboledas Martínez, 
Juan Jesús Padilla Fernández, José Carlos Ortega Díez, 
Andrés María Adroher Auroux, et alii

Qui portat lanceam. Sobre la hermenéutica 
de la lanza en las estelas de lanzas del 
nordeste hispánico pp. 581-626
Thomas G. Schattner

Arte rupestre troglodita y al aire libre 
en el asentamiento canario-amazige de 
Birbique (Agaete, isla de Gran Canaria). 
Discusión y propuesta sobre 
sus cronologías pp. 627-650
Pedro Javier Sosa-Alonso
   

Noticias y Reseñas

J. Robles Moreno, J. Fenoll Cascales (2024): 
La escultura y arquitectura ibérica de 
El Cigarralejo. El paisaje monumental de 
una necrópolis contestana. Murcia, Monografías 
del Museo de Arte Ibérico de 
El Cigarralejo 7. pp. 651-654
Teresa Chapa Brunet

Ruiz-Gálvez Priego, M. (2024): Pensar el paisaje, 
imaginar el mundo. Fundamentos para 
la Arqueología del Paisaje. Madrid, 
La Ergástula. pp. 655-657
Enrique Cerrillo-Cuenca

J. Moratalla Jávega, T. Chapa Brunet, J. 
García Cardiel, G. Segura Herrero (2024): 
Esculturas ibéricas del área sacra de Las Agualejas 
(Monforte del Cid, Alicante). Alicante, 
Museo Arqueológico de Alicante.  
pp. 659-662
Diego Suárez Martínez

Crónica científica del “Seminario NeoNet 2025: 
Conexiones en el sur de Europa durante el Neolítico”. 
Universidad de Alcalá (Alcalá de Henares, Madrid). 
15 y 16 de mayo de 2025 pp. 663-665
Estíbaliz Espada-Martín, Urko Santamaría-Díaz, 
Néstor Lozano-López, Izaro Quevedo-Semperena


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quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

Arheologia Nº 4 - 2025

ARHEOLOGIA

Nº 4 - 2025
   

INDEX

Examining the Association between Pigment 
Residues and Potlid-like Cracking: a Case 
Study from Zaskelna V pp. 5-22
V. M. Stepanchuk , O. O. Naumenko,  
V. V. Tysliuk

An Archaeological Landscape Survey of 6600 km2 
of Cherkasy Oblast, Ukraine, Using Open-Source
 Satellite Images: Second Report pp. 23-52
R. Palmer , M. Fowler , 
V. Ward, O. V. Kariaka 

Scythian Period Funerary Constructions of 
the Svitlovodsk Cemetery in the Middle 
Dnipro Region pp. 53-76
O. D. Mohylov 

Paleolandscape Analysis of the Early Slavic 
Hillfort in Opishnia pp. 77-90
Yu. O. Puholovok , A. S. Kushnir, 
Zh. M. Matviishyna 
   

Publication of Archaeological Material

Alanian Burial of the Hun Period (Barrow no. 17 of 
the Cemetery near Storozhove Village) pp. 91-113
O. V. Kovalenko, R. M. Reida 
  

On the History of Ancient Crafts

Study of the Industrial Region of the Pyrophyllite 
Slate Industry in the South of the Slovechno-Ovruch 
Ridge pp. 114-138
S. V. Pavlenko 
   

History of Science

The Formation and Development of the Eastern 
Ukrainian Centre of Professor V. V. Otroshchenko’s 
Research School (on the Occasion of his 
80th Anniversary) pp. 139-148
Yu. M. Brovender 


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domingo, 4 de janeiro de 2026

Analecta Archaeologica Ressoviensia Nº 20 - 2025

Analecta Archaeologica Ressoviensia

Nº 20 - 2025

INDEX

Articles

Opinions of Polish Roman Catholic Clergy 
on Archaeological Research Conducted 
on Church Premises: A Pilot Study pp. 7-17
Mateusz Drewicz, Michał Pawleta

Assessment of the Archaeological Potential 
of Prehistoric Settlement Areas along
 the Lake Shores and Wetlands of
 Carinthia, Southern Austria pp. 19-42
Marie-Claire Ries

Multidisciplinary Research on the Sabatinìvka 1 
Site: History and State of Art pp. 43-55
Mariia Lobanova, Dmytro Kiosak

Wooden Wagons in the Kurgans of the 
Northwestern Pontic Region (Catalogue) 
pp. 57-78
Svitlana Ivanova

Święte, Site 11: Monumental (?) FBC 
Cemetery in the Subcarpathian Loess Region 
pp. 79-97
Dariusz Król, Adam Olszewski, 
Teresa Dobrakowska, Mariusz Dobrakowski, 
Krystian Orczyk, Marcin Szpila

A Complex of Prehistoric Fortifications 
in the Moldavian Subcarpathians (Eastern 
Romania). Contributions to the Understanding
 of the Middle Bronze Age pp. 99-113
Vasile Diaconu, Alexandra Gerea, 
Dragoș Tătaru, Eduard Năstase, 
Bogdan Cerbu, Gabriela Sava, 
Oana Gâză, Maria Ilie

On Two Newly Discovered “Scythian” 
Arrowheads from the Sandomierz Upland 
pp. 115-125
Wojciech Rajpold

Discussions and reviews

Simon Radchenko. Portable and Parietal Art 
of Kamyana Mohyla, Ukraine (= BAR 
International Series 3143). Oxford 2023: 
BAR Publishing, 228 pages, illustrated 
throughout in black & white, and colour, 
links to collection of 15 3D models
pp. 127-130
Dmytro Kiosak

Dmytro Kiosak. Modelling the Rhythm 
of Neolithisation Between the 
Carpathians and the Dnieper River 
(= Antichistica 41). Venezia 2024: 
Edizioni Ca’ Foscari. pp.131-134
Svitlana Ivanova, Mykhailo Videiko

A. Ghalichi, S. Reinhold, A. B. Rohrlach, et alii. 2024. 
The rise and transformation of Bronze Age 
pastoralists in the Caucasus. Nature 635, 
917–925.  pp. 135-137
Dalia Pokutta

Chronicle

A Trip to the 2025 International Conference 
on the Anthropology of Salt pp. 139-146
Carl Drexler

Obituary note

Archaeology, a Never-Ending Story... 
In Memoriam Gheorghe Lazarovici (13 September 
1941-3 February 2025) pp. 147-157
Adela Kovacs


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quinta-feira, 18 de dezembro de 2025

Estudos do Quaternário Nº 25 - 2025

Estudos do Quaternário 

Nº 25 - 2025

INDEX

Archaeological Landscapes as Literary Landscapes
between Text, the Senses and Aesthetics pp. 1-12
Mara Beatriz Agosto, Daniel Carvalho

Gigantes nas alturas: uma reflexão sobre 
os assentamentos fortificados indefinidos 
'altomedievais' no noroeste peninsular  
pp. 13-20
Mario Pereiro Fernández

A chronological reassessment of Panicum 
miliaceum and Triticum spelta at Crasto 
de Palheiros (Murça, Northeast of Portugal) 
during the first millennium BCE pp. 21-29
Maria de Jesus Sanches

Contextualização geoarqueológica preliminar 
da indústria Acheulense da jazida do Canal 
Intercetor de Esposende I (NW de Portugal) 
pp. 30-41
Sérgio Monteiro-Rodrigues

Net fishing in the central Mediterranean. 
An ethnoarchaeological research on the 
immaterial culture of the societies 
of the past pp. 42-52
Claudio Giardino

El sitio de As Portas/Fragas do Mourão 
(Carrazedo de Montenegro, Portugal) en 
el contexto del arte esquemático del 
Noroeste Peninsular pp. 53-66
Beatriz Comendador Rey

Uma falcata ibérica do castro de Frades 
(Montalegre, Norte de Portugal) pp. 67-76
Francisco Manuel Veleda Reimão Queiroga


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quinta-feira, 5 de junho de 2025

Paisagens de Guerra e Medo - Convocatória

Landscapes of War and Fear

Quando: 4-5 Novembro
Onde: Oslo 

Esta aberto o período de submissão de propostas para a conferência "Paisagens de Guerra e Medo", que se realizará nos dias 4 e 5 de novembro de 2025, em Oslo, Noruega.


Esta conferência irá explorar os custos emocionais e sociais das reações causadas pela guerra, particularmente o papel do medo na formação de cenários civis. 

Chamada para artigos

Aceitaram-se artigos que explorem as paisagens em sentido amplo e as respostas humanas à ação militar, incluindo monumentos físicos (por exemplo, faróis, castros, castelos, diques, terraplanagens), considerando como as sociedades locais são envolvidas e afetadas por eles. 


As contribuições de artigos que tratem da Idade Média Central (600-1350 d.C.) no oeste e norte da Europa. Serão de particular interesse as contribuições que abordem um ou mais dos seguintes temas:

1. Reações ao medo. Qual era a expressão física do medo? Em que medida podemos relacionar a arqueologia das obras defensivas na paisagem a episódios ou perceções de ameaça? Podemos reconhecer "lugares do medo" na paisagem?
2. Recursos socioeconómicos. Qual foi o custo humano e económico, a logística e a energia arquitetónica dos projetos defensivos?
3. Transformações sociais. Como a guerra e o medo afetaram as sociedades civis e a coesão comunitária ao longo do tempo? Como a cooperação e as alianças estão inseridas no cenário físico e político local?
Os resumos devem ter até 300 palavras e estar redigidos em inglês. O prazo limite para envio é 30 de junho de 2025. Mais informação e submissão de propostas no seguinte link


A conferência Landscape of War and Fear é organizada pelo projeto Viking Beacons sediado no Museu de Arqueologia da Universidade de Stavanger, que investiga os faróis, a defesa e o militarismo no norte da Europa


Viking and Medieval Scandinavia Nº 20 - 2024

Viking and Medieval Scandinavia 

Nº 20 - 2024

INDEX

Encastellation as a Manifestation of the 
Concentration of Power in Medieval Iceland p. 9
Grégory Cattaneo

Fear and Friendship in Two Old Norse Visions: 
The Evolution of Social Networks in
 Thirteenth-Century Iceland p. 55
Eira Kathleen Ebbs

A New Interpretation of the Malt Inscription p. 83
Staffan Fridell

Historiosophy of Sven Aggesen: The Concept of History 
and Realm from Twelfth-Century Denmark p. 97
Michał Gniadek-Zieliński

A Playful Text and a Text Full of Play: Examples of 
Ludic Elements in and around the Prose Edda p. 121
Pernille Hermann

Emendations and the Choice between 
Variants in the Eddic Poems p. 141
Mikael Males

Translating the Prophecies of Merlin in Iceland: 
Gunnlaugr Leifsson’s Merlínusspá and Geoffrey
 of Monmouth’s Prophetiae Merlini p. 167
Sean Spillane


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quinta-feira, 16 de janeiro de 2025

Ancient Iranian Studies Nº 3/11 - 2024

Ancient Iranian Studies 

Nº 3/11 - 2024
   

INDEX

Original Article

A Reflection on Deportation during the 
Achaemenid Period pp. 3-23
Mahsa Mahjoob Shishegari, 
Kolsoum Ghazanfari

Recognizing the Architectural Structure and 
Functional Analysis of Chehel Dokhtar Castle 
of Kuh-e Khwaje Based on Archaeological 
Studies pp. 25-48
Javad Alaei Moghaddam; 
AmirReza VaseghAbbasi; 
Houshang Rostami; 
Mohamad Sadegh Roostaei

Cyrus the Great in Sources from Sasanian 
and Islamic Periods pp. 49-74
Amin Babadi
   

Book Review

A Review of the The Pre-Islamic Coinage 
of Iran pp. 75-88
Shahin Aryamanesh
   

Original Article

The Cairn Burials of Harat, Yazd, Iran pp. 89-106
Mohammad Hossein Azizi Kharanaghi


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segunda-feira, 13 de janeiro de 2025

Vila Nova de São Pedro e o Calcolítico - Livro

Vila Nova de São Pedro e o Calcolítico no Ocidente Peninsular

Diniz, M. Martins, A.; Neves, C., & Arnaud, J. M. (eds) (2024): Vila Nova de São Pedro e o Calcolítico no Ocidente Peninsular. Estudos & Memórias Vol. 22-23. UNIARQ-FLUL. Lisboa Vols. 1-2 ISBN: 978-989-35113-1-2 DOI: 10.51427/chi.2024.23

Sinopse  
A comemoração do 50º aniversário da classificação de Vila Nova de São Pedro como Monumento Nacional foi o impulso necessário para a realização desde Encontro, intitulado “Vila Nova de São Pedro 1971-201, cinquenta anos de investigação sobre o Calcolítico, no Ocidente Peninsular”, do qual se apresentam agora estes dois volumes que reúnem as comunicações aí apresentadas.


Juntar todas as equipas, investigadores e instituições que se dedicam ao estudo das sociedades agro-pastoris do 3º milénio A.C., no território atualmente português, numa reunião científica, partilhando experiências, conceitos e abordagens metodológicas, bem como resultados de anos de trabalho, foi um dos objetivos principais deste evento. 


Porém, as fronteiras contemporâneas não impediram o convite a equipas que trabalham no território atualmente espanhol, uma vez que por esta geografia alargada circularam pessoas, artefactos, matérias-primas e ideias através de redes de contacto que, nos dias de hoje, graças a novas metodologias, são cada vez mais possíveis de definir.



O primeiro volume reúne textos que abordam diferentes contextos geográficos, de Norte a Sul, refletindo igualmente abordagens teóricas diferenciadas. No segundo volume, reúnem-se os contributos diretamente relacionados com Vila Nova de São Pedro, demonstrando assim como passados 50 anos da classificação deste sítio como Monumento Nacional.

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segunda-feira, 9 de dezembro de 2024

Idades dos Metais - Livro

Metal Ages / Âges des métaux

Brandherm, D. (ed.) (2023): Metal Ages / Âges des métaux. Proceedings of the XIX UISPP World Congress (2–7 September 2021, Meknes, Morocco) Volume 2, General Session 5. Archaeopress. Oxford. ISBN: 9781803275390  DOI: 10.32028/9781803275390  

Sinopse 
Este volume apresenta uma seleção de artigos apresentados na Sessão Geral 5 (Metal Ages / Âges des métaux) do XIX Congresso Mundial da UISPP, originalmente planejado para ocorrer no início de setembro de 2020 em Meknes (Marrocos), mas adiado devido ao surto da pandemia mundial de Covid e eventualmente realizado como um evento virtual on-line de 2 a 7 de setembro de 2021






Oito artigos, abrangendo desde o Calcolítico no noroeste da África e Península Ibérica até a Idade do Ferro na Europa Central, lançam luz sobre questões tão diversas quanto os princípios da construção cronológica, o papel dos supostos recintos "defensivos", estudos de cerâmica, análise de uso e desgaste de armamentos da Idade do Ferro e a transição Hallstatt/La Tène nos Alpes orientais.
   
INDEX 
 
Foreword to the XIX UISPP Congress Proceedings
  
Introduction

Les objets en coquilles d’œufs d’autruche 
du Chalcolithique en Espagne
Linda Boutoille

The painted pottery from the Chalcolithic mega-site 
of Valencina de la Concepción (Seville, Spain) and its 
possible relationship with Gar Cahal, northern Morocco
Alfredo Mederos Martín, Thomas X. Schuhmacher, 
Juan Manuel Vargas Jiménez, Charles Bashore Acero 
& Lorena Garvin Arcos
 
Dérive chronologique ou changement de paradigme? 
Le cas du Bronze ancien en Europe centrale 
Mireille David-Elbiali

Between defensive and symbolic. ‘Fortified’ 
hilltop sites in the Irish Late Bronze Age
Dirk Brandherm, Cormac McSparron 
& Linda Boutoille

Analyses chimiques et pétrographiques des céramiques 
du premier âge du Fer dans le Sud-Ouest de la 
péninsule Ibérique: bilan et perspectives
Michał Krueger, Dirk Brandherm 
& Violeta Moreno Megías
 
The emergence of Celtic culture in Styria
Florian Mauthner
 
On the symbolic values of the Iron Age walls in the western 
Iberian Plateau: an approach to the landscape 
archaeology of warfare
Luis Berrocal Rangel, Lucía Ruano, 
Pablo Paniego Díaz, Gabriel Bartolomé 
& Luis Berrocal Maya
 
Celtic swordplay: the contribution of the use-wear 
analysis of swords and scabbards from the La Tène site
Guillaume Reich


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quinta-feira, 15 de agosto de 2024

A Idade do Ferro em Europa

L’âge du Fer en Europe

Krausz, S., Colin, A,, Gruel, K., Ralston, I., & Dechezleprêtre, T. (dir.) (2024):, L’âge du Fer en Europe. Mélanges offerts à Olivier Buchsenschutz. Ausonius éditions,  Pessac. ISBN: 978-2-35613-493-6

Sinopse  
Esta obra foi publicada em 2013 na coleção Mémoires pelas edições Ausonius: o seu sucesso foi imediato e os 800 exemplares produzidos foram vendidos. 9 anos depois, os editores científicos, bem como o próprio Olivier Buchsenschutz, quiseram oferecer estes textos-chave a um público renovado numa versão digital, enriquecida e aberta.




Este livro reúne 54 artigos escritos por 110 arqueólogos especializados na Idade do Ferro em diferentes países europeus. Em francês, inglês ou espanhol, cada um destes artigos lança luz sobre a história dos celtas, da França à Europa Central, incluindo Itália, Alemanha, Ilhas Britânicas e a Bélgica. 




Fornecem uma excelente imagem da diversidade de abordagens e questões de investigação nesta vasta área da proto-história europeia tardia. Quer se trate de metodologia ou historiografia, habitats e fortificações, necrópoles e religião, arte celta ou guerra entre os celtas, os artigos aqui reunidos constituem uma homenagem à investigação arqueológica realizada por Olivier Buchsenschutz durante 40 anos na Europa.

INDEX


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sábado, 13 de julho de 2024

Castros, Poleis e aldeias na Tessália


A Grécia tem sido percebida como um mundo de cidades, numa época em que o urbanismo na Europa era excecional ou simplesmente inexistente, em contraste com o Oriente Próximo. Nesta linha, historicamente considerou-se o processo de urbanização europeu como uma irradiação do modelo de cidade grega, uma imagem que tem sido questionada e matizada pelo desenvolvimento dos estudos sobre os sítios urbanos na Europa temperada na Iª Idade do Ferro e final da proto-história. 


Esta perspetiva que forma parte do sentido comum é a que vem a ser questionada precisamente por um recente artigo, que exprime o argumento contraintuitivo de que a desenvolvimento urbano realmente seria algo tardio, que não seria sustentável na Grécia Arcaica e Clássica e do que apenas se poderia topar a partir do período helenístico. Os autores atribuem a projeção do conceito urbano como esquema geral ao mundo grego á equiparação do termo com o conceito grego de polis, unidade política ou forma de organização política traduzida topicamente como cidade-estado. 


Nos últimos anos se tem questionado a própria ideia de que a polis poda ser considerada como "estado" (Berent, 2000; 2006, Paiaro, 2009), questionamento que já podemos ver no XIX na argumentação de um Koprotkin da cidade como forma não estatal de governo. Outra dificuldade é o conhecido caso de Esparta definida institucionalmente como polis em quanto comunidade política, mas com uma clara carencia de qualquer estrutura arquitetónica urbana. 


Assim existindo uma organização política definida, com magistraturas (eforoi) e órgãos de governos (Gerousia, Apela), não existia uma concentração habitacional simetrica, fichando a população repartida ntre vários núcleos de pequeno tamanho, as 4 aldeias (obai). Aliás Esparta tens ido vista apenas como uma exceção, um hapax, que consequências para a validação do modelo geral políade. O artigo precisamente inverte isto considerando em realidade o caso espartano mais próximo a generalidade:

"O termo 'cidade' é frequentemente usado de forma intercambiável na literatura acadêmica com ' polis ' (pl. poleis ), uma palavra que carregava vários significados na antiguidade. Originalmente, polis implicava uma fortaleza, mas ao longo dos séculos gradualmente passou a denotar 'cidadela', 'uma comunidade de cidadãos' e 'assentamento urbano' - às vezes simultaneamente (Hansen & Nielsen 2004: 39–46). A pesquisa sobre a "antiga cidade grega" está tão fortemente ligada à pesquisa sobre a pólis que é difícil encontrar um estudo que alegue estar preocupado com a primeira que não seja também um estudo da última. Como as origens das pólis (como comunidades) foram rastreadas até a Idade do Ferro, os primórdios do urbanismo grego foram localizados no mesmo período por inferência. Há notavelmente pouca evidência arqueológica, no entanto, para apoiar a existência de grandes assentamentos urbanos na Grécia nesta época, um fato que é reconhecido até mesmo por aqueles estudiosos que defendem um desenvolvimento inicial do urbanismo"
Pela dificuldade que tem a avaliação dos traços urbanos em contextos no que a facies arcaica se topa superposta e consequentemente alterada por um forte peso do urbanismo posterior (tanto antigo como contemporâneo) nas grandes cidades como Atenas ou Corinto os autores prateiam a necessidade do estudo da organização do povoamento em regiões periféricas menos alteradas como pode ser a Tessália, adotada como estudo de caso.

restos arqueológicos musealiçados in situ na cidade de Atenas

Partindo dos critérios para definir o urbanismo propostos por Michael E. Smith os autor conclui que há uma falta de evidência direta de urbanismo generalizado antes do final do século IV A.C, pela contra a Grécia continental se mostra durante este abano temporal como um mundo estruturado fudamentalmentne por um povoamento rural disperso de aldeias. 


Sugerindo ademais que os maiores centros do período arcaico e clássico como Atenas, Corinto ou Esparta seriam apenas aglomerados de aldeias, observando-se apenas ao final do período arcaico uma certa nucleação mal conhecida, e da que apenas se infere o caráter de urbana por evidências indiretas como a presença de grandes necrópoles que pelas traças de um urbanismo propriamente dito. Como alternativa, o autor observa como claras mostras de uma organização política da comunidade na epigrafia e nas fontes históricas se dão igualmente em regiões da Grécia onde não se hã núcleos urbanos senão que respondem a organizações de tipo federal (koinon)



O caso da Tessália tomado como exemplo pelo autor mostra um povoamento organizado em aldeias junto a recintos fortificados no topo das colinas. Estes castros não apresentam paradoxalmente evidência de nenhum assentamento permanente dentro das suas muralhas, nem material cerâmico ou de atividades humanas domesticas, tampouco apresentam na sua proximidade necrópoles, estando ausente recursos críticos para qualquer forma de povoamento como as fontes ou poços de água. 




De facto a falta de povoamento se estende frequentemente as próprias imediações de estes sítios fortificados, pelo qual o Rönnlund propõe funcionalidades como a de servir de lugares de refugio temporais durante incursões bélicas, centros de agregação ocasional para reuniões políticas ou de tipo religioso e ritual, num caso dos estudados o Kastro de Xylades (Farsala) na época helenística se documenta um pequeno santuário dentro do recinto. 


Em outro caso, o de Vlochos, o recinto arcaico passou a formar parte da acrópole de uma cidade dois séculos após, mas as novas fortificações urbanas não utilizaram o antigo muro de fechamento, nem o topo da colina fora usado como lugar de habitação.

"Esses fortes de colina, juntamente com os locais de vilas contemporâneas nos vales circundantes, apresentam uma imagem semelhante à visão de Ehrenberg (Ehrenberg 1969: 23)  da Grécia da Idade do Ferro Inicial, onde os castros comunais atuavam como “cidadelas de refúgio” para “uniões cantonais” de populações dispersas de aldeias em tempos de conflito. É provável que os castros tenham sido instrumentais na criação dessas uniões, sendo o que Morgan (2003 : 49) descreve como “grandes sítios”, e que as muralhas funcionavam na encenação e negociação de identidades locais. A construção coletiva das fortificações -provavelmente exigindo muitos anos de trabalho comunitário- deve ter criado um senso aprimorado de identidade compartilhada. Os resultados forneceram às populações dispersas das aldeias um ponto focal central e visual na paisagem, transformando a noção abstrata da 'união cantonal' em algo real e tangível" 
Como corolário polémico o autor opõe esta reconstrução do ordem de coisas grego como contraste aos chamados "assentamentos principescos" (fúrstesitzse) da zona alpina e centro-europeia durante o periodo de Hallstatt como a Heuneburg que paradoxalmente estariam mais próximos uma definição canonico de urbanismo na altura que as maior parte das poleis gregas. 

reconstrução da Stoa de Atalo em Atenas
  
Entende que estas comunidades políticas adquirem uma fisionomia plenamente urbana apenas com o início do período helenístico, como resultado de um programa de monumentalizarão vinculado ao emergir das novas realidade políticas de carácter imperial em interrelação com a velha realidade institucional poliádica. 
  

Artigo

Rönnlund R. (2024): "Princely seats’ and Thessalian hillforts: pre-urban Greece and the diffusion of urbanism in Early Iron Age Europe" Antiquity Nº 98/399 pp. 743-757. DOI:10.15184/aqy.2024.65  
   
Bibliografia complementar

Berent M. (2000): "Anthropology and the classics: war, violence, and the stateless polis." The Classical Quarterly Nº 50/1 pp. 257-289

Berent M. (2006): "The Stateless Polis: A Reply to Critics" Social Evolution & History Nº 5/1, pp. 140–162 PDF

Ehrenberg, V. (1969): The Greek state. Methuen. Londres 

Kropotkin, P. (2016): El apoyo mutuo. un factor de evolución. Pepitas de Calabaza. Logronho

Paiaro, D.(2009): "Las formas de coacción y la pólis: ¿Era Atenas Clásica una sociedad no-estatal?" XII Jornadas Interescuelas/Departamentos de Historia. Departamento de Historia, Facultad de Humanidades y Centro Regional Universitario Universidad Nacional del Comahue, San Carlos de Bariloche. Bariloche. PDF

Morgan, C. (2003). Early Greek states beyond the polis. Routledge. Londres

Smith, M.E. (2016): "How can archaeologists identify early cities? Definitions, types, and attributes"  Fernández-Götz, M. & Krause, D. (ed.): Eurasia at the dawn of history: urbanization and social change: Cambridge University Press. Cambridge pp. 153–68  PDF

Smith, M.E. )2020): "Definitions and comparisons in urban archaeology" Journal of Urban Archaeology Nº 1 pp. 15–30 PDF