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quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Ex-premiê da Austrália defende 'superioridade' da cultura ocidental

O ex-primeiro-ministro conservador australiano Tony Abbott afirmou nesta quarta-feira que "culturas não são todas iguais" e que o Ocidente deveria proclamar sua superioridade sobre a "cultura islâmica".

O Ocidente deve "estar preparado para proclamar a superioridade evidente de nossa cultura sobre uma cultura que justifica o fato de matar em nome de Deus", escreveu Abbott em um artigo publicado no jornal "The Daily Telegraph".

Abbott, ex-seminarista católico, foi destituído por Malcolm Turnbull em setembro em uma disputa interna do Partido Liberal, a principal formação da coalizão conservadora que governa o país.

"Não podemos ficar em negação a respeito do gigantesco problema dentro do islã", escreve o ex-primeiro-ministro, que já foi conhecido como "monge louco"".

"O Islã nunca teve sua própria versão da Reforma e do Iluminismo ou uma aceitação consequente do pluralismo e da separação da Igreja e do Estado", completa.

Os australianos devem promover mais a cultura ocidental e parar de "pedir desculpas pelos valores que fizeram do nosso país tão livre, justo e próspero como qualquer outro na Terra".

"Não é culturalmente insensível exigir lealdade à Austrália e respeito à civilização ocidental. Culturas não são todas iguais".

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Religião cristã pode extinguir-se no Iraque em cinco anos


A religião cristã poderá estar extinta no Iraque no prazo de cinco anos, se não houver uma "ajuda de emergência a nível internacional", alerta um relatório da Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), divulgado esta terça-feira, dia 13.

O relatório Perseguidos e Esquecidos? sobre "os cristãos oprimidos por causa da sua fé", relativo ao período entre Outubro de 2013 e Julho de 2015, refere que o número de cristãos no Iraque passou "de cerca de um milhão em 2002-2003 para cerca de 700 mil em 2006 e para menos de 300 mil" no período em análise.

A "população cristã tem vindo a sofrer uma verdadeira hemorragia no Iraque, a um ritmo de 60 a 100 mil por ano", assinala o estudo feita por esta organização da Igreja Católica, adiantando: "Estas estatísticas sugerem que, a não ser que haja uma mudança para melhor, o Cristianismo será totalmente extinto no Iraque no prazo de cinco anos".


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Fonte: Sabado.vida

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

O horror do Estado Islâmico desmascara 4 mitos sobre as Cruzadas


Os recentes, constantes e estarrecedores ataques cometidos pelos radicais do Estado Islâmico, entre os quais a decapitação de 21 cristãos egípcios no último fim de semana, têm levado muita gente, no mundo inteiro, a se perguntar: o que é que pode ou deve ser feito, afinal de contas, para dar um basta a essas aberrações?

Vários países já puseram operações militares em andamento. Grande parte das pessoas entrevistadas pela televisão ou que se manifestam nas redes sociais não apenas considera justificada a intervenção militar contra um grupo terrorista capaz de tamanha selvageria; muita gente inclusive pede mais esforços concertados para eliminar os fanáticos que parecem não conhecer piedade alguma, razão alguma e limite algum.

Diante de uma ameaça tão brutal e real, volta à tona o conceito de "guerra justa": em casos tão extremos, o uso da força é uma possibilidade aceitável ou, mais ainda, é uma obrigação de justiça, voltada a parar o injusto agressor e a defender os direitos humanos das vítimas covardemente agredidas?

A chocante experiência que estamos vivendo diante do grau assassino de fanatismo dos agressores faz com que venha ao caso reavaliar com outros olhos um contexto muito semelhante: o dos cristãos da Idade Média, que também sofreram atrocidades de todo tipo e se viram diante da urgência de reagir, ainda que fosse pela força.

Foi nesse contexto que a cristandade empreendeu as Cruzadas: em reação a uma ameaça horrenda, que já durava mais de 400 anos e que precisava ser vigorosamente repelida. Não teria sido por pouca coisa, afinal, que a maioria dos grandes santos da época apoiou as Cruzadas: entre eles, ninguém menos que São Bernardo, Santa Catarina de Sena e São Francisco de Assis. Isso mesmo: o São Francisco de Assis que, até hoje, é símbolo de luta heroica pela paz. Mesmo ele se viu obrigado a acompanhar os cruzados; pregando a reconciliação e a paz, é claro, mas sabendo, ao mesmo tempo, que a cristandade tinha o direito e o dever de se defender das agressões sofridas.

Obviamente, a resposta dos cruzados não deve nem pode ser vista como coisa plenamente adequada e isenta de pecados. É muito raro que algum conflito armado termine sem atrocidades (o que é uma ótima razão para que sempre consideremos a guerra somente como último e extremo recurso). No entanto, a maioria das ideias populares sobre as Cruzadas é muito mais influenciada pelo fanatismo anticatólico do que pela verdade histórica.

Um artigo de Paul Crawford, publicado alguns anos atrás, apresenta “Quatro mitos sobre as Cruzadas”. O artigo original, que é longo, mas excelente, pode ser lido na íntegra aqui (em inglês).

Eu me permito, a seguir, fazer um resumo do que Paul Crawford nos relata com base em suas pesquisas.

MITO 1: “As cruzadas foram um ataque gratuito dos cristãos ocidentais contra os muçulmanos”.

Uma revisão cronológica honesta derruba esta mentira. Até o ano 632, o Egito, a Palestina, a Síria, a Ásia Menor, o Norte da África, a Espanha, a França, a Itália e as ilhas da Sicília, da Sardenha e da Córsega eram todos territórios cristãos. Dentro das fronteiras do Império Romano, que ainda existia no Mediterrâneo oriental, o cristianismo ortodoxo era a religião oficial e esmagadoramente majoritária. Fora daquelas fronteiras, ainda havia outras grandes comunidades cristãs, não necessariamente ortodoxas e católicas, mas, ainda assim, cristãs: a maioria da população cristã da Pérsia, por exemplo, era nestoriana. Também havia várias comunidades cristãs espalhadas pela Arábia.

Apenas um século mais tarde, em 732, os cristãos já tinham perdido o Egito, a Palestina, a Síria, o Norte da África, a Espanha, a maior parte da Ásia Menor e o sul da França. A Itália e suas ilhas associadas também estavam sob ameaça; tanto que as ilhas acabariam sob o domínio islâmico no século seguinte. Logo após o ano de 633, as comunidades cristãs da Arábia foram inteiramente destruídas. Tanto os judeus quanto os cristãos foram expulsos da península arábica. Os da Pérsia estavam sob forte pressão. Dois terços do antigo mundo cristão romano se viam agora governados pelos muçulmanos.

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Fonte: Aleteia.com

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Islamismo e perseguição aos Cristãos. Este é o momento mais sombrio do Iraque


Em entrevista exclusiva, o Patriarca Louis Sako Rafael I, chefe da Igreja Católica Caldeia, fala à Oliver Maksan, correspondente da Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) no Oriente Médio, sobre a situação atual no Iraque e afirma temer êxodo cristão.

AIS: Vossa Excelência tem alguma esperança de que o Iraque possa permanecer um estado único?
Patriarca: Não. Talvez uma unidade simbólica e o nome do Iraque continuem a existir, mas de fato, haverá três regiões independentes, com seus próprios orçamentos e exércitos.

AIS: Quais são as consequências da desintegração do Estado para os cristãos no Iraque?
Patriarca: Essa é a questão. Para ser honesto, os bispos estão um pouco perdidos atualmente. O futuro pode estar no Curdistão. Muitos cristãos já estão morando lá depois de todos os acontecimentos. Mas também há muitos que vivem em Bagdá, e há também em Basra, no sul xiita. Devemos esperar e ver como as coisas se desenvolvem.

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