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quinta-feira, 12 de maio de 2016

Brasil, meu Brasil brasileiro, onde a aguarela ficou manchada pela ignomínia...

A presidente Dilma Rousseff

Na realidade, foi um golpe, inspirado do exterior e levado a cabo por políticos que estão indiciados e a ser investigados por crimes de corrupção. Tratou-se de um execrável assassinato político, perpetrado por uma classe política indigente, repugnante e sem mérito, que se serve do Estado para fins pessoais. Acima de tudo, tratou-se de um assassinato de carácter da cidadã Dilma Rousseff, que não cometeu qualquer crime (apenas cometeu prováveis erros políticos, admitiu ela, no seu último discurso como Presidente da República) e que vai carregar durante toda a vida o labéu de uma acusação falsa, imprópria, covarde e perversa. Aos trogloditas da Câmara de Deputados e do Senado, que aprovaram a sua destituição, ela, embora ferida no seu íntimo, respondeu com um discurso marcado pela dignidade, pela sobriedade e pela elevação. Mas foi também um discurso de combate, pela luta do seu bom nome e contra a injustiça de que foi vítima.
***«»***

AQUARELA DO BRASIL (letra e vídeo) com GAL COSTA,
vídeo MOACIR SILVEIRA

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Fato de Michel Temer no OLX



O fato, que o vice-presidente Michel Temer, encomendou para a tomada de posse como Presidente da República, substituindo Dilma Rousseff, já se encontra à venda no OLX, a preço de saldo.

sábado, 7 de maio de 2016

Dilma Rousseff _ vítima de políticos corruptos

Dilma Rousseff foi militante operacional da
 guerrilha marxista que lutava contra a ditadura

Os brasileiros deveriam ler este artigo do jornal PÚBLICO, antes de atirarem pedras à Presidente Dilma, que os políticos corruptos, telecomandados pela CIA, pretendem apear, para, uma vez no poder, silenciarem a justiça, que os está a investigar e os pretende julgar. Dilma foi uma lutadora contra o regime dos generais, tendo sido torturada. 
Dilma não é suspeita de nenhum crime, que possa fundamentar o impeachment. O único crime que ela cometeu, e que não agradou aos agentes do capital financeiro, industrial e agrário, e, muito menos, ao Tio Sam, foi o de afastar o Brasil da rota de vassalagem que o imperialismo dos EUA impõe aos países da América do Sul e da América Central (como se tratassem de meras colónias) e de promover uma aproximação aos países emergentes do BRIC (China, Rússia, Índia e Brasil), e que é o seu natural espaço geo-estratégico, no contexto internacional, devido ao perfil da sua importante economia.
Eu anotei, em defesa da minha tese, e para denunciar a cabala de que Dilma está a ser vítima, e que remonta ao tempo das últimas eleições presidenciais, que, dos 65 membros da Câmara de Deputados, eleitos para elaborar e fazer aprovar a proposta do impeachment de Dilma, 26 estavam a ser investigados pela Justiça, por crimes de corrupção. Isto diz tudo, sobre a transparência do processo de destituição da Presidente Dilma.
AC

sábado, 23 de abril de 2016

Discurso da ONU desmente o PiG [ou como se enganam papalvos]


A campanha mediática também faz parte do golpe. Quando necessário, lá se vai a independência e a isenção do jornalismo. Neste caso, a notícia do acontecimento antecipou-se ao próprio acontecimento, que acabou por não acontecer. Foi um intencional exercício de cartomancia jornalística, para enganar papalvos, como eu, que, acriticamente, acreditei naquela falsa e tendenciosa informação da imprensa brasileira, de que Dilma poderia aproveitar, à margem do evento internacional em que iria participar, a oportunidade para denunciar a cabala de que está a ser vítima.
[Texto publicado no espaço dos comentários do blogue Conversa Avinagrada, de onde retirei este vídeo].

quinta-feira, 21 de abril de 2016

GOLPISTAS TENTAM IMPEDIR QUE DILMA DIGA NA ONU O ÓBVIO: GOLPE É GOLPE


Apesar da aprovação da moção para a abertura da impugnação do mandato presidencial, Dilma continua no pleno uso de todas as suas competências e prerrogativas, como Presidente da República. E não poderá ser a vontade dos deputados, e muito menos, no ponto de vista moral, a dos deputados corruptos e golpistas, que as irão revogar. 
Dilma é a Presidente da República do Brasil e, nessa condição, vai onde quiser, como quiser e para dizer o que quiser. A ONU é um excelente palco para ela proclamar ao mundo a sua inocência e a sua razão. Não existe nenhum motivo constitucional nem político que sustente a iniciativa em curso, para lhe instaurar o processo do impeschment
Como português, sinto-me revoltado com o que está a passar-se no Brasil. No meu blogue e no Facebook tenho-me empenhado em defender a Presidente Dilma, que está a ser vítima da direita cavernícola do seu país. 

FORÇA DILMA!... VIVA O BRASIL!...
[Comentário que deixei no blogue Verdades Ocultas]

segunda-feira, 18 de abril de 2016

FICA DILMA...


O Brasil exibiu perante o mundo um deplorável espectáculo, que mais parecia um circo romano, no Coliseu. A política, por obra e graça dos seus agentes, muitos deles afogados nos escândalos da corrupção, desceu ao nível do excremento e da cloaca. O Brasil ficará refém de si próprio, enquanto não fizer uma profunda catarse do sistema político e partidário.
O que está a ocorrer no Brasil é, na realidade, um bem elaborado golpe de Estado, inspirado e apoiado do exterior e desencadeado pelos partidos representativos dos interesses das classes possidentes. Dilma não é suspeita de nenhuma infracção nem de nenhum crime, que justificasse o recurso à bomba atómica constitucional. Além de se ter politizado a Justiça, agora, judicializou-se a política. E isto é muito grave para o futuro do Brasil.
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Na realidade, Dilma governou mal, mas este julgamento cabe aos eleitores e não pode constituir argumento para recorrer à bomba atómica constitucional, o impeachment. 
Dilma cometeu erros na área política e na área económica. 
Na área política, porque descartou os partidos de esquerda que, em coligação, contribuíram para a sua eleição, assim como, anteriormente, para a eleição de Lula, preferindo antes piscar o olho aos partidos de direita. Na actual crise, perdeu apoios nas duas áreas. Faltou-lhe instinto político.
Na área económica, e apesar de ela ser economista, não percebeu que não podia repetir o modelo de Lula, que aproveitou os excedentes proporcionados pelo" boom" das exportações, para retirar da miséria cinquenta milhões de brasileiros, o que conseguiu. Com maior rendimento disponível, este segmento populacional entrou rapidamente numa euforia consumista, que os bancos estimularam intensivamente, emprestando dinheiro a baixo juro. Se Dilma tivesse estudado o que aconteceu em Portugal e nos outros países europeus teria logo intervindo, a fim de evitar o crescente endividamento das famílias. Só mais tarde, quando a evidência da crise dos incumprimento já era uma realidade, e à qual se veio juntar a queda das exportações do petróleo e dos produtos agrícolas, é que ela reagiu, escolhendo o pior caminho, a receita neoliberal da austeridade. A partir daí começou a perder apoios, que a direita revanchista aproveitou. Como essa direita não conseguiu, por um fio, evitar a sua reeleição, avançou-se para o desencadeamento de golpe de Estado palaciano, antecedido por campanhas mediáticas de grande envergadura, em que se procurou intoxicar a opinião pública brasileira.