A pediatra que se negou atender uma criança de um ano e um mês, na Capital, porque o menino é filho de uma militante do Partido dos Trabalhadores (PT) teve o comportamento aprovado pelo Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers). Em entrevista ao Diário Gaúcho, o presidente da entidade, Paulo de Argollo Mendes, defendeu a profissional:
— Ela tem a nossa admiração — disse Paulo de Argollo, em entrevista ao Diário Gaúcho.
O caso ganhou repercussão na semana passada quando Ariane Leitão, vereadora suplente na Capital e secretária de Políticas para as Mulheres do Rio Grande do Sul durante a gestão Tarso Genro, publicou uma mensagem que teria sido enviada pela pediatra Maria Dolores Bressan.
No texto, a médica explica: "...Tu e teu esposo fazem parte do Partido dos Trabalhadores (ele do Psol) e depois de todos os acontecimentos da semana e culminando com o de ontem, onde houve escárnio e deboche do Lula ao vivo e a cores, para todos verem (representante maior do teu partido), eu estou sem a mínima condição de ser Pediatra do teu filho".
Como que o sindicato vê a atitude da médica?
Paulo de Argollo Mendes – É absolutamente ética. O código de ética médico tem um artigo que estabelece como deve se dar a relação entre médico e paciente. Tem coisas muito claras. Por exemplo, se é uma urgência ou se tu és o único médico da cidade, tu atendes e ponto. Não tem condicionais, é a tua obrigação. Tu não és o único médico da cidade e o paciente tem a possibilidade de escolher outros profissionais, daí tu tens que ser honesto, tem que ser leal com o teu paciente. Se tem alguma coisa que te incomoda e que tu achas que vai prejudicar a tua relação com o teu paciente, se tu não vais se sentir confortável, se não vai ser prazeroso para ti atender aquela pessoa, tu deves dizer para ela francamente: olha, prefiro que tu procures um colega.
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quinta-feira, 31 de março de 2016
"Ela tem que se orgulhar disso", diz presidente do Simers sobre pediatra que negou atendimento a filho de vereadora
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Paixões ideológicas-partidárias
Olá irmãos
Penso que todos nós sem exceção não deveríamos ter paixões de qualquer espécies a qualquer partido político. O que dói em meu coração é ver irmãos declarando um imenso amor a “coisas” e não fazem o mesmo a Deus. Será tão difícil amar a Deus? Quando estamos em discussão em defesa da Fé, em defesa do Sacrifício não vemos tantos irmãos na causa, mas quando se ‘fere’ um partido e seus representantes, os irmãos entram na frente da espada, preferindo ferir o próprio corpo, se oferecendo como mártires.
Nesta campanha, não vi tantos irmãos defendendo a Verdade como defendendo partidos. Até aqueles que pedem revestimento de santidade, parece que se desvestiram, alguns saíram da batina em prol de uma sigla.
Eu particularmente não tenho paixões partidárias, sei reconhecer o bem que qualquer um faça a nação. Enquanto andarmos apaixonadamente algemados a coisas, nossas escolhas serão enviesadas.
O perigo das paixões criou seqüelas, pois fizeram perder muitos bons políticos que tem suas propostas baseadas no Evangelho. A isto se figurou outra conotação: não é inteligente votar medindo-se pela Verdade. Esta conotação fez colocar o Evangelho preso dentro do templo de pedra.
Quantos aos que ficaram indignos, eu vejo que são exatamente aqueles que demonstram paixões ideológicas-partidárias, é que se manifestaram sem salientar qualquer fiasco de verdade que se auto comprometesse, ou seja, olharam apenas o próprio bucho. Os indignados se lançaram em defesa partidária esquecendo dos problemas contidos nestes partidos que tanto foram denunciados mesmo antes da campanha.
Eu pergunto: Por quê estes irmãos não se deram por trabalhar nas causas como provida e outras mais? Preferiram ficar calados!
Antes da campanha não se manifestaram, porquê a eleição estava ganha! Mas resolveram ser ‘pastores do povo’ de Deus quando a derrota se fez próxima.
Para mim ficou claro que existe amor maior por partido do que pela Verdade!
Filhos da Igreja Católica, o que se espera de vocês com estas paixões?
Que Jesus nos abençoe sempre.
Que o Abraço da Virgem Maria nos revigore.
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