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quarta-feira, 2 de agosto de 2023

Florilegium Indogermanicum - Faventia Nº 34-6

FLORILEGIUM INDOGERMANICUM

Alemany, A.; Olaya, N. & Vernet, M. (eds.) (2012-2014): Florilegium Indogermanicum, Palaeohispanicum et Eurasiaticum in memoriam José Fortes Fortes. Faventia Nº 34-36. Universitat Autonoma de Barcelona. Barcelona. ISSN: 0210-7570  

   

Sinopse
Este volume da revista Faventia que recolhe conjuntamente os volumes entre os ano é uma homenagem monográfica em memória de José Fortes Fortes, que foi professor titular de Linguística Indo-Europeia na Universidade Autónoma de Barcelona entre 1984 e 2008. Numerosos colegas de universidades de todo o estado espanhol, a maioria deles indo-europeus, têm teve a gentileza de contribuir com artigos sobre Anatólia, Céltica, Eslava, Indo-iraniana, Etrusca, Paleo-hispânica ou fontes sobre a Eurásia central antiga e medieval.  
  

INDEX

Pepe Fortes, in memoriam p. 7
Jordi Cors i Meya

La cientificidad en la lingüística y el papel histórico de la 
lingüística indoeuropea: alegato para tiempos difíciles pp. 9-12
Ana Agud Aparicio

Las creencias en la reencarnación entre los indoeuropeos: 
los datos comparativos pp.15-30
Julia Mendoza Tuñón


Tabú de la siembra y sacralidad agraria indoeuropea: sobre 
"Leyes Hititas" § 166/*51 y "Mānavadharmaśāstra" 9.291  
pp. 31-47
José Virgilio García Trabazo

La première "dānastuti" de la "R̥gvedasaṁhitā": 
lecture de RS 6.27 et du commentaire de Sāyaṇa 
pp. 49-57
Eric Pirart


Sobre los imperativos védicos en -si, el subjuntivo céltico 
y el prospectivo pp. 59-77
Francisco Javier Rubio Orecilla

Artículo
On Avestan "aiβiθiiō" (V18.17 & 25) pp. 79-87
Alberto Cantera


The Etymology of the PNs "Artimas" and "Arteimas" 
from Asia Minor: a New Explanation pp. 89-97
Mariona Vernet Pons  

Etrusco "*huσ, huσ(i)ur": ¿un préstamo del griego 
ὗς / ὑύς? pp. 99-110
Roberto López Montero

The Old Irish verbal complex as a templatic morphological 
structure pp. 111-120
Carlos García Castillero

¿Existió un dios eslavo Hennil? pp. 121-134
Juan Antonio Álvarez-Pedrosa Núñez

Fitónimos en la traducción de los Evangelios del griego al 
antiguo eslavo: préstamos, calcos y términos 
patrimoniales eslavos  pp. 135-138
Enrique Santos Marinas

The Romani voiceless palatal fricative š in Iberian Romani 
dialects pp. 139-147
Ignasi-Xavier Adiego

Epigrafía ibérica y tradición literaria: algunos ejemplos 
pp.149-159
Ignacio Simón Cornago

Sobre los topónimos terminados en -o de algunas leyendas 
monetales ibéricas levantinas pp.161-176
Carlos Benjamín Jordán Cólera

Sobre la identidad de dos inscripciones ibéricas de Sagunto 
(MLH III.2, F.11.11 y F.11.12)  pp.177-188
Eugenio Ramón Luján Martínez

Una inscripción ibérica procedente del Turó de l’Osona (Vic) 
pp.189-207
Noemí Moncunill Martí, Javier Velaza

El nombre de "Kaiskata" pp. 209-214
Blanca María Prósper

Cimerios y escitas en la documentación asiria 
pp. 215-223
Jaume Llop 

En torno a la adscripción lingüística de los heftalitas 
pp. 225-248
Núria Olaya Montero

Seis etnónimos turcos enigmáticos en el "Cantar de la 
hueste de Ígor" pp. 249-266
Agustí Alemany i Vilamajó, Natàlia Kubyshina

Alejandro Magno y los rusos según el "Iskandarnāma" 
de Niẓāmī Ganŷavī pp. 267-279
Haila Manteghi Amin

Some thoughts on "Onomastica Manjurica": 
strange or amusing names in Manchu pp.281-292
José Andrés Alonso de la Fuente



Ir ao número da revista: Faventia Nº 34-36

quinta-feira, 29 de junho de 2023

Arqueolinguistica das linguas Trans-eurasiticas




Deixamos aqui esta conferência proferida no ano 2021 dentro da escola de verão do Instituto Marx Planck para a Ciência da História Humana, pela Dr. Martine Robbeets com o titulo "Archaeolinguistia - o caso Trans-eurasiatico". Em ele se resume as achegas publicadas em um artigo publicado esse mesmo ano na revista Nature no que se propus um modelo explicativo para a expansão das línguas trans-euroasiáticas, isto é isto é, japonês, coreano, tungúsico, mongólico e turco. 


Desafiando a tradicional "hipótese pastoril", o artigo demonstrava que a ancestralidade comum e a dispersão primária das línguas da Transeuriaticas remontam aos primeiros agricultores do pelo nordeste da Ásia a partir do Neolítico Inferior sustentado no cultivo do milho-miúdo. Mas que essa herança compartilhada foi mascarado por extensa interação cultural desde a Idade do Bronze. 



A palestra e o centra-se sobre tudo nas conexões nos casos coreano e japonês e a sua relação com o Urheimat da zona costeira do delta baixo Rio Amarelo, deixando um pouco de lado a posterior conversão de tunguses, turcos e mongóis a populações a pastores nómadas ou caçadores-coletores; se bem é tentador relacionar isto como uma reação centrípeta a introdução do cultivo do arroz e a conseguinte adoção de estruturas tipo Estado, como a sugerida para zonas do Sudeste Asiático pelo antropólogo James C. Scott.


Artigo: 

Robbeets, M., Bouckaert, R., Conte, M., Savelyev, A., Tao Li, T. et alii (2021): "Triangulation supports agricultural spread of the Transeurasian languages" Nature Nº 599 pp. 616–621 DOI: 10.1038/s41586-021-04108-8