"Please don't think of us as an 'indie band' as it was never meant to be a genre, and anyway we are far too outward looking for that sad tag." - Stephen Pastel
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terça-feira, 15 de julho de 2014

O jogo das diferenças #30


SONIC YOUTH
Goo
[DGC, 1990]

THE TWILIGHT SAD
Killed My Parents And Hit The Road
[FatCat, 2008]

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Silver Rockets & Kool Things



Antes que comecem a gabar o meu gosto certeiro para a escolha de títulos, um esclarecimento: o do post de hoje é descaradamente roubado ao documentário do ano 2001 realizado pelo alemão Christoph Dreher para o canal ARTE. Na altura comemoravam-se os vinte anos dos Sonic Youth o que, feitas as contas, quer dizer que, até ao hiato que pode ser definitivo anunciado em 2011, tivemos três décadas completas de história desta "instituição" nova-iorquina. Trinta anos representam muitas dezenas de canções, diversas viragens estilísticas, das franjas do underground norte-americano, à aceitação mais ou menos consensual da banda como uma das patronas do indie-rock. Afigura-se, portanto, ingrata a tarefa de elaborar um top ten dos temas favoritos de tão vasta obra, top esse que nunca será definitivo. Aqui no April Skies não viramos a cara aos grandes desafios, e hoje, possuídos pelo síndroma Alta Fidelidade que julgávamos erradicado, arregaçamos as mangas para escolher 10-temas-10 que resumem uma carreira fulgurante. Com a primazia às canções mais dignas desse nome, este top assenta essencialmente no período que vai de meados de oitentas a meados da década seguinte, precisamente a partir da altura que os Sonic Youth "aprenderam" com os mais novos The Jesus and Mary Chain ou Dinosaur Jr. que era possível a aproximação à canção pop sem abdicar da manipulação do ruído. Por esse motivo, ficam arredados das escolhas os espasmos no-wave, ou os experimentalismos mais radicais de a partir de finais de noventas, facetas igualmente importantes numa banda de percurso muito próprio. Sem mais delongas, let the countdown begin...

10. "Expressway To Yr. Skull (EVOL, 1986)
09. "The Empty Page" (Murray Street, 2002)
08. "100%" (Dirty, 1992)
07. "Schizophrenia" (Sister, 1987)
06. "The Diamond Sea" (Washing Machine, 1995)
05. "Silver Rocket" (Daydream Nation, 1988)
04. "Shadow Of A Doubt" (EVOL, 1986)
03. "Kotton Krown" (Sister, 1987)
02. "Tunic (Song For Karen)" (Goo, 1990)
01. "Teen Age Riot" (Daydream Nation, 1988)



"Teen Age Riot" [Enigma, 1988]

segunda-feira, 11 de março de 2013

(I Want To Go To) Chelsea














Embora os comunicados da altura fossem vagos quanto ao futuro, vários indícios levam-me a crer que a anunciada paragem dos Sonic Youth seja mesmo definitiva. Ora, se o principal motivo para tal foi a separação de Kim Gordon e Thurston Moore, não me parece que a banda faça sentido sem um daqueles dois membros fundadores, ambos, e por diferentes motivos, fundamentais. Além disso, é preciso não esquecer que este último tem dedicado muito do seu tempo à carreira a solo, agora mais preocupado com canções intimistas de cariz acústico, e menos com as descargas de distorção de outrora.

Porém, ainda parece existir em Thurston Moore a vontade de se reunir em bandas, apenas e só com o intuito de manter vivo o espírito punky e niilista que o moveu há mais de trinta anos. Esse espírito materializa-se nos Chelsea Light Moving, quarteto no qual se junta a músicos com currículo nos meandros do psych mais profundo. No entanto, o resultado de tal encontro, reunido num álbum homónimo, é um trabalho mais abrasivo e dissonante que qualquer um dos Sonic Youth editaram na última dúzia de anos da sua discografia "linear". Diria até que Chelsea Light Moving é uma espécie de súmula das diferentes fases do desenvolvimento da vida da mítica banda de Nova Iorque. Apesar de um par de temas remeterem para as introspecções recentes de Moore, os delírios guitarrísticos são a nota dominante. Assim, temos indie-pop de cariz noisy ("Sleeping Where I Fall" e "Alighted"), reminiscências da crueza hardcore (a versão de "Communist Eyes", dos Germs), interlúdios dissonantes dos tempos da no-wave ("Groovy & Lisa", "Lip"), abrasão de distorção e dreivações sludgy ("Burroughs"), e divagações spoken word ("Mohawk"). Sem trazer propriamente nada de novo ao currículo de Thurston Moore, que envolve uma contínua exploração das potencialidades de uma guitarra eléctrica, Chelsea Light Moving é a feliz constatação de que nele ainda sobrevive o entusiasmo que o leva a trazer o experimentalismo para meio pop/rock, para gáudio dos inúmeros adeptos de uma boa dose de "barulho".

Burroughs by Chelsea Light Moving on Grooveshark
[Matador, 2013]

segunda-feira, 18 de junho de 2012

10 anos é muito tempo #35









SONIC YOUTH
Murray Street
[Geffen, 2002]




A deriva experimentalista levada ao limite perto do final do milénio, como que em reacção consciente às aproximações pop da primeira metade de noventas, levou muitos devotos dos Sonic Youth à beira de um ataque de nervos. As pazes foram seladas com Murray Street, que, não sendo propriamente um disco de fácil assimilação, reintroduziu o termo "canção" no léxico das velhas raposas novaiorquinas. Gravado no rescaldo do 11 de Setembro, é também o mais reflexivo dos dezasseis ábuns da discografia "regular dos Sonic Youth, aqui a tecer considerações ambíguas sobre como tal acontecimento mudou irremediavelmente a cidade que os viu nascer. A maior evidência salta à vista logo na capa, que nos mostra os dois filhos de Kim Gordon e Thurston Moore protegidos por uma rede, numa clara alusão à paranóia pela segurança que desde então alastrou pelos quatro cantos do globo.

Como grande novidade, Murray Street traz a integração de Jim O'Rourke como membro da banda a tempo inteiro. Ao contrário do que havia sucedido com os Smog ou com os Wilco, que com ele se aventuraram na experimentação, o envolvimento com o "mago" (também responsável pela mistura final) trouxe uma maior contenção e uma especial atenção ao detalhe. A dar o mote, o inaugural "The Empty Page" envereda por um via melancólica, com Thurston Moore num registo vocal próximo das mais recentes aventuras a solo. Tema de uma beleza rara no cancioneiro dos Sonic Youth, caracteriza-se pela leveza das guitarras que, no entanto, não enjeitam as possibilidades do desalinho no segmento instrumental intermédio. Embora donos de uma maior carga eléctrica, "Disconnection Notice", "Rain On Tin", e "Radical Adults Lick Godhead Style", todos igualmente cantados por Moore, seguem uma lógica semelhante, com os longos dedilhados a alternar com as partes cantadas. O longuíssimo "Karen Revisited" pode não recuperar a fantasmagoria do tema que evoca ["Tunic, de Goo (1990)], mas concede a melhor performance vocal de Lee Ranaldo - num registo mais próximo do canto do que do habitual quase-spoken word panfletário - em toda a carreira dos Sonic Youth. Peça central do disco, "Karen Revisited" tem ainda tempo e espaço para uma progressão do quase silêncio à descarga ruidosa que uns tais Godspeed You Black Emperor! não desdenhariam. Disco atípico no que à alternância das vozes diz respeito, só no par de temas finais Murray Street permite a aparição da voz de Kim Gordon. No curto "Plastic Sun" ela desunha-se pelo meio das guitarras incisas, enquanto que no significativamente mais planante "Sympathy For The Strawberry" recupera aquele tom de gata assanhada que lhe deu fama.

Nos seus escassos sete temas, a maioria deles com durações muito para além do convencional, Murray Street é, um pouco à semelhança do magistral Daydream Nation (1988), uma espécie de meio caminho entre o rigor formal e os impulsos de rebeldia punky, sem compromissos com qualquer das partes. Se me permitem a "heresia" de tal comparação, permitam-me ainda de eleger Murray Street o último trabalho relevante da discografia dos Sonic Youth, a última ocasião em que, de facto, desbravaram fronteiras. Perdoem-me a provocação os inúmeros acólitos do mui propalado Rather Ripped (2006), que apesar de considerar um óptimo disco (como quase todos da banda), mais não será do que uma súmula de fórmulas já anteriormente usadas com alguma insistência.

 
"The Empty Page"

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Singles Bar #56







SONIC YOUTH
Kool Thing
[DGC, 1990]





No álbum Sister (1987), e sobretudo no colossal Daydream Nation (1988), já os Sonic Youth tinham ensaiado uma peculiar aproximação à pop, em detrimento da veia experimentalista que marcava os anteriores registos. Em qualquer dos casos, a "instituição" nova-iorquina limitou-se a seguir os seus instintos, sem abdicar de princípios, mas alcançando uma sonoridade mais acessível ao consumidor de música "médio". Com o crescendo da penetração mediática, veio o inevitável casamento com uma multinacional, assinalado com a edição de Goo, à data o mais bem sucedido dos álbuns do "quarteto sónico". Parte desse sucesso terá ficado a dever-se à escolha do single que o anunciou, com um refrão orelhudo e um vídeo apelativo ao airplay televisivo. "Vendidos", brandiam os puristas, mas o que é certo é que "Kool Thing" não faz qualquer concessão ao facilitismo. Na guitarra em loop e distorcida estão ainda impressas as marcas genéticas dos Sonic Youth. O maior apelo pop deriva, eventualmente, da secção rítmica inapelavelmente groovy. Com voz de gata assanhada, Kim Gordon, sempre o elemento mais politicamente empenhado dos quatro, debita uma letra que, na sua subtileza e sedução, encerra um duro ataque a uma sociedade ainda regida por princípios sexistas. A ideia partiu de uma entrevista com LL Cool J, conduzida pela própria. Na engenhosa e sarcástica letra de "Kool Thing", são inúmeras as referências explícitas a temas do rapper, a mais notória o "I don´t think so" do refrão. Na mesma altura e no mesmo estúdio que os Sonic Youth gravavam Goo, estavam também os Public Enemy a registar Fear Of A Black Planet. Este feliz acaso permitiu materializar a ligação de "Kool Thing" ao hip-hop, com a participação vocal de Chuck D, também ele um "duro", embora sobejamente mais consciente do que Cool J. À mercê de Kim Gordon, é vê-lo amolecer perante o provocativo "fear of a female planet".

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Postais primaveris - Parte VI: As "instituições"

Por fim, a galeria dos consagrados do Primavera Sound '09 - cinco nomes que dispensam apresentações. Três deles são estreias absolutas na "carreira" deste escriba.


NEIL YOUNG



"The Needle And The Damage Done"
[Reprise, 1972]


MY BLOODY VALENTINE


"You Made Me Realise"
[Creation, 1988]


SONIC YOUTH


"Sacred Trickster"
[Matador, 2009]


YO LA TENGO


"Sugarcube"
[Matador, 1997]


SPIRITUALIZED


"Medication"
[Dedicated, 1992]

domingo, 3 de maio de 2009

Good cover versions #20












YEAH YEAH YEAHS "The Diamond Sea" [iTunes, 2006]
[Original: Sonic Youth (1995)]

Dos vários adjectivos que lhe podemos atribuir, raramente associamos o termo "belo" a uma canção dos Sonic Youth, mais conhecidos pelo uso que fazem do ruído e da distorção. "The Diamond Sea", o tema que encerra o álbum Washing Machine, é uma das escassas excepções. Numa sessão acústica gravada em exclusivo para o iTunes, os discípulos Yeah Yeah Yeahs acharam por bem incluir uma reinterpretação desta inspiradíssima canção de amor. Seguindo uma linha intimista iniciada em Show Your Bones, "The Diamond Sea" surge, desta feita, frágil e descarnada, no pólo oposto da densidade textural da versão original. Desta, os YYYs conservam intacta a beleza mesmerizante.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Juventude eterna















Foto: Andrew Kesin

Já não será novidade para ninguém o fim do vínculo contratual dos Sonic Youth (SY) com a Geffen e o consequente regresso ao meio independente com a presente ligação à Matador Records. O primeiro lançamento da mítica banda pela não menos mítica editora nova-iorquina será o álbum The Eternal, com lançamento previsto para 9 de Junho próximo (supõe-se que na Europa ocorra com um dia de antecedência). À semelhança do último Rather Ripped (2006), este novo disco conta com a produção conjunta da própria banda e John Agnello (que já trabalhou com The Hold Steady, Oxford Collapse, Dinosaur Jr., e The Ponys, entre outros). Para além da editora, The Eternal traz também a novidade da estreia do ex-Pavement Mark Ibold em estúdio, na qualidade de membro em full-time (até aqui fazia parte da formação de palco), e das vocalizações conjuntas de Kim Gordon, Thurston Moore e Lee Ranaldo em, pelo menos, um tema. A capa, que se reproduz mais abaixo juntamente com o alinhamento, reproduz uma pintura da autoria do lendário guitarrista John Fahey.

Entretanto, e até 26 de Abril, está já patente em Dusseldorf, na Alemanha, a exposição Sonic Youth Etc.: Sensational Fix, uma espécie de retrospectiva das actividades multi-displinares desenvolvidas pelos SY desde a sua formação, em 1981. A partir de finais de Maio, e até Setembro, a exposição ruma a Malmö, na Suécia, estando ainda aberta a possibilidade de passagem por outras cidades europeias (à atenção dos programadores do Museu de Serralves, digo eu). Sensational Fix é também o nome do livro alusivo à exposição, o qual se faz acompanhar de dois discos de 7" com quatro inéditos compostos em separado por cada um dos membros dos SY (Ibold excluído, obviamente). A edição está prevista para inícios do próximo mês.


01. Sacred Trickster
02. Anti-Orgasm
03. Leaky Lifeboat (for Gregory Corso)
04. Antenna
05. What We Know
06. Calming The Snake
07. Poison Arrow
08. Malibu Gas Station
09. Thunderclap For Bobby Pyn
10. No Way
11. Walkin Blue
12.Massage The History

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Raridades crespusculares


















Todos os sortudos que se cruzem com a presente digressão dos The Twilight Sad terão a oportunidade única de adquirir o novo disco do quarteto escocês, com venda exclusiva na banca de merchandising dos concertos. The Twilight Sad Killed My Parents And Hit The Road é composto por um total de onze temas divididos em três categorias: registos ao vivo, bem demonstrativos da intensidade da banda em palco; alguns inéditos que aguçam o apetite para o próximo álbum; e três versões escolhidas a dedo - "Twenty Four Hours" (Joy Division), "Half A Person" (The Smiths), e "Modern Romance" (Yeah Yeah Yeahs). Deste último naipe, destacaria a versão acústica e caseira do tema da autoria de Morrissey & Marr que, apesar da ausência de qualquer produção, surpreende pela sua simplicidade. Igualmente surpreendente é a capa, na qual, a partir dos personagens já habituais no artwork dos discos da banda, se parodia a icónica capa de Goo, clássico dos Sonic Youth de 1990. Quem foi que disse que os miserabilistas não tinham sentido de humor?


terça-feira, 28 de outubro de 2008

20 anos de motins adolescentes


















SONIC YOUTH
Daydream Nation [Enigma/Blast First, 1988]

Cumprem-se neste mês os vinte anos da edição original de Daydream Nation, o quinto álbum de estúdio dos Sonic Youth (SY), marca indelével em toda a produção dita alternativa subsequente, tanto em solo norte-americano, como além-fronteiras.
Último suspiro da No Wave nova-iorquina, os SY souberam, nos diversos registos editados durante a década de 1980, gerir uma aproximação gradual ao centro, sem nunca descurar o público que se movia nas franjas da música popular. Resultante desse work in progress, e com o caminho desbravado por bandas como Dinosaur Jr. e Hüsker Dü, Daydream Nation é a afirmação definitiva da marca-registada SY, uma amálgama dinâmica de diferentes linguagens e sensibilidades: melodias cativantes de indie pop ("Teen Age Riot", "Candle"), fúria punk-noise ("Silver Rock"), ou experimentalismo puro ("Providence").
Ao longo de 70 minutos - duração pouco usual em discos do "género" -, por entre citações literárias que vão dos omnipresentes poetas beat a autores sci-fi como William Gibson, o quarteto insinua o dealbar de uma nova geração, uma nova América Sónica. Contrariando os mais cépticos, três anos volvidos, o eclodir do teen spirit nas ondas da rádio confirmava a profecia...

"Teen Age Riot"

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Meio século sónico



















Thurston Joseph Moore
completa hoje 50 anos de vida. Na impossibilidade de o fazer pessoalmente, a gerência do tasco envia daqui um grande abraço ao aniversariante.

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Duetos #3

Kim Althea Gordon e Kimberly Ann Deal fazem das suas...

Sonic Youth (w/ Kim Deal) "Little Trouble Girl" [DGC, 1995]

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

LUNCH TIME

Sonic Youth (w/ Lydia Lunch) "Death Valley '69" (Blast First, 1985)

Por volta da meia-noite, na ZdB...

terça-feira, 19 de junho de 2007

NAÇÃO SÓNICA version 2.0

Depois de Dirty e Goo terem já recebido igual tratamento, os Sonic Youth deixam o melhor para o final, que é como quem diz, a deluxe edition de Daydream Nation, a obra seminal da banda nova-iorquina datada de 1988.
A reedição desta obra obrigatória em versão revista e aumentada já viu a luz do dia nos Estados Unidos, estando a edição europeia agendada para o próximo dia 2 de Julho. O primeiro de dois discos apresenta o álbum original devidamente remasterizado e acrescido de uma demo version de "Eric's Trip", enquanto o segundo, para além da versão ao vivo de Daydream Nation, oferece quatro covers que, apesar de bem conhecidas dos mais indefectíveis, são hoje difíceis de encontrar nas suas edições originais: "Within You, Without You" (The Beatles), "Computer Age" (Neil Young), "Electricity" (Captain Beefheart) e "Touch Me I'm Sick" (Mudhoney). Estou mesmo a ver que, em breve, vou ter mais um disco em duplicado na minha colecção...
Aqueles que, como eu, pretendem deslocar-se a Paredes de Coura em Agosto próximo, fiquem ainda a saber que o concerto agendado para o dia 15, ao contrário da maioria das datas da corrente digressão, não será, infelizmente, um Sonic Youth performing Daydream Nation.