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sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Mensagem de Natal 2016 do Chefe da Casa Imperial S.A.I.R. o Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança



S.A.I.R. o Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil, envia sua mensagem de Santo Natal e Próspero 2017 a todos os brasileiros:

"MEUS MUITO CAROS BRASILEIROS

'Glória a Deus no mais alto dos Céus, e paz na Terra aos homens de boa vontade' (Lc. 2,14), ouviram os santos pastores quando acorreram à gruta de Belém para adorarem o Menino Jesus na noite de Natal.

São esses mesmos sentimentos de alma – estou certo disso – que nos unem a todos no fim deste conturbado ano de 2016, no qual os brasileiros saíram às ruas bradando “quero o meu Brasil de volta”, afastando assim as ameaças de uma corrente política que teve a pretensão de nos impor uma ordem de coisas profundamente contrárias às nossas tradições.

Se quisermos o nosso Brasil de volta, isto é, um Brasil grande, virtuoso, com harmonia social e verdadeiro progresso, voltemos confiantes para o Santo Presépio e roguemos a Jesus, Maria e José para que perseveremos em nossos esforços para restaurarmos em nossa Pátria uma civilização autenticamente cristã e monárquica.

Com esse chamado à união, do fundo de meu coração, desejo a todos um Santo Natal e muito abençoado 2017."

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

E Maria deu a Luz


Maria deu a luz à ......... Luz.
Maria deu a vida à ....... Vida.
Maria deu o amor ao .... Amor.

Hoje nasceu o esplendor da verdade,
O luzeiro maior brotou da virgem.

Toda e qualquer estrutura negativa
se desmancha quando a Luz veio 
aqui morar, aqui chegou para brilhar,
exortar e salvar.

Natal. A Face do Menino Jesus, a Face da Verdade!


A Verdade é LindaA face da Criança nos mostra desde cedo a lindeza da Verdade. Contemplemos...

A CNBB pode presentear a Jesus Menino neste Natal de 2014!


Um grande presente que a CNBB pode dar a Cristo é primeiramente se converter. Depois ela pode:

'Desfiliar-se' do PT, antes de ser citada em algum e$$$cândalo.
Deixar de ser Comunista.
Parar de apoiar o Homossexualismo.
Começar a apoiar a Família.
Seguir o Evangelho e a Liturgia.
Andar com os verdadeiros evangelizadores.
Viver em constante adoração...


quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Mensagem de Natal (2013) do Papa Francisco e Benção Urbi et Orbi


Quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Boletim da Santa Sé

«Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens do seu agrado» (Lc 2, 14).

Queridos irmãos e irmãs de Roma e do mundo inteiro, bom dia e feliz Natal!

Faço meu o cântico dos anjos que apareceram aos pastores de Belém, na noite em que nasceu Jesus. Um cântico que une céu e terra, dirigindo ao céu o louvor e a glória e, à terra dos homens, votos de paz.

Convido todos a unirem-se a este cântico: este cântico é para todo o homem e mulher que vela na noite, que tem esperança num mundo melhor, que cuida dos outros procurando humildemente cumprir o seu dever.

Glória a Deus.

A primeira coisa que o Natal nos chama a fazer é isto: dar glória a Deus, porque Ele é bom, é fiel, é misericordioso. Neste dia, desejo a todos que possam reconhecer o verdadeiro rosto de Deus, o Pai que nos deu Jesus. Desejo a todos que possam sentir que Deus está perto, possam estar na sua presença, amá-Lo, adorá-Lo.

Possa cada um de nós dar glória a Deus sobretudo com a vida, com uma vida gasta por amor d’Ele e dos irmãos.

Paz aos homens.

A verdadeira paz – como sabemos – não é um equilíbrio entre forças contrárias; não é uma bela «fachada», por trás da qual há contrastes e divisões. A paz é um compromisso de todos os dias, mas a paz é artesanal, realiza-se a partir do dom de Deus, da graça que Ele nos deu em Jesus Cristo.

Vendo o Menino no presépio, Menino de paz, pensamos nas crianças que são as vítimas mais frágeis das guerras, mas pensamos também nos idosos, nas mulheres maltratadas, nos doentes… As guerras dilaceram e ferem tantas vidas!

Muitas dilacerou, nos últimos tempos, o conflito na Síria, fomentando ódio e vingança. Continuemos a pedir ao Senhor que poupe novos sofrimentos ao amado povo sírio, e as partes em conflito ponham fim a toda a violência e assegurem o acesso à ajuda humanitária. Vimos como é poderosa a oração! E fico contente sabendo que hoje também se unem a esta nossa súplica pela paz na Síria crentes de diversas confissões religiosas. Nunca percamos a coragem da oração! A coragem de dizer: Senhor, dai a vossa paz à Síria e ao mundo inteiro. E convido também os não crentes a desejarem a paz, com o seu anelo, aquele anelo que alarga o coração: todos unidos, ou com a oração ou com o desejo. Mas todos, pela paz.

Ó Deus Menino, dai paz à República Centro-Africana, frequentemente esquecida dos homens. Mas Vós, Senhor, não esqueceis ninguém e quereis levar a paz também àquela terra, dilacerada por uma espiral de violência e miséria, onde muitas pessoas estão sem casa, sem água nem comida, sem o mínimo para viver. Favorecei a concórdia no Sudão do Sul, onde as tensões actuais já provocaram demasiadas vítimas e ameaçam a convivência pacífica naquele jovem Estado.

Vós, ó Príncipe da Paz, convertei por todo o lado o coração dos violentos, para que deponham as armas e se empreenda o caminho do diálogo. Olhai a Nigéria, dilacerada por contínuos ataques que não poupam inocentes nem indefesos. Abençoai a Terra que escolhestes para vir ao mundo e fazei chegar a um desfecho feliz as negociações de paz entre Israelitas e Palestinianos. Curai as chagas do amado Iraque, ferido ainda frequentemente por atentados.

Vós, Senhor da vida, protegei todos aqueles que são perseguidos por causa do vosso nome. Dai esperança e conforto aos deslocados e refugiados, especialmente no Corno de África e no leste da República Democrática do Congo. Fazei que os emigrantes em busca duma vida digna encontrem acolhimento e ajuda. Que nunca mais aconteçam tragédias como aquelas a que assistimos este ano, com numerosos mortos em Lampedusa.

Ó Menino de Belém, tocai o coração de todos os que estão envolvidos no tráfico de seres humanos, para que se dêem conta da gravidade deste crime contra a humanidade. Voltai o vosso olhar para as inúmeras crianças que são raptadas, feridas e mortas nos conflitos armados e para quantas são transformadas em soldados, privadas da sua infância.

Senhor do céu e da terra, olhai para este nosso planeta, que a ganância e a ambição dos homens exploram muitas vezes indiscriminadamente. Assisti e protegei quantos são vítimas de calamidades naturais, especialmente o querido povo filipino, gravemente atingido pelo recente tufão.

Queridos irmãos e irmãs, hoje, neste mundo, nesta humanidade, nasceu o Salvador, que é Cristo Senhor. Detenhamo-nos diante do Menino de Belém. Deixemos que o nosso coração se comova: não tenhamos medo disso. Não tenhamos medo que o nosso coração se comova! Precisamos que o nosso coração se comova. Deixemo-lo abrasar-se pela ternura de Deus; precisamos das suas carícias. As carícias de Deus não fazem feridas: as carícias de Deus dão-nos paz e força. Precisamos das suas carícias. Deus é grande no amor; a Ele, o louvor e a glória pelos séculos! Deus é paz: peçamos-Lhe que nos ajude a construí-la cada dia na nossa vida, nas nossas famílias, nas nossas cidades e nações, no mundo inteiro. Deixemo-nos comover pela bondade de Deus.

PALAVRAS DE FELICITAÇÕES DO PAPA PELO NATAL

A vós, queridos irmãos e irmãs, vindos de todo o mundo e reunidos nesta Praça, e a quantos estão em ligação connosco nos diversos países através dos meios de comunicação, dirijo os meus votos de um Natal Feliz!

Neste dia, iluminado pela esperança evangélica que provém da gruta humilde de Belém, invoco os dons natalícios da alegria e da paz para todos: para as crianças e os idosos, para os jovens e as famílias, para os pobres e os marginalizados. Nascido para nós, Jesus conforte quantos suportam a prova da doença e da tribulação; sustente aqueles que se dedicam ao serviço dos irmãos mais necessitados. Feliz Natal para todos!

Padre comenta sentido do Natal na perspectiva do Papa Francisco

Padre Joãozinho
Natal: encontro de Deus com o seu povo 

No dia 10 de dezembro, o Papa Francisco deu uma longa e surpreendente entrevista para o jornal italiano La Stampa. O clima natalino e o final do seu primeiro ano de pontificado eram uma ótima ocasião para fazer uma “revisão de vida”, como todo jesuíta costuma fazer diariamente em sua oração da noite. O nome do Papa é Francisco, mas sua mística é marcada fortemente pela militância típica dos filhos de Santo Inácio de Loyola. Esta mistura equilibrada da ternura franciscana com o vigor jesuíta transparece em cada linha de entrevista. A síntese aparece quando ele diz: “tenha esperança e nunca tenha medo da ternura!”

Para o Papa, o homem de nossos dias corre o risco de perder a esperança e a simplicidade dos gestos mais comuns, como abraçar e acariciar. Seu remédio para nosso mundo, marcado pelo individualismo e a liberdade sem limites, é a “cultura do encontro”. Isto não é mera teoria antropológica. O Papa ensina esta cultura mais pelos seus gestos do que com suas palavras. Ele vive este Natal 365 dias por ano e 24 horas por dia. Na Jornada Mundial da Juventude, no Rio de Janeiro, sua disposição para ir ao encontro das pessoas chamou a atenção do mundo inteiro e conquistou o coração do nosso povo.

Natal é isso. É a festa do encontro. Como lembra Francisco na entrevista: “É o encontro com Jesus [...]. É o encontro de Deus com seu povo”. Viver esta dimensão mística do encontro nos consola e faz com que a vida não seja apenas um “vale de lágrimas”. Temos razão para sorrir e fazer festa. O Evangelho é uma boa notícia que nos traz alegria. Quem faz esta experiência não se sente sozinho. Sabe que Deus está do seu lado. 

O Natal como festa da ternura e da alegria é vivido até por pessoas que nunca ouviram falar de Jesus Cristo e por muitos que ouviram e até são cristãos, mas vivem um Natal pagão. Segundo Francisco, esta alegria mundana é muito diferente da alegria que o verdadeiro Natal nos traz. 

A estas alturas, o jornalista fez uma pergunta um pouco embaraçosa: “Mas como viver esta ternura alegre em um mundo com tantos conflitos e guerras?” Francisco respondeu com uma de suas frases lapidares: “Deus nunca dá um dom a quem não é capaz de recebê-lo”. Os corruptos também têm a capacidade de vivenciar a alegria do Natal. O problema, diz o Papa, é que sua capacidade está um pouco “enferrujada”. Francisco lembra que o Natal revela que Deus não desiste de nós. Ele tem paciência; “a serenidade da noite de Natal é um reflexo da paciência de Deus conosco”. A própria cidade de Belém é um ponto onde convivem a memória da ternura e a tragédia da guerra.

Francisco se diz impressionado pelas estatísticas que falam de 10 mil crianças mortas de fome por dia no mundo. É uma grande tragédia que não podemos tolerar. O Papa faz um pedido de Natal: “Gostaria de repetir à humanidade: deem de comer a quem tem fome! Que a esperança e a ternura do Natal do Senhor nos sacudam da indiferença.”

Sobre os problemas internos da Igreja e as perspectivas de mudanças para o futuro, Francisco é sóbrio e determinado, como convém a quem faz a síntese entre vigor e ternura. Suas palavras revelam uma outra face desta mesma rara mistura: “prudência e ousadia”. Se João Paulo II foi um papa “missionário” e Bento XVI, um papa “mestre”, Francisco tem sido um papa mártir, ou seja, “testemunha” do encontro de Deus com a humanidade. Então... é Natal.  

Fonte: Canção Nova

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Feliz Natal

O Mundo todo festeja, curte, brinda, sorri e gasta. Lotam lojas, bares e ruas. E o Natal? Bem, poucos sabem o que é isto, e por isto,o gosto desgostoso impera. Natal é bem mais simples, sem opulências... Ele nasceu numa manjedoura. Q verdadeiramente TODOS tenham um SANTO FELIZ NATAL.

Natal de Jesus, bem vindo!


És bem Vindo Senhor Jesus Menino! O mundo se torna RICO com teu nascer.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Natal é Vida. Feliz Vida. Feliz Natal!

Feliz Natal
Olá, que bom poder te desejar uma felicidade desta.

Desejo um sublime momento,
desejo que você mergulhe no
real sentido de vida,

que a vida que nasce
do Natal, venha te envolver
e te fazer nascer para um
brilho que vem do Céu

Natal é Vida
e que bom isto!
que você seja feliz,
feliz da vida,
feliz por festejar o Deus que nasce,
que nasce para fazer de nossos
dias um luzeiro de esperança

viva este Natal
que vida faz
nascer para nós

Natal: Jesus nasceu,
viva a Vida. Viva Jesus!

Natal: Família de Nazaré

Olhem! Este Casal recebeu, escondeu e protegeu Deus em sua humilde vida!
 

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

José e Maria revelam vontade de Deus contra o homossexualismo


Distante das comemorações do Natal, faço ainda minhas reflexões sobre a vinda de Jesus neste mundo de acontecimentos tão ruins. Não é de hoje que as coisas inclinadas ao mal vêm acontecendo na vida dos viventes deste chão. Quem é que nasce e não chora? Quem é que trabalha e não cansa? Quem vivendo aqui pisando na terra sólida, que cheira poeira sem querer, bebendo água nem sempre boa e nem sempre também vivendo com quem desejaria não chega a lamentar? São inúmeras as situações que não queríamos viver mas que ainda assim vivemos. Antes, durante e depois de Cristo as coisas sempre ruins insistem e acontecer... (Jesus pegou para si todos estes problemas). 


Deixando um pouco de lado os problemas, pelo menos deixando de ver pela nossa perspectiva e vendo um pouco pelos olhos de Deus (será que podemos? lógico que não, mas esforcemos um pouco). Olhando como Deus estava vendo o Mundo, eu creio e forço-me dizer que Deus quis provar para todo o Tempo (passado, presente e futuro) ao enviar Jesus que detesta o homossexualismo. Se Ele tivesse qualquer bons olhos (o mínimo que fosse) por acasalamento mentiroso e anormal, ele poderia com sua onipotência juntar dois barbudões e enviar Jesus ai, já que não precisaria ter relacionamento sexual ou que tivesse também, portanto Deus mostra que não deseja nada do Homossexualismo além da conversão dos praticantes.
José e Maria, nada de gaysismo.
Jesus nascendo em uma família, prova que Deus quer o fortalecimento da mesma. Fortalecimento sim, porque onde Jesus chega, Ele ai faz brotar o novo e derrama força proveniente do alto. Nascendo de forma milagrosa, Jesus implanta a ciência de que para nascer filho, não depende somente do ato sexual, é necessário o toque de Deus e de forma miraculosa. 


José e Maria são símbolos do trabalho e da humildade, da generosidade e da pureza, força e entrega, músculo e abraço, proteção e carinho. José e Maria representam sinais de que não é da realeza ou opulência do mundo, não são castelos, gravatas, poderio político que nos encaminha a felicidade. José e Maria nos ensina que a Graça origina de onde a humanidade não aposta, ou seja, aquilo que a humanidade indica é o Sul da Bússola, contrário ao Norte onde devemos ir.


José e Maria não detentores de grandes posses, é sinal do acreditar na Providência. Deus usa da pobreza afim de realizar sua proeza. Não é necessário ser apenas um casal (Homem e Mulher, afirmar o lógico), mas deve-se ter outras qualidades que atraem os olhos do Criador.


José e Maria são o bojo da Igreja. Comunidades que não têm a figura destes dois, é faltante e não pode oferecer amparo, não há conforto, não há proteção, não há humildade, não há carinho, não há afeto, não há músculos, não há pai e não há mãe, não poderá haver Jesus.


São José e Santa Maria, Pai e Mãe da Igreja, Sagrada Família rogai por nós.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Mensagem de Natal (2011) do Papa Bento XVI


Amados irmãos e irmãs de Roma e do mundo inteiro!


Cristo nasceu para nós! Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens do seu agrado: a todos chegue o eco deste anúncio de Belém, que a Igreja Católica faz ressoar por todos os continentes, sem olhar a fronteiras nacionais, linguísticas e culturais. O Filho da Virgem Maria nasceu para todos; é o Salvador de todos.


Imagem: veja.abril.com.br
Numa antífona litúrgica antiga, Ele é invocado assim: «Ó Emanuel, nosso rei e legislador, esperança e salvação dos povos! Vinde salvar-nos, Senhor nosso Deus». Veni ad salvandum nos! Vinde salvar-nos! Tal é o grito do homem de todo e qualquer tempo que, sozinho, se sente incapaz de superar dificuldades e perigos. Precisa de colocar a sua mão numa mão maior e mais forte, uma mão do Alto que se estenda para ele. Amados irmãos e irmãs, esta mão é Cristo, nascido em Belém da Virgem Maria. Ele é a mão que Deus estendeu à humanidade, para fazê-la sair das areias movediças do pecado e segurá-la de pé sobre a rocha, a rocha firme da sua Verdade e do seu Amor (cf. Sal 40, 3).


E é isto mesmo o que significa o nome daquele Menino (o nome que, por vontade de Deus, Lhe deram Maria e José): chama-se Jesus, que significa «Salvador» (cf. Mt 1, 21; Lc 1, 31). Ele foi enviado por Deus Pai, para nos salvar sobretudo do mal mais profundo que está radicado no homem e na história: o mal que é a separação de Deus, o orgulho presunçoso do homem fazer como lhe apetece, de fazer concorrência a Deus e substituir-se a Ele, de decidir o que é bem e o que é mal, de ser o senhor da vida e da morte (cf. Gn 3, 1-7). Este é o grande mal, o grande pecado, do qual nós, homens, não nos podemos salvar senão confiando-nos à ajuda de Deus, senão gritando por Ele: «Veni ad salvadum nos – Vinde salvar-nos!»


O próprio fato de elevarmos ao Céu esta imploração já nos coloca na justa condição, já nos coloca na verdade do que somos nós mesmos: realmente nós somos aqueles que gritaram por Deus e foram salvos (cf. Est (em grego) 10, 3f). Deus é o Salvador, nós aqueles que se encontram em perigo. Ele é o médico, nós os doentes. O fato de reconhecer isto mesmo é o primeiro passo para a salvação, para a saída do labirinto onde nós mesmos, com o nosso orgulho, nos encerramos. Levantar os olhos para o Céu, estender as mãos e implorar ajuda é o caminho de saída, contanto que haja Alguém que escute e possa vir em nosso socorro.


Jesus Cristo é a prova de que Deus escutou o nosso grito. E não só! Deus nutre por nós um amor tão forte que não pôde permanecer em Si mesmo, mas teve de sair de Si mesmo e vir ter conosco, partilhando até ao fundo a nossa condição (cf. Ex 3, 7-12). A resposta que Deus deu, em Cristo, ao grito do homem, supera infinitamente as nossas expectativas, chegando a uma solidariedade tal que não pode ser simplesmente humana, mas divina. Só o Deus que é amor e o amor que é Deus podia escolher salvar-nos através deste caminho, que é certamente o mais longo, mas é aquele que respeita a verdade d’Ele e nossa: o caminho da reconciliação, do diálogo e da colaboração.


Por isso, amados irmãos e irmãs de Roma e do mundo inteiro, neste Natal de 2011, dirijamo-nos ao Menino de Belém, ao Filho da Virgem Maria e digamos: «Vinde salvar-nos»! Repitamo-lo em união espiritual com tantas pessoas que atravessam situações particularmente difíceis, fazendo-nos voz de quem a não tem.


Juntos, invoquemos o socorro divino para as populações do Nordeste da África, que padecem fome por causa das carestias, por vezes ainda agravadas por um estado persistente de insegurança. A comunidade internacional não deixe faltar a sua ajuda aos numerosos refugiados vindos daquela Região, duramente provados na sua dignidade.


O Senhor dê conforto às populações do Sudeste asiático, particularmente da Tailândia e das Filipinas, que se encontram ainda em graves situações de emergência devido às recentes inundações.


O Senhor socorra a humanidade ferida por tantos conflitos, que ainda hoje ensanguentam o Planeta. Ele, que é o Príncipe da Paz, dê paz e estabilidade à Terra onde escolheu vir ao mundo, encorajando a retoma do diálogo entre israelitas e palestinianos. Faça cessar as violências na Síria, onde já foi derramado tanto sangue. Favoreça a plena reconciliação e a estabilidade no Iraque e no Afeganistão. Dê um renovado vigor, na edificação do bem comum, a todos os componentes da sociedade nos países do Norte da África e do Médio Oriente.


O nascimento do Salvador sustente as perspectivas de diálogo e colaboração no Myanmar à procura de soluções compartilhadas. O Natal do Redentor garanta a estabilidade política nos países da região africana dos Grande Lagos e assista o empenho dos habitantes do Sudão do Sul na tutela dos direitos de todos os cidadãos.


Amados irmãos e irmãs, dirijamos o olhar para a Gruta de Belém: o Menino que contemplamos é a nossa salvação. Ele trouxe ao mundo uma mensagem universal de reconciliação e de paz. Abramos- Lhe o nosso coração, acolhamo-Lo na nossa vida. Repitamos-Lhe com confiada esperança: «Veni ad salvandum nos».


Fontehttp://wwwcancaonova.com/

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Neste Natal quero um pai e uma mãe


Gente, eu quero e desejo um pai e uma mãe. Quero estar envolto pela força e pela pureza, tenho anseios de criança querendo proteção e afagos, minhas lágrimas testemunham meu íntimo sonho: estar no útero materno e respirando as propriedades salutares, chegar a sair com o suspiro da vida, me encontrar nos braços portentosos paternais e nestes me assegurar.




Por favor, quero um pai e este meu querer me faz gritar e repetir: QUERO UM PAI!!!. Quero ser abraçado, olhado, ser digno de preocupação e cuidados, ser chamado de filho, filhinho, hijo, sonny, pequeninho... quero receber do suor amoroso a providência e o alimento. Desejo amanhecer e vê-lo partir a trabalhar, esperar ansioso sua volta e recebê-lo no portão, pedir sua benção e abraçá-lo e com meu carinho de filho poder descansá-lo. Quero e preciso ter um pai para me defender, ensinar, comigo brincar e me educar a crescer.


Por caridade, quero poder ter uma mãe. Deixe-me por amor e piedade ter a oportunidade de receber o carinho tão doce da mamãe. Ter suas mãos macias a poder me tocar, lavar e curar, ser alimentado pelo seu leite de amor, seu olhar que transmite sentimentos de presença e união. Quero ter o colo materno, terno e sincero, quero sentir sua suavidade dentro do meu coração.


Quero chegar ao Mundo e ser gente, não viver como indigno ou indigente, penso que isto não são anseios de prepotente, nem assim tão exigente. Isto é amor que qualquer um pode e deve querer, na verdade nunca se abster, mas sim receber este tão valioso presente.


Para poder com o Papai e com a Mamãe viver, preciso deles nascer. Preciso neste lar, amoroso, verdadeiro e humano estar. A humildade e singeleza é o meu lugar, é de lá que poderei mostrar ao mundo que não abortem à vida, a ela não façam mal e que a Jesus deixem nascer neste Santo Natal.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Seja Criança e viva bem o Natal


Discordo do mundo que não aprende com as crianças, não entendo este mundo que se faz surdo que sendo mudo, não sabe deixar o imundo. Ao Céu se vai com o coração de criança, este é o passaporte que passa pela porta estreita e que sabe onde mora o amor.

Sabes falar pai como uma criança, consegues entregar-te nos braços da mãe imitando a maestria puríssima e casta desta criança? Sinto se não és positivo nestas respostas. Este mundo não é das crianças, elas não se agarram a ele, ela não tem parte nele, toda criança gruda aos braços paternos e seios da mãe como única solução.

À criança não impera leis, tempos e coisas. Ela elege o infinito não o compreendendo, mas parecendo compreender muito bem, ao ponto de ensinar. O bem vem do cimo em proteção à estas gracinhas e não as abandona. Qual o coração não a deseja ou não a protege? Qual coração a abandona? Sei que poderás pensar que há sim aqueles que mal fazem aos pequeninos, digo que nestes não há corações, mas um grande vazio que somente cabem no caminho largo e que dirá "ai" arrependendo não terem nascido.

Reparastes que ao Céu se vai como criança? sei que foi repetido, mas reparaste que se vem como tal? provável descoberta? não, somente um lembrete que isto seja sua chave ao Reino. Queres viver diferente e obter pompas de uma vida bela espiritual? renasça! Queres ver o mundo de forma diferente? rompa o homem velho que há em ti. Não será um tanto quanto necessário ser continuamente uma criança?

Bem meu irmão criança. Tomemos então o caminho que nos aproxima, o Natal do Menino Jesus, a Criança que nos vem ensinar que com sua humildade escolheu nascer dentro de uma Igreja acolhedora e pobre, sem reservas. Falo de quem nunca deixou de ser menina, um coração de criança e bela, falo de Maria que como criança disse: "eis aqui a serva".

Se não se comemora o Natal, não se comemora a presença educadora da criança que nos trás e nos remete ao Céu. Há perigo em ser criança? Há aceitação, pais, irmãos, amigos, proteção, providências, sentido...? A Resposta está no Presépio!


Seja Criança e tenha um Feliz Natal!!!


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