Mostrar mensagens com a etiqueta Loiras. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Loiras. Mostrar todas as mensagens

26 março 2011

"A loira do regime"...


... foi o epíteto com que Luís Filipe Menezes mimoseou Pacheco Pereira, tempos atrás. Ontem, o deputado do PSD foi o único, entre a oposição, a votar contra o fim do actual modelo de avaliação dos professores e a respectiva suspensão do processo, já no presente ano lectivo. Justificou a sua posição com dois argumentos principais: o primeiro, pela necessidade de os docentes serem avaliados; o segundo, afirmando que esta suspensão devolvia as escolas ao domínio dos sindicatos. O que significa, afinal, que Pacheco Pereira, mau-grado as suas qualidades como historiador, não sabe rigorosamente nada do que se encontra em jogo no que respeita ao primeiro ponto; e que, por outro lado, está predominantemente atento aos aspectos da política mais básica e não ao que verdadeiramente interessa, isto é, aos interesses dos cidadãos que nele votaram (interpostamente), nomeadamente os que fazem parte da celebrada "comunidade educativa".

Pior: Pacheco Pereira revela, mediante a posição que assumiu, uma total incompetência política no combate à ideologia da esquerda posta em prática através da acção sindical, nomeadamente ao Partido Comunista. Porque o resultado, ao fim de seis anos, da imposição autoritária de medidas desconchavadas, injustas e altamente prejudiciais para qualquer docência (e discência) digna desse nome, é os sindicatos terem hoje reforçado a sua audiência entre a os professores, embora a maioria não se identifique com a estreiteza e o claro oportunismo partidário da sua actuação.

A explicação mais plausível para tudo isto é que, na verdade, Pacheco Pereira não se terá libertado por completo das atitudes e vícios de comportamento de extrema-esquerda que herdou do seu passado marxista-leninista, atitudes e vícios que ainda manifesta com frequência nas posições que toma e nas medidas que propõe, no autoritarismo e na pequenez da incidência das suas escolhas no plano da luta política. Daí que o epíteto que lhe aplicou o Presidente da Câmara de Gaia, para cuja demissão do cargo de presidente do PSD ele tanto contribuiu, não lhe seja, a meu ver, completamente ajustado. Eu preferiria designá-lo como "a ruiva do regime". Sem ofensa.

Entretanto, complementando o que escrevi, leia-se isto.

15 fevereiro 2009

Pin'ups com Doutoramento


A partir de uma conversa com o Professor Doutor Nuno Nabais, do Departamento de Filosofia da Universidade de Lisboa, promotor-empresário de cafés-livrarias com tertúlias, conversador regular do Rádio Clube Português e possivel protagonista de outras meritórias actividades in, Ana Sousa Dias escreve, a páginas 45 da revista PÚBLICA de hoje, que o mesmo afirma saber "demasiadas coisas sobre as mulheres porque, além de ter a sorte de conhecer mulheres monumentais e curiosas, estudei muito Filosofia e li muito sobre a questão da condição humana e do feminino. Aquilo que estudei (...) está sempre a viciar a minha relação com o mundo e, neste caso, com as mulheres", acrescentando ainda, entre muitas outras coisas, que não consegue "namorar com uma pessoa que não seja de Filosofia, por mais bonita que seja".
Apesar de estarmos ainda em Fevereiro, este blog decidiu atribuir desde já ao Professor o prémio "Pin'up loira 2009".

17 dezembro 2008

Da genialidade na intuição política


Zita Seabra justificou a sua falta à votação da proposta do CDS-PP sobre a suspensão da avaliação dos professores, dizendo que é "contra a suspensão do processo de avaliação dos professores porque de cada vez que em política se pára para pensar suspendem-se as coisas durante anos".
Odete Santos deve estar a roer-se de inveja. Nem ela conseguiu alguma vez chegar tão longe...!

20 junho 2008

Não há cu...


... para as paneleirices deste gajo! (via Range-o-Dente no Fiel Inimigo)

02 setembro 2007

A ler


Não vi a entrevista a Gualter Batista, do Verde Eufémia, feita por Mário Crespo. Mas conheço, todos conhecemos, o tipo de argumentos referidos neste post de O Observador, de André Abrantes Amaral. Que recomendo como se fosse meu.

16 julho 2007

Mais do mesmo



Helena Roseta falou, a meu ver, muito bem, quando atribuiu à desilusão e ao consequente desinteresse o nível de abstenção que explodiu nas eleições para a Câmara de Lisboa. E que a candidatura que ela encabeçou era, entusiasmantemente, composta por gente que tinha vindo de todos os lados, de todos os partidos.
Só fiquei apreensivo ao ouvi-la dizer de seguida: "Eu até nem conhecia a maioria dos meus candidatos...!".