sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
The lady sings punk
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
All the people he likes are those that are dead
Foto: Pete Millson
Felt _ "Penelope Tree" [Cherry Red, 1983]
Denim _ "I'm Against The Eighties" [Boy's Own, 1992]
Go-Kart Mozart _ "Here Is A Song" [West Midlands, 1999]
terça-feira, 8 de março de 2011
Mixtape #9 - Lost In The Movies
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
A criação de todas as coisas
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Bicicletas & Drogas duras
domingo, 29 de novembro de 2009
Ruffalo on the Lakes
Como celebração da causa rock, o filme conta com música de bom-gosto a cargo dos Besnard Lakes, banda cuja melancolia cinemática terá provocado em Ruffalo um momento epifânico durante o torpor de uma gripe. Do colectivo canadiano espera-se também novo álbum para os primeiros meses do próximo ano. Por cá, ainda ressoa frequentemente o último opus de Jace Lasek e Olga Goreas:
The Besnard Lakes "For Agent 13" [Jagjaguwar, 2007]
quarta-feira, 25 de março de 2009
For all the fucked up children of the world #7
Hoje fui ver The Wrestler, o último opus de Darren Aronofsky que recomendo a toda a navegação e que, inadvertidamente ou talvez não, nos mostra uma outra face do 80s revival. De cada vez que o grande Mickey Rourke e a belíssima Marisa Tomei (permitam-me a brejeirice: ela e a Cate Blanchett são como o Vinho do Porto) se cruzavam no ecrã, vinham-me à memória as personagens de Nicolas Cage e Elisabeth Shue em Leaving Las Vegas. Mas também esta melodia que, ainda agora, meio atordoado, entoo mentalmente:
[Arts & Crafts / Bella Union, 2007]
"You and I are on the outside
of almost everything
You and I are on the other side
of almost everything"
domingo, 22 de março de 2009
A asfixia da sociedade
quarta-feira, 18 de março de 2009
Isto é Portugal
O desfazamento de datas diz bem das prioridades e da perspicácia dos nossos distribuidores e/ou programadores em matéria de cinema, os mesmos que não se coíbem de exibir cada bocejo de Woody Allen em estreia quase mundial, ou que não perdem pitada do cada vez mais desinteressante cinema francês.
Lamentações à parte, let's look at the trailer:
domingo, 7 de setembro de 2008
Contra-informação
Saudando este regresso, o April Skies, casa pouca dada à preguiça, deixa-vos uma selecção muito pessoal dos trabalhos mais relevantes deste grande actor... de 1998 para cá! Toda a informação sobre cada filme, como os visitantes deste blogue decerto saberão, está à distância de um clique... basta procurá-la!
- Buffalo '66, de Vincent Gallo (1998)
- Animal Factory, de Steve Buscemi (2000)
- Get Carter, de Stephen Kay (2000)
- The Pledge, de Sean Penn (2001)
- Spun, de Jonas Akerlund (2002)
- Once Upon a Time in Mexico, de Robert Rodriguez (2003)
- Man on Fire, de Tony Scott (2004)
- Sin City, de Robert Rodriguez (2005)
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
LEITURA COMPULSIVA
Este País Não É Para Velhos
(No Country For Old Men, 2005)
[Edição Port.: Relógio d'Água, 2007]
Como muitos já saberão, esta obra foi alvo de uma adaptação cinematográfica por parte de Joel e Ethan Coen. A ante-estreia está marcada para o próximo dia 25, por ocasião da abertura da 28.ª edição do Fantas. O debute nas salas acontece três dias mais tarde.
Sabendo da apetência dos irmãos Coen para uma certa sublimação da violência, confesso que a ansiedade se mistura com alguma apreensão em relação ao resultado. Isto apesar de algumas críticas bastante favoráveis que já li em meios usualmente insuspeitos. A ver vamos...
Para aguçar o apetite, podem ver o trailer aqui.
segunda-feira, 19 de novembro de 2007
desCONTROLo
Sendo um filme que os indefectíveis dos Joy Division (eu incluído) não irão perder, julgo que a memória de Control será fugaz. A grandeza da música que o sustenta, essa, há muito que se tornou perene...
domingo, 14 de outubro de 2007
COISAS QUE DEVERIAM PERMANECER SECRETAS
quarta-feira, 11 de julho de 2007
quinta-feira, 14 de junho de 2007
FITAS #3
David Fincher
(c/ Jake Gyllenhaal, Mark Ruffalo, Robert Downey Jr.)
Não se pode dizer que David Fincher seja um dos realizadores mais prolíficos. Entre o desapontante Panic Room e este regresso à boa forma em Zodiac decorreram já cinco anos. No entanto, cada um dos seus filmes constitui um acontecimento que não deixa nenhum cinéfilo indiferente. No actual cinema este estatuto só encontra paralelo em Alejandro González Iñárritu, outro dos poucos que ainda conseguem criar grandes películas que chegam às massas. Se dúvidas houvesse sobre as credenciais de Fincher, bastaria atentar o nível do elenco de Zodiac que, além do trio de principais, integra ainda os notáveis secundários Brian Cox, Chloë Sevigny, Elias Koteas e Philip Baker Hall. Não é para todos!
Marcando o regresso de Fincher à temática do serial killer depois de Se7en, o filme que o trouxe para a ribalta, muitos esperariam mais um espectáculo de violência estilizada (não esquecer que Fincher provém do mundo dos videoclips) que está longe de acontecer. Em vez disso, a violência visual propriamente dita só aparece num par de cenas ainda no primeiro segmento de Zodiac. Mas nem por isso o filme deixa de ser igualmente perturbador, retratando a procura paralela e infrutífera de três homens pela identidade do assassino (auto-intitulado de Zodiac) que em finais da década de 1960 e inícios da década de 1970 aterrorizou a Bay Area californiana. Esses três personagens reais retirados do livro de Robert Graysmith são o reputado jornalista Ted Avery (representado pelo grande Robert Downey Jr.), o seu jovem colega cartoonista (o próprio Graysmith na melhor interpretação de sempre de Jake Gyllenhaal) e um inspector da polícia (Mark Ruffalo).
Se alguns poderão acusar Zodiac de ser demasiado longo (perto das três horas), eu diria que nem por um momento me senti aborrecido durante a projecção do filme. Diria até que esse prolongamento da acção ajuda a adensar a sensação de impotência dos três personagens perante o assassino, bem como a crescente obsessão de cada um deles pelo mesmo (com formas reacção bem distintas).
E se, como afirmei, não temos em Zodiac o espectáculo de violência de Se7en, em compensação temos uma magnífica reconstituição da época do auge da contra-cultura nos EUA, quer seja nos edifícios, nas ruas e, principalmente, nos carros. Um regalo para a vista proporcionado por uma excelente fotografia.
Não tivesse acontecido Fight Club e estaríamos perante o melhor filme de David Fincher...
quarta-feira, 18 de abril de 2007
FITAS #2
Danny Boyle
(c/ Cillian Murphy, Rose Byrne, Chris Evans, Cliff Curtis)
quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007
FITAS #1
Ryan Fleck