Mostrar mensagens com a etiqueta cultura. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta cultura. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 28 de agosto de 2024

Evolução Biocultural - Livro

Biocultural Evolution

Karakostis, A.F. & Jäger, G. (Eds.) (2023): Biocultural Evolution: An Agenda for Integrative Approaches. Kerns Verlag. Tubinga  ISBN: 978-3935751-38-4

Sinopse  
A evolução humana é definida por uma interação multifacetada de fatores biológicos e culturais, que compreendem o foco de um espectro diverso de campos científicos. 




Este volume editado visa estabelecer vínculos interdisciplinares por meio de uma série de nove estudos que discutem criticamente os métodos atuais, estruturas de hipóteses e perspetivas futuras para reconstruir o comportamento habitual em humanos do passado. 


Os autores são especialistas nas áreas de antropologia biológica, primatologia, arqueologia experimental e linguística.

INDEX

 Preface
Karakostis, F. A., & G. Jäger

“Do humans only do what they are good at?”: 
Distinguishing between daily behaviors and 
evolved functional adaptations in fossil hominins
Karakostis, F. A

Inferring ancient human activities through skeletal 
study: An example from Archaic Greece
Buikstra, J. E.

Effects of physical activity and impact loading 
rate on knee osteoarthritis
Wallace, I. J., G. J. Riew, R. Landau, A. M. Bendele, 
N. B. Holowka, T. L. Hedrick, N. Konow, 
M. Ruiz, & D. E. Lieberman. 

A functional framework to grasp goal-directed behavior: 
Stone knapping, a good paradigm of human behavior
Bril, B. 

Ape knapping then and now: Limited social learning 
of sharp stone-tool making and use in naïve non-human apes
Motes-Rodrigo, A., & C. Tennie

A comparative multimodal perspective on the evolutionary 
origins of tool use and handedness
Kalan, A. K.. 

Dental fricatives: Patterning, evolution, and factors 
affecting a rare class of speech sounds
Dediu, D., J. Lin, S. R. Moisik, & S. Moran
 
Rate variation in language change: Toward distributional 
phylogenetic modeling
Cathcart, C. A.

Consequences of reflexivity in language
Enfield, N. J., & J. Sidnell.



Descarregar em: Biocultural Evolution

sexta-feira, 2 de agosto de 2024

Entre Oriente e Occidente

Wisdom Between East and West

Sironi, F. & Viano, M. (eds.) (2024): Wisdom Between East and West: Mesopotamia, Greece and Beyond. Antichistica - Studi orientali Vol. 36.  Edizioni Ca’ Foscari. Venecia.  ISBN: 978-88-6969-777-7

Sinopse  
O volume publica o anais do workshop "Sabedoria entre o Oriente e Ocidente. Mesopotamia, Greica e Além" realizado na Universidade de Turim em 26-27 de outubro de 2022. 




O volume reúne artigos de assiriólogos, classicistas e estudiosos bíblicos sobre o tópico da sabedoria. Os estudiosos investigaram a sabedoria de vários ângulos, do pensamento especulativo à literatura, da ciência à dança e aos provérbios.

INDEX


Descarregar o livro em: Wisdom between East & West

segunda-feira, 1 de abril de 2024

Que nos faz Sociais? - Livro

What Makes Us Social? 

Frith, C. & Uta Frith, U. (2023): What Makes Us Social?. Jean Nicod Lectures. MIT Press. Cambridge, Massachusetts ISBN: 9780262375498  DOI: 10.7551/mitpress/10400.001.0001
 
Sinopse  
O que nos faz sociais? é uma exploração acadêmica, mas acessível, dos processos subjacentes que tornam os humanos a espécie mais social do planeta. Chris e Uta Frith, pioneiros no campo da neurociência cognitiva, analisam as muitas formas de comportamento social que nós, humanos, partilhamos com outros animais e examinamos a forma especial que apenas os humanos possuem, incluindo o seu lado escuro. 


Estas capacidades exclusivamente humanas permitem-nos refletir sobre o nosso comportamento e partilhar essas reflexões com outras pessoas, o que por sua vez nos permite raciocinar por que fazemos as coisas e exercer algum controlo sobre os nossos comportamentos automáticos. Como resultado, podemos aprender cooperativamente com outros e criar e valorizar artefactos culturais que sobrevivem através das gerações.


Indo além de como nos conhecemos e compreendemos as mentes dos outros, Frith e Frith investigam como nos adaptamos mutuamente para fazer as interações sociais funcionarem. Este livro se destaca pela aplicação de uma estrutura computacional – que se encontra na intersecção da psicologia e da inteligência artificial – a conceitos-chave da cognição social, como empatia, confiança, identidade de grupo e gestão de reputação. 


Em última análise, o que nos torna sociais? é um exame profundo das maneiras como nos comunicamos, cooperamos, compartilhamos e competimos com outros humanos e como essas capacidades nos definem como espécie.

INDEX


Descarregar o livro em: What make us Social?

quarta-feira, 13 de setembro de 2023

Os Anjos Escuros vs Pinker


The Darker Angels 
of Our Nature

Dwyer, Ph., & Mark Micale. M. (2021): The Darker Angels of Our Nature: Refuting the Pinker Theory of History and Violence. Bloomsbury Academic. Londres  ISBN: 9781350140608


Sinopse   
Em Os Anjos bons da nossa Natureza, o psicólogo de Harvard, Steven Pinker, argumentou que a história moderna testemunhou um declínio dramático na violência humana de todos os tipos, e que no presente estamos a viver o período mais pacífico da história da humanidade. 


Mas o que pensam os principais historiadores sobre a leitura do passado feita por Pinker? Seu argumento resiste à análise histórica?. Em Os Anjos Escuros da nossa Natureza, dezessete estudiosos de estatura internacional avaliam os argumentos de Pinker e os consideram deficientes. 


Estudando a história da violência desde o Japão e a Rússia até à América Nativa, à Inglaterra Medieval e ao Médio Oriente Imperial, estes estudiosos desmascaram o mito da modernidade não violenta. 


Afirmando que a história real da violência humana é mais rica, mais interessante e incomparavelmente mais complexa do que a narrativa simplificada e abrangente de Pinker, este livro testa e supera a "história fake" com conhecimento especializado.   
   

INDEX

1 Steven Pinker and the nature of violence in history  p. 1
Philip Dwyer and Mark S. Micale 

Part One Interpretations  p. 21

2 The inner demons of The Better Angels of Our Nature  
p. 23
Daniel Lord Smail 

3 Pinker and the use and abuse of statistics in writing 
the history of violence  p. 39
Dag Lindström 

4 Progress and its contradictions: Human rights, 
inequality and violence  p. 57
Eric D. Weitz 

5 Pinker’s technocratic neoliberalism, and 
why it matters  p. 73
David A. Bell 

6 Steven Pinker, Norbert Elias and The Civilizing Process 
p. 87
Philip Dwyer & Elizabeth Roberts-Pedersen 


Part Two Periods  p. 105

7 Steven Pinker’s ‘prehistoric anarchy’: 
A bioarchaeological critique p. 107
Linda Fibiger 

8 Getting medieval on Steven Pinker: Violence 
and medieval England p. 125
Sara M. Butler 

9 History, violence and the Enlightenment  p. 142
Philip Dwyer 


Part Three Places  p. 161

10 The complexity of history: Russia and Steven 
Pinker’s thesis  p. 163
Nancy Shields Kollmann 

11 A necrology of angels: Violence in Japanese history 
as a lens of critique p. 176
Michael Wert 

12 British imperial violence and the Middle East  p. 197
Caroline Elkins


Part Four Themes  p. 219

13 A history of violence and indigeneity: Pinker 
and the Native Americas p. 221
Matthew Restall 

14 The rise and rise of sexual violence p. 236
Joanna Bourke 

15 Where angels fear to tread: Racialized policing, 
mass incarceration and executions as state violence 
in the post–civil rights era  p. 252
Robert T. Chase 

16 The better angels of which nature?: Violence and 
environmental history in the modern world p. 273
Corey Ross 

17 On cool reason and hot-blooded impulses: Violence 
and the history of emotion p. 293
Susan K. Morrissey 


Part Five Coda  p. 315

18 Pinker and contemporary historical consciousness p. 317
Mark S. Micale 

   Bibliography  p. 337

Index  p. 374



+INFO sobre o livro em: Darker Angels of ou Nature

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2023

Culturas, Evolução e Cognição - Livro

Human Cultures through the Scientific Lens

 

Boyer, P. (2021): Human Cultures through the Scientific Lens.Essays in Evolutionary Cognitive Anthropology. Open Books.  ISBN: 9781800642065


Sinopse: 
Este volume reúne uma coleção de sete artigos publicados anteriormente pelo autor, com uma nova introdução que reenquadra os artigos no contexto de questões passadas e presentes em antropologia, psicologia e evolução humana. 


Promove a perspetiva da ciência social “integrada”, na qual as questões das ciências sociais são abordadas de forma deliberadamente eclética, combinando resultados e modelos da biologia evolutiva, psicologia experimental, economia, antropologia e história. Assim, constitui uma contribuição bem-vinda para uma abordagem gradualmente emergente da ciência social baseada no conceito de consiliência de E. O. Wilson.




Human Cultures through the Scientific Lens abrange uma ampla gama de tópicos, desde um exame do comportamento ritual, integrando neurociência, etologia e antropologia para explicar por que os humanos se envolvem em ações rituais (culturais e individuais), até a motivação de conflitos entre grupos . Como tal, a coleção oferece aos leitores uma introdução abrangente e acessível às aplicações de um paradigma evolutivo nas ciências sociais.


INDEX


Descarregar o livro em: Human Cult. through Scientific Lens

domingo, 14 de dezembro de 2014

HAU - Journal of Ethnographic Theory 4/2


HAU - Journal of Ethnografic Theory  
    
 Vol. 4/2, 2014


Translating worlds: The epistemological space of translation


INDEX



Ir ao numero da revista:  HAU 4/2

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Quando as Estátuas também Morrem



No ano 1953 os diretores de cine Alain Resnai e Chris Marker realizavam esta pequena joia do cinema documental intitulada as Estatuas também morrem (les Statues meurent aussi), o filme promovido pela revista Presence Africaine foi resultado da colaboração de importante museus europeus como o British Museum, a Maison de L´Homme de Paris, ou o Museu do Congo Belga.


No filme faz-se uma interessante reflexão sobre o conceito de arte, e criticam-se as antinomias do colonialismo europeu sobre a África, centrado na arte o documentário põe em questionamento o etnocentrismo da distinção estabelecida entre a arte e a estética Ocidental e a dos povos africanos, através dela a própria classificação das formas icónicas africanas como Arte mostra-se em boa medida arbitraria, sem um sentido real no contexto que gerou essas mostras culturais, respondendo em resumem mais aos valores culturais europeus que a outra coisa


A través disto percebe-se como a própria categoria de artístico serve para alienar não só as coisas do seu contexto senão as pessoas, formando parte mais dum processo de "violência" cultural. Num mundo entre dois séculos condicionados pela expansão colonial das potencias europeias, a apropriação dos objetos indígenas e a sua inclusão em museus e coleções particulares, o impacto da estética africana na arte das Vanguardas, europeias não exento de uma atração pelo "primitivismo" em relação cós movimentos irracionalistas da época, da lugar a uma demanda da arte africana.


Mas paradoxalmente esta demanda da arte africana converte-se num espada de dobre fio, que "valoriza" em ocidente o alheio a costa de contribuir a sua decadência no lugar de origem donde as formas estéticas indígenas se tornam uma forma de artesoaria dirigida e orientada aos gostos do novo mercado do colecionismo ocidental



O colecionismo, e poderíamos dizer igualmente o mesmo de tantas coleções arqueológicas a través das que nos temos apropriado de passados alheios, ccumpre assim uma função ao mesmo tempo "depredadora" e "necrológica" que vem enunciada já nas primeiras frases "Quando os homens estão mortos, entram na historia. Quando as estatuas estão mortas, entram na arte. Esta botânica da morte, é o que nós chamamos A Cultura."



 Isto serve Igualmente de reflexão sobre a própria Conceição de Historia "Universal" como discurso unilinear e que deixa fora de sim aquelas outras histórias que não falam -ou ao menos fizemos que falassem de nos mesmos: esses chamados "Povos sem Historia", noção claramente etnocêntrica a que Eric Wolf dedicara o seu livro homónimo Europa e as Gentes sem Historia.


Neste sentido a própria genealogia da noção de "Africanismo" inacessível a ser integrada no discurso genealógico da Civilaçao europeia ao contrario da de "Orientalismo" que estudara Said, pressente-se como uma lógica que tem muito que ver ao menos a um nível subconsciente com aquela que guiara a aparição dos Gabinetes de Curiosidades que armazenam de jeito caótico -descontextualizado o extravagante, exótico, monstruoso ...


 Em resumem tudo aquilo que não e integrável na normalidade da nossa identidade pero sim submetivel segundo os casos a uma tipologia ou uma estética do alheio


sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Aprender a ver em Melanésia - Livro

LEARNING TO SEE IN MELANESIA

Strathern, M., Learning to see in Melanesia. lectures given in the Department of Social Anthropology, Cambridge University, 1993–2008. HAU Masterclass series nº 2, 2013   ISSN: 2049-4769


Sinopse
Este livro recolhe uma série de palestras pioneiras sobre a estética e sociabilidade em na Melanésia, apresentando uma introdução clara e de valor inestimável para os temas da antropologia de uma das autoras clássicas da antropologia contemporânea.


Strathern demonstra que há uma economia política da olhada na Melanésia que incide sobre a dinâmica temporal e espacial dos relações de troco. Trata-se de uma série de estratégias de visualização em que os corpos convertem-se em artefactos e os objetos são tratados como pessoas, ou se misturam em diferentes formas de configurar uma sucessão de estados relacionais individuais e coletivos


 INDEX



+INFO sobre o livro em:  HAU Masterclass

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

A Origem dos Monstros - Livro

The Origins of Monsters

Wengrow, D., The Origins of Monsters: Image and Cognition in the First Age of Mechanical Reproduction. Princeton Univ. Press, Princeton, 2013 184 pp ISBN: 9780691159041


Sinopse
Tem sido frequentemente afirmado que "monstros" - criaturas sobrenaturais com corpos compostos de várias espécies - desempenhar um papel significativo no pensamento e na imaginação de todas as pessoas de todos os tempos. The Origins of Monsters avança uma visão alternativa. Figurações compostas são intrigantemente raro e isolado na arte da era pré-histórica.


Em vez disso, foi com o surgimento de cidades, elites e redes comerciais cosmopolitas que os "monstros" se tornaram um recurso generalizado na produção visual no mundo antigo. Mostrando como essas imagens fantásticas se originaram e foram transmitidas, David Wengrow identifica padrões no registo das imagens humanas e embarca-se em uma busca as conexões existentes entre mente e cultura.



Wengrow pergunta-se: Pode a ciência cognitiva explicar a potência de tais imagens? A psicologia evolutiva assegurar uma chave para compreender a transmissão dos símbolos? Como está a nossa perceção das imagens influenciada pelas instituições e tecnologias? Wengrow considera a obra de arte na primeira era da reprodução mecânica, que ele localiza no Oriente Médio, onde a vida urbana começou.


Comparando o desenvolvimento e disseminação das imagens fantásticas através de uma gama de sociedades pré-históricas e antigas, incluindo a Mesopotâmia, Egito, Grécia e China, explora como a imaginação visual foi moldada por uma mistura complexa de fatores históricos e universais


INDEX



+INFO sobre o livro: The Origins of Monsters

sábado, 2 de novembro de 2013

Journal of Social Archaeology 13/3

Journal of Social Archaeology
13/3, 2013


Articles

Temporalities of the Formative Period Taraco Peninsula, Bolivia  287-309
Andrew P. Roddick

The National Museum of Immigration History (Paris, France), neo-colonialist representations, silencing, and re-appropriation  310-330
Sophia Labadi

Tapu and the invention of the “death taboo”: An analysis of the transformation of a Polynesian cultural concept  331-349
Helen Gilmore, Cyril Schafer & Siân Halcrow

Cultural sovereignty in the Balkans and Turkey: The politics of preservation and rehabilitation 350-370
Christina Luke

Building community: Exploring civic identity in Hispanic New Mexico  371-393
Kelly L. Jenks

The past as a lived space: Heritage places, re-emergent aesthetics, and hopeful practices in NW Argentina   394-419
Marisa Lazzari & Alejandra Korstanje



Ir ao número da revista: JSA

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Dicionário da Antropologia Sociocultural - Livro

Handbook of Sociocultural Anthropology

Carrier J.G. & Gewertz, B.B (eds.),The Handbook of Sociocultural Anthropology. Bloomsbury Publishing 656p.  ISBN: 9781847883841


Sinopse
O Handbook of Sociocultural Anthropology apresenta uma visão geral do estado da disciplina - a suas metodologias, debates atuais, história e futuro. Ele fornece uma melhor descrição crítica de todos os aspetos fundamentais da disciplina, assim como uma reflexão sobre seu o estado geral num momento de notável incerteza sobre seus fundamentos, composição e direção.

British Columbia Museum, foto: InSapphoweTrust

Dividido em cinco secções principais: examina as mudanças orientações teóricas e analíticas que levaram a novas formas de realização de pesquisas; apresenta uma análise do núcleo histórico e tradicional e de como a disciplina mudou desde 1980, considera as regiões etnográficas, onde o trabalho teve maior impacto sobre a antropologia, e apresenta as pessoas e instituições que são o contexto em que a disciplina funciona, abordando os temas do financiamento da investigação a ética profissional.


 INDEX



+INFO sobre o livro:  Handbook of Sociocult. Anthropology

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Religion, Brain & Behavior 3/3

Religion, Brain & Behavior
Vol. 3/3, 2013


Editorial
   
The Scientific Study of Religion  pp 183-184
Wesley J. Wildman, Richard Sosis & Patrick McNamara


Articles
  
Does poverty predict religion?  pp 185-200
William J. Hoverd, Joseph Bulbulia & Chris G. Sibley

Catholic guilt? Recall of confession promotes prosocial behavior
pp 201-209
Ryan McKay, Jenna Herold & Harvey Whitehouse

Which cheek did Jesus turn?  pp 210-218
Lealani Mae Y. Acosta, John B. Williamson & Kenneth M. Heilman

The proportion of religious residents predicts the values of nonreligious neighbors: evidence from a national sample  pp 219-232
Chris G. Sibley & Joseph Bulbulia

Cultural uniformity and religion  pp 233-253
Yuval Laor


Book Review

Born believers: the science of children's religious belief
pp 254-256
Joshua Rottman

Erratum p i


Ir ao site da revista: Religion, Braind & Behavior

domingo, 2 de junho de 2013

Religion, Brain & Behavior 3/2

Religion, Brain & Behavior
Vol. 3/2, 2013


Editorial

On the Naturalness of Religion pp. 89-90
Richard Sosis, Wesley J. Wildman & Patrick McNamara

Articles

Effects of religious setting on cooperative behavior: a case study from Mauritius pp. 91-102
Dimitris Xygalatas

Emotion in mystical experience pp. 103-118
David T. Bradford



Book Symposium:  Robert McCauley's Why Religion is Natural 
and Science is Not

Unnatural comparisons: commentary on Robert McCauley's Why Religion is Natural and Science is Not pp. 119-125
Francisca Cho

The fragility of science: creating dialectical space for the naturalness of religiosity in the cognitive science of culture pp. 125-128
William (Lee) W. McCorkle Jr.

The place of evolved cognition in scientific thinking pp. 128-134
Hugo Mercier & Christophe Heintz

How science is better understood than religion pp. 134-141
Robert Cummings Neville

McCauley, the maturational natural, and the current limits 
of the cognitive science of religion 
 pp. 141-151
Gregory R. Peterson

Science is unnatural in more ways than one pp. 151-155
Jason Slone

Natural reasoning, truth and function pp. 155-161
Konrad Talmont-Kaminski

What is natural and unnatural about religion and science? 
 pp 161-164
Dimitris Xygalatas


Response

Why science is exceptional and religion is not: A response to commentators on Why Religion Is Natural and Science Is Not 
 pp. 165-182
Robert N. McCauley


Ir ao site da revista:    Religion, Braind & Behavior

quarta-feira, 6 de março de 2013

Em-fiados na Cultura

WIRED FOR CULTURE

Pagel, M., Wired for Culture: Origins of the Human Social Mind. W. W. Norton & Company, 2012 432pp.  ISBN 978-0-393-06587-9


Sinopse
Uma característica única da espécie humana é que nossas personalidades, estilos de vida e visões de mundo são moldadas por um acidente de nascimento: a Cultura em que nascemos. É a nossa cultura e não os nossos genes que determinam quais são os alimentos que comemos, que línguas falamos, as pessoas que amamos e com as casamos, e as pessoas que matar na guerra. Mas como é que a nossa espécie desenvolveu uma mente que está programada para a cultura e por quê?



O biólogo evolucionista Mark Pagel acompanha esta intrigante pergunta ao longo dos últimos 80 mil anos de evolução humana, revelando como existe uma propensão inata para contribuir e estar de acordo com a cultura de nosso nascimento, e que isso não só permitiu a sobrevivência humana e os progressos do passado, mas também continua hoje a influenciar o nosso comportamento.



Votar lume sobre como a nossa espécie define os seus atributos -desde o arte, o altruísmo, moralidade, o interesse próprio, o engano, e preconceito- entretecidos da Cultura oferece surpreendentes novos achegas sobre o que significa ser humano.


INDEX

Preface

Introduction: The Gamble

Part 1 – Mind Control, Protection and Prosperity

Cap. 1:  The Occupation of the World

Cap. 2:  Ultra-sociality and the Cultural Survival Vehicle

Cap 3:  The Domestication of Our Talents

Cap. 4:  Religion and Other Cultural “Enhancers”


Part 2 –Cooperation and our Cultural Nature

Cap. 5:  Reciprocity and the Shadow of the Future

Cap. 6:  Green Beards and the Reputation Marketplace

Cap. 7:  Hostile Forces


Part 3 – The Theatre of the Mind

Cap. 8:  Human Language – Voice of Our Genes

Cap. 9:  Deception, Consciousness, and Truth


Part 4 – The Many and the Few

Prologue

Cap. 10:  Termite Mound and the Exploitation of Our Social Instincts

References
Bibliography
Index



+INFO sobre o livro:  Wired for Culture

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Religion, Brain & Behavior 3/1


Religion, Brain & Behavior
     
Vol. 3/1, 2013


Editorial

Articles


Bio-Cultural Approaches to Social Forms
Wesley J. Wildman, Richard Sosis & Patrick McNamara  pp 1-2


Cultural inheritance or cultural diffusion of religious violence?
A quantitative case study of the Radical Reformation
Luke J. Matthews, Jeffrey Edmonds, Wesley J. Wildman & Charles L. Nunn    pp 3-15


A cognitive analysis of the Palestrina Myth
Steven Hrotic  pp 16-38


Target Article

Cognitive resource depletion in religious interactions
Uffe Schjoedt, Jesper Sørensen, Kristoffer Laigaard Nielbo, Dimitris Xygalatas, Panagiotis Mitkidis & Joseph Bulbulia  pp 39-55


Commentaries

Religious ritual and modes of knowing: commentary on the
cognitive resource depletion model of ritual
Candace S. Alcorta  pp 55-58


Religious ritual and the loss of self
Steven Brown  pp 58-60


Adding mist to the fog surrounding collective rituals: what are they, why, when and how often do they occur?
David Eilam & Joel Mort  pp 60-63


Cognitive consequences and constraints on reasoning about ritual
Cristine H. Legare & Patricia A. Herrmann  pp 63-65


What are we measuring?
Pierre Lienard, Matthew Martinez & Michael Moncrieff  pp 65-68


Functions, mechanisms, and contexts: comments on “Cognitive resource depletion in religious interactions”
Robert N. McCauley  pp 68-71


Cognitive resource depletion and the ritual healing theory
James McClenon  pp 71-73


Problems for the cognitive-depletion model of religious interactions
Paulo Sousa & Claire White pp 73-76


Ritual and acquiescence to authoritative discourse
Harvey Whitehouse  pp 76-79


Response

The resource model and the principle of predictive coding: a framework for analyzing proximate effects of ritual
Uffe Schjoedt, Jesper Sørensen, Kristoffer L. Nielbo, Dimitris Xygalatas, Panagiotis Mitkidis & Joseph Bulbulia  pp 79-86


Book Review

Shall the religious inherit the Earth? Demography and politics
in the twenty-first century
Michael Blume  pp 87-88



Ir ao site da revista:   Religion, Braind & Behavior

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Entre Deuses e Homens

ENTRE DIOSES Y HOMBRES
La belleza en el mundo clásico

Quando: 4 fevereiro - 12 março
Onde:    Madrid


A próxima segunda-feira dia 4 de fevereiro, começará na sede da CaixaForum Madrid, o ciclo de conferências  Entre deuses e homens. A beleza no mundo clássico, dirigido pela professora Carmen Sanchez, do departAmento de Arte Antiga da Universidade Autónoma de Madrid.



A taxa de entrada é de 4 euros por conferência.


terça-feira, 13 de novembro de 2012

Etnoarqueologia do "Intangivel"


The Intangible Elements of Culture
in the Ethnoarchaeological Research

Quando: 21-23 de Novembro
Onde:  Roma

Durante a última década, "intangível" tornou-se uma palavra-chave na pesquisa antropológica e na gestão do património. As teorias arqueológicas e métodos para a exploração do significado e importância dos artefactos, recursos e modos de regulamento focam-se cada vez mais na evidência "não material". 

Graças a suas características particulares, a etnoarqueologia pode efetivamente favorecer o desenvolvimento do estudo do património cultural imaterial das sociedades vivas, e destacar sua relevância para o estudo do passado. Esta conferência pretende reunir pesquisadores que estudam o papel dos intangíveis na interpretação de dados em seus projetos tnoarqueológicas, a fim de discutir as suas implicações para a pesquisa arqueológica.

A conferência tem como objetivo explorar o papel de "etnoarqueologia do imaterial" nos seguintes tópicos (mas não limitado a): o aprovisionamento de matéria-prima, produção e distribuição de artefactos, modelos de assentamento, , interações humanos-meio ambiente, utilização e perceção do paisagem, relações sociopolítica, características e instalações do asentamento.


 Programa



+INFO no site coloquio:  Etnoarchaeology.org

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

MediterrâneoS

MediterráneoS 2012

Quando: 21-23 Novembro
Onde:   Madrid


As jornadas "MediterrâneoS" são organizados por jovens investigadores do Instituto de Línguas e Culturas do Mediterrâneo e do Oriente Médio (CCHS - CSIC). Este instituto reúne uma grande variedade de projetos dedicados ao estudo das línguas e culturas deste marco histórico, social e geográfico, atendendo as suas origens e influências greco-latinos influências, judeus, árabes e do Oriente Médio. 



Esta reunião tem como objetivo criar um espaço multidisciplinar de debate e reflexão sobre o estudo de corpora escritos ou orais produzidos na área circundante do Mediterrâneo. Desta vez, pretende-se dar um peso significativo para as diferentes abordagens metodológicas de pesquisa de diferentes áreas e disciplinas.


Programa




+INFO no site de:  MediterraneoS 2012

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

O Cerébro "Enculturado" - Neuroantropologia


The Encultured Brain

Lende, d. H. & Downey, G. (eds), The Encultured Brain. An Introduction to Neuroanthropology. MIT Press, 2012, 440 pp
ISBN: 0-262-01778-4


Sinopse
O cérebro é o sistema nervoso são os nossos órgãos mais culturais. Nosso sistema nervoso é especialmente imaturo no nascimento, o nosso cérebro é meses momento desproporcionalmente pequeno em relação ao seu tamanho adulto e aberto para que a cultura o esculpa em diversos níveis. Reconhecendo isso, o novo campo de neuroanthropologia, coloca o cérebro no centro das discussões sobre a natureza do ser humano e da cultura. A Antropologia oferece à ciência do cérebro as aportações mais desenroladas sobre a inculturação, para explicar as diferenças observáveis na função cerebral; pola sua parte a neurociência oferece assim mesmo à antropologia as evidências do papel da neuroplasticidade cerebral na dinâmica social e cultural. O livro, assim pois, oferece um texto fundamental para a fundamentação de uma neuroanthropologia, oferecendo conceitos básicos e estudos de caso nos que se amostram o entrecruzamento esencial entre Cérebro e a Cultura.


INDEX

I On the Encultured Brain   p. 1

1 The Encultured Brain: Development, Case Studies and Methods   p. 3
Greg Downey & Daniel H. Lende

2 Neuroanthropology and Encultured Brain    p. 23
Greg Downey & Daniel H. Lende

3 Primate Social Cognition, Human Evolution, and Niche Construction: A Core Context for Neuroanthropology    p. 67
Katherine C. MacKinnon & Agustin Fuentes

4 Evolution and the Brain   p. 103
Greg Downey & Daniel H. Lende


II Case Studies on Human Capacities, Skills & Variation   p. 139

5 Memory and Medicine  p. 141
M. Cameron Hay

6 Balancing Between Cultures: Equilibrium in Capoeira   p. 169
Greg Downey

7 From Habits of Doing to Habits of Feeling: Skill Acquisition in Taijutsu Practice   p. 195
Katja Pettinen

8 Holistic Humor: Coping with Breast Cancer   p. 213
Kathryn Bouskill

9 Embodiment and Male Vitality in Subsistence Societies   p. 237
Benjamin Campbell


III Case Studies on Human Problems, Pathologies and Variation  p. 261

10 War and Discolation: A Neuroanthropological Model of Trauma among American Veterans with Combat PTSD   p. 263
Erin P. Finley

11 Autism as a Cas for Neuroanthropology: Delineating the Role of Theory of Mind in Religious Develoment      p. 291
Rachel S. Brezis

12 Collective Excitement and Lapse in Agency: Fostering an Appetite for Cigarettes p. 315
13 Addiction and Neuroanthropology   p. 339
Daniel H. Lende

14 Cultural Consonance, Consciousness, and Depression: Genetic Moderating Effects on the Psychological Mediators of Culture   p. 363
William W. Dressler, Mauro C. Balieiro, and José Ernesto dos Santos

IV Conclusion   p. 389

12 The Encultured Brain – Toward the Future  p. 391
Daniel H. Lende and Greg Downey

Contributors  p. 421
Index   p. 423



+INFO sobre o livro no site de:  MIT Press