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quarta-feira, 6 de julho de 2016

6 de Julho Santa Maria Goretti, Virgem e Mártir

Menina de 12 anos, pobre e analfabeta, preferiu morrer cruelmente a consentir no pecado. Rejeitou com decisão todas as propostas do tarado que a assediava, dizendo: "Não, não! Deus não quer! Isso é pecado!". Foi morta com catorze punhaladas e antes de expirar perdoou o agressor. Foi canonizada por Pio XII, em 1950. O assassino ficou 27 anos preso e assistiu, arrependido, à canonização da angélica virgem e mártir, morrendo penitente num convento de capuchinhos.


Santa Maria Goretti
A Igreja, neste dia, celebra a virgem e mártir que encantou e continua enriquecendo os cristãos com seu testemunho de “sim” a Deus e “não” ao pecado. Nascida em Corinaldo, centro da Itália, era de família pobre, numerosa e camponesa, mas muito temente a Deus.

Com a morte do pai, Maria Goretti, com os seus, foram morar num local perto de Roma, sob o mesmo teto de uma família composta por um pai viúvo e dois filhos, sendo um deles Alexandre. Aconteceu que este jovem por várias vezes tentou seduzir Goretti, que ficava em casa para cuidar dos irmãozinhos. E por ser uma menina temente a Deus, sua resposta era cheia de maturidade: “Não, não, Deus não quer; é pecado!”

Santa Maria Goretti, certa vez, estava em casa e em oração, por isso quando o jovem, que era de maior estatura e idade, tentou novamente seduzi-la, Goretti resistiu com mais um grande não. A resposta de Alexandre foram 14 facadas, enquanto da parte de Goretti, percebemos a santidade, na confidência à sua mãe: “Sim, o perdôo… Lá no céu, rogarei para que ele se arrependa… Quero que ele esteja junto comigo na glória eterna”.

O martírio desta adolescente, de apenas 12 anos, foi a causa da conversão do jovem assassino, que depois de sair da cadeia esteve com as 400 mil pessoas, na Praça de São Pedro, na ocasião da canonização dessa santa, e ao lado da mãe dela, que o perdoou também.

Santa Maria Goretti manteve-se pura e santa por causa do seu amor a Deus, por isso na glória reina com Cristo.

Santa Maria Goretti, rogai por nós!

Seu corpo é mantido em uma cripta na Basílica de Santa Maria delle Grazie e Santa Maria Goretti, em Nettuno, ao sul de Roma.

Fonte: Canção Nova, GruponsGraça

Veja a história linda e completa aqui

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Salvem os Cristãos Iraquianos


O mundo testemunha hoje uma verdadeira atrocidade no Iraque: a perseguição em massa e o genocídio da população cristã do Iraque. Enquanto isso, a comunidade internacional tem expressado pouquíssima preocupação com a situação dos cristãos iraquianos e, conseqüentemente, tem adotado uma postura passiva na ajuda a essas pessoas.
A comunidade cristã no Iraque corre o risco de desaparecer completamente. Os últimos cristãos deixaram Mosul depois que o Estado Islâmico do Iraque e da Síria (ISIS, na sigla em inglês) deu a eles a escolha entre a conversão ao Islã, o pagamento de taxas abusivas, o exílio ou a morte. Pela primeira vez desde o século XV não há mais população cristão em Mosul.
Em 2003, antes da invasão norte-americana ao Iraque, havia mais de um milhão de cristãos no país - incluindo seiscentos mil em Bagdá e aproximadamente sessenta mil em Mosul.
Os cristãos que escolheram deixar Mosul não tinham aonde ir e tornaram-se refugiados. Impossibilitados de pagarem o absurdo imposto implementado pelos muçulmanos, aqueles que ficaram e não se converteram ao Islã foram assassinados.
Agora os cristãos de Kirkuk, uma cidade rica em petróleo, estão preocupados e acham que serão os próximos, já que muçulmanos extremistas estão a poucos quilômetros de distância.
Depois que os militares norte-americanos saíram do Iraque, a resposta à perseguição religiosa por parte da comunidade internacional tem sido totalmente inadequada e inaceitável. A ONU só se manifestou depois que o último cristão deixou Mosul. Por que essa falta de urgência?
A ONU finalmente tomou posição em uma declaração publicada no dia 20 de Julho: “O Secretário-Geral reitera que qualquer ataque sistemático à população civil - ou a um segmento da população - por causa de sua origem étnica, crença religiosa ou fé pode constituir um crime contra humanidade, razão pela qual os responsáveis devem ser punidos.
Além disso, em um comunicado de imprensa do dia 21 de Julho a ONU condenou “duramente a perseguição sistemática de indivíduos de populações minoritárias e daqueles que recusam a ideologia extremista do ISIS e de outros grupos armados.”
É necessário, em pleno século XXI, um crime contra a humanidade para que a comunidade internacional faça algo? Será que não aprenderemos com as lições do passado? Ajude-nos a pedir que a ONU e a Liga Árabe intervenham imediatamente para pôr fim às atrocidades cometidas pelo ISIS. Não devemos nos calar enquanto mais um genocídio ocorre. Por favor, use sua voz para ajudar a interromper a erradicação sistemática da população cristã no Iraque.
Não podemos permitir que a comunidade internacional seja negligente e não faça nada para interromper esse genocídio.Devemos pressionar a comunidade internacional para agir em defesa dos cristãos no Iraque. A sobrevivência deles depende disso!
Cada assinatura enviará a mensagem ao lado à ONU e à Liga Árabe.

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Papa Francisco encontra sudanesa Meriam condenada à morte por ser cristã


Cidade do Vaticano (RV) - O Papa Francisco recebeu nesta quinta-feira, 24 de julho, na Casa Santa Marta, Meriam Yahia Ibrahim Ishag, jovem sudanesa de 26 anos condenada à morte em maio, no Sudão, por ter se casado com um cristão e - aos olhos da lei islâmica - ter se "convertido" ao cristianismo. 

Na verdade, Meriam, que cresceu com a mãe cristã, nunca praticou o Islã. Apesar disso, a sentença se baseou na lei islâmica vigente no Sudão desde 1983, que proíbe as conversões, e suscitou uma onda de indignação mundial. 

No encontro com Francisco, Meriam estava acompanhada de seu marido Daniel Wani, que também é cidadão estadunidense, e seus dois filhos, Martin de um ano e meio, e Maya, de apenas dois meses, que nasceu na prisão.

quarta-feira, 7 de maio de 2014

A Igreja é fecunda e mãe quando dá testemunho de Jesus Cristo

06/05/2014 | Zenit

O cristão que não dá testemunho se torna estéril, disse o Santo Padre na missa celebrada hoje de manhã na capela da Casa Santa Marta. Durante a homilia, Francisco refletiu sobre o martírio de Santo Estêvão, narrado nos Atos dos Apóstolos.

O papa indicou que a Igreja não é "uma universidade da religião", mas sim o povo que segue Jesus: só assim "ela é fecunda e mãe".

"O martírio de Estêvão deriva do martírio de Jesus", observou Francisco. O Santo Padre percorreu o caminho que levou o primeiro mártir da Igreja até a morte. Ele também, como Jesus, tinha se visto diante dos "ciúmes dos dirigentes que queriam eliminá-lo", disse o papa. Também contra ele há "falsos testemunhos", um "julgamento feito um pouco depressa". E Estêvão lhes diz, como Jesus tinha dito, que eles estão resistindo ao Espírito Santo.

O papa considerou que "aquela gente não estava tranquila, não estava em paz no próprio coração". Eles "tinham ódio" no coração. Francisco explicou que "esse ódio foi semeado no coração deles pelo diabo", "é o ódio do demônio contra Cristo"; um ódio "que fez o que quis com Jesus na sua Paixão e que agora repete o mesmo com Estêvão". E, no martírio, podemos ver claramente "essa luta entre Deus e o demônio".

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