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domingo, 2 de dezembro de 2018

A França sempre nos habituou a ser a aurora das revoluções.



A França sempre nos habituou a ser a aurora das revoluções. E, agora, já não são os estudantes românticos do Maio 68 a manifestar-se, nem os operários a fazer greves, uns e outros já domesticados pelo sistema. Agora, são todos aqueles franceses da França profunda e "do fim do mês difícil", que apoiam este movimento dos coletes amarelos, um movimento que poderá vir a ser capturado pela extrema - direita, se é que o referido movimento – sem liderança visível e que se apresenta como uma estrutura inorgânica e horizontal – não nasceu por uma sua secreta inspiração.
De qualquer maneira, vem-nos à cabeça o Maio 68.

Alexandre de Castro

domingo, 15 de abril de 2018

Rússia: “Tais acções vão ter consequências”




Rússia: “Tais acções vão ter consequências”

Numa primeira reacção, o embaixador russo nos EUA, Anatoly Antonov, publicou um comunicado no Facebook, afirmando que os EUA e os seus aliados sabem "que tais acções terão consequências". E acrescentou: “Insultar o Presidente da Rússia é inaceitável e inadmissível”, além de que os EUA “não têm moral para criticar os outros países”, uma vez que tem um grande arsenal de armas químicas, argumentou.

Os alvos dos bombardeamentos dos EUA já tinham sido evacuados há vários dias, disse à Reuters uma fonte de uma aliança regional que apoia o regime de Assad. “Tivemos um aviso dos russos sobre o ataque e todas as bases militares foram evacuadas há alguns dias”, disse a mesma fonte. “Cerca de 30 mísseis foram disparados no ataque e um terço deles foi interceptado”.
PÚBLICO

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No ponto de vista militar, a operação desencadeada pelos predadores Trump, May e Macron foi um fracasso.

A operação destinava-se mais para consumo interno da opinião pública americana e europeia do que para assustar a Rússia e a Síria, que suportam bem estas arranhadelas.

No entanto, não deixou de ser um grave acto de guerra e uma agressão a um país independente, que o Direito Internacional proíbe e sanciona.

A Carta das Nações Unidas apenas consente o uso da força militar, contra um país soberano, no caso de legítima defesa ou actuando, através de um mandado do Conselho de Segurança da ONU, o que não foi o caso, permitindo assim que possamos considerar delinquentes paranóicos os três dirigentes políticos acima citados, e que, com esta iniciativa criminosa, deslustraram os valores da chamada civilização ocidental, que dizem defender.

Em relação às armas químicas, cito o PÚBLICO:
“A Convenção sobre o Uso de Armas Químicas diz que o Conselho de Segurança pode impor 'medidas' contra quem voltar a usar armas químicas na Síria, mas não autoriza directamente o uso da força. O tratado não tem um mecanismo de imposição que autorize outras partes a atacarem ou a punirem quem o violar”, explica Sofia Olofsson, na revista online Cornell Policy Review".

O crime está provado. E a apatia e a condescendência do secretário geral da ONU também.

Uma nota a preceito:
Parece que, agora, é moda chamar políticos portugueses para cargos internacionais importantes. Pudera!... São os melhores lacaios.
Eu, por mim, continuo a preferir os cães de guarda. São mais fiéis.

Alexandre de Castro
2018 04 15

terça-feira, 16 de maio de 2017

Merkel e Macron dispostos a alterar tratados europeus...


Merkel e Macron dispostos a alterar tratados europeus
Os dois defenderam ainda um "novo dinamismo"
 na relação franco-alemã, com Merkel a anunciar a
realização a curto prazo de um "conselho de ministros
franco-alemão para apresentar projetos bilaterais
suscetíveis de dar uma nova dinâmica
aos nossos trabalhos".


Agora, os dois colossos da Europa até já falam na criação de um Conselho de Ministros franco-alemão, para melhor imporem a sua vontade e promoverem a defesa dos seus interesses, na UE. Depois, no domesticado Conselho Europeu, os outros países, também com governos domesticados, através dos dois partidos da "alternância democrática", assinam de cruz. E é esta a democracia europeia, em que até o Parlamento Europeu, eleito directamente pelos cidadão, não tem voto na matéria.
Alexandre de Castro
2010 05 16

domingo, 7 de maio de 2017

Morte da V República da França

O friso dos presidentes da V República de França

Morte da V República da França

Já não interessa saber quem, hoje, vai ganhar a eleição presidencial francesa, e isto, porque a França já perdeu. Perdeu os valores da V República, do General De Gaule, que sempre defendeu a afirmação da França, face à hegemonia do mundo ocidental, exercida pelos EUA (auxiliada pela Grã-Bretanha), e à qual Sarkozy e Hollande, servilmente, se submeteram. Emmanuel Macron, que é o putativo vencedor, é o homem que obteve o unânime apoio dos banqueiros e dos empresários franceses, pois será ele que irá introduzir na política francesa o pleno modelo neoliberal de Reagan e de Thatcher, embora seguindo o enganador modelo da terceira via, seguido por Blair, na Grã-Bretanha.
Através do voto, os franceses, que souberam liquidar o Partido Republicano e o Partido Socialista, que, alternadamente, governaram A França, nas últimas décadas, não souberam, contudo, evitar que o desfecho na segunda volta, tivesse de ser disputado entre dois candidatos, que, cada um à sua maneira, estão vocacionados para desfigurar a França. Os franceses vão pagar muito caro o facto de não terem optado pela eleição de Jean-Luc Mélenchon, que, através do seu movimento "A França Insubmissa", defendia o fim da austeridade e o aumento do salário mínimo.
Resta aos franceses corrigir a rota nas eleições legislativas.
Alexandre de Castro
2017 05 06

domingo, 12 de junho de 2016

Não bastam as acções diplomáticas, as cerimónias das condecorações (de má memória) os protocolos e as paradas militares


Não estava no programa oficial a participação de François Hollande na Câmara de Paris, na condecoração dos quatro porteiros portugueses que socorreram vítimas do atentado do Bataclan. Mas já se sabe como Marcelo pode ser persuasivo, a ponto de conseguir desviar o presidente francês do percurso entre o Palácio do Eliseu e o Stade de France. Em vez de ir diretamente, passou pela casa de Anne Hidalgo e, tal como Marcelo e Costa, fez um discurso de improviso.
… Marcelo fez um malabarismo ao protocolo e passou para as mãos de Hollande duas das quatro condecorações para que ele as entregasse. "Vou mudar as regras", disse antes. Já durante a manhã tinha dado a volta ao statu quo, quando retomou, 42 anos depois de 1974, a parada militar no Terreiro do Paço e as condecorações a antigos combatentes da Guerra Colonial - e também a militares no ativo que se destacaram em missões no estrangeiro - e também a militares no ativo que se destacaram em missões no estrangeiro. Sabia que ia agitar os fantasmas de várias gerações, sabia que estava novamente a andar sobre o arame das memórias difíceis. Mais alguém poderia tê-lo feito? Se no dia em que se tornou Presidente ele se juntou a representantes de 18 crenças religiosas na Mesquita de Lisboa, sim, podia. Por muito que seja doloroso voltar a sentir as feridas do passado recente, é preciso procurar no que aconteceu ontem o sinal de que nada é imutável e tudo pode ser posto em causa.
Diário de Notícias _ Ana Sousa Dias

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Na realidade, na História dos Povos, nada é imutável. Tudo muda, porque "o mundo é feito de mudança". Mas é preciso dar um empurrão a essa mudança. E os empurrões não podem estar confinados apenas ao nível diplomático e aos protocolos de Estado, muito embora sejam importantes. O folclore das paradas militares e das cerimónias das condecorações, de má memória (e agora falo na qualidade de ex-capitão miliciano, que fez a Guerra Colonial) não são suficientes para resolver os problemas que, neste momento, se colocam a Portugal, e que ameaçam a sua identidade, a sua dignidade e a sua independência, que está em perigo. O problema que Marcelo Rebelo de Sousa e António Costa têm de resolver rapidamente é a posição de Portugal no contexto europeu, uma relação que está a descambar perigosamente para uma típica situação neocolonial, embora de forma encapotada. A União Europeia, que se apresentou como um espaço de solidariedade, está a transformar-se num pesadelo para os povos que não conseguiram (também por culpas próprias, é certo) acompanhar o desenvolvimento dos países europeus mais ricos (que também enriqueceram à custa dos países mais pobres, através da economia de troca desigual, uma vez que o dinheiro dos subsídios aos países pobres destinava-se a promover a compra de bens e serviços aos países mais ricos), o que me leva a afirmar que a União Europeia se transformou num grande espaço de negócios. E a situação chegou a um ponto extremo e insustentável, quando se assiste ao degradante espectáculo de uma instituição comunitária, a Comissão Europeia, controlada à distância pela Alemanha e pela França, ameaçar Portugal com sanções económicas, medidas estas que nunca deveriam ser incluídas em nenhum Tratado Internacional, e que, ao constar nos tratados europeus, constitui uma originalidade vergonhosa, já que nunca se viu, em tempos de paz, dois ou mais países estabelecerem, entre si, a aplicação de sanções, nos acordos entretanto firmados.
E é isto que tem de ser resolvido rapidamente pelos altos dirigentes de Portugal.
Alexandre de Castro

Publicado também aqui, por deferência dos editores do "Abril de Novo Maganize".

segunda-feira, 30 de março de 2015

O colapso dos partidos socialistas europeus


Resultado eleitoral em França é "rejeição maciça" para Hollande
O Presidente da conservadora União por um Movimento Popular (UMP), Nicolas Sarkozy, considerou hoje que a vitória do centro-direita nas eleições locais francesas é consequência da "maciça rejeição das políticas do Presidente [François] Hollande".
Notícias ao Minuto

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O colapso dos partidos socialistas europeus

Um a um, os partidos socialistas vão sucumbindo na enxurrada da crise europeia. É a prova evidente que o establishment está a mudar. E é muito possível que mudanças de outra natureza venham a ocorrer com o previsível agravamento da crise europeia. O bipartidarismo de circunstância, que tem regido os países da Europa, está a desagregar-se. Os eleitores começaram a perceber que as políticas de alternância no poder entre socialistas e sociais-democratas e os partidos conservadores eram uma farsa do sistema. A diferença entre os dois blocos políticos era igual à da imagem ao espelho, que levantava o braço esquerdo, quando alguém, do outro lado, levantava o braço direito.
A principal consequência desta mudança estrutural vai refletir-se na fratura e no desequilíbrio do sistema político-partidário, pois deixará de existir a almofada de segurança que permitia manter, sem contestação, as políticas do sistema capitalista, que muito se orgulhava da sua democracia de fachada. 
Agora, a pergunta que se coloca consiste em saber para onde irão os votos do descontentamento. Para a direita e extrema-direita ou para os atuais partidos de esquerda, do antissistema? Ou será que a Europa vai entrar em convulsão, com revoltas populares nos países do sul?

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Revolta no PS obriga Valls a aprovar reforma económica sem votos


Governo enfrenta hoje moção de censura, por ter decidido aprovar sem votação parlamentar a ‘lei Macron’ com a qual pretende relançar a economia.
A França mergulhou ontem num turbilhão político, quando o primeiro-ministro Manuel Valls anunciou que recorria ao artigo 49-3 da Constituição para forçar a aprovação das reformas económicas do executivo.

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Mais um partido socialista a trair os trabalhadores, tentando fazer aprovar uma lei austeritária, e ultrapassando a sua obrigatória submissão à Assembleia Nacional francesa.
No âmbito da Internacional Socialista, todos os partidos socialistas e sociais-democratas, nela inscritos, estão perfeitamente integrados no sistema político, que domina a Europa, e, quando alcançam o poder, não se diferenciam dos partidos da direita.

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Putin recebe Merkel e Hollande com a diplomacia presa por um fio


Putin recebe Merkel e Hollande com a diplomacia presa por um fio
Chanceler alemã e Presidente francês foram a Moscovo fazer uma contraproposta ao Presidente russo. Moscovo diz que conversações forma construtivas e diz que resultados da reunião serão divulgados no domingo.
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Armar o exército ucraniano, como pretende o Congresso dos EUA, significa uma declaração de guerra à Rússia.

domingo, 11 de janeiro de 2015

Netanyahu anuncia participação na "marcha republicana" [em Paris]

Benjamin Netanyahu | primeiro-ministro israelita

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, vai participar, no domingo, na "marcha republicana" em Paris, na sequência dos atentados contra o jornal Charlie Hebdo e um supermercado 'kosher', anunciou hoje a Embaixada de Israel na capital francesa.
Segundo a agência noticiosa francesa AFP, a manifestação promete reunir perto de um milhão de pessoas.
Notícias ao Minuto

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Com a presença de Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, na manifestação de Domingo, em Paris, eu fico sem saber se aquela manifestação é contra ou é a favor do terrorismo... É que os terroristas não são apenas os "outros".
... Não podemos deixar cair no esquecimento o povo mártir da Palestina, vítima permanente do terrorismo institucional dos países ocidentais, que, pela ação, o promovem e executam, ou, por omissão, o toleram e apoiam.

sábado, 21 de junho de 2014

Hollande junta vários líderes da UE em apoio a Juncker


Nove líderes da União Europeia, hoje reunidos em Paris pelo presidente francês, apoiaram a indigitação do conservador Jean-Claude Juncker para presidir à Comissão Europeia, após a vitória do Partido Popular Europeu (PPE) nas últimas eleições europeias.
Respeitamos as instituições europeias e o espírito das eleições e o partido com mais votos pode propor o seu candidato, neste caso Junker", disse o presidente francês, François Hollande, no final da reunião.
À reunião assistiram, além do presidente francês, os chefes do Governo de Itália, Bélgica, Roménia, Dinamarca, Eslováquia, Malta e República Checa, assim como o chanceler austríaco.

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Com socialistas destes... nem sei o que deva dizer!...
Um dirigente político de direita não faria melhor. Quem deve estar a rir-se às gargalhadas é a czarina alemã, que já pediu ao seu camareiro-mor o casaquinho branco à Hitler, para, ao espelho, poder dizer: A França já está no papo...
Hollande é a expressão mais eloquente da natureza e da volatilidade dos dirigentes dos partidos filiados na Internacional Socialista: Estão sempre do lado mais conveniente.
Falta-me saber se o camarada Hollande é uma referência inspiradora para António Costa e para António José Seguro.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Hollande: França e Alemanha "querem trabalhar em conjunto pelo bem da Europa"

Alemanha e França têm o dever de trabalhar em conjunto. Esta foi uma das mensagens deixadas por François Hollande e por Angela Merkel no primeiro encontro. A Grécia e o crescimento económico estiveram no centro das declarações.
Angela Merkel sublinhou esta noite que França e Alemanha têm o dever de trabalhar em conjunto e garantiu que ela e François Hollande têm consciência da responsabilidade que têm perante toda a Europa. A França e a Alemanha “querem trabalhar em conjunto pelo bem da Europa” e vão fazê-lo, assegurou o novo presidente de França, no dia em que tomou posse enquanto líder do país.
Jornal de Negócios
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Mais uma vez, a palhaçada do costume. Os discursos eleitorais não são para levar a sério. Hollande e Merkel estão de acordo sobre tudo aquilo que ontem os dividia E tão entusiasmados ficaram, neste seu primero encontro a dois, que até resolveram iniciar em Berlim a próxima campanha eleitoral da Grécia.
Durante os próximos dias vamos deixar de ouvir falar da dívida e do défice para dar lugar a um vazio discurso sobre o crescimento, que ninguém sabe, nas condições atuais, como se vai obter, embora a chanceler alemã, há dias, já tivesse apresentado a sua receita milagrosa, que consistiria, ao nível de cada Estado com poblemas de crescimento, em proceder-se a mais privatizações, a acrescentar às que já estão previstas para pagar a dívida e o seu serviço, a fim de investir as receitas resultantes nas respetivas economias.
Por sua vez, os gregos vão ser intoxicados, ora por promessas redentoras, ora por apocalípticas ameaças.
Espera-se que os gregos não se deixem enganar nem amedrontar e que, na hora de depositarem o seu voto, se lembrem da vultuosa dívida de guerra que a Alemanha não lhes pagou. 

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Chefe do Bundesbank pede que Hollande não toque no pacto fiscal da UE

O presidente do Banco Central Alemão (Bundesbank), Jens Weidman, lançou uma advertência neste sábado ao presidente eleito francês François Hollande, ao recomendar que não se meta com o pacto fiscal europeu e que não toque no status do Banco Central Europeu (BCE).
Agência Frace Press
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A República de França não pode permitir, sob pena de ter de admitir a desonra, que um funcionário alemão de segunda classe venha fazer advertências e ameaças veladas ao seu futuro Presidente. Depois das ameaças proferidas por Angela Merkel e pelos ministros das Finanças e dos Negócios Estrangeiros do governo alemão, vem agora o presidente do Banco Central Alemão (Bundesbank), numa clara falta de respeito pela hierarquia institucionalizada, dizer a François Hollande o que não deve fazer. E que se saiba, François Hollande ainda não reagiu a este enxovalho, atitude que enfraquece a sua imagem, junto da opinião pública francesa e mundial.
Se algumas dúvidas subsistissem sobre a natureza das instituições da União Europeia, às quais falta dimensão democrática e independência política, sendo remetidas, agora sem qualquer disfarce, para o lugar de meras agências administrativas e burocráticas, basta ver o registo das intervenções de Angela Merkel e dos seus ministros, que se assumem cada vez mais como verdadeiros donos do destino da Europa, sem tomar em linha de conta a opinião dos lideres dos outros países membros.
http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5jJAieirVoHK4bSSiReBizcwuGeFw?docId=CNG.ddca8af840f0890092bf4bddbd6dec06.01

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Governante francesa aconselha sem-abrigo a “evitarem saídas” por causa do frio


Sensibilidade de Nora Berra comparada à de Maria Antonieta
A vaga de frio que está a assolar a Europa levou a secretária de Estado francesa da Saúde a redigir, no passado fim-de-semana, alguns conselhos para os seus concidadãos. Mas o que deveria ser uma iniciativa salutar passou a ser motivo para ridicularizar a autora. É que Nora Berra sugeriu aos “mais vulneráveis”, incluindo os sem-abrigo, que evitassem sair de casa.
O texto original é citado pelo Libération, uma vez que a governante francesa o editou depois de a polémica estalar. Quando o insólito conselho chegou aos olhos do “povo”, a fotografia de Nora Berra começou a ser partilhada nas redes sociais com uma imagem de Maria Antonieta ao lado, comparando a frase da actual governante à famosa declaração da rainha consorte de Luís XVI: “Se não têm pão, que comam brioches" (em português, às vezes, não se lê o "i" *).
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A vida seria mais insípida se não existissem políticos. Como é que eu me divertiria?
* Nota do editor do blogue.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Trecho - Documentário "Let's make money" - Ex-assassino econômico John Perkins


Amabilidade do Campos de Sousa
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Trata-se de uma repetição, pois este vídeo já foi publicado neste blogue. Mas resolvi reditá-lo, devido à sua oportunidade nos tempos actuais, em que as pessoas já começam a compreender melhor os perversos mecanismos do imperialismo americano, sustentado pelo grande capital financeiro internacional. Por dedução, também se fica a compreender o que se passou recentemente na Líbia. Tal como Hussein Sadam, do Iraque, Kafadi também desafiou os EUA, aceitando euros e outras moedas em troca das vendas do petróleo líbio. Para irritar mais os imperialistas, Kadafi adoptou o padrão ouro para a moeda do seu país, o que constituia um mau exemplo para outros países. Falhados os objectivo do "assassino económico" e com o fracasso dos "chacais", o seu destino ficou traçado. Desta vez coube à França fazer o papel sujo, assumindo o comando militar da invasão da Líbia, depois de se ter encenado a revolta popular, enviando para a zona, onde Kadafi não era bem tolerado, militares do Katar, que se fizeram passar por rebeldes líbios. Foi a estreia da França neste tipo de intervenções, o que nunca teria sido posssível acontecer, durante a vigência dos mandatos dos anteriores presidentes da república francesa, que faziam gala em mostrar ao mundo que a França não era um capacho dos EUA. 

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Lagarde: "Portugal vai não apenas sobreviver mas crescer" com pacote de austeridade


Portugal "vai não apenas sobreviver mas até crescer" com o pacote de austeridade, afirmou hoje em Lisboa a ministra da Economia francesa, Christine Lagarde.
Jornal de Negócios
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Claro que vai crescer, então não vai! Só que ainda não se sabe quando e como!.
Eu julgo que esta mulher ainda não sabe o que é levar no pacote!

Porra! Outra vez o dedo!...


Gestos que marcam a vida de uma mulher de fibra!


Christine Lagarde, no momento em que respondia a um jornalista, que lhe perguntou se, caso fosse eleita presidente do FMI, estaria na disposição de facultar um empréstimo extra a Portugal, com um juro baixo.
O jornalista em questão ainda não se refez do susto, confessando que, naquele momento da entrevista, ele não sabia aonde poderia aquele dedo ir enfiar-se. É que quem tem cu, tem medo, rematou.