"Please don't think of us as an 'indie band' as it was never meant to be a genre, and anyway we are far too outward looking for that sad tag." - Stephen Pastel
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sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Mil imagens #35



Morrissey - Long Island, Nova Iorque, 1991
[Foto: Kevin Cummins]

domingo, 1 de maio de 2011

Duetos #32









Para o provável término desta rubrica trago-vos o encontro único de dois pesos-pesados. Interpretam uma versão do tema-título de um filme de 1968, originalmente gravado na voz de Timi Yuro, uma das primeiras divas da chamada blue-eyed-soul. Curiosamente, neste remake, o timbre de lady Sioux aproxima-se consideravelmente do da intérprete original.

Morrissey & Siouxsie _ "Interlude" [Parlophone, 1994]

terça-feira, 6 de maio de 2008

Good cover versions #7









MORRISSEY
"That's Entertainment" (HMV, 1991)
[Original: The Jam (1980)]

Senhor de uma certa arrogância (mais um eufemismo), na sua fase mais representativa, Morrissey raramente confessou influências vindas de dentro do meio musical. E quando o fazia, era para citar uma qualquer cantora semi-obscura dos sixties...
Para os mais perspicazes, era indisfarçável um certo paralelismo entre os retratos amargos do quotidiano britânico que povoavam muitos dos temas dos Smiths e as canções com que, poucos anos antes, um jovem, de seu nome Paul Weller, despertara consciências numa Inglaterra pós-punk.
Um pouco timidamente (esta versão é um b-side de Sing Your Life), em 1991, Morrissey dá finalmente a mão à palmatória. A escolha não poderia ser mais acertada, pois "That's Entertainment" não só é a melhor canção dos The Jam (e eles têm muitas e muito boas), como o mais valioso testemunho da condição da classe operária criado por um súbdito de Sua Majestade. Melhor mesmo que "Working Class Hero"...
O tom seco e interventivo usado por Weller no original, é substituído na recriação de Morrissey por um certo ar de desencanto. Único senão desta versão é a perda da ironia mordaz que caracteriza o original. Ainda assim, vale bem a pena. Quanto mais não seja como justa homenagem.

segunda-feira, 5 de maio de 2008

The youngest was the most loved

Como já terão reparado os mais assíduos deste tasco, há já muito tempo que não me sentia atacado pelo chamado "Síndroma Alta Fidelidade" (Joe dixit).
O rapaz que motiva esta nova investida do vírus foi já alvo de semelhante tratamento enquanto parte integrante de um determinado combo. Mas se naquela ocasião se tratava de um top ten de todas as canções de uma banda singular, hoje proponho-vos uma lista daqueles que são, na minha opinião, os dez melhores singles da carreira a solo de Steven Patrick Morrissey.
Hoje uma figura pouco mais risível, tempos houve em que este cromo lançava música em quantidade e qualidade capazes de ombrear com a banda de origem. Não será por acaso que, aqui há uns anos, a antiga editora do rapaz tenha dedicado duas belas caixas com réplicas em CD dos singles editados nos anos que se seguiram ao desquite. Este vosso escriba é o orgulhoso proprietário de um exemplar da primeira, mas ainda não perdeu a esperança de deitar a mão à segunda...
Não surpreenderá pois que, nos 10+, os primeiros anos pós-Smiths levem a parte de leão:

10. "The More You Ignore Me, The Closer I Get" [1994]
09. "Tomorrow" [1992]
08. "Irish Blood, English Heart" [2004]
07. "Interlude" (w/ Siouxsie) [1994]
06. "We Hate It When Our Friends Become Successful" [1992]
05. "Suedehead" [1988]
04. "The Last Of The Famous International Playboys" [1989]
03. "My Love Life" [1991]
02. "Everyday Is Like Sunday" [1988]

Talvez por causa de uma guitarra muito marriana e de uma das melhores performances vocais de Moz, a escolha para o lugar do topo recai sobre um tema que julgo não ser dos mais imediatos. O dito conta ainda com um pequeno mas significativo contributo da voz única de Mary Margaret O'Hara (lembram-se?). No vídeo promocional, com o deserto do Nevada em pano de fundo, o protagonista dança de forma meio abichanada:

"November Spawned A Monster" [HMV, 1990]