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quinta-feira, 26 de março de 2026

Ficheiro Epigráfico Nº 287 - 2026

FICHEIRO EPIGRÁFICO 

Nº 287 2026

INDEX

 943 – Inscrição romana inédita de Vilar 
de Maçada, Alijó (Ciuitas Ignota, Conuentus 
Bracaraugustanus, Hispania Cit.)
Armando Redentor, Rúben Mendes, 
Gerardo Vidal Gonçalves e Dina Pereira

944 – Estudio preliminar de la pieza hallada 
en Nogales (Badajoz) (Ager Emeritensis, 
Provincia Lusitania)
Ara Andújar Martínez


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sábado, 28 de fevereiro de 2026

Sítulas de Bronze e Cerâmica - Tese

Interaccións entre olería e metalurxia na Cultura
 Castrexa

Seoane Novo, C. (2018): Interaccións entre olería e metalurxia na Cultura Castrexa: sítulas de bronce e as súas analoxía cerámicas. Tese doutoral apressentada na Universidade de Santiago. 

Sinopse 
O principal objetivo desta tese de doutorado é fornecer uma nova perspectiva para os estudos de cerâmica e metalurgia da Idade do Ferro na península noroeste, estabelecendo paralelos entre ambas as produções. 


Há décadas, a literatura arqueológica tem feito referências contínuas à possível origem metálica de certas formas e/ou decorações no catálogo cerámico castrejo. Para isto, assume-se a ideia de que a cerâmica e o metal dos castros não são resultado de processos isolados, mas fazem parte de um contexto sociocultural específico, no qual evoluem em conjunto, produzindo uma troca de informações entre os dois ofícios. 





Para isso, estudam-se os vasos cerâmicis e de metal em conjunto, numa tentativa de verificar em que níveis e em que termos ocorre o diálogo entre as duas artesanias.

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Vol. 1 Texto e Anexos I-III PDF
Vol. 1 Anexo IV  PDF

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segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

A Religião dos Galaicos II - Curso

La religión de los Galaicos II

Quando: 23 Fevereiro a 5 Março
Onde: Corunha e on-line

Quando se deu a conquista romana do noroeste da Península Ibérica, há pouco mais de 2000 anos, este território era habitado por um conjunto de povos a que chamamos galaicos. Não se organizavam em estados, nem possuíam um sistema de crenças revelado por um único deus e registado por escrito. 


Em vez disso, acreditavam num mundo governado por inúmeros deuses e deusas, organizados hierarquicamente, cada um dotado de poderes e funções específicas. Suspeitamos que o seu sistema e práticas religiosas não fossem particularmente diferentes dos politeísmos prevalecentes na Europa da época — ou seja, entre gregos, romanos, celtas, povos germânicos e outros.


Esta suspeita é corroborada por vários vestígios arqueológicos, relatos clássicos (de escritores greco-romanos) e inscrições religiosas posteriores desse período. Graças a todos estes testemunhos, sabemos que eles adoravam muitas divindades diferentes, praticavam sacrifícios e adivinhações, e contavam com especialistas religiosos treinados nestas artes, bem como espaços sagrados reservados para a realização destas diferentes práticas. 


Sabemos também, a partir dos seus teónimos e epítetos -nomes próprios dos deuses e adjetivos que os caraterizavam-, com que poderes, faculdades e valores eram identificados e, por conseguinte, porque eram invocados pelos seus devotos. Como já dissemos, tudo isto está em consonância com as antigas religiões politeístas da época. Através da análise de todas as fontes históricas disponíveis, podemos também traçar uma linha evolutiva nas crenças galaicas desde os tempos pré-romanos, antes da conquista, até ao período galaico-romano. 


Ou seja, desde o tempo em que estes povos livres praticavam uma religião étnica, protegendo a soberania indígena, até que, devido ao domínio romano, se transformou num sistema religioso provincial, onde as antigas crenças parecem manter-se apenas na medida em que não incomodam ou perturbam a Pax Romana, o status quo imperial. Dedicaremos este curso à análise do conteúdo desta complexa evolução histórica.

Programa


+INFO e matricula em: La religión de los Galaicos II

terça-feira, 23 de dezembro de 2025

Cale e os Callaeci - Tese

Cale e os Callaeci

Silva, A.M. dos Santos Pinto Da (2022): Cale e os Callaeci. Territórios e comunidades na foz do rio Douro entre a Proto-história e a Romanidade. Tese doutoral apresentada na Universidade de Santiago

Sinopse  
Este trabalho analisa um dos tópicos historiográficos de grande tradição no estudo da história antiga da foz do Douro –o tema de Cale e Portucale– em relação aos dados arqueológicos desta área geográfica, que a maioria dos autores atribui aos Callaeci, povo mencionado nas fontes literárias mais antigas sobre a conquista do noroeste pelos romanos. 




Para além da revisão da documentação histórica e epigráfica, realizou-se um estudo sobre os vestígios da ocupação da Idade do Ferro e da romanização na região circundante de Cale (que se presume estar localizada no Porto), analisando com maior detalhe os dados das obras arqueológicas e outros achados realizados nas duas margens do Douro, nas cidades do Porto e de Vila Nova de Gaia, com base numa base de dados com cerca de duzentas intervenções.

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Vol. 2  Inventârios PDF
    
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CROA Nº 35 - 2024

CROA Nº 35 - 2024

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quinta-feira, 18 de dezembro de 2025

As Paletas Rupestre do Noroeste de Portugal

As paletas na Arte Rupestre do Noroeste de Portugal

Afonso, B. Sousa (2022): As paletas na Arte Rupestre do Noroeste de Portugal. Inventário, estudo e interpretação. Dissertação de mestrado apresentada na Universidade do Minho. Porto. 

Sinopse  
A presente dissertação tem como objetivo principal contribuir para o aumento do conhecimento das representações de “paletas” na arte rupestre do noroeste de Portugal, através de uma catalogação, individualização tipológica e colocação de hipóteses funcionais e cronológicas. 


Através de observação técnica e cronologia relativa, observa-se posterioridade destes motivos em relação à Arte Atlântica Clássica e à Arte Esquemática Antiga, sendo, portanto, de um período posterior ao Neolítico-Calcolítico. Um estreitamento cronológico foi realizado através de paralelos com objetos de madeira e metal, definindo-se uma cronologia entre a Idade do Bronze e o Ferro Antigo (cerca do séc. IV a.C.). 


Uma análise das orientações geográficas das paletas sugere celebrações de eventos solares ligados com os solstícios e equinócios, para dois grupos tipológicos. Outro grupo tipológico, aparentemente mais recente do que os anteriores, poderá relacionar-se com a importância da estrela polar e da orientação das populações no espaço. Nalguns casos, a distribuição das paletas no afloramento indicia que representam depósitos. 


Numa perspetiva geral, os afloramentos com diversidade de paletas, considerados lugares coletivos, terão sido locais ativos simbolicamente, durante algum tempo, hipótese que se apoia na gravação de tipos diferentes de paletas, na reorientação e sobreposição de algumas, bem como em técnicas distintas, indiciando que estes afloramentos teriam sido usados para a realização de ritos cíclicos.

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