Danubian route of Yamnaya Culture
Jarosz, P., Koledin, J. & Włodarczak, P. (2021): Danubian route of Yamnaya Culture. The barrows of Vojvodina. Archaeolingua. Budapest. ISBN: 978-615-5766-50-3
+INFO sobre o livro: Danubian Route of Yamnaya
Arqueología, Etnohistoria e Etnología
Jarosz, P., Koledin, J. & Włodarczak, P. (2021): Danubian route of Yamnaya Culture. The barrows of Vojvodina. Archaeolingua. Budapest. ISBN: 978-615-5766-50-3
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Deixamos aqui esta palestra proferida dentro do Radical Anthropology Group o 7 de novembro de 2017 pela antropologa Daša Bombjaková. A palestrante conduziu trabalho de campo entre os caçadores-coletores florestais Mbendjele-Bayaka da África Central.
O seu foco de interesse é o papel das instituições culturais Mbendjele de falar em público, ridicularizar e brincar na manutenção do igualitarismo de género e da reprodução cultural. Esta palestra centrou-se na prática do mòádʒò, uma forma de humor zombeteiro que regula as normas sociais, inibe conflitos e promove a solidariedade na vida Mbendjele-Bayaka.
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García-Puchol, O, Salazar-García, D. C. (2017): Times of Neolithic Transition along the Western Mediterranean. Springer. ISBN: 978-3-319-52937-0 DOI: 10.1007/978-3-319-52939-4
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Yang, J., Huiqiu Shao, H., & Ling Pan, L. (2020): The Metal Road of the Eastern Eurasian Steppe. The Formation of the Xiongnu Confederation and the Silk Road. Springer. Singapure. ISBN: 978-981-32-9154-6
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Tréziny, H. (2020): Grecs et Indigenes de la Catalogne à la Mer Noire. Centre Camille Jullian & Éditions Errance. Aix-en-Provence. ISBN: 9782957155729
O Centre Camille Jullian acava de disponibiliçar através da plataforma OpenEdition Books o livro Grecs et Indigenes de la Catalogne à la Mer Noire publicado em edição física no 2010.
Sinopse:
O projeto que deu origem a este livro faz parte da rede europeia de excelência Ramses 2, iniciada pela Casa Mediterrânica das Ciências Humanas. Meia dúzia de mesas redondas reunidas entre 2006 e 2008, de um extremo ao outro do Mediterrâneo (em Ampurias, Aix-en-Provence, Palermo, Nápoles, Atenas), cerca de setenta pesquisadores principalmente franceses, italianos e espanhóis, mas também ingleses, gregos, búlgaros, romenos, canadenses e russos. O objetivo foi estudar as relações de aculturação entre os colonos gregos e as populações indígenas, tendo em conta as diferenças geográficas e cronológicas, mas também a historiografia e os hábitos de pesquisa das várias instituições.
Os multíplex contributos que formaram parte das seis mesas redondas ficam aqui refletidos, na maioria das vezes, precedidos de textos introdutórios. As contribuições, dedicada maiormente às abordagens regionais, ilustrando o estado da pesquisa em algumas regiões concretas (ao redor de Ampurias, Himera, Marselha, Vélia, na Trácia e no Mar Negro). A segunda parte, de tipo temática, aborda vários questões pesquisadas nas regiões anteriores, mas também noutras regiões do âmbito da colonização grega.
Neste livro é primeiro parte-se do ponto de vista da cultura material sendo a abordagem essencialmente arqueológica. Perguntasse, por exemplo, quais são os indícios arqueológicos que permitem dizer se um sítio é habitado por gregos, por nativos ou por uma população “misturada” e como esses indícios foram avaliados em cada épocas e região.
Muitas comunicações apresentam sínteses regionais ou temática, mas também dai amplo espaço a sítios inéditos, dos quais se fornecer abundante documentação (plantas, material de escavação). É de facto através de esta renovação da documentação arqueológica que se pode esperar avançar na compreensão das relações de aculturação entre os colonos gregos e as populações locais.
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