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domingo, 17 de maio de 2026

A Origem dos Castros Britânicos - Tese

The Origins of British Hillforts

Campbell, L. (2021):  The Origins of British Hillforts: A comparative study of Late Bronze Age hillfort origins in the Atlantic West. Tese doutoral apressentada na Universidade de Liverpool.

Sinopse   
O final da Idade do Bronze na Grã-Bretanha (c. 1250–750 a.C.) foi um período de reorganização econômica e social: padrões agrícolas e de assentamento, práticas funerárias e de deposição, todos sofreram mudanças e desenvolvimentos significativos. 


Esta tese examina as evidências da ocupação e outeiros fortificados no oeste atlântico da Grã-Bretanha durante esse período formativo. Concentrando-se nas razões pelas quais as comunidades começaram a unir-se nessa época para construir esses monumentos impressionantes, esta tese fornece informações sobre como essas comunidades estavam organizando a paisagem em um período em que os primeiros efeitos da deterioração climática começavam a ser sentidos. 


Os castros, em vez de serem locais marginais distantes dos centros populacionais, desempenharam um papel importante para as comunidades que transitavam do mundo seguro e estável da Idade do Bronze Média para as realidades emergentes da vida em um ambiente mais imprevisível. O oeste atlântico da Grã-Bretanha, que aqui abrange o País de Gales e o sudoeste da Inglaterra, é uma área que, até recentemente, ficou atrás da região centro-sul da Inglaterra, mais conhecida e estudada. 


Esta tese procura demonstrar que, longe de ser uma região periférica, as comunidades do oeste atlântico desenvolviam sítios no topo de colinas por toda a paisagem, proporcionando um local seguro e central para encontros comunitários e atividades pastoris. As ligações marítimas através do Mar da Irlanda até os castros da Idade do Bronze Final na Irlanda (O'Brien e O'Driscoll 2017) são exploradas para verificar se o ocidente atlântico da Grã-Bretanha fazia parte de uma região mais ampla com foco no oeste, em vez de uma com ligações no leste, em direção ao centro-sul da Inglaterra. 


Estes asssentamente foram construídos como locais projetados para serem vistos em toda a paisagem, proporcionando uma manifestação física do sentimento de pertencimento à comunidade para as pessoas que os construíram. Embora as evidências de assentamento sejam escassas, o ato de cercar o espaço parece ter sido o principal motivador. Isso, juntamente com a disponibilidade de fontes de água, sugere que esses sítios funcionavam como centros de apoio às atividades sazonais de transumância associadas à agricultura pastoril, semelhantes aos sambaquis das terras baixas. Somando-se às evidências de objetos pessoais, ferramentas e armas encontradas nesses sítios no topo das colinas, sugere-se que eles também serviam como locais para encontros comunitários e banquetes, com o objetivo de fortalecer a coesão social em uma sociedade em constante transformação. 


Evidências cerâmicas corroboram essa hipótese, com indícios de interconectividade em toda a paisagem. Os resultados desta investigação ajudarão a contextualizar o papel que esses sítios no topo das colinas desempenharam para as comunidades que os construíram no oeste atlântico.aprofundando nossa compreensão da Idade do Bronze Final como um período de transição em que as pessoas tentavam criar estabilidade em um mundo em transformação.

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Descarregar a tese em:  Bronze Age hillfort origins

terça-feira, 14 de abril de 2026

Construções Defensivas Pré-romanas - Webinar

Construcciones defensivas de época prerromana en la Península Ibérica

Quando: 22-23 de Abril
Onde: On-line

O Instituto de Patrimonio Cultural de Espanha organiza os dias 22-23 de este mês um wedinar sob o título "Construções defensivas pré-romana na Península Ibérica. Uma análise desde a arqueologia"


O curso tem como objetivo analisar, estudar e compreender a arquitetura defensiva pré-romana na Península Ibérica através de exemplos paradigmáticos bem preservados. Especificamente, focaremos em estudos arqueológicos. 


O curso conclui com mecanismos para a valorização e conservação deste património fortificado, tomando como referência o já mencionado Plano Nacional de Arquitetura Defensiva. Este documento tem sido fundamental para o estabelecimento de critérios, métodos e técnicas de conservação, bem como mecanismos de colaboração entre as administrações públicas.


A participação neste curso é gratuita, mas está sujeita a inscrição prévia no seguinte link, Os participantes selecionados receberão um link/convite para acessar as conferências virtualmente. O número máximo de participantes é 400. O período de inscrição estará aberto até 17 de abril de 2026, ou antes, caso as vagas disponíveis sejam preenchidas.

Programa


+INFO sobre isto em:  Construcciones Defensivas Prerromanas

quinta-feira, 11 de setembro de 2025

Castros, Povos e Cidades Galaico-Romanos - Curso

Castros, pueblos y ciudades 
galaico-romanos

Quando: 7-16 outubro
Onde: Corunha e on-line

O centro asociado da Corunha da UNED organiza um curso de extenssão universitaria inpartido pela professora Rosa Branhas Abad que tera por título "Castros, Povos e Cidades Galaico-Romanos".




Muito antes da conquista romana , os galaicos viviam em castros (povoados elevados e fortificados). Essa conquista, que se desenvolveu ao longo de várias etapas, do século II a.C. ao final do século I a.C., culminou na incorporação do noroeste da Península Ibérica ao Império Romano de Augusto . Através de um processo de aculturação gradual ou " romanização ", essas populações assimilaram gradualmente a língua, as instituições, os costumes e o modo de vida geral do mundo romano até a chegada dos suevos no início do século V.



Este curso, interessa-se particularmente pelo processo de implantação territorial do modelo romano sob o fundo populacional castrejo. Para compreender este processo, existem de diversas fontes históricas de informação: literárias, arqueológicas e, fundamentalmente, epigráficas (inscrições), graças às quais se pode ter uma ideia de como teria ocorrido a mudança romanizadora.

Programa 

martes, 7 de octubre

16:30-19:30 h. Introducción: Las estructuras 
político-territoriales romana y galaica
I. La organización jurídica romana de la 
Gallaecia: de regio a provincia
II. La organización territorial romana: 
entidades y formas de asentamiento
 

miércoles, 8 de octubre

16:30-19:30 h.
II.1. Los aglomerados primarios (las urbes galaico-romanas)
II.2. Los aglomerados secundarios (pueblos o villas)

martes, 14 de octubre

16:30-19:30 h.
II.3. Asentamientos dispersos de carácter familiar: las villae
III. La promoción jurídica de los indígenas y de
 sus comunidades: del estatuto peregrino
 al derecho latino y los municipios
III.1. Los castros y su evolución arqueológica

miércoles, 15 de octubre

16:30-19:30 h.
III.2. Fuentes textuales: epígrafes funerarios, 
pactos de hospitalidad, edicto imperial
III.3. Castros-capital y castros-aldea 
Conclusión

jueves, 16 de octubre

16:30-16:30 h.
Visita guiada ao Castro de Elvinha
 Necessária la inscrição previa 


+INDO e matricula em: Castros, pueblos y ciudades

terça-feira, 1 de outubro de 2024

Uma Biografia do Poder - Livro

A Biography of Power

Moore, T. (2020): A Biography of Power: Research and Excavations at the Iron Age 'oppidum' of Bagendon, Gloucestershire (1979-2017). Archaeopress. Oxford.   ISBN: 9781789695342

Sinopse  
Uma Biografia do Poder explora a natureza mutável do poder e da identidade desde a Idade do Ferro até ao período romano na Grã-Bretanha.


Apresentando os resultados detalhados de escavações e integrando uma série de estudos especializados abrangentes, o livro fornece novas aportações sobre as origens e a natureza de um dos oppida menos conhecidos, mas talvez mais significativos, do final da Idade do Ferro na Grã-Bretanha: Bagendon em Gloucestershire.


Combinando os resultados de uma pesquisa geofísica de grande escala com a análise de escavações históricas e novas, este volume reavalia a ocupação da Idade do Ferro em Bagendon. Revela evidências de diversas atividades artesanais e complexas redes de intercâmbio regional que viam gado e pessoas a viajar para Bagendon vindos do oeste do Severn. 


Os resultados da escavação de dois recintos morfologicamente invulgares, semelhantes a banjos, e de um dos diques anteriormente não examinados, revelaram que o Bagendon oppidum tinha origens anteriores e funções mais complexas do que se imaginava anteriormente. O volume também fornece novas aportações sobre a natureza da Idade do Ferro e da paisagem romana em que Bagendon estava situada. O detalhe da descoberta de duas villas romanas, até então desconhecidas, em Bagendon demonstra o significado contínuo desta paisagem na antiga província romana.


Este volume redefine Bagendon como uma paisagem de poder, oferecendo importantes insights sobre a natureza mutável das sociedades desde a Idade Média do Ferro até ao período romano. Exige uma reavaliação radical de como definimos os complexos oppida e a sua importância sócio-política na viragem do primeiro milénio AC.

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Descarregar o livro em: A Biography of Power

sábado, 13 de julho de 2024

Castros, Poleis e aldeias na Tessália


A Grécia tem sido percebida como um mundo de cidades, numa época em que o urbanismo na Europa era excecional ou simplesmente inexistente, em contraste com o Oriente Próximo. Nesta linha, historicamente considerou-se o processo de urbanização europeu como uma irradiação do modelo de cidade grega, uma imagem que tem sido questionada e matizada pelo desenvolvimento dos estudos sobre os sítios urbanos na Europa temperada na Iª Idade do Ferro e final da proto-história. 


Esta perspetiva que forma parte do sentido comum é a que vem a ser questionada precisamente por um recente artigo, que exprime o argumento contraintuitivo de que a desenvolvimento urbano realmente seria algo tardio, que não seria sustentável na Grécia Arcaica e Clássica e do que apenas se poderia topar a partir do período helenístico. Os autores atribuem a projeção do conceito urbano como esquema geral ao mundo grego á equiparação do termo com o conceito grego de polis, unidade política ou forma de organização política traduzida topicamente como cidade-estado. 


Nos últimos anos se tem questionado a própria ideia de que a polis poda ser considerada como "estado" (Berent, 2000; 2006, Paiaro, 2009), questionamento que já podemos ver no XIX na argumentação de um Koprotkin da cidade como forma não estatal de governo. Outra dificuldade é o conhecido caso de Esparta definida institucionalmente como polis em quanto comunidade política, mas com uma clara carencia de qualquer estrutura arquitetónica urbana. 


Assim existindo uma organização política definida, com magistraturas (eforoi) e órgãos de governos (Gerousia, Apela), não existia uma concentração habitacional simetrica, fichando a população repartida ntre vários núcleos de pequeno tamanho, as 4 aldeias (obai). Aliás Esparta tens ido vista apenas como uma exceção, um hapax, que consequências para a validação do modelo geral políade. O artigo precisamente inverte isto considerando em realidade o caso espartano mais próximo a generalidade:

"O termo 'cidade' é frequentemente usado de forma intercambiável na literatura acadêmica com ' polis ' (pl. poleis ), uma palavra que carregava vários significados na antiguidade. Originalmente, polis implicava uma fortaleza, mas ao longo dos séculos gradualmente passou a denotar 'cidadela', 'uma comunidade de cidadãos' e 'assentamento urbano' - às vezes simultaneamente (Hansen & Nielsen 2004: 39–46). A pesquisa sobre a "antiga cidade grega" está tão fortemente ligada à pesquisa sobre a pólis que é difícil encontrar um estudo que alegue estar preocupado com a primeira que não seja também um estudo da última. Como as origens das pólis (como comunidades) foram rastreadas até a Idade do Ferro, os primórdios do urbanismo grego foram localizados no mesmo período por inferência. Há notavelmente pouca evidência arqueológica, no entanto, para apoiar a existência de grandes assentamentos urbanos na Grécia nesta época, um fato que é reconhecido até mesmo por aqueles estudiosos que defendem um desenvolvimento inicial do urbanismo"
Pela dificuldade que tem a avaliação dos traços urbanos em contextos no que a facies arcaica se topa superposta e consequentemente alterada por um forte peso do urbanismo posterior (tanto antigo como contemporâneo) nas grandes cidades como Atenas ou Corinto os autores prateiam a necessidade do estudo da organização do povoamento em regiões periféricas menos alteradas como pode ser a Tessália, adotada como estudo de caso.

restos arqueológicos musealiçados in situ na cidade de Atenas

Partindo dos critérios para definir o urbanismo propostos por Michael E. Smith os autor conclui que há uma falta de evidência direta de urbanismo generalizado antes do final do século IV A.C, pela contra a Grécia continental se mostra durante este abano temporal como um mundo estruturado fudamentalmentne por um povoamento rural disperso de aldeias. 


Sugerindo ademais que os maiores centros do período arcaico e clássico como Atenas, Corinto ou Esparta seriam apenas aglomerados de aldeias, observando-se apenas ao final do período arcaico uma certa nucleação mal conhecida, e da que apenas se infere o caráter de urbana por evidências indiretas como a presença de grandes necrópoles que pelas traças de um urbanismo propriamente dito. Como alternativa, o autor observa como claras mostras de uma organização política da comunidade na epigrafia e nas fontes históricas se dão igualmente em regiões da Grécia onde não se hã núcleos urbanos senão que respondem a organizações de tipo federal (koinon)



O caso da Tessália tomado como exemplo pelo autor mostra um povoamento organizado em aldeias junto a recintos fortificados no topo das colinas. Estes castros não apresentam paradoxalmente evidência de nenhum assentamento permanente dentro das suas muralhas, nem material cerâmico ou de atividades humanas domesticas, tampouco apresentam na sua proximidade necrópoles, estando ausente recursos críticos para qualquer forma de povoamento como as fontes ou poços de água. 




De facto a falta de povoamento se estende frequentemente as próprias imediações de estes sítios fortificados, pelo qual o Rönnlund propõe funcionalidades como a de servir de lugares de refugio temporais durante incursões bélicas, centros de agregação ocasional para reuniões políticas ou de tipo religioso e ritual, num caso dos estudados o Kastro de Xylades (Farsala) na época helenística se documenta um pequeno santuário dentro do recinto. 


Em outro caso, o de Vlochos, o recinto arcaico passou a formar parte da acrópole de uma cidade dois séculos após, mas as novas fortificações urbanas não utilizaram o antigo muro de fechamento, nem o topo da colina fora usado como lugar de habitação.

"Esses fortes de colina, juntamente com os locais de vilas contemporâneas nos vales circundantes, apresentam uma imagem semelhante à visão de Ehrenberg (Ehrenberg 1969: 23)  da Grécia da Idade do Ferro Inicial, onde os castros comunais atuavam como “cidadelas de refúgio” para “uniões cantonais” de populações dispersas de aldeias em tempos de conflito. É provável que os castros tenham sido instrumentais na criação dessas uniões, sendo o que Morgan (2003 : 49) descreve como “grandes sítios”, e que as muralhas funcionavam na encenação e negociação de identidades locais. A construção coletiva das fortificações -provavelmente exigindo muitos anos de trabalho comunitário- deve ter criado um senso aprimorado de identidade compartilhada. Os resultados forneceram às populações dispersas das aldeias um ponto focal central e visual na paisagem, transformando a noção abstrata da 'união cantonal' em algo real e tangível" 
Como corolário polémico o autor opõe esta reconstrução do ordem de coisas grego como contraste aos chamados "assentamentos principescos" (fúrstesitzse) da zona alpina e centro-europeia durante o periodo de Hallstatt como a Heuneburg que paradoxalmente estariam mais próximos uma definição canonico de urbanismo na altura que as maior parte das poleis gregas. 

reconstrução da Stoa de Atalo em Atenas
  
Entende que estas comunidades políticas adquirem uma fisionomia plenamente urbana apenas com o início do período helenístico, como resultado de um programa de monumentalizarão vinculado ao emergir das novas realidade políticas de carácter imperial em interrelação com a velha realidade institucional poliádica. 
  

Artigo

Rönnlund R. (2024): "Princely seats’ and Thessalian hillforts: pre-urban Greece and the diffusion of urbanism in Early Iron Age Europe" Antiquity Nº 98/399 pp. 743-757. DOI:10.15184/aqy.2024.65  
   
Bibliografia complementar

Berent M. (2000): "Anthropology and the classics: war, violence, and the stateless polis." The Classical Quarterly Nº 50/1 pp. 257-289

Berent M. (2006): "The Stateless Polis: A Reply to Critics" Social Evolution & History Nº 5/1, pp. 140–162 PDF

Ehrenberg, V. (1969): The Greek state. Methuen. Londres 

Kropotkin, P. (2016): El apoyo mutuo. un factor de evolución. Pepitas de Calabaza. Logronho

Paiaro, D.(2009): "Las formas de coacción y la pólis: ¿Era Atenas Clásica una sociedad no-estatal?" XII Jornadas Interescuelas/Departamentos de Historia. Departamento de Historia, Facultad de Humanidades y Centro Regional Universitario Universidad Nacional del Comahue, San Carlos de Bariloche. Bariloche. PDF

Morgan, C. (2003). Early Greek states beyond the polis. Routledge. Londres

Smith, M.E. (2016): "How can archaeologists identify early cities? Definitions, types, and attributes"  Fernández-Götz, M. & Krause, D. (ed.): Eurasia at the dawn of history: urbanization and social change: Cambridge University Press. Cambridge pp. 153–68  PDF

Smith, M.E. )2020): "Definitions and comparisons in urban archaeology" Journal of Urban Archaeology Nº 1 pp. 15–30 PDF


sexta-feira, 19 de abril de 2024

XII Jornadas Galego-Portuguesas

XII Jornadas Galego-Portuguesas


Quando: 11-12 Maio
Onde: Pitões das Junias
  

Programa

Sábado 11 de Maio

1º Painel de manhã: (Apresenta Maria Dovigo)

09:30  Apresentação

10:00 Galaicos e Lusitanos: Afinidades culturais e 
linguísticas no âmbitoda celticidade
Carlos Carneiro

10:45 Ritos de consagração e reconsagração num povoado 
da Idade deFerro do Norte de Portugal”
Dulcineia Pinto

11:30 Debate

13:30 Comida

2º Painel de Tarde (Apresenta João Paredes)

16:00 Celtismo e panceltismo na Galiza, em Portugal 
e na Europa,passado e presente
Santi Bernardez

16:45 Mitologia na literatura: uma perspetiva
Samuel F. Pimenta

17:30  Debate

3º Painel Tarde de sábado (Apresenta Maria Dovigo)

18:15 Apresentação do livro Oceanoe. 
Apresentam a Irene Veiga e a Noe Vazquez

8:45 Galegos em Lisboa. A sua música e dança 
através dos tempos
Paulo Marinho

20:30 Ceia

Domingo 12 de Maio

4º Painel Tarde de sábado (Apresenta João Paredes)

10:30 Visita ao Centro Interpretativo do Lobo Ibérico: 
A relação mitológica e histórica dolobo com o mundo céltico”.

13:00: Comida
   


+INFO sobre as jornadas no site do: DtS

sábado, 14 de outubro de 2023

Paisagens Fortificadas da Idade do Ferro

Paisajes fortificados 

de la Edad del Hierro


Berrocal Rangel, L. & Moret, P. (eds) (2007): Paisajes fortificados de la Edad del Hierro, las murallas protohistóricas de la meseta y de la vertiente atlántica en su contexto europeo. Actas del coloquio celebrado en la Casa de Velázquez. Real Academia de la Historia. Madrid   ISBN: 9788496820104


Sinopse  
As muralhas da Antiguidade constituíam a paisagem das cidades e dos territórios, mas também faziam parte da sua ideologia. L. Berocal e P. Moret, dois dos maiores especialistas em fortificações pré-romanas da Península Ibérica, oferecem nesta obra uma síntese atual e inovadora destes aspectos em que colaboram os melhores especialistas da Europa Ocidental. 


Um conjunto de 16 artigos oferece uma visão geral das fortificações tartessianas, celtas, fenícias e gregas, ibéricas e galegas da Hispânia, uma visão que é completada por outras contribuições sobre as Ilhas Britânicas e a França Central e Oriental. 


A obra inclui também estudos recentes sobre as principais fortificações hispânicas pré-romanas e sobre a musealização do variado património fortificado de Espanha, tornando-a imprescindível para todos os interessados ​​nas diferentes áreas mencionadas.

INDEX


Descarrega o livro em: Paisages fortificadas de la Edad de Hierro