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segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

Nouvelle Mythologie Comparée Nº 8

Nouvelle Mythologie Comparée 

 New Comparative Mythology

  
 Nº 8 - 2024-2025

Mythologie celtique et
 mythologie comparée
   

INDEX

Ariadne / Yseut ou la Reine adultère 
Pierre Sauzeau

Le Mabinogi de Math et le conte égyptien 
des deux frères. Aux sources du conte-type 
ATU 318: l’épouse infidèle
Patrice Lajoye

Le Mars celtique et son ascendance 
indo-européenne
Bernard Robreau

L’iconographie du monnayage à la croix. 
Une illustration de la notion d’idéal 
«spatio-temporel»?
Romain Ravignot 

Varia

The Novilara Stele (PID 343) 
and Italic Warrior Ritual
Roger D. Woodard

Nestor, roi de Pylos. Un Aun 
grec et un Yayāti indien? 
Marcel Meulder
 

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quarta-feira, 10 de dezembro de 2025

Ancient Asia Nº 16 - 2025

ANCIENT ASIA 

Nº 16 - 2025

INDEX

Landscape and Settlement Pattern 
of Southern Neolithic Sites in 
the Eastern Raichur Doab
Srija Merugu, Arjun R, Deepak Pal 
& Elanthendral S. R.

Her Story in Stone: Women's Voices
 from the Landmark & Megalithic 
Culture of Mizoram, India
Amrita Sarkar

Durgā of the Guptas: A Numismatic
 Re-Examination
Arindam Chaturvedi

Unconventional Transformations: 
A Study of Goddess Śītalā in 
Mumbai and Environs
Gayatri Rede & 
Tanashree Redij

Identification of Kumrahar as Aśokārama 
(Kukkutārāma), Ancient Pātaliputra: 
A Forgotten Sacred Space
Anand Singh

Situating Kaushambi: Exploring Its Role 
in the Dissemination of Buddhism and 
Shaping Buddhist Art in Ancient India
Rashmi Jha & Atul Tripathi

Rescue Excavation at Pachamta, an 
Ahar Chalcolithic Site in Rajasthan: 
A New Understanding of Administration
Prabodh Shirvalkar, Esha Prasad, 
Teresa Raczek & Lalit Pandey

Tracing Nātha Siddhas: Authors of 
the Lost Tradition of Tantric
Alchemy at Srisailam
Prasanna Mallik & Vrushab Mahesh

Burial Practices in Bronze Age Gohar 
Tepe and Neighboring Areas: 
A Comparative Study
Elham Moradi, Mehdi Mortazavi
 & Ali Mahfrouzi

Timeless Wisdom of Yoga: Bridging 
Philosophy, Science, and Liberation
Ar. Sangita (Singhal) Agrawal 
& Dr. C Nagraj

A Report on New Petroglyphs
 from Lianpui Village, Champhai 
District, Mizoram
Lalhminghlua, Vanlalhuma 
Singson, C. Lalrinkima

Strontium Isotope Analysis of 4th Century 
Horse-tooth Fragments Recovered from a 
Daeseong-dong Royal Tomb of 
the Gaya Confederation
Jong Ha Hong, Young Min Ko, 
Yang Su Yi, Ala Go, Jieun Kim, 
Eun Byul Ko, In Uk Kang, 
Dong Hoon Shin

Depiction of Pregnancy and Child Birth 
in Early Indian Rock Art: An 
Overview of Socio-Cultural Behaviour
Neelam Singh & 
Sachin Kumar Tiwary


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terça-feira, 9 de dezembro de 2025

JdI Nº 140 - 2025

Jahrbuch des Deutschen Archäologischen Instituts

Nº 140 - 2025

INDEX

Ein Löwenkopfbecher aus dem Heraion 
von Samos. Funktion, Rekonstruktion und 
Provenienz eines Weihgeschenkes aus
 der Zeit der frühen Altäre
Jan Wagenführ

Spielende Krieger Attische
 Kunstindustrie und männliche Wertewelt
Klaus Junker

Stil – Form – Ästhetik
Innovationen in hadrianischer Zeit
Anne Kleineberg

Kolossale Gorgoneia in Architekturen
 der hohen Kaiserzeit
Elena Vlachogianni, 
Hans Rupprecht Goette

Roman Gold and Silver Mining in the 
Central Balkans and Its Significance 
for the Roman State
Dragana Mladenović

Indians in Roman Berenike
Steven E. Sidebotham, Rodney Ast, 
Marianne Bergmann, Shailendra Bhandare, 
Joanna K Rądkowska, Ingo Strauch, 
Szymon Popławski, Mariana Castro
  

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quinta-feira, 13 de novembro de 2025

Sombras de Violência na Índia Antiga

Shades of Violence

Cielas Leão, H. & Tiziana Pontillo, T. (eds.) (2024): Shades of Violence: Aggression and Domination in Indian Culture. Part I. Vedic. Studies. Cracow Indological Studies Nº 26/1. Jagiellonian University Institute of Oriental Studies. Cracovia. ISSN: 1732-0917

Pierdominici Leão, D. & Dębicka-Borek, E.(2024): Shades of Violence: Aggression and Domination in Indian Culture. Part II. From Inscriptions to Indian Art. Cracow Indological Studies Nº 26/2. Jagiellonian University Institute of Oriental Studies. Cracovia. ISSN: 1732-0917

Sinopse  
Por muitas razões, definir violência não é uma tarefa fácil- Existem diferentes tipos de violência e diferentes graus de violência dirigidos contra diferentes membros da sociedade, bem como contra a natureza que nos rodeia. A violência é também uma questão cultural. Além disso, aquilo a que alguns chamam violência, outros descrevem como uma autodefesa necessária.




Quando se fala da civilização indiana, muitas vezes o notável princípio ético -a ideia de não-violência ou ahimsa- é tomado como a marca desta cultura. No entanto, isto não significa que nos devamos abster de discutir os padrões de violência também presentes nesta cultura e bem documentados na sua literatura e arte. Violência e o princípio da não-violência são, na verdade, duas faces da mesma moeda.



Todos os artigos reunidos nestes volumes de Cracow Indological Studies abordam a complexa questão da violência na cultura indiana a partir de uma variedade de perspetivas adotadas pelos respetivos autores. A agressividade, ou a violência em geral, é uma característica inevitavelmente ligada ao exercício do poder real e à instituição da realeza no seu sentido mais amplo.




Há também aqui referir a prática da caça e o seu envolvimento na esfera dos rituais, incluindo os religiosos. No que diz respeito aos rituais religiosos, os seus aspetos violentos foram  obscurecidos com o tempo, o que acabou por levar à realização de sacrifícios sem recurso à violência, através da procura de substitutos para as vítimas sacrificiais.



Não há dúvida de que a arte indiana também registou cenas de violência presentes na esfera ritual e na vida comunitária. A violência sempre foi eficaz na preservação de determinadas ordem, como as divisões sociais existentes e o status quo desejado por quem está no poder.

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Shades of Violence Vol. 1 PDF

Shades of Violence Vol. 2 PDF

INDEX


domingo, 9 de novembro de 2025

Origens e Migrações dos Indo-Arianos - Livro

The Origins and Migrations 
of Indo-Aryans

Grigoriev S.A. (2024): The Origins and Migrations of Indo-Aryans. Chelyabinsk State University. Chelyabinsk. / Григорьев С.А. (2024): Происхождение и миграции индоариев.  Издательство Челябинского государственного университета. Челябинск.  ISBN: 978-5-7271-2024-8

Sinopse  
Esta monografia dedica-se à origem e à história inicial dos indo-arianos. Segundo a teoria geralmente aceita, eles se formaram na estepe eurasiática, de onde migraram para o subcontinente indiano e o planalto iraniano. No entanto, não há evidências concretas que sustentem esses processos.


O autor compilou dados linguísticos, paleo-genéticos e arqueológicos; com base neles, reconstruiu os processos que ocorreram durante o Eneolítico e a Idade do Bronze em vastas extensões da Eurásia. Ele demonstra que a pátria original dos indo-iranianos era o noroeste do Irão, de onde alguns migraram para o sudeste do país, levando ao surgimento de dialetos indo-arianos por volta do início do 3º milênio A.C. 


A partir daí, em meados do 3º milênio A.C., inicia-se a migração de tribos indo-arianas para o nordeste do Irão e a Ásia Central, que posteriormente culmina com a migração para a Índia, bem como para o Oriente Médio, Europa Oriental, sul dos Montes Urais e, ocasionalmente, para o sul da Sibéria

INDEX

quarta-feira, 5 de novembro de 2025

O Chumbo e Magia na Índia e Mundo Clássico

Pertinenze magiche del piombo tra mondo indiano e mondo classico

Linguistica storica e filologia 
(quinta  edizione)

Quando:  19 Novembro
Onde: Milão e On-line

O departamento de Filologia Clássica, Papirologia e Linguística Histórica da Universidade Católica de Milão organiça à quinta edição da série de palestras e conferências "Linguística Histórica e Filologia", que será realizada entre outubro de 2025 e março de 2026 de jeito hibrido (presencial e on-line)


A próxima palestra será proferida pela professorRosa Ronzitti da Universidade de Genova, no dia 19 novembro (14h30 às 16h30) sobre o tema: "Pertinência mágica do chumbo nos mundos indiano e  clássico"


Para participar é preciso inscrever-se antecipadamente enviando um e-mail a riccardo.ginevra@unicatt.it, especificando a modalidade presencialmente ou online. Os participantes online receberão um enlace do Microsoft Teams.


terça-feira, 16 de setembro de 2025

Oral Tradition Nº 36 - 2023

ORAL TRADITION 

Nº 36 - 2023
  

INDEX

Editor’s Column p.1 

“It Has Not Yet Become Pacified”: Kings, Hunting, 
and the Murder of the Father in Sanskrit Epic p. 3 
Emily Blanchard West

Type-Token Ratio and Entropy as Measures to 
Characterize a Forgery of  Oral-Formulaic Epics p.37 
David L. Cooper, Demetry Ogoltsev, 
Michal Ondrejcek

Driva Qele/Stealing Earth: Oral Accounts of 
the Volcanic Eruption of Nabukelevu (Mt. Washington), 
Kadavu Island (Fiji), ~2,500 Years Ago p.63 
Loredana Lancini, Patrick Nunn, 
Meli Nanuku, Kaliopate Tavola, 
Taniela Bolea, Paul Geraghty,  
Rita Compatangelo-Soussignan Driva Qele 

Temporal Patterning and “Degrees of Orality” 
in Occitan and French Oral Narrative p.91
Janice Carruthers, Marianne Vergez-Couret 

Ethnopoetic Transcription and Multimodal Archives: 
Toward a More Comprehensive Approach to 
Slam Poetry Scholarship p. 123
Cara Losier Chanoine 


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terça-feira, 19 de agosto de 2025

Indoario, Iraniano e Indo-eupeu - Livro

Indoarisch, Iranisch und 
die Indogermanistik

Forssman, B. & Plath, R. (eds.) (2000): Indoarisch, Iranisch und die Indogermanistik. Arbeitstagung der Indogermanischen Gesellschaft vom 2. bis 5. Oktober 1997 in Erlangen. Reichert Verlag.  Wiesbaden. ISBN: 3-89500-170-8

Sinopse   
As 42 contribuições deste volume abordam principalmente as línguas védicas e iranianas mais antigas -persa antigo, avestano e iraniano médio- desde a perspetiva linguística e indo-europeia. 


O foco está na fonologia, flexão, formação de palavras, sintaxe e léxico. Inúmeras referências são feitas aos textos e passagens individuais, e a religião védica também é objeto de estudo.

INDEX


Descarregar o livro em:  Indoarisch, Iranish & Indogermanistik

segunda-feira, 14 de julho de 2025

Sacrifícios Humanos, Discurso e Comparações

Sacrifices Humains

Nagy, A.A. & Prescendi, F. (2013): Sacrifices humains. Dossiers, discours, comparaisons. Actes du colloque tenu à l'Université de Genève, 19-20 mai 2011. Bibliotéque de l´École des Hautes Êtudes Sciences Religieuses Vol. 160. Brepols. Turnhout  ISBN: 978-2-503-54809-8

Sinopse   
Os autores deste volume, historiadores das religiões, antropólogos e arqueólogos, estudam rituais tradicionalmente denominados "sacrifícios humanos", escolhidos nos seus respetivos campos de pesquisa: dos túmulos reais de Ur aos ritos antropoctônicos egípcios, gregos, romanos e indianos, e dos assassinatos rituais dos gauleses e dos antigos mochicas aos crimes de honra dos relatórios da ONU.


O seu questionamento gira em torno de problemas metodológicos fundamentais para a história das religiões: quando e por que esses ritos foram descritos como "sacrifícios humanos"?. É possível, desejável ou mesmo necessário interpretar tais assassinatos de forma diferente? 


Por meio das diversas contribuições, perceberemos o quanto esses "sacrifícios bárbaros" assombram o nosso imaginário científico, hoje como no passado. Trata-se, na verdade, de um conceito operacional, herdado da Antiguidade clássica e consolidado pela cultura judaico-cristã, que serve indiferentemente como grade de leitura para explicar os mais variados ritos.

INDEX


Disponível em: Sacrifices humains

terça-feira, 1 de julho de 2025

Masculinidade, Violência e Corpo no Rigveda

Strong arms and drinking strength

Whitaker, J.L. (2011): Strong arms and drinking strength: masculinity, violence, and the body in ancient India. Oxford University Press. Oxford. ISBN: 978-0-19-975570-7

Sinopse  
Whitaker examina a construção poética ritualizada da identidade masculina no Rgveda, o texto sânscrito mais antigo da Índia, argumentando que um aspeto importante da vida védica primitiva era a promoção e a personificação sustentadas do que significa ser um verdadeiro homem. 


O Rgveda contém mais de mil hinos, dirigidos principalmente a três deuses: o fogo ritual deificado, Agni; o deus da guerra, Indra; e Soma, que nada mais é do que a personificação da bebida sagrada soma. Os hinos eram cantados em rituais de fogo que duravam o dia todo, nos quais poetas-sacerdotes preparavam a bebida sagrada para fortalecer Indra. A imagem dominante de Indra é a de um homem ariano altamente glamourizado, violento e poderoso; os três deuses representam os ideais de masculinidade.



Whitaker constata que os poetas-sacerdotes rgvédicos empregavam uma gama fascinante de estratégias poéticas e performáticas — algumas explícitas, outras muito subtis — para construir a sua ideologia masculina, justificando-a como a forma mais válida de vida para os homens. Os poetas-sacerdotes naturalizaram essa ideologia, codificando-a na percepção que o homem tem do seu corpo e do seu eu físico. 



A retórica e as práticas rituais rgvédicas, portanto, codificam papéis masculinos específicos, especialmente o papel do homem como guerreiro, ao mesmo tempo em que os inserem numa complexa rede de relações sociais, económicas e políticas. Este é o primeiro livro em inglês a examinar a relação entre os deuses rgvédicos, as práticas rituais e as identidades e expectativas impostas aos homens na Índia antiga.
   

INDEX

Introduction p.  3

1. Manhood and Masculinity p. 35

2. Brave Men and Manliness  p. 59

3. Mighty Champions and Slaying 
the Dragon p. 109

4. Strong Arms and Drinking 
Strength p. 133

Conclusion p. 161

Notes p. 167

Bibliography p. 203


Disponível em: Strong arms & drinking strength

quarta-feira, 25 de junho de 2025

O Mito da Vaca Sagrada - Livro

The Myth of The Holy Cow

Jha,  D N (2009): The Myth of The Holy Cow. Navayana, Nova Dehli. ISBN: 978-8189059163

Sinopse  
A vaca é considerada há muito tempo um símbolo da religião hinduísta e, portanto, de santidade na Índia. Matar esse animal, quanto mais o comer, seria um sacrilégio para os hindus. 


A perceção geral entre os hindus é que o abate de vacas para alimentação começou com as conquistas muçulmanas na Índia. Mas, conforme a pesquisa do autor, matar vacas para obter carne era uma prática comum na Índia antiga.


Em "O Mito da Vaca Sagrada" , o autor revela que, na antiguidade, hindus e budistas comiam carne bovina. Segundo ele, a vaca conquistou o seu status de animal sagrado no hinduísmo apenas nos séculos XVIII e XIX. O livro afirma que os hindus usavam vacas regularmente, tanto como parte das suas tradições alimentares quanto como oferendas a Deus.


Esta edição do livro foi publicada em 2009 pela editora Navayana. Devido ao seu conteúdo sensível e ao sentimento religioso envolvido, gerou muita controvérsia antes e depois de sua publicação. 


O Mito da Vaca Sagrada apresenta a pesquisa do historiador índio Dwijendra Narayan Jha sobre a prevalência das práticas de consumo de carne bovina na Índia antiga, quebrando a perceção comum de santidade que era associada à vaca na Índia.
   

INDEX

Preface to the Navayana Edition  p. 9

Introduction  p. 17

1. ‘Animals are verily food’ but Yajnavalkya
Favours Beef  p. 27

2. The Rejection of Animal Sacrifice:
An Assertion of the Sacredness of the Cow?  
p. 61

3. The Later Dharmasastric Tradition 
and Beyond  p. 90

4. The Cow in the Kali Age and Memories 
of Beef  Consumption   p. 113

5. A Paradoxical Sin and the Paradox of the Cow   
p. 127

6. Resume: The Elusive ‘Holy Cow’   p. 138

Bibliography   p. 149

Index   p. 173

Appendix: Untouchability, the Dead Cow
 and the Brahmin   p. 184


Descarregar o livro em: The Myth of Holy Cow

sexta-feira, 4 de abril de 2025

A Realeza Sagrada na História Universal - Livro

Sacred Kingship in World History

Azfar Moin, A. & Strathern, A. (2022): Sacred Kingship in World History. Between Immanence and Transcendence. Columbia University Press. Nova York. ISBN: 9780231204170

Sinopse  
A realeza sagrada tem sido a forma política central, em sociedades de pequena escala e em vastos impérios, por grande parte da história mundial. Este livro colaborativo e interdisciplinar reformula a relação entre religião e política explorando esta instituição em perspetiva comparativa global e de longo prazo.


Os editores A. Azfar Moin e Alan Strathern apresentam uma estrutura teórica para entender a realeza sagrada, sobre a qual os principais estudiosos refletem e respondem numa série de ensaios. Eles distinguem entre duas tendências religiosas separadas, mas complementares, o imanentismo e o transcendentalismo, que moldam os reis em governantes divinizados ou justos, respetivamente.


Enquanto a imanência exige ritos sacerdotais e cósmicos dos reis para sustentar o florescimento da vida, a transcendência volta o foco para a salvação e subordina os governantes a objetivos éticos mais elevados. A modernidade secular não acaba com a luta entre imanência e transcendência -florescimento e retidão- mas apenas a desloca dos reis para as nações e indivíduos.


Após um ensaio de Marshall Sahlins que abrange do Pacífico ao Ártico, o livro contém capítulos sobre religião e realeza em cenários tão distantes quanto o antigo Egito, a Grécia clássica, o islamismo medieval, a Índia Mughal, o drama europeu moderno e o ISIS. Sacred Kingship in World History lança nova luz sobre como a religião construiu a governação, com implicações que abrangem história global, estudos religiosos, teoria política e antropologia.

INDEX