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sexta-feira, 23 de dezembro de 2016
Cinco líderes pró-vida estarão no primeiro escalão do governo Trump
Depois de nomear Niki Haley para a embaixada dos EUA junto à Organização das Nações Unidas e Jeff Sessions para a procuradoria-geral do país, Trump decidiu também os nomes para as secretarias – o equivalente aos nossos ministérios – da Educação, da Saúde e da Habitação. Os indicados também foram políticos fortemente identificados com a luta contra o aborto: Betsy DeVos, Tom Price e Ben Carson.
Betsy DeVos, de 58 anos, dirige com seu marido a Dick & Betsy DeVos Family Foundation, que é responsável pela doação de milhões de dólares para centros de atendimento a gestantes, candidatos pró-vida e marchas pela vida. Trump anunciou o seu nome para a secretaria de Educação em 23 de novembro.
Tom Price, de 62 anos, é médico e ocupa uma cadeira no Congresso desde 2005. Ele foi nomeado por Trump para a Secretaria de Saúde e Serviços Humanos em 29 de novembro. Como congressista, foi totalmente contrário a legislações favoráveis ao aborto – o que fez com que associações pró-vida lhe dessem nota 100 em suas avaliações, enquanto a clínica de abortos Planned Parenthood e a NARAL Pro-Choice America lhe dá zero.
Espera-se que Price possa ajudar a reverter algumas leis aprovadas durante o governo de Barack Obama, como a que obriga quase todos os empregadores a incluir contraceptivos, esterilização e medicamentos que induzem o aborto em seus planos de saúde. Em 2012, Price disse que a provação dessa lei “pisoteia a liberdade religiosa” dos norte-americanos.
O neurocirurgião aposentado Ben Carson tem 65 anos, foi pré-candidato à presidência durante as primárias do Partido Republicano e assumirá a Secretaria de Habitação e Desenvolvimento Urbano, como anunciou Trump, em 5 de dezembro. Ele se posicionou durante a sua campanha contra o aborto inclusive em caso de estupro e incesto, dizendo que “não estaria a favor de matar um bebê por ter vindo dessa forma”.
Carson é conhecido por ter realizado em 1987 a primeira separação de gêmeos siameses unidos pela cabeça com sucesso, além de outros feitos pioneiros na área da neurocirurgia, entre eles a primeira cirurgia em um feto dentro do útero. Em 2008, ele recebeu a Medalha Presidencial da Liberdade, a mais alta condecoração civil dos EUA. Sua vida foi retratada no filme Mãos Talentosas, de 2009, em que foi interpretado por Cuba Gooding Jr.
Fonte: Sempre Família
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quarta-feira, 30 de novembro de 2016
Depois de decisão do STF sobre aborto, Maia cria comissão para discutir tema
O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, criou nesta quarta-feira (29) uma comissão especial que pode incluir na Constituição uma regra clara sobre aborto. A medida é resposta a uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que pode abrir precedente para descriminalizar o aborto realizado nos primeiros três meses de gestação. “Sempre que o Supremo legislar, nós vamos deliberar sobre o assunto”, disse Maia.
A comissão instalada vai discutir uma proposta sobre licença-maternidade, mas pode tornar mais rígida a legislação sobre interrupção de gravidez. Maia pediu aos líderes que indiquem logo os integrantes do novo colegiado, para que ele possa iniciar o seu funcionamento.
Deputados vão discutir a Proposta de Emenda à Constituição 58/11, do deputado Dr. Jorge Silva (PHS-ES), que amplia o período de licença-maternidade para compensar a quantidade de dias que o recém-nascido passar internado em razão de nascimento prematuro.
Ao longo da sessão plenária que ultrapassou a madrugada, vários deputados criticaram a decisão do STF. Ao julgar a prisão de pessoas presas em flagrante em uma clínica de aborto, uma turma do tribunal aprovou o voto do ministro Luís Roberto Barroso, em que o magistrado afirma que a criminalização do aborto nos três primeiros meses de gravidez viola direitos fundamentais da mulher.
Código Penal
O líder do PV, deputado Evandro Gussi (SP), afirmou que a decisão do STF revoga o Código Penal, que só admite a interrupção da gravidez em caso de estupro e para salvar a vida da mãe. “Revogar o Código Penal, como foi feito, é verdade, num caso concreto, trata-se de um grande atentado ao Estado de direito. O aborto é um crime abominável porque ceifa a vida de um inocente”, disse.
O deputado Edmar Arruda (PSD-RR) referiu-se à religião para condenar a decisão do STF. “Nós, que somos cristãos, nós que defendemos a família, nós que defendemos a vida, nós não concordamos com essa decisão”.
Fonte: Câmara Federal
A comissão instalada vai discutir uma proposta sobre licença-maternidade, mas pode tornar mais rígida a legislação sobre interrupção de gravidez. Maia pediu aos líderes que indiquem logo os integrantes do novo colegiado, para que ele possa iniciar o seu funcionamento.
Deputados vão discutir a Proposta de Emenda à Constituição 58/11, do deputado Dr. Jorge Silva (PHS-ES), que amplia o período de licença-maternidade para compensar a quantidade de dias que o recém-nascido passar internado em razão de nascimento prematuro.
Ao longo da sessão plenária que ultrapassou a madrugada, vários deputados criticaram a decisão do STF. Ao julgar a prisão de pessoas presas em flagrante em uma clínica de aborto, uma turma do tribunal aprovou o voto do ministro Luís Roberto Barroso, em que o magistrado afirma que a criminalização do aborto nos três primeiros meses de gravidez viola direitos fundamentais da mulher.
Código Penal
O líder do PV, deputado Evandro Gussi (SP), afirmou que a decisão do STF revoga o Código Penal, que só admite a interrupção da gravidez em caso de estupro e para salvar a vida da mãe. “Revogar o Código Penal, como foi feito, é verdade, num caso concreto, trata-se de um grande atentado ao Estado de direito. O aborto é um crime abominável porque ceifa a vida de um inocente”, disse.
O deputado Edmar Arruda (PSD-RR) referiu-se à religião para condenar a decisão do STF. “Nós, que somos cristãos, nós que defendemos a família, nós que defendemos a vida, nós não concordamos com essa decisão”.
Fonte: Câmara Federal
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terça-feira, 25 de outubro de 2016
Sobre a condenação iníqua do Pe. Lodi.
Sobre a perversa condenação do valoroso combatente Padre Luis Carlos Lodi da Cruz.
O FratresInUnum.com gostaria de pedir encarecidamente que cada leitor faça uma doação, por menor que seja, ao Pro-Vida Anápolis, entidade mantida pelo pe. Lodi, a fim de alcançar o montante de R$ 60.000,00 para pagamento da iníquia indenização.
Seja caridoso para com esse bom sacerdote que tanto bem faz ao nosso país, à Santa Igreja e aos indefesos nascituros.
* * *
Doações em dinheiro podem ser feitas “on line” através do PagSeguro, clicando aqui.
Ou através de depósito/transferência para a conta bancária:
Ag 0324-7 Conta Corrente 7070-X Banco do Brasil
Titular PRÓ-VIDA DE ANÁPOLIS
CNPJ 01.813.315/0001-10
Envie uma mensagem informando sua doação para fins de lançamento contábil: escritorioprovida@terra.com.br
* * *
Por Éverth Oliveira – OS PAIS DESCOBRIRAM que o filho era portador de uma síndrome rara, a qual, com certa probabilidade, inviabilizaria sua vida fora do útero materno. A família, então, pediu à Justiça (custa-me escrever essa palavra com maiúsculas em tais circunstâncias) que autorizasse o abortamento da criança. Aval concedido. E atenção, porque a lógica é aterrorizante: “A criança provavelmente vai morrer. Para que coisa tão terrível e cruel não aconteça, no entanto, façamos melhor: MATEMO-LA PRIMEIRO”. Lá estava, então, a criança, à beira da morte — morte prestes a ser provocada por um médico, com a anuência de seus pais e do Estado brasileiro.
Mas esse não é o fim da história porque, providencialmente, apareceu um cidadão — trajando, por acaso, uma batina preta — que conseguiu, graças a um instrumento chamado “habeas corpus”, impedir o assassinato do bebê em perigo. A lógica é a do bom senso, a da Constituição: todos têm… DIREITO À VIDA. Transtornos para os pais? Sim, pois a mãe tinha iniciado a dilatação para o procedimento abortivo; teve que voltar para casa; oito dias depois, talvez pelos próprios remédios que tinha ingerido, o bebê nasceu; logo depois, morreu. O filho, porém, apesar de todos os percalços, pelo menos não foi morto; faleceu naturalmente, em decorrência não de um assassinato, mas de um processo por que passam todos os seres humanos. Atenção mais uma vez, no entanto, porque não acabou. Os pais voltaram à Justiça. E para quê? Ora, para quê mais, não é, senão para pedir a condenação do “intrometido” do padre? Sim, porque… não é absurdo? O juiz já tinha autorizado o assassinato, os médicos estavam prontos para matar, a mulher pronta para ter o aborto… Como é que pode vir uma pessoa — quanto mais um padre — impedir que o Estado ou as famílias matem seus membros “inferiores” em paz? Onde está o tal “Estado laico”, não é? E os “direitos” da mulher, cadê? Esse, meus senhores, é em resumo o chilique das redes.
As minhas perguntas, no entanto, são poucas e bem simples: o que aconteceria se o bebê em questão, se o menino deficiente, que não iria sobreviver, enfim sobrevivesse? Como seria se ele estivesse vivo agora? Que atitude tomariam esses pais, face a essa nova situação? Pediriam indenização por danos morais também? E os ministros do Superior Tribunal de Justiça, por sua vez, que diriam? Condenariam o padre por ter salvo a vida da criança? Desculpem-me, meus senhores, mas ISSO NÃO É QUESTÃO DE RELIGIÃO. Que tal, se saíssemos por aí matando todas as pessoas que tivéssemos certeza que iriam morrer daqui 10 anos, 12 meses, 1 semana ou 1 dia…? Você, sendo católico, espírita, evangélico, ateu, budista ou o raio que o parta, que me diria? Que é legítimo, que “tá tranquilo, tá favorável”? Os homens definitivamente ENLOUQUECERAM. E agora, ainda por cima, querem que todo o mundo fique louco junto com eles.
Fonte: FratresInUnum.com
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quarta-feira, 5 de outubro de 2016
Marcela Temer e o Criança Feliz, CONTRA O ABORTO! "Cada brasileiro, desde a gestação, importa para o desenvolvimento do Brasil"
A Marcela Temer, Primeira Dama do Brasil, esposa do Presidente Michel Temer lança o programa Criança Feliz. Chamando a atenção, causado alvoroço em invejosas e dementes feministas, Marcela acabou mostrando com simplicidade o que os homens denominam de mais lindo: A Naturalidade de ser mulher. Não foi feminista, demente, feiosa, furiosa, desajeitada como a Dilma e suas ex-assessoras e abortistas ministras, um verdadeiro time feio de bruxas.
| Buulllll!!!! |
É muito cedo para deitar elogios a bem comportada Sra. do Lar, Marcela Temer, mas mesmo que alguns deslizes venham a tona, não será inverídico falar que esta senhora veste-se bem, chama a atenção para si não por meios forçosos, mas por sua simplicidade e por uma ojeriza causada pelas comunistas comedoras de criancinhas: As abortistas Dilma e Cia.
O mais lindo e atraente na Primeira dama hoje foram suas palavras CONTRA o Aborto e em FAVOR da VIDA. Poucos notaram, mas deixo aqui abaixo para sua conferência! Viva a vida, viva a Marcela Pró-vida.
"Quem ajuda aos outros, muda a história de vida. Por isso, fico feliz em colaborar em causas sociais do país. Cada brasileiro, desde a gestação, importa para o desenvolvimento do Brasil. Nossas responsabilidades aumentam a cada dia, e os desafios também. Meu trabalho será voluntário, para mobilizar e sensibilizar a sociedade em torno de ações para melhoria na vida das pessoas"
Dilma Roussef e Marcela Temer conseguiram o que queriam. Dilma tentou ser feia, intragável, absurdamente initeligível e pró-aborto. Marcela procura ser linda, aceitável, clara e PRÓ-VIDA!
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quinta-feira, 29 de setembro de 2016
Vigilia pro vida pide cierre de conocida clínica de aborto en Madrid
MADRID, 23 Sep. 16 / 01:17 pm (ACI).- Más de cien personas se concentraron el jueves 22 de septiembre en la puerta del abortorio Dator, una de los abortorios más importantes de Madrid (España), para realizar una vigilia a favor de la vida.
Con esta concentración, organizada por HazteOír, se pretende “mostrar la tragedia del aborto” por eso dispusieron decenas de ataúdes blancos en la entrada de la clínica, en recuerdo de los 100 mil niños que se abortan cada año en España.
Los manifestantes también portaban carteles con lemas como “fuera Dator. Cierra la Dator”, “Barrio libre de pena de muerte: Dator no”, o “Abortorios en mi barrio NO”.
Fonte: ACI Prensa
Con esta concentración, organizada por HazteOír, se pretende “mostrar la tragedia del aborto” por eso dispusieron decenas de ataúdes blancos en la entrada de la clínica, en recuerdo de los 100 mil niños que se abortan cada año en España.
Los manifestantes también portaban carteles con lemas como “fuera Dator. Cierra la Dator”, “Barrio libre de pena de muerte: Dator no”, o “Abortorios en mi barrio NO”.
Fonte: ACI Prensa
terça-feira, 27 de setembro de 2016
Abaixo-assinado tenta evitar que a ONU declare o "Dia Internacional do aborto seguro"
MADRI, 23 Set. 16 / 07:00 pm (ACI).- Diversos grupos abortistas pediram ao secretário geral da ONU, Ban Ki Moon, que declare o próximo dia 28 de setembro como o “Dia Internacional do Aborto Seguro". Por isso, a plataforma CitizenGo na Espanha lançou um abaixo-assinado para evitar que isto ocorra. Aproximadamente 100 mil assinaturas contra a possível medida da ONU já foram recolhidas.
Na carta que será enviada junto com o abaixo-assinado pela CitizenGO ao Secretário Geral das Nações Unidas e aos responsáveis pela ONU Mulheres, OMS, UNAIDS e UNESCO entre outros, evidenciam uma “oposição absoluta” à concessão deste dia, pois “na prática do aborto a única coisa segura é a morte de um inocente. E é muito provável o dano físico e/ou psicológico da mãe”.
Na carta também explicam que o dia 28 de setembro já foi declarado como o “Dia Internacional pela Descriminalização do Aborto”, durante o V Encontro Feminista Latino-americano e do Caribe, em 1990. “O lobby abortista já ‘comemora’ este dia”, explicam.
A plataforma recorda que, apesar da postura pessoal de Ban ki-Moon a respeito do aborto, os países que defendem e protegem a vida do nascituro “também são membros das Nações Unidas”.
Por isso sublinham que estabelecer um “Dia internacional do aborto seguro” seria “uma falta de respeito com esses países e este assunto geraria conflito e divisão”.
CitizenGO precisa que “o aborto nunca é seguro, porque sempre há uma vítima”.
Para participar do abaixo-assinado acesse:
http://www.citizengo.org/es/lf/37024-28s-dia-internacional-del-aborto-seguro
Na carta que será enviada junto com o abaixo-assinado pela CitizenGO ao Secretário Geral das Nações Unidas e aos responsáveis pela ONU Mulheres, OMS, UNAIDS e UNESCO entre outros, evidenciam uma “oposição absoluta” à concessão deste dia, pois “na prática do aborto a única coisa segura é a morte de um inocente. E é muito provável o dano físico e/ou psicológico da mãe”.
Na carta também explicam que o dia 28 de setembro já foi declarado como o “Dia Internacional pela Descriminalização do Aborto”, durante o V Encontro Feminista Latino-americano e do Caribe, em 1990. “O lobby abortista já ‘comemora’ este dia”, explicam.
A plataforma recorda que, apesar da postura pessoal de Ban ki-Moon a respeito do aborto, os países que defendem e protegem a vida do nascituro “também são membros das Nações Unidas”.
Por isso sublinham que estabelecer um “Dia internacional do aborto seguro” seria “uma falta de respeito com esses países e este assunto geraria conflito e divisão”.
CitizenGO precisa que “o aborto nunca é seguro, porque sempre há uma vítima”.
Para participar do abaixo-assinado acesse:
http://www.citizengo.org/es/lf/37024-28s-dia-internacional-del-aborto-seguro
Fonte: ACI Digital
segunda-feira, 4 de julho de 2016
A iniciativa pró-vida norte-americana que pretende derrubar a indústria abortista
Hillary Clinton, nome forte para a candidatura presidencial nas próximas eleições felicitou, um ano atrás, a decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos de obrigar todos os Estados a legalizar o matrimônio homossexual.
Não só. Também apoiou, embora timidamente, a lei sobre o suicídio assistido do Oregon em 2008 e desde sempre é uma grandíssima militante do “direito” ao aborto.
Inclusive sobre o escândalo envolvendo a Planned Parenthood, Clinton – que teria recebido financiamento eleitoral de tal colosso da indústria abortista – lutou ardorosamente no Congresso para impedir uma lei que retiraria os fundos desta indústria.
Contudo, há algum tempo, outra mulher está resplandecendo também, pelo menos dentro dos EUA. Se chama Brandi Swindell, tem 39 anos e é, diferente de Clinton, uma lutadora pela vida e pelo direito das mulheres a serem conscientes da importância da maternidade.
Bem, essa mulher colocou na cabeça uma ideia bastante ambiciosa. Quer derrubar Planned Parenthood propondo a divulgação de centros de saúde reprodutiva alternativos: de estruturas que ajudem as mulheres a não abortarem, mas sim a colocar no mundo mais crianças.
“Não queremos somente cortar os fundos de Planned Parenthood. Chegou a hora de substituí-lo”, se lê em um dos opúsculos que estão circulando por meio dessa corajosa ativista pró-vida, além de empresária.
A este projeto uniu-se também a conhecida revista Cosmopolitan, conhecida revista abortista. No artigo está presente uma breve biografia da jovem americana. A sua vida mudou radicalmente em 1990 quando encontrou uma amiga que recebia alta em um hospital após um aborto. A jovem Swindell encontrou-se com uma pessoa totalmente diversa daquela que conhecia, não mais alegre, mas triste.
Naquele encontro afundam as raízes do seu compromisso. O projeto que quer implementar goza já de sólidas bases. Em 2006, Boise, a sua cidade natal que se encontro em Idaho, abriu um centro de assistência a mulheres grávidas, precisamente ao lado do local da sede Planned Parenthood. Foi só o primeiro de uma série de pequenos centros – chamados chiamati Stanton Healthcare – que estão nascendo como fungos. Existem outros em Idaho, mas também na Carolina do Norte, no Alabama e até mesmo em outro país, na Irlanda do Norte. Em breve será inaugurado outro em Detroit e outro em Michigan.
Em tais centro se oferece assistência sanitária a preços acessíveis. Oferece-se medicamentos. Fazem-se ecografias e visitas ginecológicas.
Fonte: Zenit
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terça-feira, 7 de junho de 2016
FOTOS: A incrível mudança de Samuel Armas, o bebê da “mão da esperança”
ATLANTA, 31 Mai. 16 / 04:30 pm (ACI).- Samuel Alexander Armas tem 16 anos e mora em Douglas County, próximo a Atlanta, no estado da Georgia (Estados Unidos). Nasceu no dia 2 de dezembro de 1999, mas nesse momento já havia alcançado fama mundial pela ”mão da esperança”, uma fotografia que se tornou ícone da defesa da vida no ventre materno.
Em 7 de setembro de 1999, o jornal americano USA Today publicou a fotografia de Samuel aparecendo fora do útero materno e sustentando a mão de seu cirurgião, o Dr. Joseph Bruner.
No momento em que a fotografia foi tirada, em 19 de agosto de 1999, o Dr. Bruner havia completado um procedimento histórico: uma intervenção cirúrgica em um bebê de apenas 21 semanas de gestação. O fotógrafo, Michael Clancy, estava fazendo a cobertura de uma comissão especial do USA Today.
Clancy recorda o momento vividamente em sua página michaelclancy.com. “Um médico me perguntou que velocidade de filme estava usando e vi o útero mover-se, mas nenhuma mão estava perto. Estava sacudindo de dentro. De repente, o bebê estirou seu braço inteiro pela abertura, logo se retirou até que somente podíamos ver uma mão do interior do útero. O doutor se aproximou e levantou a mão, que reagiu e apertou o dedo do médico”.
“Como se quisesse provar a sua força, o doutor sacudiu o pequeno punho. Samuel o segurou firme. Tirei a foto!”.
Leia mais aqui
Fonte: ACI Digital
Em 7 de setembro de 1999, o jornal americano USA Today publicou a fotografia de Samuel aparecendo fora do útero materno e sustentando a mão de seu cirurgião, o Dr. Joseph Bruner.
No momento em que a fotografia foi tirada, em 19 de agosto de 1999, o Dr. Bruner havia completado um procedimento histórico: uma intervenção cirúrgica em um bebê de apenas 21 semanas de gestação. O fotógrafo, Michael Clancy, estava fazendo a cobertura de uma comissão especial do USA Today.
Clancy recorda o momento vividamente em sua página michaelclancy.com. “Um médico me perguntou que velocidade de filme estava usando e vi o útero mover-se, mas nenhuma mão estava perto. Estava sacudindo de dentro. De repente, o bebê estirou seu braço inteiro pela abertura, logo se retirou até que somente podíamos ver uma mão do interior do útero. O doutor se aproximou e levantou a mão, que reagiu e apertou o dedo do médico”.
“Como se quisesse provar a sua força, o doutor sacudiu o pequeno punho. Samuel o segurou firme. Tirei a foto!”.
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Fonte: ACI Digital
sexta-feira, 29 de abril de 2016
Senado. CDH debate mais uma vez proposta de descriminalização do aborto
Enquanto a População Brasileira se preocupa com o Impeachment da Dilma no Senado, ao mesmo tempo também no Senado se discute a liberação do Aborto.
quarta-feira, 30 de dezembro de 2015
O aborto e a contracepção não são o caminho para defender a natureza
O respeito pela natureza está entre os temas mais propostos aos jovens. Fala-se dele desde o ensino fundamental, convidando os alunos a cuidarem do meio ambiente. O amor da criação é, de fato, um elemento essencial na formação humana e, portanto, as escolas também devem formar as consciências e educar no saudável interesse por estas questões.
Diante de certos estímulos, a resposta das crianças é geralmente positiva, fruto de uma sensibilidade inata que impulsiona os jovens a se empenharem com generosidade em desafios éticos importantes. Infelizmente, porém, este caminho que parece positivo está cheio de armadilhas. Há quem tente explorar a sensibilidade ambiental dos jovens para lhes transmitir mensagens enganosas.
Tem sido muito difundida uma tendência à ecologia catastrofista, que vê no ser humano uma espécie de "doença" do planeta Terra. De acordo com alguns extremistas, o crescimento da população levará à destruição progressiva do mundo e, para evitar isto, seria necessário reduzir drasticamente os nascimentos. Assim, enquanto há preocupação crescente com o destino do urso, do tigre e da foca, defende-se o chamado "direito ao aborto" e espera-se que os berços fiquem cada vez mais vazios.
Esta é uma das muitas mensagens confusas transmitidas para os jovens com a desculpa de promover maior consciência ambiental. Do suposto respeito ao ambiente, ela salta para uma terrível não-cult
quarta-feira, 26 de agosto de 2015
Com coração ainda batendo, criança abortada tem cérebro arrancado para ser vendido nos EUA
Novo vídeo da série de denúncias contra a Planned Parenthood traz o relato de uma ex-funcionária, que descreve a coleta do cérebro intacto de um menino abortado tardiamente e cujo coração ainda estava batendo depois do aborto.
O sétimo vídeo da série de denúncias contra a Planned Parenthood (PPFA), divulgado na semana passada, é, sem dúvidas, o mais perturbador de toda a série. O vídeo traz o relato surpreendente de uma ex-funcionária ligada à PPFA, que descreve a coleta do cérebro intacto de uma criança do sexo masculino, que tinha sido abortada tardiamente e cujo coração ainda estava batendo depois do aborto.
Trata-se do terceiro episódio do documentário Human Capital ["Capital Humano"]. A produção, realizada por The Center for Medical Progress (CMP), reúne entrevistas com especialistas, relatos de testemunhas oculares e gravações de câmeras escondidas para explorar diferentes facetas do tráfico de tecidos de fetos abortados mantido por Planned Parenthood. A série tem focado o testemunho pessoal de Holly O'Donnell, ex-técnica para coleta de sangue e tecidos da empresaStem Express, uma organização de biotecnologia que, até duas semanas atrás, estava associada a duas grandes afiliadas da PPFA no norte dos Estados Unidos. A companhia trabalha para obter partes de fetos abortados e revendê-los para a realização de experimentos científicos.
O'Donnell narra a coleta de órgãos – ou "ceifa", melhor dizendo – de um feto abortado tardiamente e com todo o corpo praticamente intacto. Tudo aconteceu em uma clínica da PPFA em San José, na Califórnia. "'Ei, você quer ver uma coisa bem legal?'", disse a sua supervisora. "Então, ela tocou o coração e ele começou a bater. E eu, sentada e olhando para aquele feto, com o seu coração batendo, não sabia o que pensar", conta.
A clínica de San José realiza abortos até 20 semanas de gravidez. Em relação às batidas do coração do feto abortado – diz O'Donnell –, "eu não sei se isso constitui uma morte técnica, ou se o bebê ainda está vivo".
O'Donnell também conta como a sua supervisora a instruiu a cortar transversalmente o rosto do feto a fim de colher o seu cérebro. "Ela me deu a tesoura e disse que eu tinha que cortar até embaixo no meio do rosto. Eu não consigo sequer descrever como é isso", ela diz.
O vídeo também contém declarações do dr. Ben Van Handel, diretor executivo da Novogenix Laboratories – companhia de coleta de órgãos de Los Angeles –, e de Perrin Larton, gerente da ABR – a mais antiga companhia de coleta e parceira de várias filiais da PPFA. Van Handel admite que "há vezes, depois que o procedimento é feito, em que o coração realmente ainda está batendo" e Larton descreve ter visto abortos onde "o feto já estava no canal vaginal quando colocamos a paciente nos estribos, e ele simplesmente caía".
David Daleiden, o autor das denúncias feitas por CMP, condena o "absoluto barbarismo da prática do aborto e do comércio de partes de bebês mantido por Planned Parenthood, no qual fetos saem algumas vezes intactos e vivos". "Planned Parenthood é uma organização criminosa de alto a baixo – ele diz – e deve ser imediatamente privada do financiamento dos contribuintes e processada por suas atrocidades contra a humanidade".
Embora o aborto seja liberado nos Estados Unidos desde a fatídica decisão Roe versus Wade, em 1973, as recentes denúncias da venda e manipulação de fetos abortados pela PPFA têm acendido um alarme em várias partes do país. Cinco estados norte-americanos já desfizeram qualquer ligação com a Planned Parenthood. No último fim de semana, um protesto nacional contra a organização foi convocado em mais de 350 cidades do país. Milhares de cidadãos e famílias inteiras se reuniram em frente a clínicas de aborto para dizer "não" ao aborto e ao tráfico de partes de bebês abortados mantido por Planned Parenthood.
Trata-se do importante despertar de uma nação para a crueldade do "holocausto silencioso" que acontece em seu território. De fato, estima-se que, desde a decisão judicial que legalizou o aborto nos EUA, mais de 55 milhões de abortos foram realizados no país. Esse número – absolutamente incomparável a qualquer outro evento da história dos Estados Unidos e absurdamente superior a qualquer genocídio em massa provocado no século XX – mostra com que ódio e violência a sociedade moderna tem tratado os seus membros mais frágeis: tortura, pena capital e lata de lixo.Nunca a vida humana valeu tão pouco.
Por The Center for Medical Progress | Tradução e adaptação: Equipe CNP
Fonte: Padre Paulo Ricardo
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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
Pauta antiaborto será intensificada na gestão de Eduardo Cunha
"Pauta antiaborto será intensificada na gestão de Eduardo Cunha. O novo Presidente da Câmara dos Deputados assumiu compromisso com o Movimento Legislação e Vida, por projetos em defesa da família e da vida."
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
Carta aos candidatos presidenciais: um apelo a um contrato pró-vida e pró-família com o povo pró-vida e pró-família do Brasil
Por Julio Severo
O povo brasileiro, em sua maioria esmagadora, é pró-vida, isto é, eles não querem a promoção e facilitação legal do aborto.
O povo brasileiro, em sua maioria esmagadora, é pró-família, isto é, eles não querem a desfiguração da família natural para atender aos caprichos de uma minoria birrenta de ativistas politicamente corretos que querem forçar a sociedade a equiparar legalmente pai, mãe e seus filhos com dois marmanjos cheios de taras anais com o título imerecido de pai e mãe.
Diante da obsessão, vinda da ONU e de poderosas instituições nos EUA e na Europa, de impor a agenda pró-aborto e pró-sodomia no mundo inteiro, faz-se necessário escolher candidatos que estejam em condições de proteger o Brasil dessas imposições alienígenas.
Faço então um apelo aos candidatos para que façam um contrato pró-vida e pró-família com o povo pró-vida e pró-família do Brasil. Minha sugestão de contrato é:
Eu, candidato presidencial, reconheço que a missão do político eleito não é representar uma agenda pessoal ou grupal que entre em choque com os nítidos sentimentos pró-vida e pró-família do povo brasileiro. Reconheço que o povo e seus sentimentos merecem respeito e proteção.
Portanto, mesmo sem militar por valores pró-vida e pró-família, mesmo sem acreditar nesses valores, assumo o compromisso de respeitar e proteger os interesses e sentimentos pró-vida e pró-família da vasta população do Brasil.
Comprometo-me a não deixar meu futuro governo lutar por valores e agendas pró-aborto e pró-homossexualismo.
Se um ministro ou outro funcionário do meu futuro governo ajudar a facilitar valores contrários aos interesses do povo, como aborto, “casamento” gay e outros privilégios para os adeptos da agenda homossexual, me comprometo a derrubar tais medidas e disciplinar seus promotores.
Na ONU, meu futuro governo representará apenas os interesses pró-vida e pró-família do meu povo, jamais interesses contraditórios a ele, como aborto, “casamento” gay e outros privilégios para os adeptos da agenda homossexual.
Comprometo-me também a proteger o Brasil de toda agenda pró-aborto e pró-homossexualismo vinda da ONU e de instituições dos EUA e Europa.
Estou sendo eleito para representar os sentimentos de um povo majoritariamente pró-vida e pró-família e, para essa responsabilidade tremenda, colocarei de lado meus interesses pessoais, a agenda do meu partido e tudo o mais que entre em conflito com os interesses do povo que me eleger.
Que Deus me ajude a cumprir meu compromisso.
Claro que há outras questões importantes, mas começando pelas fundamentais (vida e família) é possível depois alcançar avanços em outros pontos importantes, inclusive a prioridade absoluta de combate aos criminosos de todas as classes e idades, a diminuição do papel intrusivo do Estado nas famílias, a redução drástica da carga opressiva de impostos, etc.
Tudo tem de ter um começo. E o começo agora é um contrato pró-vida e pró-família. Sem isso, o que será possível?
Este contrato pode ser adaptado para candidatos não presidenciais. Faça agora a sua parte: envie-o a todos os candidatos que você conhece, presidenciais ou não, e peça uma resposta clara e assinada deles.
Fonte: www.juliosevero.com
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