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segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

MASSACRE INDÍGENA, MATO GROSSO DO SUL



AMAZÓNIA:
O massacre das populações indígenas e a desmatação da Amazónia

Este apelo desesperado de uma indígena Guaanys Kaiowà é de 2016. Em lágrimas, ela denunciava o massacre que estava a ser perpetrado sobre o seu povo.
O mundo ficou calado e mudo!... Os governos ocidentais, tão diligentes em condenar os países considerados inimigos de estimação, por estes, supostamente, não respeitaram os direitos humanos, também ficaram calados, tentando, assim, esconder a sua cumplicidade. O mesmo se pode dizer da comunicação social, toda ela nas mãos das classes possidentes, que à distância comandam o poder político.
E, com a eleição do fascista Bolsonaro, as comunidades índias correm o risco de ser dizimadas, para abrir caminho ao sector do agro-negócio, que pretende instalar-se na Amazónia, desmatando-a e destruindo-a progressivamente, acções estas, que irão contribuir para o agravamento das alterações climáticas.
Estamos na presença de crimes contra a Humanidade, que é necessário denunciar em todas as instâncias. E a divulgação, através das redes sociais, deste vídeo e deste texto, poderá ser o início de um longo caminho, se todos colaborarem.
Alexandre de Castro

segunda-feira, 29 de outubro de 2018

No Brasil, ganhou o fascismo...



No Brasil, ganhou o fascismo...
                                
O fascista Bolsonaro ganhou. Perdeu a democracia e perdeu o Brasil. E, possivelmente, vão perder muitos países, na América Latina e na Europa, onde os partidos radicais de extrema-direita, já instalados, vão ganhar, por contágio, um novo alento, para tentarem a fascização do poder político, inspirando-se no exemplo de Hitler, que também ganhou o poder, através de eleições, explorando com astúcia a fraqueza dos partidos democráticos tradicionais, que se esgotavam nas suas contradições.

O Brasil é um país democraticamente fraco, muito dividido etnicamente e socialmente, escandalosamente desigual na distribuição da riqueza e com uma incultura política elevada, a tal ponto que acabou por eleger um presidente que prometeu recorrer, implicitamente, ao assassinato das minorias. Hitler também também prometeu assassinar os judeus, e cumpriu.

Não pretendo fazer futurologia, mas vaticino que as coisas, no Brasil, vão correr muito mal.

Alexandre de Castro
2018 10 29

sábado, 27 de outubro de 2018

O Brasil a caminho do seu labirinto...


O Brasil a caminho do seu labirinto

Eu já não tenho dúvidas de que estas eleições, no Brasil, foram milimetricamente preparadas para desencadear um movimento insurreccional generalizado, que justifique a institucionalização de um regime autoritário e repressivo, que restrinja as liberdades e que dissemine o medo e o terror.

Quando agentes do Estado, em vésperas de uma eleição, de uma importância crucial, invadem as universidades para intimidar professores e alunos, suspeitos de ideologias de esquerda (ver aqui), é porque existe uma oculta intenção de apagar as pegadas da democracia brasileira e de iniciar um novo ciclo, o das "ditaduras democráticas" ou das "democracias musculadas".

Amanhã, quando Bolsonaro começar a fazer as razias étnicas e políticas, que prometeu, os que nele votarem não poderão vir dizer que não sabiam, nem se poderão queixar, no caso de vierem a ser vítimas da sua fúria e da sua crueldade fascista.

Alexandre de Castro
2018 10 27

domingo, 8 de abril de 2018

Prisão de Lula da Silva: quando a verdade é uma agulha num palheiro


Prisão de Lula da Silva: quando a verdade é uma agulha num palheiro


Léo Pinheiro, à altura presidente da OAS, começou por ser interrogado pelas autoridades no âmbito da Operação Lava Jato em 2014, tendo sido logo preso. Negociou um acordo de delação premiada com os investigadores mas, em 2016, o acordo caiu por terra. Tudo porque a Procuradoria acusou-o de quebra de confidencialidade, depois de ter surgido uma notícia sobre o acordo na revista Veja. Apesar disso, Pinheiro quis colaborar na mesma com a investigação, na esperança de que tal ajudasse a reduzir a sua pena, o que veio a acontecer: Sérgio Moro, no final do julgamento, reduziu a pena que lhe aplicou de 10 anos e oito meses de prisão para uma pena de apenas 2 anos e seis meses em regime fechado, passando o resto da pena a regime aberto. Léo Pinheiro está ainda condenado a outros 42 anos de prisão, por outras duas sentenças também aplicadas por Moro, relacionadas com a Lava Jato.


****«»****

Lendo o artigo do OBSERVADOR, que segue a linha de pensamento da narrativa do juiz Sérgio Moro, até parece que, na realidade, Lula da Silva foi corrompido, tal é a força das provas trazidas para o processo.

No entanto, na narrativa da acusação, há uma nebulosa opaca, como são todas nebulosas, e, ao mesmo tempo, intrigante, que não deixa ver toda a verdade, escondida que está no meio de tantas assumidas certezas. Refiro-me a Léo Pinheiro, director, à altura dos factos, da OAS, a dona do célebre Triplex, e que começou a ser investigado pelas autoridades, ainda no âmbito da Operação Lava Jato, em 2014, tendo sido imediatamente preso. E é na prisão que ele propõe (ou aceita?) um acordo de delação premiada, uma figura jurídica controversa, que muitos juristas contestam e condenam, pois, a partir desse momento, o arguido diz, afirma, subscreve (e põe-se de joelhos, se necessário for) tudo o que os investigadores quiserem, caso o objectivo da investigação esteja inquinado (por motivos políticos ou por motivos de outra natureza) pela tentação de atribuir a culpa a quem a não tem e, noutros casos, de absolver quem a tem.

E, no final do julgamento de Lula da Silva, o juiz Sérgio Moro foi magnânimo para com Léo Pinheiro. A generosidade da clemência fala por si, e levanta alguma suspeição, embora eu, da minha parte, não queira promover nenhum processo de intenções. Sérgio Moro, que condenou Léo Pinheiro a dez anos e oito meses de prisão, premiou a delação, reduzindo-lhe a pena para, apenas, “dois anos e seis meses, em regime fechado, passando o resto da pena a regime aberto”, o que prova que a delação compensa, mesmo que seja comprada pela investigação, em muitos casos.

Entretanto, eu, por mim, neste texto, consegui dizer tudo o que tinha a dizer, sem me comprometer com nada, uma vez que a verdade nem sempre vem à tona da água.

Alexandre de Castro
2018 04 08

segunda-feira, 19 de março de 2018

Floresta Amazónia ameaçada…


Com um clik, amplie a imagem do vídeo.

Isto diz-nos respeito. Aliás, isto diz respeito a toda a Humanidade. E não podemos ficar calados, perante a tentativa do actual governo do Brasil de querer vender a investidores estrangeiros, e para fins industriais, uma área significativa da maior floresta do mundo, a Amazónia, o que conduziria à sua lenta e progressiva destruição.

Sem a Amazónia, a grande fábrica natural de oxigénio, os desequilíbrios ambientais, em todo mundo, seriam dramáticos, quer para a saúde humana, quer para a agricultura, da qual dependemos para viver.

E a melhor maneira de participares nesta luta é divulgares este vídeo pelos teus amigos, pedindo-lhes que façam o mesmo. É o que eu estou a fazer.

Alexandre de Castro.
2018 03 18

Vídeo enviado pela minha amiga, a "poeta" Maria Gomes.

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Brasil, meu Brasil brasileiro, onde a aguarela ficou manchada pela ignomínia...

A presidente Dilma Rousseff

Na realidade, foi um golpe, inspirado do exterior e levado a cabo por políticos que estão indiciados e a ser investigados por crimes de corrupção. Tratou-se de um execrável assassinato político, perpetrado por uma classe política indigente, repugnante e sem mérito, que se serve do Estado para fins pessoais. Acima de tudo, tratou-se de um assassinato de carácter da cidadã Dilma Rousseff, que não cometeu qualquer crime (apenas cometeu prováveis erros políticos, admitiu ela, no seu último discurso como Presidente da República) e que vai carregar durante toda a vida o labéu de uma acusação falsa, imprópria, covarde e perversa. Aos trogloditas da Câmara de Deputados e do Senado, que aprovaram a sua destituição, ela, embora ferida no seu íntimo, respondeu com um discurso marcado pela dignidade, pela sobriedade e pela elevação. Mas foi também um discurso de combate, pela luta do seu bom nome e contra a injustiça de que foi vítima.
***«»***

AQUARELA DO BRASIL (letra e vídeo) com GAL COSTA,
vídeo MOACIR SILVEIRA

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Fato de Michel Temer no OLX



O fato, que o vice-presidente Michel Temer, encomendou para a tomada de posse como Presidente da República, substituindo Dilma Rousseff, já se encontra à venda no OLX, a preço de saldo.

sábado, 7 de maio de 2016

Dilma Rousseff _ vítima de políticos corruptos

Dilma Rousseff foi militante operacional da
 guerrilha marxista que lutava contra a ditadura

Os brasileiros deveriam ler este artigo do jornal PÚBLICO, antes de atirarem pedras à Presidente Dilma, que os políticos corruptos, telecomandados pela CIA, pretendem apear, para, uma vez no poder, silenciarem a justiça, que os está a investigar e os pretende julgar. Dilma foi uma lutadora contra o regime dos generais, tendo sido torturada. 
Dilma não é suspeita de nenhum crime, que possa fundamentar o impeachment. O único crime que ela cometeu, e que não agradou aos agentes do capital financeiro, industrial e agrário, e, muito menos, ao Tio Sam, foi o de afastar o Brasil da rota de vassalagem que o imperialismo dos EUA impõe aos países da América do Sul e da América Central (como se tratassem de meras colónias) e de promover uma aproximação aos países emergentes do BRIC (China, Rússia, Índia e Brasil), e que é o seu natural espaço geo-estratégico, no contexto internacional, devido ao perfil da sua importante economia.
Eu anotei, em defesa da minha tese, e para denunciar a cabala de que Dilma está a ser vítima, e que remonta ao tempo das últimas eleições presidenciais, que, dos 65 membros da Câmara de Deputados, eleitos para elaborar e fazer aprovar a proposta do impeachment de Dilma, 26 estavam a ser investigados pela Justiça, por crimes de corrupção. Isto diz tudo, sobre a transparência do processo de destituição da Presidente Dilma.
AC

sábado, 23 de abril de 2016

Discurso da ONU desmente o PiG [ou como se enganam papalvos]


A campanha mediática também faz parte do golpe. Quando necessário, lá se vai a independência e a isenção do jornalismo. Neste caso, a notícia do acontecimento antecipou-se ao próprio acontecimento, que acabou por não acontecer. Foi um intencional exercício de cartomancia jornalística, para enganar papalvos, como eu, que, acriticamente, acreditei naquela falsa e tendenciosa informação da imprensa brasileira, de que Dilma poderia aproveitar, à margem do evento internacional em que iria participar, a oportunidade para denunciar a cabala de que está a ser vítima.
[Texto publicado no espaço dos comentários do blogue Conversa Avinagrada, de onde retirei este vídeo].

quinta-feira, 21 de abril de 2016

GOLPISTAS TENTAM IMPEDIR QUE DILMA DIGA NA ONU O ÓBVIO: GOLPE É GOLPE


Apesar da aprovação da moção para a abertura da impugnação do mandato presidencial, Dilma continua no pleno uso de todas as suas competências e prerrogativas, como Presidente da República. E não poderá ser a vontade dos deputados, e muito menos, no ponto de vista moral, a dos deputados corruptos e golpistas, que as irão revogar. 
Dilma é a Presidente da República do Brasil e, nessa condição, vai onde quiser, como quiser e para dizer o que quiser. A ONU é um excelente palco para ela proclamar ao mundo a sua inocência e a sua razão. Não existe nenhum motivo constitucional nem político que sustente a iniciativa em curso, para lhe instaurar o processo do impeschment
Como português, sinto-me revoltado com o que está a passar-se no Brasil. No meu blogue e no Facebook tenho-me empenhado em defender a Presidente Dilma, que está a ser vítima da direita cavernícola do seu país. 

FORÇA DILMA!... VIVA O BRASIL!...
[Comentário que deixei no blogue Verdades Ocultas]

segunda-feira, 18 de abril de 2016

FICA DILMA...


O Brasil exibiu perante o mundo um deplorável espectáculo, que mais parecia um circo romano, no Coliseu. A política, por obra e graça dos seus agentes, muitos deles afogados nos escândalos da corrupção, desceu ao nível do excremento e da cloaca. O Brasil ficará refém de si próprio, enquanto não fizer uma profunda catarse do sistema político e partidário.
O que está a ocorrer no Brasil é, na realidade, um bem elaborado golpe de Estado, inspirado e apoiado do exterior e desencadeado pelos partidos representativos dos interesses das classes possidentes. Dilma não é suspeita de nenhuma infracção nem de nenhum crime, que justificasse o recurso à bomba atómica constitucional. Além de se ter politizado a Justiça, agora, judicializou-se a política. E isto é muito grave para o futuro do Brasil.
***
Na realidade, Dilma governou mal, mas este julgamento cabe aos eleitores e não pode constituir argumento para recorrer à bomba atómica constitucional, o impeachment. 
Dilma cometeu erros na área política e na área económica. 
Na área política, porque descartou os partidos de esquerda que, em coligação, contribuíram para a sua eleição, assim como, anteriormente, para a eleição de Lula, preferindo antes piscar o olho aos partidos de direita. Na actual crise, perdeu apoios nas duas áreas. Faltou-lhe instinto político.
Na área económica, e apesar de ela ser economista, não percebeu que não podia repetir o modelo de Lula, que aproveitou os excedentes proporcionados pelo" boom" das exportações, para retirar da miséria cinquenta milhões de brasileiros, o que conseguiu. Com maior rendimento disponível, este segmento populacional entrou rapidamente numa euforia consumista, que os bancos estimularam intensivamente, emprestando dinheiro a baixo juro. Se Dilma tivesse estudado o que aconteceu em Portugal e nos outros países europeus teria logo intervindo, a fim de evitar o crescente endividamento das famílias. Só mais tarde, quando a evidência da crise dos incumprimento já era uma realidade, e à qual se veio juntar a queda das exportações do petróleo e dos produtos agrícolas, é que ela reagiu, escolhendo o pior caminho, a receita neoliberal da austeridade. A partir daí começou a perder apoios, que a direita revanchista aproveitou. Como essa direita não conseguiu, por um fio, evitar a sua reeleição, avançou-se para o desencadeamento de golpe de Estado palaciano, antecedido por campanhas mediáticas de grande envergadura, em que se procurou intoxicar a opinião pública brasileira.

domingo, 20 de março de 2016

Caso Lula: que ninguém atire a primeira pedra…


Caso Lula: que ninguém atire a primeira pedra…

Lula está apenas a ser investigado. É suspeito da prática de crimes de corrupção, mas, até à data, ainda não foi acusado formalmente, com base em provas objectivas. Até ao seu julgamento, se ele vier a ocorrer, goza do estatuto da presunção de inocência. Por sua vez, o juiz Sérgio Moro, que conduz o respectivo processo de investigação, violou grosseiramente a lei, ao divulgar uma escuta telefónica, mesmo que fortuita, em que aparece a Presidente Dilma, o que não dignifica a justiça brasileira, que entrou perigosamente no processo da sua politização. E os órgãos judiciais não podem fazer política. Têm apenas a nobre tarefa de investigar, processar, julgar, e, se for caso disso, condenar. 
A Presidente Dilma pode nomear quem muito bem entender, para um cargo ministerial. E o cidadão Lula da Silva não tem nenhum impedimento legal, a proibir a sua nomeação como ministro, pois está na plena posse de todos os seus direitos constitucionais e individuais. Claro que, politicamente, a questão é potencialmente polémica, estando sujeita aos humores ideológicos e às paixões partidárias, mas não é o poder judicial que tem competência para a resolver.
Não queira o Brasil imitar o folhetim do caso Sócrates, em que, depois de meio ano, após a sua prisão preventiva, ainda não foi acusado. 
Com isto, não quero dizer que, quer Lula, quer Sócrates, estejam inocentes. Mas, também, ninguém de boa fé os poderá considerar culpados. Aguardemos a acusação, as provas e o julgamento. Então, depois disto, já poderemos atirar as pedras ou ter de pedir desculpa.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Lula da Silva ouvido sobre o caso “Mensalão”


O antigo presidente brasileiro prestou pela primeira vez na semana passada esclarecimentos à polícia sobre o caso de corrupção "Mensalão", avança o Folha de São Paulo.

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Levem para o Brasil o juiz português Carlos Alexandre.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Mulher-pêra desfilou completamente nua

Suéllen Rocha desfilou em São Paulo -DN
Não usou plumas, nem máscara, nem sequer um fio dental: a brasileira Suéllen Rocha, conhecida como a Mulher-Pêra, desfilou na primeira noite de Carnaval em São Paulo apenas com o corpo pintado e uma fina corrente de ouro na cintura.
O próximo passo vai ser ver o seu nome no Guiness como a "menor fantasia" de sempre: "Vai ser uma glória", comentou ao site do Globo a modelo e cantora de 25 anos que foi convidada a desfilar no sambódromo pelo estilista Denis Moraes, que concebeu o "fato".
Suéllen Rocha desfilou com a escola Águia de Ouro. "Primeiro fiquei um pouco receosa de sair assim, sem nada. Depois eu pensei no assunto e achei muito legal. Agora estou adorando. Dançar com roupa machuca, às vezes aperta." E conclui: "Eu adoro dançar pelada. Estou linda, leve e solta."
Diário de Notícias
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Eu apenas quero comer a pêra...

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Brasil: "Senado alvo de desinfestação após ataque de rato"


O ataque de um rato a uma funcionária na quarta-feira obrigou a Senado brasileiro a contratar serviços de desinfestação e desratização, publicou hoje o jornal Folha de São Paulo.
Segundo o jornal, a funcionária da câmara alta do Parlamento brasileiro estava a trabalhar quando, ao calçar uma sandália, foi mordida no pé. A mulher foi atendida pelo serviço médico do Senado e está em observação.
O caso ocorreu na sala da Secretaria-geral da Mesa Diretora. Além desta, também a Secretaria do Congresso passará pela desinfestação. A atividade nas duas secretarias foi suspensa.
Diário de Notícias
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É de presumir que o rato apenas tivesse querido comer a rata.
Presume-se também, que seja aproveitada a ocasião para desinfestar os senadores.
http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=2240233&seccao=EUA

terça-feira, 10 de maio de 2011

Aguarela do Brasil - Walt Disney (1950)

*
Dibujo animado de 1950 - Una joya de memoria

Atendiendo a una solicitud del gobierno americano, que buscaba una política de aproximación con Brasil, Walt Disney hizo éste y otros cortos de antología.
Era época del final de la Segunda Guerra Mundial y el Gobierno Americano temía que el Brasil se tornara un país comunista.
Esta maravilla fue creada en los años 50, enteramente a mano, sin computadoras, efectos digitales u otros recursos mágicos del cine de hoy.
Amabilidade do João Fráguas

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Lula - Discurso Histórico

Amabilidade do Joaquim Monteiro (Kitó), que enviou este vídeo.
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Para calar a boca do director da Folha de S. Paulo e a do ricaço do andar de cima, Lula da Silva, se assim quisesse, bem poderia ter tirado um curso superior, por correspondência, na Universidade Independente, onde Sócrates se licenciou em engenharia. O célebre professor Morais dáva-lhe, certamente, vinte valores, na cadeira de Inglês Técnico.
***
Aproveitando com inteligência as condições favoráveis da globalização, Lula da Silva soube escolher as políticas correctas para catapultar o Brasil para uma posição cimeira no xadrez internacional; conseguiu desatar o nó da histórica subserviência em relação ao imperialismo americano, que sempre considerou a América Latina como um seu quintal das traseiras; e, acima de tudo, arrancou da pobreza milhões de brasileiros.
Neste seu histórico discurso, a que eu chamaria discurso contra o preconceito, Lula vergastou causticamente as elites brasileiras (as económico-financeiras e as culturais), pondo a nu a sua ignorância e a sua presunção. Lula soube dar a volta ao Brasil, devolvendo ao povo a sua dignidade, que sempre lhe foi negada.
Ficará para sempre na memória desse povo. E na História.

domingo, 3 de outubro de 2010

A campanha de intoxicação mediática contra o presidente Lula e contra a candidata Dilma Rousseff



Os órgãos da comunicação social privada em guerra contra Lula e Dilma **

Por: Leonardo Boff *

Sou profundamente a favor da liberdade de expressão pela qual fui castigado com “silêncio obsequioso” pelas autoridades eclesiásticas do Vaticano. Com o risco de ser preso e torturado, ajudei a editora Vozes a publicar o livro Brasil Nunca Mais, onde se denunciavam as torturas, usando exclusivamente, como suporte, as fontes militares, livro esse que contribuiu para a aceleração da queda do regime autoritário.
Esta história da minha vida dá-me autoridade para fazer as críticas que faço agora da guerra actual entre o presidente Lula e os meios de comunicação social, que se queixam de que está a ser menosprezada a sua liberdade. O que está ocorrendo já não é um embate de ideias e de interpretações sobre o uso legítimo da liberdade de imprensa. Pelo contrário, está a ocorrer um claro abuso da liberdade de imprensa, porque, prevendo uma derrota eleitoral, esses meios da comunicação social decidiram desencadear mediaticamente uma guerra tenaz contra o presidente Lula e a candidata Dilma Rousseff. Nesta guerra vale tudo: A ocultação de factos, a distorção e a mentira directa.
É necessário dar o nome destes poderosos meios e dos seus agentes. São famílias que, quando vêem contrariados os seus interesses comerciais e ideológicos, se comportam como «família mafiosa». São patrões que pretendem falar para todo o Brasil e manter sob a sua tutela a chamada opinião pública. São os patrões de O Estado de São Paulo, A Folha de São Paulo, O Globo e a revista Veja, nos quais se instalou a razão cínica e o que há de mais falso e mafioso na imprensa brasileira. Estão ao serviço de um bloco histórico, assente sobre o capital, que sempre explorou o povo e que não aceita um presidente proveniente desse povo. Mais que informar e fornecer material para a discussão pública, pois essa é a missão da imprensa, esses meios empresariais comportam-se como um feroz partido da oposição.
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* Teólogo brasileiro e o principal mentor da Teologia de Libertação.
**Tradução do castelhano da responsabilidade do Alpendre da Lua, a partir do texto da revista Rebelion.