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quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Frutos do Socialismo. Sem berços, recém-nascidos dormem em caixas de papelão em hospital na Venezuela


Diante de uma grave crise econômica, um hospital se viu obrigado a acomodar seus bebês recém-nascidos dentro de caixas de papelão na Venezuela. Apertados em condições impróprias, eles dormem nos recipientes que, muitas vezes, são colocados sobre o chão porque não há berços. A imagem foi divulgada por um funcionário do hospital da cidade de Barcelona, no estado de Anzoátegui, em mais um retrato da escassez de itens médicos que atinge o país.

A foto correu pelas redes sociais após ter sido compartilhada pela oposição venezuelana, que trabalha em uma campanha pela saída do presidente do país, Nicolás Maduro. Segundo a rede CNN, autoridades prometeram abrir uma investigação sobre o caso.

Fonte: Gazeta do Povo

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Francisce, quo vadis?

Por Padre Romano | FratresInUnum.com: Há em Roma, no início da Via Ápia, bem próxima às Catacumbas de São Calixto, uma pequena igreja intitulada “Domine, quo vadis?”, ou seja, “Senhor, para onde vais?”. Segundo uma antiqüíssima tradição, neste local, o Apóstolo Pedro, bispo de Roma, Papa e Pastor de toda a Igreja, teve uma visão de Nosso Senhor.


Diz-se que o Príncipe dos Apóstolos, num momento de cruel perseguição aos cristãos por parte do Imperador Nero, foi convencido por seus fiéis a deixar a Cidade Eterna e a procurar refúgio noutro lugar. Porém, ao sair da cidade, depara-se com Cristo que, carregando a Cruz, dirige-se a Roma, fazendo o caminho contrário ao de Pedro. Este, então, interroga o Mestre: – Senhor, para onde vais?, e lhe responde o Salvador: – Vou a Roma, para ser novamente crucificado.

Aquelas palavras fizeram entender a Pedro que ele deveria estar com os seus fiéis, sendo o primeiro a dar testemunho da fé em Cristo, Deus e Homem verdadeiro, Salvador da Humanidade. De fato, pouco tempo depois, Pedro é condenado à morte e crucificado no Teatro de Nero, na Colina do Vaticano, onde se erguia o obelisco egípcio que hoje se acha ao centro da Praça de São Pedro, como testemunha do martírio do primeiro Papa que, por humildade, quis ser crucificado de cabeça para baixo, por não se achar digno de morrer como o seu Senhor.

Vivemos momentos de grande confusão na Igreja: temos a nítida sensação que a barca de Pedro está desgovernada, sem timoneiro. Perguntamo-nos para onde estamos indo e, sobretudo, para onde o Romano Pontífice, fundamento visível da unidade e da verdade da fé, está levando a Igreja. Sentimos, como nunca, a falta de um guia que nos conduza, como novo Moisés, rumo à Terra Prometida, atravessando o deserto deste mundo que jaz sem Deus, na sombra do pecado e da morte, advertindo-nos dos perigos que teremos que enfrentar, e preparando-nos para a provação e a luta.

Francisce, quo vadis?

Será que não percebes que nem sempre a voz dos fiéis, mesmo daqueles que, como os cristãos de Roma, pensavam estar acertando em suas propostas, vem de Deus? Será que não te dás conta que estás caminhando sobre areia movediça, e que o rebanho corre o risco de perecer no caminho? Será que não vês que a indiferença aumenta assustadoramente entre os católicos que, não mais seguros de sua fé, começam a aceitar mentiras, em relação à família, à administração dos sacramentos a pessoas impedidas, por direito divino, de recebê-los? Não enxergas que estás favorecendo o adultério e inúmeros sacrilégios que são a porta larga que conduz ao inferno? Não percebes que a tua misericórdia é incompatível com a misericórdia de Deus, que é infinita, mas anda de mãos dadas com a justiça, e exige a mudança de vida do pecador? Não te dás conta que as obras de misericórdia que tanto apregoas, se dissociadas da graça, não tem valor, como ensinou o Apóstolo Paulo, e que muitos acham que só o que salva é a caridade, que pode ser praticada por qualquer pessoa, inclusive um ateu, sem que lucre nada para a salvação?

quarta-feira, 16 de março de 2016

Escassez na Venezuela obriga bispo doente a pedir medicamentos através do Twitter


CARACAS, 09 Mar. 16 / 07:00 pm (ACI).- Nos últimos dias, um tuíte de Dom Roberto Lückert, Arcebispo de Coro, tornou-se viral logo depois que foi obrigado a pedir remédios através da rede social para ser tratado de sua doença, pois a grave crise econômica fez com que acontecesse 80 por cento de falhas no abastecimento de medicamentos.

Na Venezuela “as pessoas estão morrendo por falta de medicamentos”, denunciou o Prelado em declarações ao Grupo ACI. O Arcebispo teve alta no sábado passado e utilizou as redes sociais do Twitter e do Facebook para conseguir “um medicamento anticonvulsivo que preciso. Graças a Deus o conseguimos através de uns amigos, mas não podemos encontrá-lo em todas as farmácias”.

Acerca da sua saúde, indicou: “Tive um acidente por meio do qual perdi a consciência e tive que vir ao médico (na quarta-feira) para que analisassem o que estava acontecendo”. Indicou que ao parecer “foi uma medicação que me deram, a qual diminuiu a minha frequência cardíaca, mas graças a Deus já estou bem. Amanhã tenho outro exame”.

Entretanto, denunciou que a população está desesperada pela falta de remédios e pela má distribuição de recursos na área de saúde. “No caso de Coro, no estado de Falcón, nestes 17 anos, com toda a quantidade de dólares que entrou, não há nenhuma cama nova no hospital”.

Fonte: ACI
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