"Please don't think of us as an 'indie band' as it was never meant to be a genre, and anyway we are far too outward looking for that sad tag." - Stephen Pastel
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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Coisas pelas quais vale pouco viver

 
Mais de quatro anos depois da edição original do mui promissor Hearts And Unicorns, Annie Hardy, a Lolita que dá vida aos Giant Drag, regressa aos discos já na próxima semana. O novo registo, que interrompe um período de latência desde a partida do baterista Micah Calabrese, consiste num EP de quatro temas intitulado Swan Song. Este título, somado a mostras de algum desânimo por parte da vocalista/guitarrista, levam-me a especular sobre um hipotético fim do projecto. E diga-se, em abono da verdade, que, se a linha a seguir for a do hard rock "azeiteiro" da amostra abaixo, mais vale que a minha profecia se cumpra. Valha-nos o vídeo, ao nível daquilo a que os Giant Drag nos habituaram.


"Stuff To Live For" [Smash Hit, 2010]

domingo, 10 de janeiro de 2010

Good cover versions #31


GIANT DRAG "Wicked Game" [Kickball, 2005]
[Original: Chris Isaak (1989)]








Quando iniciou a carreira, em meados da década de 1980, Chris Isaak afirmou-se como um herdeiro directo da faceta mais baladeira de Elvis. David Lynch, um apaixonado dos clássicos rock de teor açucarado, não ficou indiferente à voz aveludada de Isaak, e incluiu canções deste na banda sonora do genial Blue Velvet. Porém, a carreira deste músico californiano só chegaria a patamares mais elevados quando o mesmo realizador fez de "Wicked Game" (em versão instrumental) o tema principal do filme Wild At Heart, o seu trabalho mais convencional e mais bem sucedido comercialmente. Verdade seja dita, as linhas voluptuosas da guitarra de "Wicked Game" casam na perfeição com as imagens carregadas de erotismo que Nicholas Cage e Laura Dern protagonizam.
Também californianos, os Giant Drag propõem uma abordagem deveras distinta a este tema, a milhas de distância do classicismo do original, numa versão recuperadora das guitarras explosivas de muito do indie rock norte-americano da década de 1990. Aproveitando o teor libidinoso de "Wicked Game", Annie Hardy, a menina malandra que dá voz aos Giant Drag, com aquela voz falsamente ingénua, é significativamente mais explícita do que Isaak. Para ter uma ideia mais precisa da perversão desta menina, recomenda-se o visionamento e/ou audição de algumas das muitas gravações de "Wicked Game"  em concerto existentes na net, todas elas merecedoras de uma introdução inspirada por parte desta nossa Lolita.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

NEW ORDER














Enquanto não chegam as prometidas novidades, deixo por ora uma dedicatória aos Líderes da Nova Ordem Proibicionista que rege o Velho Continente, outrora símbolo da igualdade, da liberdade e da tolerância. Que o miar da menina Annie lhes torne os dias menos cinzentos...


three sixty five
seven fifty
your all i eat
your all in mean
dont keep me clean
oh oh oooh

i want i want i want it all
i want i want i want them all
i want i want i want them all
i want i want i want you all

Giant Drag "Kevin Is Gay" (Kickball/Interscope, 2005)

sexta-feira, 11 de maio de 2007

MUSAS INDIE #2

...e para assinalar o post n.º 100 deste blog da melhor maneira, uma menina muito especial com muito para dar:
ANNIE HARDY

sábado, 20 de janeiro de 2007

GIANT DRAG: 2-1=?

A notícia já tem algumas semanas, mas é nova para mim: Micah Calabrese, o rapaz que acompanha Annie Hardy nesse compêndio do "who's who" do indie pop que é Hearts & Unicorns (disco que evoca as memórias dos Beach Boys, The Breeders, PJ Harvey, Nirvana, Belly..., e que passou despercebido cá na terrinha), abandonou os Giant Drag. Segundo Annie, a banda é a partir de então constituída por ela e por quem estiver disposto. Candidatos não faltarão, com certeza!