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quinta-feira, 11 de julho de 2024

A Península Ibérica na Geografia de Ptolomeu

La Península Ibérica en la Geografía de Claudio Ptolomeo

García Alonso, J. L. (2004): La Península Ibérica en la Geografía de Claudio Ptolomeo. Anejos de Veleia. Series Minor Vol. 19. Universidad del Pais Vasco. Vitoria. ISBN: 978-84-9082-734-5
   
Sinopse  
Do livro resultou uma atualização que o autor apresentou neste dia enquanto estudante de doutoramento na Universidade de Salamanca (Setembro de 1993). O texto foi publicado no formato de acomodação da microficha pela própria Universidad de Salamanca em 1995, o que tem dificultado seriamente a difusão do seu conteúdo. 


Este trabalho foi realizado para fornecer informações linguísticas contida na parte da Geografia de Claudio Ptolomeu dedicado á Península Ibérica. É abordado um comentário sobre todos os nomes (agrupando-os em secções que seguem a divisão do próprio Ptolomeu em unidades étnicas), com referência a problemas textuais, de identificação e de localização em relação a outras fontes, bem como e principalmente, quando este é possível. 


Juntamente com o mapa do território de cada cidade, oferece uma tentativa de classificação dos nomes, e alguns relativos ao mapa linguístico da área, referindo-se ao mapa linguístico geral quando for relevante.
   

INDEX


sexta-feira, 22 de março de 2024

Oestrimnios, Saefes e Cassitérides - Curso

Oestrimnios, Saefes y Casitérides
De una geografía monstruosa a una geografía metálica, o de cuando 
los Galaicos entraron en la Historia

Quando: 17 abril - 15 maio
Onde: On-line

A procura do precioso estanho, e talvez também do ouro, foi o que atraiu à costa galega os primeiros mercadores fenícios e mais tarde os seus herdeiros culturais, os púnicos. Diz-se que obtiveram o monopólio deste comércio ao manter em segredo a rota marítima que conduzia às fontes do metal até à chegada dos romanos, e deve ser verdade, já que os textos clássicos que falam da exploração grega desta região perder contacto com a geografia real após ultrapassar a órbita da antiga Tartessos.


O conhecimento geográfico a norte do paralelo 40 evolui de uma geografia repleta de monstros, como corresponde ao modo de reconstrução mítica do desconhecido, ao aparecimento de verdadeiras vilas galegas, ricas produtoras de estanho, como os Ártabros, passando por uma fase intermédia de conhecimentos resultantes de contactos esporádicos, nos quais ainda ressoavam os ecos das aventuras dos heróis de Tróia.



Neste curso aprenderemos a analisar as fontes históricas que revelam este processo gradual de conhecimento geográfico na Antiguidade, revelando o momento em que o Noroeste Ibérico sai da Pré-história para entrar plenamente na Proto-história, quando os seus habitantes, ainda independentes do controle romano, são mencionados para pela primeira vez na literatura clássica. Não remontamos ao século II A.C., embora a arqueologia nos permita aprofundar e compreender melhor o processo que conduziu a este novo período proto-histórico.
      

Programa


+INFO sobre o curso em:  UNED

sábado, 29 de junho de 2013

Divulgar a Evolução, o NIDAP


O dia 6 de Julho terá lugar no Centro Cultural de Vila Nova da Barquinha uma palestra a cargo de Silvério Figueiredo, Fernando Coimbra e Arlinda Fortes que levara por titulo NIDAP.cpgp - S. Caetano, Golegã: um projecto de divulgação da evolução da Vida e do Homem



Nesta palestra apressentara-se este centro recentemente criado. A palestra decorrera a partir das 17:00 horas a entrada é livre.


quarta-feira, 20 de março de 2013

Nos Confines do Mundo

CONFINES

Prados Martínez, F.,Bernard, G.,García, I., Confines. El extremo del mundo durante la antigüedad. Universitat d´Alacant, Alicante, 2013 440pp. ISBN: 978-84-9717-240-0


Sinopse
A Península Ibérica, a meio caminho entre o Atlântico e o Mediterrâneo, tem sido tradicionalmente considerada um espaço limítrofe ou uma terra de fronteira. Esta publicação apresenta os resultados de uma reunião científica internacional, celebrada na Universidade de Alicante, na que diversos especialistas reflexionam sobre as representações culturais, expressões simbólicas e a forma de vida dos habitantes da antiga Ibéria. 


As aportações arqueológicas, cartográficas e histórico oferecem uma aproximação diacrónica e interdisciplinar, ao tempo que contribuem a perfilar a cosmovisão ligada a esse território.


 INDEX



+INFO sobre o livro em:   Univ. Alicante Public.

sábado, 11 de agosto de 2012

O Mundo Perdido



As únicas terras no Mundo que não foram exploradas amplamente são aqueles que se perderam baixo os oceanos. Após o final da última Idade do Gelo  extensas paisagens, que tinham sido o lar de milheiros de pessoas, foram inundadas pelo mar. Embora os cientistas previram já a sua existência há muitos anos, a sua exploração só recentemente se tornou uma realidade.


A atual mudança climática e o aumento do nível do mar associada, faz estar estas questões na vanguarda da discussão social e científica, mas a pesquisa mostra que as mudanças dramáticas no ambiente ocorreram inúmeras vezes no passado.



Uma das mais significativas destas paisagens perdidas por o aumento do nível do mar é a que se topou no Ocidente europeu durante o Mesolítico, um extenso território que enlaçava uma franja de térreo que unia de forma contínua a maior parte das atuais costas atlânticas e o atual mar do Norte.


Esta paisagem inundada, é maior em extensão do que são muitos países europeus modernos, e foi lentamente submergindo-se entre o 18.000 e 5.500 aC. Os arqueólogos consideram agora que esta longa área geográfica ter sido o coração da ocupação humana dentro da Europa do Norte nessa época, mas o entendimento dela depende de que sejamos capazes de localizar e visualizar essa paisagem



Atualmente um equipo de cientistas de várias universidades britânicas tenhem afrontado este problema num projeto de investigação (Project Browned Landsapes) de estas Paisagens "Perdidas", pranteando uma nova abordagem através do acoplamento de técnicas de levantamento geofísico, desenvolvidas pela indústria petrolífera do Mar do Norte, coas tecnologias de visualização 3D desenvolvidos pela indústria de modelagem por computador.


Estas metodologias inovadoras permitem a recriação das antigas paisagens que uma vez foram habitadas, conseguindo o mapeamento de rios, lagos, montanhas, costas e estuários, e a reconstrução virtual da flora e fauna a que num tempo a esses elementos geográficos estivera associada. 


Estes modelos trazem, em certa forma, de novo à vida a "patria" dessas populações do Mesolítico, sugerida agora já só polos artefactos recuperados no fundo dos mares ou nos restos de fragas fôsseis de algumas beiras costeiras da Europa Atlântica.



Elo também permite aos cientistas explorar os efeitos da subida do nível do mar sobre a paisagem e as suas populações de jeitos novos e mais holísticos que podem ajudar a fornecer soluções desde o passado para os problemas do presente.

Coa finalidade de achegar ao público geral a pesquisa do Projeto Browned Landscapes, durante este verão na Royal Society de Londres estará aberta a exposição Europe's Lost World.


Um bom pretesto para olhar no mais fundo dos mares ... as pegadas do nosso passado, certamente


+INFO no site de:  Europe´s Lost World

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

ORBIS - Redes Geoespaciais no Mundo Romano

ORBIS
The Stanford Geospatial Network Model of the Roman World


A base de dados ORBIS reconstrói o custo de tempo e despesa financeira associada com uma vasta gama de diferentes tipos de viagens na Antiguidade. O modelo esta baseado numa versão simplificada da rede de cidades, estradas, rios e rotas marítimas ao longo de tudo o Império Romano. ORBIS reflete as condições em torno de 200 DC, mas abrange também alguns sítios e estradas criadas na Antiguidade Tardia.



O modelo consiste em 751 sítios, a maioria deles assentamentos urbanos, mas também promontórios importantes e passagens de montanha, e cobre perto de 10 milhões de quilómetros quadrados (4 milhões de quilómetros quadrados) de espaço terrestre e marítimo. A rede viária abrange 84,631 km de trilhos da estrada ou do deserto, complementados por 28,272 km de rios e canais navegáveis.



Em geral, a rede está composta de 1.371 segmentos de base para que os que o modelo simula um total de mais de 363.000 resultados de custos discretos. O modelo permite aos usuários gerar simulações para as ligações entre dois locais em meios específicos de transporte e diferentes meses do ano. A futura atualização permitirá aos usuários gerar cartogramas de distância da totalidade ou partes da rede que visualizem os custo e distâncias a um ponto central, que pode ser qualquer local na rede.



O sistema inclui nas simulações, como elementos de correção, as distintas variáveis: geográficas, climáticas, estacionais e tecnológicas, que condicionariam os movimentos no espaço e no tempo; assim ORBIS simula as condições do vento mensais e toma em conta a forza das correntes e a altura das ondas que condicionam as navegações, ou as restrições derivadas da horografia montanhosa no inverno nos deslocamentos terrestres, e seleciona igualmente distintas rotas e prómeios de velocidades segundo o meio de transporte ou o tipo de deslocamento (militar, civil, etc)



Este aplicação facilita a simulação das propriedades estruturais da rede de comunicações, que tendem um particular valor para a compreensão do significado histórico do custo das viagens e a conectividade dentro do Império Romano.


+INFO ir ao site de:  ORBIS