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quarta-feira, 16 de março de 2016
Caminhada Penitencial: padre de 95 anos percorre 6 km e atende confissões em Fortaleza
FORTALEZA, 01 Mar. 16 / 11:00 am (ACI).- O último domingo, 28, terceiro domingo da Quaresma, Arquidioceses do Nordeste do Brasil reuniram uma multidão em Caminhadas Penitenciais. Tanto em Fortaleza (CE) como em Salvador (BA), gestos concretos de algumas pessoas se destacaram no meio dos milhares de participantes, como um sacerdote de 95 anos que caminhou os 6 quilômetros na capital cearense.
O Frade Capuchinho Frei Roberto se tornou uma das figuras mais marcantes desta edição da Caminhada Penitencial em Fortaleza. Com 95 anos de idade, possui 71 anos de sacerdócio. Ele percorreu os 6 quilômetros da caminhada junto aos cerca de 30 mil fiéis, atendendo confissões.
As fotos da participação de Frei Roberto no evento logo circularam pelas redes sociais, onde muitos expressaram admiração pela atitude do sacerdote.
“Foi um dos momentos mais lindos que presenciei hoje. Esse exemplo de Fé, Amor e fidelidade para com as coisas de Deus, que o Frei Roberto nos mostrou hoje, foi mais uma prova da verdadeira presença viva de Deus no coração dele. Nos resta seguir seu exemplo!”, comentou uma internauta.
Fonte: ACI
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sexta-feira, 28 de março de 2014
Método de como se confessar
A CONFISSÃO
I . QUEM NOS LIBERTA DOS PECADOS?
- A batalha contra o pecado é batalha de fé, isto é, do poder de Deus. Somente Deus pode libertar-nos do pecado: “Jesus Cristo nos arrancou do poder das trevas mediante a sua morte e ressurreição, e continua nos arrancando desse poder. (Col. 1: 132-14)”.
- Quando persistimos num determinado pecado. Jesus Cristo não é o Senhor desta área. Antes de tudo deve haver uma libertação, uma arrancada do poder das trevas e isto só o Senhor Jesus pode fazer. E Jesus deve ser proclamado Senhor também dessa área.
- O pecado destrói a vida divina, não apenas da pessoa que peca, mas também da família, da sociedade e da comunidade em que vive. É a dimensão social do pecado que deve ser redimida. O pecado nos sujeita ao domínio de Satanás.
II . O QUE FAZER?
Devemos desmascarar o inimigo, confessando o pecado a um sacerdote no Sacramento da Confissão. Quando confessamos o pecado a um sacerdote no Sacramento da Confissão. Quando confessamos nosso pecado, não o manifestamos somente a um sacerdote um homem igual a nós, mas o apresentam, ao poder curador de Jesus e JESUS O APAGA COM SEU SANGUE PRECIOSO.
Onde “abundou o pecado, superabundou a Graça” (Rm. 5:20).
Onde “abundou o pecado, superabundou a Graça” (Rm. 5:20).
O importante não é o pecado, mas a atitude para com ele.
É preciso renunciar ao pecado “Se a tua vista direita te leva ao pecado, arranca-ª..(Mt 5|:27-30).
E depois da confissão? Depois da confissão é preciso procurar as pessoas que prejudicamos com o nosso pecado com a vontade de reparar o mal, como o fez Zaqueu (Lc. 19.1-10).
É preciso renunciar ao pecado “Se a tua vista direita te leva ao pecado, arranca-ª..(Mt 5|:27-30).
E depois da confissão? Depois da confissão é preciso procurar as pessoas que prejudicamos com o nosso pecado com a vontade de reparar o mal, como o fez Zaqueu (Lc. 19.1-10).
III . A PREPARAÇÃO
Quando quiseres confessar-te, recolhe-te a um lugar isolado e prepara-te:
1
Primeiro agradece a Deus, dizendo:
Primeiro agradece a Deus, dizendo:
“Meu Deus e meu Pai, eu vos louvo e agradeço por me terdes dado a vida e tantos benefícios durante esta minha vida, inclusive os Sacramentos e o Sacerdote que me ouvirá em Confissão”.
2
Segundo. Reza no íntimo de tua alma:
Segundo. Reza no íntimo de tua alma:
“Jesus envia-me a luz do teu Espírito, a fim de que Ele me ilumine e me ajude a discernir quais os pecados que cometi e qual a sua gravidade. Ajuda-me também a me arrepender sinceramente. Amém”.
3
Terceiro. Poderás percorrer com tranqüilidade às perguntas abaixo e assinalar aquelas coisas que te lembras de ter praticado ou omitido. Se não entenderes uma pergunta, procure consultar alguém de tua confiança.
Terceiro. Poderás percorrer com tranqüilidade às perguntas abaixo e assinalar aquelas coisas que te lembras de ter praticado ou omitido. Se não entenderes uma pergunta, procure consultar alguém de tua confiança.
4
Quarto, depois do exame feito com cuidado e recolhimento, olha para Jesus sobre a cruz, coberto de sangue abandonado por todos na sua agonia. Tudo por causa do pecado. Mas Deus é misericordioso. Ele te espera e te acolhe com carinho quando voltas a Ele.
Quarto, depois do exame feito com cuidado e recolhimento, olha para Jesus sobre a cruz, coberto de sangue abandonado por todos na sua agonia. Tudo por causa do pecado. Mas Deus é misericordioso. Ele te espera e te acolhe com carinho quando voltas a Ele.
Reza agora o ATO DE CONTRIÇÃO:
“Meu Jesus, crucificado por minha culpa estou arrependido de ter feito o pecado, pois ofendi a Ti que és tão bom. Mereço ser castigado neste mundo e no outro. Mas perdoa-me, por piedade. Não quero mais pecar. Ajuda-me com a Tua graça. Amém”.
“Meu Jesus, crucificado por minha culpa estou arrependido de ter feito o pecado, pois ofendi a Ti que és tão bom. Mereço ser castigado neste mundo e no outro. Mas perdoa-me, por piedade. Não quero mais pecar. Ajuda-me com a Tua graça. Amém”.
5
Quinto. Vai conversar com o confessor
A confissão é sacramento.
Sacramento é adoração de Deus. Por isso devemos receber todos os sacramentos, especialmente o da confissão, em oração e adoração. O penitente se confessa orando a Deus. O sacerdote aconselha orando a Deus.
Quinto. Vai conversar com o confessor
A confissão é sacramento.
Sacramento é adoração de Deus. Por isso devemos receber todos os sacramentos, especialmente o da confissão, em oração e adoração. O penitente se confessa orando a Deus. O sacerdote aconselha orando a Deus.
O penitente dirá:
“Senhor, diante deste ministro da Igreja, eu me acuso de que faltei desta ou daquela maneira”.
Vós tendes sido bom para comigo e eu vos ofendi. Peço perdão a Vós e também ao padre”.
“Senhor, diante deste ministro da Igreja, eu me acuso de que faltei desta ou daquela maneira”.
Vós tendes sido bom para comigo e eu vos ofendi. Peço perdão a Vós e também ao padre”.
É uma oração e não simplesmente uma listagem de pecados.
É uma oração de perdão. É uma experiência de oração e de adoração.
Neste processo a pessoa é curada em seus desequilíbrios emocionais, que não estão diretamente sob o controle da vontade. Só indiretamente podem ser atingidos e curados. As curas implicam perdão. O perdão restaura o equilíbrio emocional. Dado o perdão e restaurado o equilíbrio emocional, o caminho para a cura física está aberto.
Alguns textos bíblicos: João 20, 22-23; Tiago 5, 16; I João 1, 7-10; 2 Sam. 12, 1-15; Lucas 15, 11-32.É uma oração de perdão. É uma experiência de oração e de adoração.
Neste processo a pessoa é curada em seus desequilíbrios emocionais, que não estão diretamente sob o controle da vontade. Só indiretamente podem ser atingidos e curados. As curas implicam perdão. O perdão restaura o equilíbrio emocional. Dado o perdão e restaurado o equilíbrio emocional, o caminho para a cura física está aberto.
Leia o Método completo aqui
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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Quarta-feira de Cinzas, o que significa?
A quarta-feira de cinzas é o primeiro dia da Quaresma no calendário cristão ocidental.
Ela ocorre quarenta dias antes da Páscoa, sem contar os domingos ( que não são incluídos na Quaresma), ou quarenta e seis dias contando os domingos. Seu posicionamento varia a cada ano, dependendo da data da Páscoa. A data pode variar do começo de fevereiro até à segunda semana de março.
O uso litúrgico das cinzas tem sua origem no Antigo Testamento. As cinzas simbolizam dor, morte e penitência.
No livro de Ester, Mardoqueu se vestiu de saco e se cobriu de cinzas quando soube do decreto, do Rei Asuer I (Xerxes, 485-464 antes de Cristo) da Pérsia, que condenou à morte todos os judeus de seu império. (Est 4,1). Jó (cuja história foi escrita entre os anos VII e V antes de Cristo) mostrou seu arrependimento vestindo-se de saco e cobrindo-se de cinzas (Jó 42,6). Daniel (cerca de 550 antes de Cristo) ao profetizar a captura de Jerusalém pela Babilônia, escreveu: "Volvi-me para o Senhor Deus a fim de dirigir-lhe uma oração de súplica, jejuando e me impondo o cilício e a cinza" (Dn 9,3).
No século V antes de Cristo, logo depois da pregação de Jonas, o povo de Nínive proclamou um jejum a todos e se vestiram de saco, inclusive o Rei, que além de tudo levantou-se de seu trono e sentou sobre cinzas (Jn 3,5-6). Estes exemplos retirados do Antigo Testamento demonstram a prática estabelecida de utilizar-se cinzas como símbolo (algo que todos compreendiam) de arrependimento.
O próprio Jesus fez referência ao uso das cinzas. A respeito daqueles povos que recusavam-se a se arrepender de seus pecados, apesar de terem visto os milagres e escutado a Boa Nova, Nosso Senhor proferiu: "Ai de ti, Corozaim! Ai de ti, Betsaida! Porque se tivessem sido feitos em Tiro e em Sidônia os milagres que foram feitos em vosso meio, há muito tempo elas se teriam arrependido sob o cilício e as cinzas. (Mt 11,21) A Igreja, desde os primeiros tempos, continuou a prática do uso das cinzas com o mesmo simbolismo. Em seu livro "De Poenitentia" , Tertuliano (160-220 DC), prescreveu que um penitente deveria "viver sem alegria vestido com um tecido de saco rude e coberto de cinzas".
O famoso historiador dos primeiros anos da igreja, Eusébio (260-340 DC), relata em seu livro A História da Igreja, como um apóstata de nome Natalis se apresentou vestido de saco e coberto de cinzas diante do Papa Ceferino, para suplicar-lhe perdão. Sabe-se que num determinado momento existiu uma prática que consistia no sacerdote impor as cinzas em todos aqueles que deviam fazer penitência pública. As cinzas eram colocadas quando o penitente saía do Confessionário.
Já no período medieval, por volta do século VIII, aquelas pessoas que estavam para morrer eram deitadas no chão sobre um tecido de saco coberto de cinzas. O sacerdote benzia o moribundo com água benta dizendo-lhe: "Recorda-te que és pó e em pó te converterás". Depois de aspergir o moribundo com a água benta, o sacerdote perguntava: "Estás de acordo com o tecido de saco e as cinzas como testemunho de tua penitência diante do Senhor no dia do Juízo?" O moribundo então respondia: "Sim, estou de acordo".
Esse simbolismo do tecido de saco e das cinzas serviam para representar os sentimentos de aflição e arrependimento, bem como a intenção de se fazer penitência pelos pecados cometidos contra o Senhor e a Sua igreja.
Com o passar dos tempos o uso das cinzas foi adotado como sinal do início do tempo da Quaresma; o período de preparação de quarenta dias (excluindo-se os domingos) antes da Páscoa da Ressurreição. O ritual para a Quarta-feira de Cinzas já era parte do Sacramental Gregoriano. As primeiras edições deste sacramental datam do século VII.
Na nossa liturgia atual da Quarta-feira de Cinzas, utilizamos cinzas feitas com os ramos de palmas distribuídos no ano anterior no Domingo de Ramos. O sacerdote abençoa as cinzas e as impõe na fronte de cada fiel traçando com essas o Sinal da Cruz. Logo em seguida diz : "Recorda-te que és pó e em pó te converterás" ou então "Arrepende-te e crede no Evangelho".
Devemos nos preparar para o começo da Quaresma compreendendo o significado profundo das cinzas que recebemos. É um tempo para examinar nossas ações atuais e passadas e lamentarmo-nos profundamente por nossos pecados. Só assim poderemos voltar nossos corações genuinamente para Nosso Senhor, que sofreu, morreu e ressuscitou pela nossa salvação. Além do mais esse tempo nos serve para renovar nossas promessas batismais, quando morremos para a vida passada e começamos uma nova vida em Cristo.
Finalmente, conscientes que as coisas desse mundo são passageiras, procuremos viver de agora em diante com a firme esperança no futuro e a plenitude do Céu.
Bênção e imposição das cinzas no início da Quaresma(Quarta-feira de cinzas)
Aceitando que nos imponham as cinzas, expressamos duas realidades fundamentais:
Somo criaturas mortais; tomar consciência de nossa fragilidade, de inevitável fim de nossa existência terrestre, nos ajuda a avalira melhor os rumos que compete dar à nossa vida: "você é pó, e ao pó voltará" (Gn 3, 19). Somo chamado;
Somos chamados a nos converter ao Evangelho de Jesus e sua proposta do Reino, mudando nossa maneira de ver, pensar, agir.
Muitas comunidades sem padre assumiram esse rito significativo como abertura da quaresma anual, realizando-o numa celebração da Palavras.
Veja mais embasamentos bíblicos sobre as cinzas através das seguintes passagens: (Nm 19; Hb 9,13); como sinal de transitoriedade (Gn 18,27; Jó 30,19). Como sinal de luto (2Sm 13,19; Sl 102,10; Ap 19,19). Como sinal de penitência (Dn 9,3; Mt 11,21).
A Quaresma é tempo conversão, tempo de silêncio, de penitência, de jejum e de oração.
Fonte: Dom Luiz Bergonzini
Ela ocorre quarenta dias antes da Páscoa, sem contar os domingos ( que não são incluídos na Quaresma), ou quarenta e seis dias contando os domingos. Seu posicionamento varia a cada ano, dependendo da data da Páscoa. A data pode variar do começo de fevereiro até à segunda semana de março.
O uso litúrgico das cinzas tem sua origem no Antigo Testamento. As cinzas simbolizam dor, morte e penitência.
No livro de Ester, Mardoqueu se vestiu de saco e se cobriu de cinzas quando soube do decreto, do Rei Asuer I (Xerxes, 485-464 antes de Cristo) da Pérsia, que condenou à morte todos os judeus de seu império. (Est 4,1). Jó (cuja história foi escrita entre os anos VII e V antes de Cristo) mostrou seu arrependimento vestindo-se de saco e cobrindo-se de cinzas (Jó 42,6). Daniel (cerca de 550 antes de Cristo) ao profetizar a captura de Jerusalém pela Babilônia, escreveu: "Volvi-me para o Senhor Deus a fim de dirigir-lhe uma oração de súplica, jejuando e me impondo o cilício e a cinza" (Dn 9,3).
No século V antes de Cristo, logo depois da pregação de Jonas, o povo de Nínive proclamou um jejum a todos e se vestiram de saco, inclusive o Rei, que além de tudo levantou-se de seu trono e sentou sobre cinzas (Jn 3,5-6). Estes exemplos retirados do Antigo Testamento demonstram a prática estabelecida de utilizar-se cinzas como símbolo (algo que todos compreendiam) de arrependimento.
O próprio Jesus fez referência ao uso das cinzas. A respeito daqueles povos que recusavam-se a se arrepender de seus pecados, apesar de terem visto os milagres e escutado a Boa Nova, Nosso Senhor proferiu: "Ai de ti, Corozaim! Ai de ti, Betsaida! Porque se tivessem sido feitos em Tiro e em Sidônia os milagres que foram feitos em vosso meio, há muito tempo elas se teriam arrependido sob o cilício e as cinzas. (Mt 11,21) A Igreja, desde os primeiros tempos, continuou a prática do uso das cinzas com o mesmo simbolismo. Em seu livro "De Poenitentia" , Tertuliano (160-220 DC), prescreveu que um penitente deveria "viver sem alegria vestido com um tecido de saco rude e coberto de cinzas".
O famoso historiador dos primeiros anos da igreja, Eusébio (260-340 DC), relata em seu livro A História da Igreja, como um apóstata de nome Natalis se apresentou vestido de saco e coberto de cinzas diante do Papa Ceferino, para suplicar-lhe perdão. Sabe-se que num determinado momento existiu uma prática que consistia no sacerdote impor as cinzas em todos aqueles que deviam fazer penitência pública. As cinzas eram colocadas quando o penitente saía do Confessionário.
Já no período medieval, por volta do século VIII, aquelas pessoas que estavam para morrer eram deitadas no chão sobre um tecido de saco coberto de cinzas. O sacerdote benzia o moribundo com água benta dizendo-lhe: "Recorda-te que és pó e em pó te converterás". Depois de aspergir o moribundo com a água benta, o sacerdote perguntava: "Estás de acordo com o tecido de saco e as cinzas como testemunho de tua penitência diante do Senhor no dia do Juízo?" O moribundo então respondia: "Sim, estou de acordo".
Esse simbolismo do tecido de saco e das cinzas serviam para representar os sentimentos de aflição e arrependimento, bem como a intenção de se fazer penitência pelos pecados cometidos contra o Senhor e a Sua igreja.
Com o passar dos tempos o uso das cinzas foi adotado como sinal do início do tempo da Quaresma; o período de preparação de quarenta dias (excluindo-se os domingos) antes da Páscoa da Ressurreição. O ritual para a Quarta-feira de Cinzas já era parte do Sacramental Gregoriano. As primeiras edições deste sacramental datam do século VII.
Na nossa liturgia atual da Quarta-feira de Cinzas, utilizamos cinzas feitas com os ramos de palmas distribuídos no ano anterior no Domingo de Ramos. O sacerdote abençoa as cinzas e as impõe na fronte de cada fiel traçando com essas o Sinal da Cruz. Logo em seguida diz : "Recorda-te que és pó e em pó te converterás" ou então "Arrepende-te e crede no Evangelho".
Devemos nos preparar para o começo da Quaresma compreendendo o significado profundo das cinzas que recebemos. É um tempo para examinar nossas ações atuais e passadas e lamentarmo-nos profundamente por nossos pecados. Só assim poderemos voltar nossos corações genuinamente para Nosso Senhor, que sofreu, morreu e ressuscitou pela nossa salvação. Além do mais esse tempo nos serve para renovar nossas promessas batismais, quando morremos para a vida passada e começamos uma nova vida em Cristo.
Finalmente, conscientes que as coisas desse mundo são passageiras, procuremos viver de agora em diante com a firme esperança no futuro e a plenitude do Céu.
Bênção e imposição das cinzas no início da Quaresma(Quarta-feira de cinzas)
Aceitando que nos imponham as cinzas, expressamos duas realidades fundamentais:
Somo criaturas mortais; tomar consciência de nossa fragilidade, de inevitável fim de nossa existência terrestre, nos ajuda a avalira melhor os rumos que compete dar à nossa vida: "você é pó, e ao pó voltará" (Gn 3, 19). Somo chamado;
Somos chamados a nos converter ao Evangelho de Jesus e sua proposta do Reino, mudando nossa maneira de ver, pensar, agir.
Muitas comunidades sem padre assumiram esse rito significativo como abertura da quaresma anual, realizando-o numa celebração da Palavras.
Veja mais embasamentos bíblicos sobre as cinzas através das seguintes passagens: (Nm 19; Hb 9,13); como sinal de transitoriedade (Gn 18,27; Jó 30,19). Como sinal de luto (2Sm 13,19; Sl 102,10; Ap 19,19). Como sinal de penitência (Dn 9,3; Mt 11,21).
A Quaresma é tempo conversão, tempo de silêncio, de penitência, de jejum e de oração.
Fonte: Dom Luiz Bergonzini
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Quarta-feira de Cinzas
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Documento pontifício permite Indulgências
Convido a todos os irmãos da Arquidiocese de Montes Claros a participarem das comemorações do Centenário. Faz parte da nossa história. Participar da caminhada da Igreja, nos faz mais santos e a princípio menos pecadores. Vejam que lindo esta Carta permitindo as indulgências, lembrando que as mesmas tão necessárias, são aplicadas de forma condicional, leiam abaixo com alguns grifos meus. Boa leitura e boas indulgências.
Prot. N. 695/10/1
Beatíssimo Pai:
José Alberto Moura, C.S.S., Arcebispo Metropolitano de Montes Claros, com a mais elevada e espiritual veneração, que de fato é também manifestação dos sentimentos do Clero e dos fieis cristãos confiados a seu cuidado pastoral, faz chegar ao conhecimento de Vossa Santidade, com humildade e a maior alegria, que o Papa São Pio X por Bula Apostólica datada de 10 de dezembro de 1910, desmembrou a parte ao Norte da Diocese de Diamantina e criou outra diocese, distinta dela, denominada Diocese de Montes Claros; e, ainda, que o Servo de Deus, o Papa João Paulo II, no dia 25 de abril de 2001, retirou do direito metropolitano da Arquidiocese de Diamantina esta Diocese de Montes Claros e a elevou à dignidade de Sé Metropolitana, determinando com suas sufragâneas as sedes episcopais de Paracatu, Januária e Janaúba.
Ora, relembrando os imensos benefícios espirituais que o Jubileu do Ano 2000 trouxe para o Brasil, cheio de firme esperança e aproveitando a ocasião do referido dia Centenário a ser comemorado, o Exmo. Orador intenciona fazer realizar determinadas funções sagradas e celebrações da Palavra de Deus na Antiga Catedral, a Matriz de Nossa Senhora a São José, desde o dia 1º de novembro até o dia 10 de dezembro de 2010, de tal modo que sejam oferecidas aos fieis com a maior frequência oportunidades de receber os sacramentos com adequada preparação e lhes sejam inspiradas obras concretas de fraterna caridade sobrenatural. E, assim, quer em cada um dos fieis, quer nos vários agrupamentos da Comunidade Arquidiocesana, pela ação da graça de Deus, se robusteça e se prolongue maravilhosamente a renovação espiritual desencadeada pelo Grande Jubileu.
Para se atingir este objetivo ardentemente desejado, muito contribuirá o dom da Indulgência que, desde agora, se solicita com confiança, como testemunho e prova da paterna benevolência da Vossa Santidade e como incentivo para que se solidifique em toda a Arquidiocese o vínculo hierárquico e filial com Vossa mesma Santidade e para com o próprio Bispo responsável das funções sagradas. E Deus, etc.
A Penitenciaria Apostólica, por mandato do Sumo Pontífice, concede a INDULGÊNCIA PLENÁRIA, a ser lucrada nos dias acima indicados, pelos fieis cristãos verdadeiramente contritos que, tendo cumprido legalmente as condições costumeiras (Confissão Sacramental, Comunhão Eucarística e oração segundo as intenções do Sumo Pontífice), visitarem em forma de peregrinação a Antiga Igreja Catedral de Montes Claros e aí participarem de alguma função do jubileu ou, ao menos, por um razoável espaço de tempo, se entregarem a piedosas meditações, concluídas com a Oração do Senhor, o Símbolo da Fé e invocações à Sagrada Família.
As pessoas idosas, doentes e todas as que, por causa grave, não podem sair de casa, poderão igualmente lucrar a Indulgência Plenária, desde que, detestando cada pecado e propondo-se a cumprir, logo que puder, as três condições de costume, se unam espiritualmente às celebrações do jubileu, oferecendo por Maria ao Deus Misericordioso suas preces e sofrimentos.
No entanto, para que se torne mais fácil, em virtude da caridade pastoral, o acesso do perdão divino a ser alcançado pelo poder das chaves dado à Igreja, esta Penitenciaria suplica com todo o empenho que Sacerdotes revestidos das necessárias faculdades para atender confissões se apresentem com coração disposto e generoso à Celebração da Penitência na Igreja Catedral Jubilar.
O presente terá valor durante o Jubileu de Montes Claros. Não obstante quaisquer razões em contrário.
+ Fortunado Baldelli
Arcebispo Titular de Mevânia, Penitenciário Mor
PENITENCIARIA APOSTÓLICA
Prot. N. 695/10/1
Beatíssimo Pai:
José Alberto Moura, C.S.S., Arcebispo Metropolitano de Montes Claros, com a mais elevada e espiritual veneração, que de fato é também manifestação dos sentimentos do Clero e dos fieis cristãos confiados a seu cuidado pastoral, faz chegar ao conhecimento de Vossa Santidade, com humildade e a maior alegria, que o Papa São Pio X por Bula Apostólica datada de 10 de dezembro de 1910, desmembrou a parte ao Norte da Diocese de Diamantina e criou outra diocese, distinta dela, denominada Diocese de Montes Claros; e, ainda, que o Servo de Deus, o Papa João Paulo II, no dia 25 de abril de 2001, retirou do direito metropolitano da Arquidiocese de Diamantina esta Diocese de Montes Claros e a elevou à dignidade de Sé Metropolitana, determinando com suas sufragâneas as sedes episcopais de Paracatu, Januária e Janaúba.
Ora, relembrando os imensos benefícios espirituais que o Jubileu do Ano 2000 trouxe para o Brasil, cheio de firme esperança e aproveitando a ocasião do referido dia Centenário a ser comemorado, o Exmo. Orador intenciona fazer realizar determinadas funções sagradas e celebrações da Palavra de Deus na Antiga Catedral, a Matriz de Nossa Senhora a São José, desde o dia 1º de novembro até o dia 10 de dezembro de 2010, de tal modo que sejam oferecidas aos fieis com a maior frequência oportunidades de receber os sacramentos com adequada preparação e lhes sejam inspiradas obras concretas de fraterna caridade sobrenatural. E, assim, quer em cada um dos fieis, quer nos vários agrupamentos da Comunidade Arquidiocesana, pela ação da graça de Deus, se robusteça e se prolongue maravilhosamente a renovação espiritual desencadeada pelo Grande Jubileu.
Para se atingir este objetivo ardentemente desejado, muito contribuirá o dom da Indulgência que, desde agora, se solicita com confiança, como testemunho e prova da paterna benevolência da Vossa Santidade e como incentivo para que se solidifique em toda a Arquidiocese o vínculo hierárquico e filial com Vossa mesma Santidade e para com o próprio Bispo responsável das funções sagradas. E Deus, etc.
DIA 10 DE JUNHO DE 2010
As pessoas idosas, doentes e todas as que, por causa grave, não podem sair de casa, poderão igualmente lucrar a Indulgência Plenária, desde que, detestando cada pecado e propondo-se a cumprir, logo que puder, as três condições de costume, se unam espiritualmente às celebrações do jubileu, oferecendo por Maria ao Deus Misericordioso suas preces e sofrimentos.
No entanto, para que se torne mais fácil, em virtude da caridade pastoral, o acesso do perdão divino a ser alcançado pelo poder das chaves dado à Igreja, esta Penitenciaria suplica com todo o empenho que Sacerdotes revestidos das necessárias faculdades para atender confissões se apresentem com coração disposto e generoso à Celebração da Penitência na Igreja Catedral Jubilar.
O presente terá valor durante o Jubileu de Montes Claros. Não obstante quaisquer razões em contrário.
+ Fortunado Baldelli
Arcebispo Titular de Mevânia, Penitenciário Mor
+ João Francisco Girotti, O.F.M.Conv.
Bispo Titular de Metz, Gerente
Bispo Titular de Metz, Gerente
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