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quarta-feira, 11 de março de 2015

Manifesto à imprensa por uma cobertura limpa no "Dia 15"


Ora, se estamos lidando com um evento aberto, organizado coletivamente, ou seja, sem uma liderança relevante que centralize a pauta, é natural que todo tipo de voz queira se aproveitar da aglomeração para se fazer ouvir. Cabe ao jornalismo identificar o que pode ser tomado como um discurso do grupo e o que seriam meras reivindicações isoladas de um ou outro manifestante mais radical – ou mesmo de um sabotador infiltrado.
O que se pede neste manifesto não é nada de outro mundo: apenas que a imprensa faça seu trabalho respeitando o momento histórico em que vivemos. Que os chefes das redações evitem escalar seus repórteres menos experientes no plantão do fim de semana. Que os editores revisem o material apurado antes de publicá-lo, impedindo que manchetes equivocadas desinformem os leitores. Que as empresas de comunicação coloquem a mão na consciência, pois há grandes riscos de o próximo domingo ainda ser lembrado daqui a 30 anos – e seria uma atitude prudente evitar a repetição dos erros de 30 anos atrás.

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terça-feira, 25 de junho de 2013

25 de junho. Fotos e Vídeos do Protesto nas ruas de Montes Claros-MG

Uma multidão no sentido graúdo tomou conta e os espaços das ruas de Montes Claros. Viu-se ai gente jovem, saudável  bonita, cansada e alguns não tão jovens assim. Estampada na cara de alguns o desejo de mudanças, outros parece que estavam ali para acompanhar a festa. O espaço foi democrático, muitos 'cartazeando' e gritando por aquilo que acredita ser de direito. 

Uns personagens gritaram e levantaram cartazes contra a corrupção, coisa esperada. Outros com pedidos de direito a liberdade homossexual e outros pedindo a liberação da Maconha.

Percebe-se que o povo tem força para gritar e infelizmente não tem para pautar racionalmente algo comum a todos. Nisto, a maioria saiu sentindo como se houvesse cumprido seu dever cívico.

Até certo ponto e tempo, não foi registrado quebradeiras e sinais de vandalismo. Isto é um ponto positivo. Famílias e religiosos (Padres) estiveram contribuindo com suas exigências cívicas.

Veja várias fotos e alguns vídeos.






Fonte: FaceBook 

sexta-feira, 21 de junho de 2013

O Brasil quer mudanças. Os Cristãos devem participar dos Protestos e das Manifestações?


Todos nós queremos mudanças, não fosse assim não seriamos Cristãos. Queremos tanto as mudanças e melhorias que todos os dias vivemos as renúncias. Renunciamos muitas benesses que nos dão, renunciamos os descansos, ganhos e a nós mesmos. Deixamos muitas vezes nossos familiares sozinhos para ir em Missão, gastamos nosso tempo, repouso, diversão e dinheiro, deixamos de viver como os outros que experimentam de tudo como se não houvesse um amanhã. Queremos mudanças sim e damos nossa vida por isto. Mas neste momento de inquietações, não podemos misturar as coisas, devemos cuidadosamente e com o devido tempo descobrir o que nos cabe fazer para obtermos ganhos eficientemente. Muitos estão se engajando rapidamente, outros se afastando. Não é o caso de não desejarmos o bem, mas não nos jogarmos neste caldeirão obscuro que ao meu ver vai fazer sofrer muitas mães e familiares que perdem os seus nas ações de violências. 

Sinceramente o versículo: "Feliz o homem que não procede conforme o conselho dos ímpios, não trilha o caminho dos pecadores, nem se assenta entre os escarnecedores". (Sl 1,1) se faz jus agora. A multidão não é fonte de informação, eles não sabem onde vão, estão todos desnorteados. Até parte aqueles que seguiam Jesus no meio da Multidão também não sabiam onde iam. Então temos que saber quem está a guiar este povão, quem está riscando e rabiscando este projeto arquitetado, desenhando e qualificado para fins quase desconhecidos

Alguém vai ganhar com isto, os governos estão dialogando com alguém que não é a multidão. Este alguém é para nós pessoa desconhecida e talvez perigosa, este não tem os mesmos propósitos que nós. É pessoa imediatista, longe da moral, que se esconde por trás do poder emanado nas manifestações, sem cara e sem escrúpulos. Uma pessoa dotada de liberdade politica, conhecedor e desejoso de Poder, pessoa que não escuta as dores dos próprios manifestantes. Ele usa a imagem dos sofridos, mas não os socorre. Ele não briga com o governo quando este 'carinhosamente' comete mal a nação. Mas usa a mídia e a situação, ele se assenta com tranquilidade entre os escarnecedores e não se incomoda quando o povo cai em mãos inimigas. Ele não conhece o Evangelho do Amor. É a ele que devemos nos juntar e deixarmos nos guiar? Digo que não. Nosso líder é o Senhor Jesus Cristo e o seu Vigário.

Vamos mudar, vamos lutar usando nosso manual que possui as mais infalíveis instruções: O Evangelho.

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Princípios cristãos para manifestações democráticas


Segundo as declarações[i] de alguns organizadores dos atuais protestos no Brasil, podemos perceber que as manifestações estão sendo organizadas por grupos de profunda inspiração marxista, que julgam que o atual governo não é tão radical como deveria ser[ii]. Por isso, pretendem mudar todo o sistema, aproveitando-se de pessoas de boa vontade, que justamente querem mudanças na vida social. Assim, pessoas bem intencionadas são usadas por grupos radicais que analisam a realidade de modo dialético e que, no fundo, pretendem uma revolução violenta, popular e nada democrática. Algo de semelhante ocorre em diversos países do mundo. Como esses grupos radicais não ganham suficientes votos, pretendem impor suas ideias por meio da força de alguns “heróis” e pela manipulação emotiva das grandes massas.

Sendo assim, agem transmitindo a ideia de que farão uma manifestação pacífica, incitando os sentimentos e a boa vontade de muitos. Atraem muita gente que realmente se manifesta de modo pacífico; porém, em certo momento, acabam utilizando métodos violentos para sofrer uma justa resposta das ordens de segurança e se apresentarem como vítimas do Estado repressor. O objetivo é desestabilizar os governos e todos os partidos políticos, através da manipulação popular. Depois das manifestações passam a ideia de que a violência não era intencional, mas que foram pessoas “infiltradas” que a promoveram.

Em síntese, no atual momento devemos ter espírito crítico para averiguar se os violentos são “aproveitadores” e “infiltrados” nas manifestações, ou se são os seus mesmos organizadores, que se aproveitam do apoio popular para justificar assim suas ideias e métodos revolucionários.

De qualquer modo, sobre as manifestações populares, pode-se dizer que em todos os países democráticos existem e deve ser protegido o direito de se manifestar nas ruas: seja por meio de passeatas, seja por meio de greves. Mas isso deve ser feito com ordem. Na prática significa:

1) As manifestações públicas devem ser programadas e devem contar com a autorização do poder público. Devem ser em dia, hora e local determinados. A polícia deve estar presente para garantir o direito das pessoas se manifestarem, sem serem agredidas. Evidentemente, a polícia também não pode ser agredida e os bens públicos ou privados não devem ser destruídos ou danificados; para se construir um País melhor não é necessário destruir o que temos agora;

2) As manifestações não podem paralisar cidades inteiras, porque os que tem o direito de protestar devem respeitar o direito de quem não quer participar. O direito de protestar não pode negar a ninguém o direito de ir e vir, por exemplo. Avenidas públicas importantes não podem ser totalmente fechadas. Não pode ser impedida a circulação de ambulâncias, da polícia, dos bombeiros ou de quem simplesmente não quer participar nos protestos. Por isso, o ideal é que esses atos ocorram nos domingos ou feriados;

3) As greves devem ser justas e, na medida do possível, criativas, sem causar graves danos às empresas ou ao País. Na Itália, por exemplo, recentemente um grupo de pedreiros fez uma greve trabalhando um dia na reforma de praças públicas. Assim demonstravam que não falta trabalho e que os trabalhadores devem ser valorizados.

Por fim, as manifestações devem ter objetivos concretos e realizáveis. Reivindicar tudo significa o mesmo que reivindicar nada, pois se tudo é direito, nada é direito. Em palavras mais sábias e claras: “Os direitos individuais, desvinculados de um quadro de deveres que lhes confira um sentido completo, enlouquecem e alimentam uma espiral de exigências praticamente ilimitada e sem critérios. A exasperação dos direitos desemboca no esquecimento dos deveres. Estes delimitam os direitos porque remetem para o quadro antropológico e ético cuja verdade é o âmbito onde os mesmos se inserem e, deste modo, não descambam no arbítrio. Por este motivo, os deveres reforçam os direitos e propõem a sua defesa e promoção como um compromisso a assumir ao serviço do bem. (...) A partilha dos deveres recíprocos mobiliza muito mais do que a mera reivindicação de direitos” (Papa Bento XVI, Caritas in Veritate, n. 43).

[i] Cfr. http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2013/06/1296139-ativista-do-movimento-passe-livre-diz-que-nao-negocia-trajeto-de-manifestacao.shtml

[ii] O “Movimento Passe Livre” que está organizando grandes manifestações em São Paulo tem seu estatuto publicado na internet. Dizem explicitamente que a “via parlamentar não deve ser o sustentáculo do MPL, ao contrário, a força deve vir das ruas”. Afirmam que têr como “perspectiva a mobilização dos jovens e trabalhadores pela expropriação do transporte coletivo, retirando-o da iniciativa privada, sem indenização, colocando-o sob o controle dos trabalhadores e da população”. 

Fonte: Zenit

terça-feira, 18 de junho de 2013

Fotos dos Protestos nas ruas de Montes Claros-MG










Fonte das fotos: Facebook

Enquanto os lutadores montesclarenses vão as ruas, os Vereadores dão um prêmio milionário para os Supermercadistas: Estão tirando as sacolas plásticas sem descontos nas compras, obrigando o povo a comprar sacolas e caixas para acondicionar os produtos e obrigando também a comprar sacolas de lixo, já que 80% da população reutiliza as sacolas plásticas para isto. Muito inteligente este povo!
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