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sábado, 19 de janeiro de 2019

A Revolta da Marinha Grande em 1934


A 18 de Janeiro de 1934, a Marinha Grande acordou com um levantamento operário vidreiro contra a fascização dos sindicatos enquadrada pelo Estatuto Nacional do Trabalho. Os revoltosos conseguiram tomar o poder por algumas horas, mas a repressão de Salazar acabaria por esmagar a revolta e enclausurar os revoltosos nos cárceres do fascismo, onde alguns jaziram. Em 29 de Outubro desse ano, 57 marinhenses que participaram no 18 de Janeiro inauguraram o Campo do Tarrafal, na ilha de Santiago, em Cabo Verde
Jornal AbrilAbril 

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Estes homens foram os “Heróis” de um tempo em que a fome não era uma metáfora.
Alexandre de Castro
2019 01 19

sábado, 11 de março de 2017

A extrema-direita fascistóide começa a querer levantar a cabeça


A extrema-direita fascistóide começa a querer levantar a cabeça

A extrema-direita fascistóide começa a querer levantar a cabeça. E é nas universidades que ela está mais activa, procurando criar um ambiente de violência, com recurso à intimidação e à ameaça física. É a mesma táctica, usada nos anos finais da República, em que se celebrizou, como activo militante de uma organização fascista, um estudante da Faculdade de Direito de Lisboa, de nome Marcelo Caetano. Foi esta, também, a mesma táctica, adoptada pelas juventudes hitlerianas, nos anos trinta, do século passado.
Foi perante a existência desse ambiente de potencial violência, promovido por estudantes fascistóides, já devidamente organizados e teleguiados, que a direcção da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (FCSH) da Universidade Nova de Lisboa resolveu, e bem, suspender a conferência do fascistóide Jaime Nogueira Pinto.
Alexandre de Castro
2017 03 11

domingo, 18 de janeiro de 2015

O NAZISMO VOLTOU: A Ucrânia que a imprensa não mostra


Trazem o ódio nas línguas de fogo, com que acendem as tochas, e masturbam-se com a visão do sangue das suas vítimas, enquanto entoam cânticos pornográficas, que glorificam a morte. As pegadas da Besta que ensanguentou a Europa, há setenta anos, não foram apagadas, e são agora pisadas pelas botas cardadas dos carregadores do medo e do pesadelo, que, em triunfo, transportam nos ombros de ferro as novas suásticas.