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sexta-feira, 27 de março de 2026

O Tratado do Ebro, 2250 anos após

El tratado del río Iber 
2250 años después

Diplomacia e imperialismo en 
el Mediterráneo occidental antiguo

Gerion Nº 43/2 - 2025
    

INDEX

Un tratado fluvial, un delta historiográfico: 
Cartago, Roma, el Ebro y los otros. 
Estudio introductorio pp. 297-325 
Eduardo Sánchez Moreno

El tratado del Ebro, las políticas de Asdrúbal 
y de Roma en Hispania y el contexto 
internacional pp. 327-351
Adolfo Domínguez Monedero

Relaciones exteriores y diplomacia cartaginesa
 en el primer período de entreguerras 
(241-218 a.C.)  pp.  353-373
Gabriel Rosselló Calafell

Antecedentes y consecuencias del 
tratado de Asdrúbal pp. 375-389
Pedro Barceló

Rivers as Boundaries and “Borderscapes” 
in Ancient Diplomatic Practice  pp. 391-407
Hannah Cornwell

τῶν Κελτῶν φόβον. Los galos cisalpinos
 y el tratado del Ebro pp. 409-428
Alberto Pérez Rubio

Pactar en un mundo de otros: Los actores 
hispanos y su influencia en el tratado 
del Iber del 226 a.C. pp. 429-453
Miguel Esteban Payno,
 Jorge García Cardiel

Cauces fluviales y geopolítica romana 
durante la primera fase de expansión 
en la península ibérica (218-195 a.C.):
el papel del río Ebro pp. 455-470
Enrique García Riaza

Varia

La commemorazione della battaglia di 
Geraneia nell’epitafio di Lisia per 
i caduti della guerra di Corinto 
(Lys. Epit. 48-53) pp. 471-495
Michael Castellino

La historia del imperio ateniense 
como argumento retórico en 
Isócrates pp. 497-508
Laura Sancho Rocher

La mano perdida de C. Mucio: 
La manipulación de una leyenda 
fundacional en Dionisio de 
Halicarnaso pp. 509-524
Benjamin Adam Jerue

Misure cesariane in tema di debiti 
e loro riflessi nella crisi del 
33 d.C. pp. 525-537
Federico Russo

Voz y fórmula en la epigrafía métrica 
romana: el epitafio inédito de Caius 
Furnius Primigenius pp. 539-552
María Limón Belén ,
 Sergio España Chamorro

Análisis lingüístico y recurso de apelación 
en el Concilio de Nicea (325): un estudio 
unitario sobre la controversia documental 
acontecida en el primer concilio ecuménico 
y el debate en torno al homoousios 
pp. 553-574
Unai Buil Zamorano

From temple to church: una nueva revisión 
metodológica sobre el estudio del paisaje 
religioso en el Egipto tardoantiguo 
pp. 575-595
Ariadna Guimerà

Noticias

Entrevista a Ana Iriarte Goñi, catedrática 
de Historia Antigua pp. 597-605
María Secades Fonseca


Ir ao número da revista: Gerion Nº 43/2 . 2025

sexta-feira, 15 de agosto de 2025

Encarceração no Mediterrâneo Antigo - Livro

Ancient Mediterranean Incarceration

Larsen, M.D.C & Letteney, M. (2025): Ancient Mediterranean Incarceration. University of California Press. Oakland.  ISBN: 978–0-520–42260-5  DOI: 10.1525/luminos.239

Sinopse   
Este livro examina espaços, práticas e ideologias de encarceramento na antiga bacia do Mediterrâneo, de 300 a.C. a 600 d.C. Analisando uma ampla gama de fontes -incluindo textos jurídicos, achados arqueológicos, evidências documentais e materiais visuais-. 


Matthew D. C. Larsen e Mark Letteney argumentam que as prisões eram parte integrante do tecido social, político e econômico das sociedades antigas. Ancient Mediterranean Incarceration traça uma longa história de práticas carcerárias, considerando as maneiras pelas quais a instituição da prisão tem sido fundamentalmente interligada as questões de classe, etnia, género e imperialismo. 


Ao destacar as vozes e experiências dos presos, Larsen e Letteney demonstram a extraordinária durabilidade das estruturas carcerárias ao longo do tempo e clamam por uma nova consciência histórica em torno das práticas contemporâneas de encarceramento

INDEX


Descarregar em: Ancient Mediterranean Incarceration

segunda-feira, 16 de setembro de 2024

Materialidade e Diplomacia no Mediterrâneo Antigo

The Materiality of Diplomacy 
in the Hellenistic-Roman Mediterranean

Sánchez Moreno, E. & García Riaza, E. (eds.) (2024): The Materiality of Diplomacy in the Hellenistic-Roman Mediterranean. Gifts, Bribes, Offerings. Edinburg University Press. Edinburgo.  ISBN: 9781399530385
     
Sinopse  
Este volume é um levantamento de uma das práticas mais interessantes da diplomacia antiga: a doação ou troca de objetos simbólicos entendidos como presentes diplomáticos. Esse costume pode ser tão antigo quanto a humanidade, mas certamente pode ser rastreado até o surgimento das primeiras sociedades escritas. 



Após avaliar esse contexto, as contribuições do volume concentram-se numa época histórica transcendental: o período helenístico (do final do século IV A.C. ao final do século I A.C.), que se sobrepõe parcialmente à expansão da República Romana no Mediterrâneo. O livro reúne especialistas internacionais que abordam o assunto de diferentes perspetivas cronológicas, geográficas e temáticas. 



Uma proposta estimulante que abre novos pontos de vista para o estudo da Antiguidade e da História da Diplomacia. Ele fornece uma abordagem inovadora para o estudo da diplomacia antiga, com base em fatores condicionantes culturais e perceção subjetiva do presente e ilumina questões atuais, como o papel da diplomacia e do diálogo entre culturas como meio de resolução de conflitos.
  

INDEX

Introduction: Unboxing the Gift. Diplomatic 
Presents in their Cultural Contexts
Eduardo Sánchez Moreno & Enrique García Riaza

I. A Background for Gifts in Action: 
Gracing Gods, Kings and Cities
  
2. Diplomatic Gifts in the Biblical Context of the Sixth to 
Fourth Ceturies B.C. A Systematic Study of Deuteronomistic 
History (Joshua – 2 Kings)
Francesc Ramis Darder

3. Greek Cities and Diplomatic Gifts in the Classical Period
Dominique Lenfant

4. Gifts for the Gods and Keimelia. Some Reflections 
on Arms as Diplomatic Gifts in the Greek World
 María del Mar Gabaldón Martínez

II. From Asia Minor to Lusitania: 
The Multiple Use of Gifts in an Interconnected World
  
5. Crowns to Rome: Honours, Gifts and Hellenistic Diplomacy
Andrew Erskine

6. The Romans and Gifts from the Greeks: 
The Story of an Ostentatious Rejection
Nathalie Barrandon, Anthony-Marc Sanz
 & Enrique García Riaza

7. Gift, Debt, Anxiety in Late Hellenistic Times. On the 
Cautiousness and Attitudes of Achaeans, Macedonians
 and Bastarnae Towards Diplomatic Presents
Miguel Esteban Payno & Gerard Ventós Rodríguez

8. Buying Goodwill, Granting Rewards: The Roman 
Headquarters as a Space of Diplomatic Interaction 
Borja Vertedor Ballesteros

9. From Presents to Bribes: Symbolic and Political Evolution of 
the Diplomatic Gift in Relations between Romans and Numidians
Esther Sánchez Medina & Gabriel Rosselló Calafell

10. Torques, Horses, and Gold: Approaching 
Diplomatic Gifts in Gaul
 Alberto Pérez Rubio

11. Do ut des. Liberating Hostages and Offering Gifts 
on the Hispanian Front in the Second Punic War
 Eduardo Sánchez Moreno & Jorge García Cardiel

12. Gold for the Romans. Booty, Gifts, and Bribes during
 the Roman Conquest of the Western Iberian Peninsula
Manuel Salinas de Frías

13. Bonding Gifts. Material Exchange and Political 
Alliance during the Sertorian War
David García Domínguez & Diego Suárez Martínez

Epilogue: Gifts at the Edges of the World: Diplomatic 
Exchanges in the Roman West and Early Colonial Chile
Tomás Aguilera Durán


+INFO sobre o livro em: Materiality of Diplomacy

domingo, 14 de janeiro de 2024

Os Limites dos Imperios

The Limits of Universal Rule

Pines, Y., Biran, M., & Rüpke, J. (eds.) (2021): The Limits of Universal Rule: Eurasian Empires ComparedCambridge University Press. Cambridge.  ISBN: 9781108771061  DOI: 10.1017/9781108771061


Sinopse 
Todos os grandes impérios continentais proclamaram o seu desejo de governar “o mundo inteiro”, investindo recursos humanos e materiais consideráveis na expansão do seu território. Cada um deles, no entanto, acabou por ter de parar a expansão e aceitar uma mudança para uma estratégia defensiva. 


Este volume explora os fatores que facilitaram a expansão e contração dos impérios eurasianos: da ideologia à ecologia, das considerações económicas e militares à mudança na composição das elites imperiais. Construída em torno de um conjunto comum de questões, uma equipa de especialistas líderes compara sistematicamente um amplo conjunto de impérios eurasianos desde o Irão aquemênida, os romanos, a China Qin e Han, passando pelo califado, os bizantinos e os mongóis até os otomanos, safávidas, mogóis, Russos e Ming e Qing China. 


O resultado é uma análise de última geração dos principais empreendimentos imperiais na história da Eurásia, desde a antiguidade até o início da modernidade, que discerne pontos em comum e diferenças nas trajetórias espaciais dos impérios.

INDEX


+INFO sobre o livro em: Limits of Universal Rule

A Ascenção e Queda dos Imperios - Congresso

Auge y Caída de Imperios

Quando: 18-19 Janeiro
Onde: Madrid


O proximos dias 18 e 19 de Janeiro o Circulo de Bellas Artes de Madrid e o projeto FAILURE organiçam o Congresso Internacional "Ascensão e Queda dos Impérios" procura abordar diferentes reconsiderações sobre o fracasso de configurações políticas extensas. Terá dois grandes temas subjacentes, Idades do Império e Impérios entre 1500 e 1850.


Ao longo da história e de diferentes áreas do conhecimento, a forma “império” despertou o interesse de figuras como Aristóteles, Heródoto, Edward Gibbon, Karl Marx, Oswald Spengler e, mais recentemente e incorporando a decantação “imperialismo”, podemos também encontrar reflexões sugestivas em Edward Said, John Darwin, Michael Hardt, Toni Negri, Jane Burbank ou Saskia Sassen.


Algumas das questões que farão parte do primeiro bloco são: as entidades políticas complexas prestam-se a ser analisadas a partir de uma analogia biológica ou orgânica, tendo em conta o seu possível “momento vital”? falamos de fracasso no projeto cosmopolita que parte do Iluminismo francês? Podemos concluir a descolonização? Até que ponto o discurso político contemporâneo é moldado por uma retórica do fracasso? Será feita referência às analogias biológicas das configurações imperiais, dos impérios modernos e da globalização, da crise de legitimidade e do desmantelamento da política, do fracasso político e da retórica, e do cosmopolitismo e da descolonização.


O quadro cronológico, 1500-1850, serve para repensar diferentes particularidades sobre a ascensão e queda, os limites e a resiliência das diferentes configurações políticas que a investigação histórica (e por vezes os próprios atores do período) chamou impérios. 


Entre estes dois marcos temporais, condensou-se grande parte da experiência histórica de formações políticas alargadas como o império Mughal, Safávida, Otomano, Chinês, Espanhol ou Britânico, bem como diferentes experiências coloniais lideradas pela Holanda, França e outros territórios europeus. Não menos importantes para os objetivos deste congresso, foram também relevantes reflexões sobre as causas da queda dos impérios Asteca e Inca e sobre o próprio Império Romano, modelo histórico e historiográfico por excelência.


As últimas duas décadas deram origem a uma crescente investigação comparativa sobre estas questões, mas um tema tão tradicional quanto vibrante continua a ser a investigação das causas, fases e natureza da ascensão e queda dos impérios, bem como a constante procura por critérios de conservação, de elementos que impeçam o declínio dos impérios, ancorando-os na maturidade e evitando a sua velhice ou morte.

Programa


+INFO sobre o congresso: Auge y Caída de Imperios

sexta-feira, 26 de maio de 2023

Decolonizar o Imperio Romano



Deixamos aqui o vídeo de esta magnífica palestra proferida o passado dia 16 de maio dentro da serie de webinars organizados pelo TRAC 2023 pelo professor David Mattingly e que teve por titulo "Decolonising the Roman Empire. A view from North Africa" ~

A palestra oferece algumas reflexões decorrentes de um projeto de livro recentemente concluído (Between Sahara and Sea. Africa in the Roman Empire, no prelo Michigan University Press, agosto de 2023). Concebido como um gêmeo de um livro anterior (An Imperial Possession. Britain in the Roman Empire, Penguin 2006), o livro continua a explorar a aplicação de aspectos do pensamento pós-colonial ao estudo do império romano. 


Em consonância com os desenvolvimentos disciplinares mais recentes, o novo livro também se ocupa da questão de como se pode procurar ativamente descolonizar a narrativa, tentando de desenvolver uma teoria da identidade discrepante em relação a diferentes grupos nas sociedades provinciais romanas.


quarta-feira, 3 de maio de 2023

Decolonizando o Imperio Romano

Decolonising the Roman Empire 
A view from North Africa  

TRAC Webinar Keynote


Quando: 16 Maio
Onde: on-line


O dia 16 de maio terça-feira dentro da serie de webinars organizados pelo TRAC 2023 há ter lugar uma palestra proferida pelo professor David Mattingly. A sua pesquisa principal de é sobre a arqueologia do império romano e seus vizinhos, especialmente na Grã-Bretanha e na África, mas também variando mais amplamente em termos cronológicos e geográficos. organizou projetos em diversas áreas: Líbia, Itália, Jordânia, Tunísia, Marrocos e Grã-Bretanha. 


Uma grande série de projetos o levou além das fronteiras do império romano na Líbia (o coração do Saara de um povo importante chamado Garamantes) e no Marrocos. A gestão do patrimônio é outro interesse, em particular as ameaças atuais à arqueologia, como no Projeto de Arqueologia Ameaçada do Oriente Médio e Norte da África. 




A sua pesquisa concentra-se no estudo da tecnologia agrícola de assentamento rural (especialmente produção de azeite), mineração antiga e economia; urbanismo e economia urbana; abordagens pós-coloniais e decoloniais para o impacto de Roma; a evolução das fronteiras militares romanas.


A Série de Webinar TRAC 2023 é generosamente apoiada pela Sociedade para a Promoção de Estudos Romanos.O link do Zoom e a senha necessários serão incluídos no seu e-mail de confirmação após o registro. O registo gratuito e pode-se fazer a traves de este enlace



domingo, 23 de novembro de 2014

Geopolítica do Imperio Romano - Livro

GÉOPOLITIQUE DE L´EMPIRE ROMAIN

Le Bohec, J., Géopolitique de l’Empire romain. Ellipses, 2014. 256pp.  ISBN: 9782340002586


Sinopse
Como se pudo constituir e pudo manter ao longo do tempo um império que reuniu a povos tão diversos, cujas fronteiras se estendiam sobre 17 000 km, e cuja segurança não estava assegurada, na época, mas que por uma trintena de legiones que, com seus auxiliares, representavam apenas uma força de 250 000 homens?


Esta obra analisa as condições políticas, militares, económicas e ideológicas que permitieram a uma pequena cidade do Lacio impor-se à Itália e depois a tudo o conjunto do Mediterrâneo. 



Permite compreender como, ao fio dos séculos, o pragmatismo dos generais e dos imperadores lhes permitiu explodir da melhor maneira os meios de que dispunham e as condições geográficas muito diversas que apresentava este vasto conjunto territorial, para assegurar a expansão e preservação do seu domínio.


INDEX



+INFO sobre o livro:  Géopolitique de l’Empire romain

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Imperialismo e Identidade no Mundo Romano

Imperialism and Identity at the Edges of the Roman World 2

Quando: 18-22 Setembro
Onde: Valjevo (Serbia)


O Congresso Internacional Imperialism and Identities at the Edges of the Roman World será realizado no Petnica Science Center, em setembro deste ano entre os dias 18-22 do setembro. A versão final do programa do congresso pode ser descarregado neste enlace . O congresso está aberta a não-participantes e visitantes interessados pela temática


  Programa



+INFO sobre o congresso:  Imperialism & Identity