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quarta-feira, 8 de março de 2017

DIA INTERNACIONAL DA VARANDA _ Poema de Maria Azenha

Coluna partida _ Frida Kahlo


DIA INTERNACIONAL DA VARANDA:

da Mulher,
da Colher,
de Flaubert,
de Almoster,
de Alenquer,
de Aluguer,
de Qualquer,
aspas
aspas
raspas
aspas
aspas
caspas
aspas
aspas
aspas
basta!
Disse Adília Lopes:”os peixinhos- de- prata e os camarões ainda são parentes.”
Estas são as primeiras páginas da física quântica.
Adão e Eva: um vaso com meninos e plantas.

©maria azenha
***«»***
Um poema ironicamente cáustico de Maria Azenha, de uma grande originalidade, e que retira do baú das futilidades os estereótipos e as rotineiras referências ao Dia Internacional da Mulher, ridicularizando-as.
É uma forma saudável de homenagear a Mulher.
Alexandre de Castro
2017 03 08

domingo, 18 de março de 2012

Pintura: A Coluna Partida - Frida Kahlo

"Pinto a minha própria realidade”
Nesta pintura, Frida Kahlo consegue transmitir, com uma forte marca pictórica, a dimensão do sofrimento físico, sofrimento este de que também foi vítima, em consequência de um acidente entre um autocarro e um carro elétrico, que a deixou acamada durante bastante tempo. A imagem torturante do sofrimento é aqui genialmente ampliada até ao limite da capacidade da resistência humana. É uma das pinturas que mais me impressionou, não tanto por uma qualquer exceção de ordem estética, mas pela intensidade da força que a mensagm transmite.