Mostrar mensagens com a etiqueta etnologia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta etnologia. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 24 de abril de 2024

O Banquete entre Arqueologia e Etnologia

Le Banquet cérémoniel entre archéologie et ethnologie 

Michler, M., Le Roux, P. & Jodry, F. (2024): Le Banquet cérémoniel entre archéologie et ethnologie. Archaeopress. Oxford  ISBN: 9781803277554  DOI: 10.32028/9781803277554
   
Sinopse  
Uma abordagem dupla, que combinaantropologia social e arqueologia, revela o banquete ou festa cerimonial como um fenómeno plenamente social. Em circunstâncias extraordinárias, os banquetes -geralmente realizados em sociedades estratificadas com uma religião sacrificial- reúnem muitos convidados, que são alimentados e regados com alimentos raros e caros em grandes quantidades, a fim de homenagear alguém ou alguma coisa, e para afirmar ostensivamente o poder dos organizadores. 




Embora esta prática tenha sido reconhecida em muitas sociedades ao redor do mundo, vivas, antigas ou extintas, ainda não tinha sido objeto de uma síntese em grande escala. Foi, portanto, apropriado lançar um olhar interdisciplinar sobre os meandros do banquete festivo em relação às cosmogonias e práticas sociais dos espaços sociais em questão. 




Os nove ensaios aqui recolhidos, provenientes de comunicações apresentadas em jornadas de estudo realizadas em Estrasburgo, contribuem para o debate sobre questões importantes relativas ao banquete, como a sua temporalidade (ciclos culturais ou mitos cosmogónicos), a sua localização (esfera pública ou privada, espaço aberto). ar ou em ambientes fechados), a comensalidade, a hospitalidade, o tipo de produtos consumidos e os modos à mesa e, por fim, a hipótese de que a organização de um banquete implica a existência de uma sociedade hierárquica, sedentária, com riqueza (ou crematismo), quando não ostentação. 




A diversidade de áreas geoculturais, períodos cronológicos e casos abordados permitem-nos apreender o banquete em todos os seus múltiplos aspectos, oferecendo novos alimentos para o pensamento e caminhos para a investigação.

INDEX


Descarregar o livro em: Le Banquet Cérémoniel

domingo, 26 de março de 2023

Megalitos e Monumentos Funerários - Livro

Mégalithismes et Monumentalismes
 Funéraires  

Ard, V., Mens, E. & Gandelin, M. (2021):  Mégalithismes et monumentalismes funéraires. Passé, présent, futur. Sidestone Press.  ISBN: 9789088909894 

Sinopse
A publicação das atas do simpósio "Megalithisms and funerary monumentalisms: past, present, future" retoma os três temas principais destes encontros internacionais, oferecendo um amplo espaço aos estudos recentes do megalitismo na Europa, bem como à etnoarqueologia e às questões da valorização e conservação deste frágil património. 


As contribuições de especialistas internacionais mostram todo o interesse em olhar além do monumento para entender sua inserção na paisagem e sua relação com outras estruturas arqueológicas. Sobre esta questão, as ferramentas são hoje tão numerosas quanto variadas: estudos paleoambientais, levantamentos multimétodos (LiDAR, geofísica), análises espaciais (GIS) ou mesmo extensas escavações.



Questões de organização territorial, através das interações entre megálitos e recintos, por exemplo, estão no centro da pesquisa atual. Inovar na forma de estudar um monte de pedras ou uma câmara funerária é outro eixo de reflexão desenvolvido neste trabalho. Novos métodos de análise, na França e na Espanha, oferecem agora uma restituição confiável da cadeia operacional dedicada à construção megalítica. 


Estudos de arquitetura de pedra seca e paredes megalíticas, com base em modelos 3D de alta resolução, contribuem para a renovação do nosso conhecimento sobre a organização do sítio e as condições de uso do monumento. A contribuição da observação etnográfica para a interpretação dos factos arqueológicos é abordada através de exemplos asiáticos e africanos para a construção de cenários interpretativos sobre antigas sociedades europeias. 


São propostos elementos de reflexão sobre o funcionamento das pedreiras, a deslocação de monumentos ou a organização do território e em particular as fortes ligações com o habitat. 

nativos das Ilhas Nias (Indonésia) transportando um bloco de pedra para construir uma tumba megalítico, c. 1915, Tropenmuseum

Finalmente, as últimas contribuições são dedicadas à valorização dos monumentos na França. Exemplos de trabalho de inventário, restauração e restituição ao público em geral destacam os avanços nessa área.

INDEX

+INFO sobre o livro em: Mégalithismes et Monumentalismes  


Postagem relacionada:  Um túmulo ao longe e algo de ...

terça-feira, 20 de dezembro de 2022

Rituais Indo-Europeus do Lume - Livro

Indo-European Fire Rituals 

Cattle and Cultivation, Cremation and Cosmogony

Kaliff, A. & Terje Oestigaard, T. (2023): Indo-European Fire Rituals: Cattle and Cultivation, Cremation and Cosmogony. Routledge. Londres. ISBN: ISBN: 978-1-032-29293-9 DOI: 10.4324/9781003300915
  

Sinopse: 
Rituais de fogo indo-europeus é um estudo comparativo dos rituais de fogo indo-europeus do folclore moderno e etnografia na Escandinávia e material arqueológico na Europa desde a Idade do Bronze até as origens védicas do cosmos na Índia e as cremações de hoje em piras abertas no hinduísmo.

Explorando os rituais e sacrifícios de fogo indo-europeus ao longo da história e o fogo em seu papel fundamental em ritos e práticas religiosas, este livro analisa os rituais de fogo como estrutura unificadora no tempo e no espaço nas culturas indo-européias da Idade do Bronze em diante. Ele faz a pergunta como e por que o fogo era o poder supremo na cultura e na cosmologia? O fogo como agente e divindade era fundamental em todos os grandes sacrifícios.

Na Europa, os fogos rituais relacionados com a agricultura e a fertilidade também podem explicar o enigma da cremação. Restos cremados eram moídos e usados em rituais de fertilidade, e os fogos ancestrais desempenhavam um papel essencial na metalurgia e na criação do cosmos. Assim, o papel dos rituais de fogo na cultura e na cosmologia permite uma compreensão única dos processos históricos de desenvolvimento.

Para estudantes e acadêmicos que estudam a história da cultura indo-européia a partir da Idade do Bronze, este livro tem um amplo público interdisciplinar, incluindo arqueologia, etnografia, folclore, religião e estudos indo-europeus.


INDEX   

Preface

1. Fire rituals and the Indo-European heritage

2. Hearts in hearths: Ancestors and deities

3. Seasonality and fire festivals

4. Cremation and cultivation in the North

5. Fires from heaven: The links between East and West

6. The Indo-Iranian culture and its rituals of fire

7. Cremation, sacrifice and cosmogony in Hinduism

References



+INFO sobre o livro em:  Indo-European Fire Rituals

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Festival Arco Atlântico 2015

Festival Arcu Atlánticu 2015


Faz uns meses recebi o convite através do meu colega o etnógrafo asturiano Berto Alvárez Peña, por parte da Associação Cultura L´Arribada de Xixón para participar dentro da edição deste ano do Festival Arcu Atlánticu nas Jornadas Literárias Arcu Lliterariu que terão lugar o próximo dia 1 de agosto, segunda-feira



A minha palestra intitulada Ritos, sacrificios y territoriu na Hispania Céltica  versará sobre uma serie de rituais jurídicos relacionados com a fundação e delimitação dum espaço, território, lugar dos quais pudemos encontrar restos em distinta documentação histórica, mitos e lendas da Galiza, Astúrias e Norte de Portugal, pranteando desde um ponto de vista diacrónico a interesse que este tipo de materiais históricos e etno-históricos têm para o conhecimento do passado proto-histórico.



No programa que tendes abaixo também podereis ver o resto dos palestrantes com os que partilharemos as Xornaes Lliteraries - Arcu Lliterariu, e o dia 1 de agosto especialmente dedicado ao património imaterial e etnográfico dos distintos âmbitos do Noroeste Peninsular (Leão, Samora, Astúrias, Galiza-Portugal)



Obrigado a L´Arribada pelo convite, e quedais convidados -se por lá vos topais esses dias as nossas palestras


Programa




+INFO no blogue de:  Arcu Atlánticu 2015

terça-feira, 14 de julho de 2015

Direito Consuetudinário de Leão -Livro



Soubemos pelo magnífico blogue Comunales y Cultura Rural en León da disponibilização em rede em pdf para a sua descarrega da obra de Elias López Moran Direito consuetudinário e Economia Popular da província de Leão, através da Biblioteca Digital Leonesa.



Moran foi um jurista de finais do século XIX que foi membro da Real Academia de Ciências Morais e Politicas de Madrid, que participou no projeto de recoleta do direito tradicional das distintas zonas de Espanha.



Recoleta da que surdiram várias monografias como a que aqui se cita, e uma monumental obra de conjunto em 3 volumes da que se encarregou a edição e coordenação a Joaquín Costa intitulada Direito Consuetudinário e Economia Popular de Espanha


Descarrega a obra  aqui

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Ethnographisch-Archäologische Zeitschrift Nº 53/1


Ethnographisch-Archäologische Zeitschrift
Vol. 53/1 - 2012


INDEX

Abhandlungen

«Das ergab aber ein so buntes und wenig eindrucksvolles Bild». Zu den Anfängen der archäologischen Kartographie in Deutschland (1870–1914)
Susanne Grunwald

Überlegungen zum organischen Gerätetyp «Vorschaft» des 
europäischen Magdalénien
Sebastian Pfeifer

Theoretische Archäologie und Historische Erzählung. Zu Hochkultur 
und Barbaricum am Beispiel der Fürstensitze der Späten Hallstattzeit
Beat Schweizer

Social Construction and the Invisible Gender Roles in Talensi 
House Construction
Gertrude Aba Mansah Eyifa-Dzidzienyo


Tagungsbericht

Gewalt und Gesellschaft. Dimensionen der Gewalt in ur- und frühgeschichtlicher Zeit. Bericht zur Tagung vom 14.–16. 
März 2013 in Würzburg
Thomas Link


Besprechungsaufsatz

Die Fundverteilungen von Kalkriese Oberesch im Rahmen einer Schlachtfeldarchäologie: Neue Aspekte zur Interpretation 
des Fundplatzes
Nils Müller-Scheeßel


Ir ao número da revista:  EAZ

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Etnoarqueologia dos Inuit



O dia 5 de novembro, entre 16:00 - 19:00 horas, celebrar-se-a na Universidade Complutense de Madrid uma série de conferências com a Etnoarqueología como tema central, com motivo do rabalho que o arqueologo Santiago David Domínguez Solera realizou na Gronelândia e a publicação do seu livro Os Inuit. Caça e pesca no oeste da Gronelândia.

Levar-se-ão a cabo as seguintes conferências:

Etnoarqueología Hoje - Jesús Francisco Torres Martínez (Kechu)
Etnoarqueología no oeste da Gronelândia - Santiago David Dominguez Solera.
Apresentação do livro “Los Inuit. Caza y pesca en el oeste de Groenlandia” – Editorial Clan.


As palestras decorreram na Sala de aulas B012 da Faculdade de Geografia e História da Universidade Complutense de Madrid. as conferências estam organiçadas pelo IMBEAC


sábado, 23 de junho de 2012

Boa noite e bom lume



A época do ano em que estas festas do lume se celebraram mais geralmente na Europa é o solstício de verão, na véspera (23 de junho) ou no dia do solstício (24 de junho). Tem-se-lhe dado um ligeiro tinge de cristianismo chamando-lhe dia de São João Baptista, mas não se pode duvidar de que esta celebração data de uma época muito anterior ao começo de nossa era.



O solstício estival, ou o dia solstício, é o grande momento do curso do solar no que depois de ir subindo dia a dia pelo céu, a alumiaria se para e desde então retrocede sobre os seus passos no caminho celeste.



[…] pude [o homem] sonhar em ajudar ao sol no seu aparente decaimento, poderia lhe sustentar nos seus desfalescentes passos e reacender o lume moribundo da vermelha candeia nas suas mãos debis.



Algo assim deveram ser os pensamentos que quiçá deram origem a estes festivais solsticiais dos nossos camponeses europeus. Qualquer que seja a sua origem, prevaleceram nesta quarta parte do mundo, desde a Irlanda ao ocidente, até Rússia ao oriente e desde Noruega e Suécia ao setentrião até Espanha e Grecia ao meio-dia.


[...] Segundo um escritor medieval, os três grandes rasgos da celebração do solstício foram as fogueiras, a procissão de fachos pelos campos e o costume de jogar a rodar uma roda

(James George Frazer, The Golden Bought, 1890)



Bom São João a todos, ... e que salteis bem a fogueira!

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Mitologia dos Santos de Asturias



Mitoloxía de los Santos n´Asturies

Álvarez Peña, A., Mitoloxía de los Santos n´Asturies. Raigaños paganos del cristianismo. Trabe, Oviedo, 2012
ISBN: 978-84-8053-653-X


Desde vai uns dias temos nas nossas mãos um interessante livro titulado Mitoloxia de los Santos n´Asturies, o seu autor Alberto Alvárez Peña, a parte de bom amigo, e um dos etnógrafos mais interessantes que trabalham hoje em térreo peninsular.

Berto Álvarez Peña

Membro do Conceyu d'Estudios Etnográficos Belenos, ilustrador e debuxante, ademais de etnógrafo, Berto Alvárez Peña leva mais de 20 anos realizando um intenso e sistemático trabalho de campo para recuperar a tradição oral asturiana, que o tem levado a ser considerado uma autêntica referência na etnografia asturiana atual. Trabalho realizado desde uma perspetiva de "longa duração" que não desbota pescudar no mundo medieval, germánico e -sobre tudo- céltico



Dito isto o leitor, não errara, se pensa que este livro dedicado a um tema tão aquelado como a hagiografia popular, é uma obra de um considerável interesse.


Sinopse:
Este livro rastreia a traves da cultura popular e as igrejas asturianas as raízes pagãs das que bebeu e se alimentou o cristianismo dos primeiros tempos. Se como agora esta de moda dizer Europa é o que é pelo cristianismo, não esta demais recordar que este é o que é também polas influencias pagãs, que submergidas na corrente continua do monoteismo são ainda reconhecíveis na memoria coletiva da Astúrias de antano.


 INDEX




Postagem relacionada:  Mitologia de Peninsula Ibérica

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Estrelas e Pedras - SEAC 2011



Conferencia Anual da SEAC 2011
Évora, 19-24 de Setembro


As migrações e as viagens são intrínsecos à humanidade, pois eles abriram as rotas para a difusão cultural e comércio, e também pelo domínio de energia. Seguindo essas rotas também é para seguir a sua diversidade cultural, como eles se conheceram ou entraram em confronto. O céu e fenômenos astronômicos forneceu os instrumentos para contagem de tempo, organização da agenda e de navegação celestial que apoiaram essas viagens. Astronomia nos dá hoje a capacidade de reproduzir o céu, abrindo uma janela através da qual podemos vislumbrar como essas sociedades percebido, integrada e manipulado o céu em suas visões de mundo e seus mitos, e, finalmente, em sua organização social.


Os principais temas da conferência são:

- Técnicas de orientação e navegação celestial no passado. Navegação, astronómica e instrumentos náuticos nos séculos XIV, XV e XVI.
- Expressões de conhecimento astronómico em monumentos, arte rupestre, arqueologia e paisagem. Migração de pessoas, uma reunião entre culturas diferentes.
- História da astronomía. Uma reunião de conceitos diferentes.
- Astronomía e os Jesuitas. Uma reunião entre mundos diferentes.
- Astronomía na antigüidade. Uma reunião de conhecimentos diferente.
- Ethnoastronomia E mitos, viagens no espaço e no tempo por culturas diferentes


Programa & Resumes




+INFO no site do:  SEAC 2011

sábado, 30 de julho de 2011

Arqueoastronomia em Évora - Congresso da SEAC


Desde a Pré-História o céu sempre foi integrado como parte da cosmovisão das sociedades humanas. Ele desempenhou um papel fundamental não só na orientação espacial, na organização do tempo, em práticas rituais ou adivinhação celestial, mas também teve um elemento de poder.

Migrações e as viagens são intrínsecos à humanidade, pois eles abriram as rotas para a difusão cultural e comércio, e também pelo domínio de energia. Seguindo essas rotas também é para seguir a sua diversidade cultural, como eles se conheceram ou entraram em confronto. O céu e fenômenos astronômicos forneceu os instrumentos para contagem de tempo, organização da agenda e de navegação celestial que apoiaram essas viagens. Astronomia nos dá hoje a capacidade de reproduzir o céu, abrindo uma janela através da qual podemos vislumbrar como essas sociedades percebido, integrada e manipulado o céu em suas visões de mundo e seus mitos, e, finalmente, em sua organização social.

Uma viagem é sempre um encontro de mundos diferentes e um processo para aceitar a diversidade.

Deste jeito apresenta-se a sim mesma a Conferência do 2011 da SEAC (Sociedade Europeia para a Astronomia na Cultura) que baixo o título de Stars and Stones. Voyages in Archaeoastronomy and Cultural. Astronomy - A meeting of different worlds, terá lugar na cidade de Évora entre o 19 e o 23 de Setembro, se quererdes mais informação ao respeito poderdes consultar aqui o site do Congresso: SEAC 2011

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Parentesco, Antropologia e Arqueologia


EARLY HUMAN KINSHIP

Early Human Kinship. From Sex to Social Reproduction
Allen, N. J.M,Callan, H., Dunbar, R. & James, W (eds.)
Royal Anthropological Institute & Blackwell, 2008   336pp.
ISBN: 978-1-4051-7901-0


Sinopse:

Este volume patrocinado pelo Royal Anthropological Institute da Grã-Bretanha junto com a Academia Britânica reúne uma serie de estudos de figuras de destaque nas ciências biológicas, a antropologia social, a arqueologia, e a linguística coa finalidade de proporcionar um avanço no debate sobre o problema da evolução e a natureza da sociedade humana.

 Uma nova parceria entre especialistas de toda a gama de ciências que se ocupam do feito humano desde a biologia evolutiva, a psicologia, a antropologia social/cultural, ou a arqueologia e a linguística, permite re-prantear questões e debates fundamentais sobre a sociedade humana primitiva desde novos pontos de vista.

Debates sobre questões como se há uma conexão entre o início da linguagem e os começos de "parentesco e casamento" organizado? ou até que ponto o sexo favoreceu seleção evolutiva ou contribuiu princípio gerador a regular as relações sociais?, apresentam-se à olhada interdisciplinar de distintos estudiosos, oferecendo interessantes achegas ao velho problema dos distintos sistemas e terminologias de parentesco e registados pola etnografia e a etnolinguística e e a sua relação coas populações humanas antigas

Uma visão limitada de parte do livro esta ao dispor online


INDEX

Preface xiv-xvi

INTRODUCTION AND BACKGROUND 1

Why ‘Kinship’? New Questions on an Old Topic  p.1-20
Wendy James

A Brief Overview of Human Evolution   p. 21-24
John A. J. Gowlett and Robin Dunbar

PART I Where and When: The Archaeological Evidence for Early Social Life in Africa

Introduction  p. 25-26

1 Kinship and Material Culture: Archaeological Implications of the Human Global Diaspora  p. 27-40
Clive Gamble

2 Deep Roots of Kin: Developing the Evolutionary Perspective from Prehistory   p. 41-57
John A. J. Gowlett

PART II Women, Children, Men – and the Puzzles of Comparative Social Structure

Introduction   p. 59-60

3 Early Human Kinship Was Matrilineal   p. 61-82
Chris Knight

4 Alternating Birth Classes: A Note from Eastern Africa   p. 83-95
Wendy James

5 Tetradic Theory and the Origin of Human KinshipSystems   p. 96-112
Nicholas J. Allen

6 What Can Ethnography Tell Us about Human Social Evolution?   p. 113-127
Robert Layton

PART III Other Primates and the Biological Approach

Introduction   p. 129-130

7 Kinship in Biological Perspective   p. 131-150
Robin Dunbar

8 The Importance of Kinship in Monkey Society   p.151-159
Amanda H. Korstjens

9 Meaning and Relevance of Kinship in Great Apes   p. 160-167
Julia Lehmann

10 Grandmothering and Female Coalitions: A Basis for Matrilineal Priority?   p.168-186
Kit Opie and Camilla Power


PART IV Reconstructions: Evidence from Cultural Practice and Language

Introduction  pp. 187-188

11 A Phylogenetic Approach to the History of Cultural Practices pp. 189-199 Laura Fortunato

12 Reconstructing Ancient Kinship in Africa   pp. 200-231
Christopher Ehret

13 The Co-evolution of Language and Kinship  pp. 232-243
Alan Barnard

EPILOGUE   p. 245-246

Reaching across the Gaps  p. 247-258
Hilary Callan

Appendices to Chapter 12  p. 259-269

1-Nilo-Saharan Kinship  p. 259-263
2-Khoesan Kinship         p. 264-265
3-Kiship Terms reconstructed to Early Afroasiatic Stata  p. 266-269

Bibliography p. 270-301

Index   p. 302-316


terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Um túmulo ao longe e um pouco de etnografia


Vai uns dias deram na Duas um interessante documentário sobre a construção de tumbas na ilha de Sumba, do que agora uma boa amiga passa-me o enlace. Um interessante documentário, certamente não só pelo feito de que essas tumbas das que se fala são nada mais e nada menos que megalitos, se não também por que nos deixa ver a intra-história do levantamento de uma tumba numa cultura concreta.




Uma pequena chamada de atenção sobre os aspetos que já não nos acessíveis através dos restos materiais que conservamos -o resto de um resto- ao fim e cabo de uns trâmites culturais (desde a organização do trabalho ou os elementos ideológicos) dos que a maior parte, e ainda, certamente, o essencial, sempre se nos escapara.


Também o vídeo em:  Sumba uma devida coa tradição