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terça-feira, 27 de setembro de 2016

Abaixo-assinado tenta evitar que a ONU declare o "Dia Internacional do aborto seguro"

MADRI, 23 Set. 16 / 07:00 pm (ACI).- Diversos grupos abortistas pediram ao secretário geral da ONU, Ban Ki Moon, que declare o próximo dia 28 de setembro como o “Dia Internacional do Aborto Seguro". Por isso, a plataforma CitizenGo na Espanha lançou um abaixo-assinado para evitar que isto ocorra. Aproximadamente 100 mil assinaturas contra a possível medida da ONU já foram recolhidas.

Na carta que será enviada junto com o abaixo-assinado pela CitizenGO ao Secretário Geral das Nações Unidas e aos responsáveis pela ONU Mulheres, OMS, UNAIDS e UNESCO entre outros, evidenciam uma “oposição absoluta” à concessão deste dia, pois “na prática do aborto a única coisa segura é a morte de um inocente. E é muito provável o dano físico e/ou psicológico da mãe”.

Na carta também explicam que o dia 28 de setembro já foi declarado como o “Dia Internacional pela Descriminalização do Aborto”, durante o V Encontro Feminista Latino-americano e do Caribe, em 1990. “O lobby abortista já ‘comemora’ este dia”, explicam.

A plataforma recorda que, apesar da postura pessoal de Ban ki-Moon a respeito do aborto, os países que defendem e protegem a vida do nascituro “também são membros das Nações Unidas”.

Por isso sublinham que estabelecer um “Dia internacional do aborto seguro” seria “uma falta de respeito com esses países e este assunto geraria conflito e divisão”.

CitizenGO precisa que “o aborto nunca é seguro, porque sempre há uma vítima”.

Para participar do abaixo-assinado acesse:

http://www.citizengo.org/es/lf/37024-28s-dia-internacional-del-aborto-seguro


Fonte: ACI Digital

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

O Papa teria apoiado intervenção militar contra os extremistas no Iraque?


A comunidade internacional precisa assumir a responsabilidade de agir, mas sobretudo precisa encontrar soluções que não sejam destrutivas

Por Riccardo Cascioli

O Papa Francisco teria dado a sua aprovação sobre a intervenção militar no Iraque ou, ao contrário, teria desacelerado os pedidos que chegam até mesmo dos bispos? Esta é a pergunta que estava no ar ontem à noite após a coletiva de imprensa no avião que trazia o Papa de volta a Roma, após os quatro dias na Coreia. O Papa respondeu a uma série de perguntas que vão desde a crise internacional até seus hábitos particulares, com o seu estilo coloquial, mas certamente foram as palavras sobre o Iraque que chamaram mais a atenção da mídia.

Do ponto de vista doutrinário, o Papa Francisco não disse nada de novo ou de diferente em relação àquilo que já foi sustentado por seus antecessores, mas esclareceu algumas questões concretas que nascem, até mesmo, da experiência recente.

O primeiro ponto é que “onde existe uma agressão injusta, é lícito parar o agressor”. Mas o Papa ressaltou a palavra “parar”, porque não significa automaticamente “bombardear, ou fazer guerra”, e ali se referiu às tantas vezes que, “sob a desculpa de parar o agressor injusto, as potências tomaram posse dos povos e fizeram a verdadeira guerra de conquista”. Não é que uma intervenção militar direta seja excluída, mas “somente uma nação” não pode decidi-la. As intervenções adequadas para parar o agressor, disse o Papa, são avaliadas e decididas na sede das Nações Unidas. 

Nas palavras do Papa Francisco pode-se colher antes de tudo a preocupação que para decidir - como já aconteceu várias vezes nos conflitos daquela região - não sejam os Estados Unidos sozinhos a resolver com uma verdadeira e própria guerra, que depois não faz nada além de piorar uma situação já trágica. Mas no momento, isto parece um risco remoto: nem os Estados Unidos, nem outros países ocidentais demonstram a mínima vontade de se envolver diretamente em uma guerra contra o EI, para levar novamente para casa os cristãos e yazidis, que foram forçados a fugir para o Curdistão.

Pouco antes da coletiva de imprensa, o cardeal Fernando Filoni, enviado pelo Papa ao Curdistão, fez um apelo - por meio da Rádio Vaticano - por uma intervenção urgente da comunidade internacional antes que seja tarde demais para estas minorias religiosas. O cardeal Filoni assinalou que na ONU, mas também em New York, não parece existir muita pressa para enfrentar a situação.

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