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sexta-feira, 3 de maio de 2013
No momento mais importante de nossas vidas, nossos pais NÃO foram gays!
De todos os dias e entre todos os acontecimentos de minha vida, o mais importante e o mais feliz é indubitavelmente o dia em que fui concebido no útero de minha mãe. Grandioso e esplendoroso dia, foi um momento ímpar de grande e agradável vitória de minha parte (muito obrigado! rsrsrs). Tive que concorrer com muitos para romper com velocidade e força as muralhas uterinas. Com bravura e valentia fui vencedor, devo dar muita glória a Deus e a meus pais por tudo isto. Devo gritar muito de alegria! Eis um motivo para sorrir.
Todos os demais momentos importantes e felizes da minha vida são secundários perante o instante da fecundação, até meu nascimento não é tão importante tanto quanto a fecundação. Isto faz-me um ser vitorioso, naturalmente vitorioso e com sentidos incumbidos de felicidade. Não tendo outros momentos a ser feliz, devo sempre me recordar deste dia iluminado e de grande explosão. Vi uma guerra ser travada e dela fui vitorioso, ganhei um local privilegiado, herdei um trono. Veja que tão indefeso e tão 'insignificante' já era guerreiro, visionário, focado e cheio de objetivos.
Bom! Quanta coisa boa não é?! Tudo proporcionado pelo encontro amoroso de meu pai com minha mãe. A eles devo muito agradecer, pois antes que eu lutasse assim, eles se dispuseram a promover a batalha, foi com eles e neles que fui um combatente. Então agradeço aos meus pais, agradeço por eles neste momento crucial de minha vida não terem se dado ao homossexualismo. Opa!!!
Agradeço muitos aos meus pais, que no momento mais importante de minha vida negaram veemente, amorosamente e divinamente o homossexualismo. Coroaram assim o ser hétero com o soberano sentido da vida.
No momento mais importante de nossas vidas nossos pais não foram gays. Se fossem, não estaríamos aqui para defender qualquer que seja a ideia e postulados.
Alguns vão dizer:
"Uns pais tem filhos e depois escolheram ser gays". É verdade, mas não muda nada. O melhor momento da vida foi propiciado pelo hétero.
"Inseminação artificial". Ainda assim tem sentido hétero. Trata-se de uma imitação do pai-mãe.
"Alguns héteros abandonam seus filhos". Verdade, são desonestos quando abandonam e que paguem por isto. Mas não foram desonestos no ato da concepção.
"Homossexuais acolhem abandonados". Desde sempre os héteros fazem isto sem alarde.
"O que vale é o amor, gay também ama". Amor não é sentimento. Quem ama não se fecha para a vida e esta está aberta via pai-mãe.
Que Deus abençoe a todos. Que a Sagrada Família interceda por nossas famílias.
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quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Quando começa a vida humana?
A vida do novo ser humano começa com a fusão dos pronúcleos masculino e feminino, isto é, com a fecundação do óvulo. O óvulo fecundado tem já toda a carga genética e cromossómica necessária, isto é, toda a capacidade para alcançar o seu pleno desenvolvimento. Pode dizer-se que nessa momento o óvulo fecundado não é uma possibilidade de vida humana, mas uma vida humana cheia de possibilidades. Ele mesmo dirigirá o seu próprio desenvolvimento. É um ser independente e autónomo que necessita unicamente de ser alimentado e de ter um ambiente adequado – ambiente que a mãe lhe fornece.
(in La reprodución Humana y su Regulación, de Justo Aznar Lucea e Javier Martínez de Marigorta)
Justo Aznar Lucea. Doutorado em Medicina com Prémio Extraordinário. Chefe do Departamento de Biopatologia Clínica e Coordenador da Universidade de Investigação Bioquímica, do Hospital La Fé de Valência (Espanha).
Fonte: vida.aaldeia.net
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