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quarta-feira, 7 de março de 2018

Não é a Síria o país agressor…


Ler comunicado da CPPC aqui


Não é a Síria o país agressor…

Nesta guerra hedionda, não é a Síria o país agressor. Devido à sua oposição ao Estado de Israel, que lhe invadiu e ocupou os Montes Golã, em 1967, a Síria sempre esteve na mira dos EUA, cujas sucessivas administrações obedeceram e obedecem ao poderoso Movimento Sionista Internacional.

Não podendo fazer uma guerra directa, como aconteceu no Iraque de Sadam Hussein, devido à impopularidade que tal decisão acarretaria, no mundo e entre os os seus cidadãos, os EUA optaram, a partir dessa altura, por encomendar guerras a terceiros, através da CIA, quer organizando, treinando e financiando exércitos de mercenários, em países árabes amigos, que se fazem passar por opositores rebeldes dos regimes recalcitrantes, a abater, quer estimulando minoritários grupos separatistas.

Este modelo foi testado na Líbia, tendo a França, de Nicilas Sarkozy, tomado parte activa.

Trata-se de uma nova forma de terrorismo, ao qual os países ocidentais têm dado cobertura, quer pela cumplicidade dos respectivos governos, quer pela acção desinformativa da comunicação social domesticada, e que é necessário desmascarar, a fim de fazer prevalecer o Direito Internacional e de garantir a paz mundial.

Alexandre de Castro

2018 03 07

P.S.


Quem é que lançou napalm sobre estas crianças vietnamitas?

Os sírios?

Os russos?

Os chineses?

Não!... Foram os americanos!..

E o mundo ficou calado e mudo!...

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Jornal de Angola "Portugal está reduzido à chantagem e falta de respeito"


Jornal de Angola (editorial)

“Esta situação configura uma agressão intolerável. A cúpula em Portugal,  Presidência da República, Assembleia da República, Governo, Tribunais, tem pesadas responsabilidades no actual clima de agressão a Angola, que recrudesceu nas últimas semanas e atingiu níveis inaceitáveis”, lê-se no texto que conclui que “enquanto persistir a onda de deslealdade e agressão que vem de Lisboa não são aconselháveis cimeiras”.
Neste sentido, trata-se de “um rotundo erro desvalorizar a posição tomada” por José Eduardo dos Santos porque, “com isso, estão a enganar as pessoas. Dizem cinicamente que já está tudo bem, enquanto ao mesmo tempo o Ministério Público faz mais manchetes nos jornais e são violados os entendimentos feitos com Angola”.
A juntar a tudo isto, “Portugal já não está nas grandes obras públicas, no petróleo, na transferência de tecnologias, aí estão a China e o Brasil. Portugal parece estar apenas reduzido à chantagem e à falta de respeito. Está tudo mal e a CPLP é altamente prejudicada com isso. Assim, estão a dizer adeus à lusofonia”, acusa o editorial de hoje do Jornal de Angola.

***«»***
Toma e embrulha!
Portugal foi promovido à condição de porteiro da CPLP. O senhor Silva já foi comprar a farda e o boné para exercer a função.
Agora, apenas falta às autoridades de Angola apresentarem um Memorando de Entendimento ao governo português, do mesmo estilo do da troika
Espero que o Ministério Público não ceda a pressões e continue a investigar os crimes de colarinho branco de altas figuras de Luanda, e que se encontram sob a alçada da Justiça portuguesa.

domingo, 11 de julho de 2010

Por uns barris de petróleo!...

O controverso Presidente Teodoro Obiang Nguema
Mbasogo, há três décadas à frente da Guiné Equatorial,
tem vindo nas últimas semanas a tentar melhorar a
sua reputação, para que ainda este mês possa entrar
em pleno na Comunidade dos Países de Língua
Portuguesa. A VIII Conferência de Chefes de
Estado e de Governo da CPLP vai decorrer no dia 23
de Julho em Luanda.
PÚBLICO
**
A Freedom House acaba de publicar um relatório
intitulado “Worst Human Rights Abusers”
(Os Piores Abusadores dos Direitos Humanos
no Mundo) que inclui nove países no mundo.
Nenhum membro da CPLP faz parte da lista
dos nove convocados. A Guiné Equatorial, pelo
contrário, está lá. O facto de ser um país onde
há petróleo significa que o PIB tem vindo a
aumentar. Mas os índices de qualidade de vida
da população continuam dos mais baixos do
mundo – toda a riqueza está concentrada no
líder e sua clique.
Marina Costa Lobo (in Moçambique para Todos)
***
O prestígio internacional da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) ficaria seriamente abalado se a Guiné Equatorial, do ditador Obiang Nguema, fosse admitida no seu seio. O gesto seria interpretado como uma tentativa de legitimação de um regime cleptocrata, despótico, corrupto e violador dos direitos humanos. Até ao momento, apenas o presidente Lula da Silva se vendeu por uns barris de petróleo. E tudo leva a crer que Portugal não vai ficar para trás, na corrida ao ouro negro. E andam por aí uns líricos a falar da ética em política!