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quarta-feira, 8 de março de 2017

DIA INTERNACIONAL DA MULHER


Em 1977 ficou reconhecido pelas Nações Unidas o dia 8 de Março, como o Dia Internacional da Mulher. Nesse mesmo ano, realizou-se o Congresso de todos os Sindicatos, da Intersindical, com reivindicações específicas das mulheres trabalhadores.

Este artigo encontra-se em:
Entrada – CGTP-IN http://bit.ly/2lWYpde

Imagem e texto retirados do blogue Abril de Novo Magazine.

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Cooptação do Alpendre da Lua pelo site "Abril de Novo Magazine"


O Alpendre da Lua foi cooptado pelo site "Abril de Novo Magazine", o que muito me honra.
Agradeço aos editores esta distinção.
Pode ver-se, no Destaque, o meu texto "Uma premonição sobre o fim da União Europeia" e, para ver os outros textos já publicados, procurar na janela "Seleccionar categoria" no lado direito da parte inferior da página.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

BOAS FESTAS...


Gosto de escrever frases curtas que digam tudo: Boas Festas para todos os leitores, seguidores e colaboradores do Alpendre da Lua...

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Fotografias da memória: Homenagem em linha ascendente… [Poema]


João de Castro (poeta e dramaturgo) | avô paterno

João de Castro (poeta e dramaturgo) | avô paterno
Linhares de Ansiães

Idalina Alice Costa | avó paterna

Álvaro de Castro (poeta) | tio-avô paterno
Linhares de Ansiães

Guilherme Lopes Trigo e Maria da Conceição | avós maternos

Virgílio de Castro (estudante no Porto) | meu pai

Meu pai e minha mãe, Ana Júlia Lopes
(Carrazeda de Ansiães)
***«»***


escultura sem título de Roberto Aizenberg

Homenagem em linha ascendente…

Aos meus pais
Aos meus avós

Ainda não paguei a dívida da vossa dádiva.
Nem sei se a pagarei.
O pó do tempo dissolve-se na memória
e ainda sinto o veludo dos afagos
e o respirar das vossas vidas.
As palavras ainda são as mesmas
- as desenhadas pelas incandescências
do fogo dos vossos lábios
e pelo eco das ressonâncias das vossas falas.
E é assim que vos trago no meu peito
enquanto vou traçando as marcas do meu caminho…

Alexandre de Castro

Lisboa, Dezembro de 2014

sábado, 10 de janeiro de 2015

LIBERDADE!...


Lutarei pela liberdade, tal como luto pela minha vida. E que nenhum deus se atreva a atravessar-se no meu caminho...

domingo, 21 de dezembro de 2014

domingo, 12 de outubro de 2014

O regresso do Alpendre da Lua



Depois de ter suspendido, há perto de dois meses, a edição regular do Alpendre da Lua, e depois de ter ultrapassado algumas limitações, que me levaram a tal decisão, resolvi ressuscitá-lo, embora, no futuro, não possa transmitir-lhe, em termos editoriais, a regularidade e a frequência anteriores.
Quero aqui agradecer a todos os leitores que me fizeram chegar o seu desencanto, através das suas mensagens, enviadas pelos mais diversos suportes, lamentando a suspensão referida.
O Alpendre da Lua renasce para todos os leitores que a ele se fidelizaram e para os novos leitores, que o venham a descobrir. Mas, sobretudo, ele volta ao escaparate internáutico, porque o seu autor chegou à conclusão de que a sua existência lhe era necessária e fundamental.
Alexandre de Castro

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Um adeus do Alpendre da Lua



Depois de mais cinco anos de edição, quase ininterrupta, o Alpendre da Lua chega ao seu fim, pela simples razão de que tudo aquilo que começa tem de acabar.
Iniciada a sua edição, no dia 21 de Maio de 2009, com a publicação do poema “Alba”, de Eugénio de Andrade, e atingindo uma expressiva dimensão estatística reproduzida no registo de 177.779 visitas, 21o seguidores, 318.825 visualizações de páginas e 3.809 publicações, o Alpendre da Lua vagueou por uma grande diversidade de temas, tendo-se posteriormente fixado na abordagem de temas políticos, económicos e ideológicos, com especial destaque para os referentes à crise financeira do nosso país, em que se procurou desmontar criticamente todas as narrativas que tentavam obscurecer as suas verdadeiras causas, assim como os hiperbólicos e delirantes elogios às erradas soluções para a resolver, e onde não faltou quem tivesse deitado mão ao argumento irracional das inevitabilidades.  
Foi um trabalho intelectualmente edificante e gratificante, além de ser também um trabalho civicamente militante. Sinto-me, pois, compensado.
Uma palavra de agradecimento para os vários colaboradores e colaboradoras, que, com os seus textos e as suas imagens, prestigiaram com o seu reconhecido mérito este blogue.
Mas o grande agradecimento vai para todos aqueles leitores, a maioria deles leitores anónimos, que passaram por aqui e que deram toda a razão de ser para que o Alpendre da Lua pudesse ter existido.
Obrigado.

Alexandre de Castro

terça-feira, 21 de maio de 2013

4º aniversário do Alpendre da Lua


O Alpendre da Lua completa hoje quatro anos de existência. Tem aproximadamente a idade da crise nacional. Por isso não admira que esse tema tenha aqui sido abordado frequentemente.  
Foi um trabalho árduo e paciente, o de se ter conseguido construir um blogue generalista, que tem abordado diversos temas, e de se ter atingido uma audiência  média razoável, que chegou a ultrapassar, no final do ano passado, as seis mil visitas por mês.
Até hoje, atingiram-se, no total, perto de 150 mil vistas e mais de 250 mil visualizações de páginas , tendo sido publicados 3.355 posts.
Os leitores começaram por ser os residentes no território nacional, logo seguidos por leitores do Brasil, cujo número entretanto diminuiu. Em contrapartida, os leitores dos Estados Unidos, essencialmente da Califórnia  (portugueses emigrados), aumentaram consideravelmente a sua presença, a partir de Novembro do ano passado, igualando o número de leitores do território nacional, e chegando, por vezes, a serem o grupo dominante.
A primeira publicação a surgir no Alpendre da Lua foi o poema “Alba” de Eugénio de Andrade, que se reproduz mais abaixo.
A todos os leitores envio as minhas calorosas saudações, ao mesmo tempo que agradeço a sua presença diária neste espaço, bem como a sua compreensão pelos erros cometidos e pelas lacunas existentes.
Alexandre de Castro

ALBA 

Como se não houvera
bosque mais secreto,
como se as nascentes
fossem só ardor,

como se o teu corpo
fora a vida toda,

o desejo hesita
em ser espada ou flor

Eugénio de Andrade

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Boas Festas...

Imagem da Google

Os votos de Boas Festas a todos os leitores, amigos e colaboradores do Alpendre da Lua.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Informação



Devido a razões de ordem técnica, o Alpendre da Lua vai sofrer uma interrupção temporária da sua edição.
As devidas desculpas aos leitores.
O Editor
Nota: A avaria técnica não veio a revelar-se tão grave, quanto se julgou inicialmente.

sábado, 17 de março de 2012

Editorial


O Alpendre da Lua alcançou hoje a barreira mítica das 100.000 visitas, ainda antes de prefazer os seus três anos de existência, que se completam em meados do próximo mês de Maio. A centésima milésima visita, efetuada às 20.34 horas, pertenceu a um leitor da Califórnia, nos Estado Unidos da América.

sábado, 31 de dezembro de 2011

Editorial: Um postal não ilustrado de votos para o Ano Novo...

Amália Rodrigues - Povo Que Lavas No Rio
*
Não irei, desta vez, perante os leitores e amigos do Alpendre da Lua, recorrer à formalização de um voto a desejar-lhes um bom e feliz Ano Novo. Nem vou enfeitar um qualquer raquítico pinheiro com luminárias mais ou menos psicadélicas. Prefiro, antes, perante os graves perigos que Portugal enfrenta no momento presente, provocados pelos iníquos ataques de açuladas matilhas, as domésticas e as de lá de fora, que pretendem morder-lhe as canelas, recordar este fado de Amália Rodrigues, cuja letra é da autoria do poeta Pedro Homem de Mello.
Não sou muito apreciador do fado, pois enfastiei-me com as intragáveis versões do Fado Malandro e do Fado Marialva, e nem sequer suporto o fado choradinho, onde se cantam os lancinantes dramas amorosos de faca e alguidar. Mas não o desdenho, nem o despromovo para a prateleira das inutilidades, pois reconheço-lhe a natureza identitária do povo português, ao traduzir-lhe a tristeza e a melancolia endémicas, traços marcantes da sua idiossincrasia, e ao mesmo tempo que sobreleva o destino fatalista dos tempos da desgraça, do sofrimento e da miserável resignação, sentimentos estes contra os quais é necessário lutar, para os ultrapassar.
 E se escolhi este fado cantado por Amália Rodrigues, um fado que sempre me emocionou, é porque o poema fala do povo, do meu povo, do povo a que eu pertenço por inteiro, e que irá talhar as tábuas do meu caixão, imagem que se encaixa no pensamento premonitório da morte dantesca do meu país, que neste momento já não tem mar nem caravelas para novas terras descobrir. 
E agora, antes que os caixões estejam prontos, ao povo português, apenas restam duas alternativas: ou lutar, como lutou em Aljubarrota, ou fugir e chorar, como aconteceu em Alcácer Quibir. E ao ouvir este "Povo que lavas no rio", eu já estou a chorar...

sábado, 24 de dezembro de 2011

Boas Festas

Amabilidade da amiga Dalia Faceira
Acabei de enviar este cartão ao Presidente da República e ao actual governo, a desejar-lhes as Boas Festas. Espero que os leitores, a quem desejo sinceramente que usufruam, com a alegria possível, o espírito desta quadra festiva, se associem a este meu sentimento.
O governo precisa destes estímulos, para continuar a infernizar a vida dos portugueses.

sábado, 6 de agosto de 2011

Informação


Uma nova avaria no meu sistema informático, sequela da avaria anterior, que foi mal resolvida, não vai permitir a edição regular do Alpendre da Lua. Do facto, peço desculpa aos leitores habituais. Espero que os trabalhos de manutenção a executar não sejam demorados.
Alexandre de Castro

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Informação

Devido a uma grave anomalia, ocorrida no meu sistema informático, não vai ser possível prosseguir com a edição do Alpendre da Lua, durante os próximos dias.
Até breve.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Informação: Interrupção da edição do blogue


A edição de todos os blogues da Google foi ontem bloqueada, para, segundo informou aquela empresa, se proceder a trabalhos de manutenção da plataforma. Essa operação provocou o desaparecimento dos dois últimos post publicados no Alpendre da Lua, que, espera-se, venham a ser repostos no seu local próprio. A comunicação social referiu-se a esta operação, efectuada à escala global, e houve quem tivesse avançado que ela era o resultado da guerra comercial e tecnológica entre a Google e o Facebook.
O Editor