"Please don't think of us as an 'indie band' as it was never meant to be a genre, and anyway we are far too outward looking for that sad tag." - Stephen Pastel
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quarta-feira, 9 de março de 2011

It says something to me about my life















Há sinais de ventos de mudança na linha editorial da revista Mojo, pelo menos a ajuizar pelos dois últimos números que, ao invés do destaque às velhas carcaças do costume, trazem à capa (vá lá!) um par de bandas com menos de 30 anos. Se o número de Março (estes coisas em Inglaterra andam com um mês de avanço), os Nirvana foram motivo de extenso artigo, com direito a CD de oferta que apresenta uma selecção de bandas que marcaram o som de Cobain & C.ª, a mais recente edição dá capa a essa instituição indie chamada The Smiths. A propósito da aproximação da passagem de um quarto de século sobre a edição do mega-superlativo The Queen Is Dead, a Mojo oferece-nos, entre outras minudências, um minucioso enquadramento temporal daquele disco e uma análise track-by-track por uma série de devotos mais ou menos famosos. Em complemento, na página on-line, a revista desafia os mais versados em smithologia num cover quiz que, garanto-lhes, tem pouco de fácil. A cereja no topo do bolo, e em consonância com o espírito de insurreição dos The Smiths, é o habitual CD gratuito, desta feita preenchido com alguns dos nomes mais inconformistas do espectro indie britânico. Entre outras, incluem-se faixas de Robert Wyatt, Billy Bragg, Mekons, The Band of Holy Joy, Orange Juice, e McCarthy. E também esta pérola carregada de vitríolo extraída do último trabalho de um dos mais duradouros e ignorados casos de independência made in UK.


Half Man Half Buscuit _ "National Shite Day" [Probe Plus, 2008]