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sábado, 26 de janeiro de 2019

O Mundo emocionou-se com o drama do pequeno Julen


O Mundo emocionou-se com o drama do pequeno Julen

Chegou ao fim o drama do pequeno Julen, que teve um fim decepcionante, embora esperado. Um drama que emocionou o mundo, numa grande e silenciosa manifestação solidária global, como já não se via há muito tempo. Resta registar e louvar o esforço e a abnegação de toda a equipa de salvamento, que, em condições muito adversas, foi rápida e eficiente na sua actuação. Julgo que todos os seus elementos teriam chorado, perante o facto de não terem encontrado o Julen com vida. Ficou, contudo, a consolação de resgatarem o seu corpo morto, para que os seus pais o possam enterrar com toda a dignidade, que a morte de um ente querido reclama.

Alexandre de Castro
2019 01 26
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sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Um Dilúvio: água e lama e muitos mortos...


Um Dilúvio: água e lama e muitos mortos...

Cheias de 1967. Foi uma das grandes tragédias do país, que veio juntar-se à de Alcácer Quibir e à do grande terramoto de Lisboa, e que, posteriormente, já nos tempos actuais, teve uma nova manifestação nos grandes incêndios florestais do centro do país.

Em 1967, houve mortos, cerca de setecentos, houve heróis, os estudantes universitários de Lisboa, que se mobilizaram solidariamente, para irem auxiliar as vítimas, e os bombeiros voluntários das regiões afectadas, que, por iniciativa própria, e com parcos meios operacionais, retiraram os mortos da lama. Mas também houve canalhas, os próceres do regime de então, com Salazar à cabeça, que tentaram ocultar a tragédia, para que o mundo não viesse a conhecer as condições de miséria em que a maioria dos portugueses vivia e que, também, de forma criminosa, negaram qualquer apoio às populações atingidas, que mais pobres ficaram.

Leiam este texto da página da Rádio Renascença e ouçam a versão áudio. Muitos portugueses, entre os que têm menos de cinquenta anos, desconhecem esta tragédia e as suas consequências.
Alexandre de Castro
2017 11 22

domingo, 29 de dezembro de 2013

Deus também decretou a austeridade: É necessário encerrar alguns lugares sagrados (apenas algumas gorduras)!...

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Santuário espanhol
destruído por raio

No dia de Natal, um santuário em Muxia ficou destruído por um incêndio provocado por um raio.
O presidente da Câmara de Muxia, Feliz Porto, disse que o santuário A Virxe da Barca, construído em 1719, é “irrecuperável” e que ficou “completamente destruído”. Ardeu o tecto e o interior onde estão as pedras base em que assenta o edifício.
O combate às chamas foi dificultado pelo vento.

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Já nem sequer os lugares sagrados se salvam! E o Papa que se cuide, pois ainda pode vir a ser um sem abrigo, se a austeridade chegar ao Vaticano!... Basta que Deus acorde mal disposto e resolva querer acabar com aquela escandaleira!...