Um cidadão saudita foi condenado a um ano de prisão por pedir o fim do sistema de custódia vigente no reino, que dá aos homens amplo poder sobre as mulheres, informaram nesta terça-feira meios locais.
O homem, que também foi multado com 30.000 riais (8.000 dólares) por um tribunal da cidade oriental de Damam, foi considerado culpado por “incitar o fim da tutela das mulheres” em declarações no Twitter e em cartazes públicos, segundo o jornal Okaz.
Fonte: Istoé
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quarta-feira, 28 de dezembro de 2016
sexta-feira, 9 de dezembro de 2016
Indonésia: Autoridades judiciais marcam início do julgamento do governador cristão de Jacarta, acusado de blasfémia, para a próxima terça-feira
Numa altura em que é grande a agitação nas ruas da capital da Indonésia, com manifestações de milhares de pessoas exigindo a demissão e prisão do actual governador da cidade e outras em sinal contrário, em sua defesa, as autoridades judiciais anunciaram ontem o início do seu julgamento para a próxima terça-feira, dia 13 de Dezembro.
Basuki Tjahaja Purnama, conhecido como “Ahok”, vai ser julgado devido a blasfémia - por ter alegadamente insultado o islão -, acusação que tem feito correr imensa polémica, com uma hostilidade crescente oriunda essencialmente de sectores mais radicais da sociedade.
O juiz Dwiarso Budi Santiarto foi nomeado para julgar “Ahok” por causa das palavras proferidas em Setembro passado quando anunciava a sua recandidatura ao lugar de governador de Jacarta.
Então, terá citado um versículo do Alcorão para justificar a legitimidade de poder ser eleito também com os votos dos muçulmanos. Tal bastou, porém, para desencadear uma onda de protestos que já provocaram incidentes graves, nomeadamente em relação à comunidade cristã.
Ainda recentemente, no domingo dia 13 de Novembro, a explosão de uma bomba artesanal junto a uma igreja em Samarinda, província de Kalimantan, provocou a morte a uma criança de dois anos e ferimentos em outras três crianças, além de danos em diversos veículos ali estacionados.
Fonte: AIS
Basuki Tjahaja Purnama, conhecido como “Ahok”, vai ser julgado devido a blasfémia - por ter alegadamente insultado o islão -, acusação que tem feito correr imensa polémica, com uma hostilidade crescente oriunda essencialmente de sectores mais radicais da sociedade.
O juiz Dwiarso Budi Santiarto foi nomeado para julgar “Ahok” por causa das palavras proferidas em Setembro passado quando anunciava a sua recandidatura ao lugar de governador de Jacarta.
Então, terá citado um versículo do Alcorão para justificar a legitimidade de poder ser eleito também com os votos dos muçulmanos. Tal bastou, porém, para desencadear uma onda de protestos que já provocaram incidentes graves, nomeadamente em relação à comunidade cristã.
Ainda recentemente, no domingo dia 13 de Novembro, a explosão de uma bomba artesanal junto a uma igreja em Samarinda, província de Kalimantan, provocou a morte a uma criança de dois anos e ferimentos em outras três crianças, além de danos em diversos veículos ali estacionados.
Fonte: AIS
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terça-feira, 1 de novembro de 2016
Iraque: Cristãos voltam a celebrar Missa em Qaraqosh após dois anos sob domínio do ISIS
LISBOA, 01 Nov. 16 / 07:00 am (ACI).- Em meio a paredes queimadas e um altar em ruínas, os cristãos de Qaraqosh, no Iraque, viveram um momento comovente e simbólico no domingo, 30 de outubro, quando puderam celebrar a Missa na Catedral da Imaculada Conceição, após mais de dois anos sob o domínio do Estado Islâmico.
A Celebração Eucarística foi possível depois que a cidade foi libertada na segunda quinzena de outubro pela ofensiva militar da coligação internacional que tem por objetivo reconquistar Mossul, considerada a “capital” dos jihadistas no Iraque.
Fonte: ACI Digital
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sexta-feira, 12 de agosto de 2016
Prefeito proíbe burkinis nas praias de Cannes, no sul da França
O prefeito de Cannes, no sul da França, baniu a utilização nas praias de maiôs de corpo inteiro, conhecidos como burkinis. Ele alega que a peça é um símbolo do extremismo islâmico, de acordo com a BBC. Quem for pega desrespeitando a determinação pagará multa de 38 euros (R$ 133).
“O acesso às praias e para a natação é proibido a qualquer pessoa vestindo roupas impróprias que não respeitem os bons costumes e secularismo”, diz o decreto. Desde que ele foi publicado, no fim de julho, ninguém foi apreendido utilizando a vestimenta.
Fonte: G1
“O acesso às praias e para a natação é proibido a qualquer pessoa vestindo roupas impróprias que não respeitem os bons costumes e secularismo”, diz o decreto. Desde que ele foi publicado, no fim de julho, ninguém foi apreendido utilizando a vestimenta.
Fonte: G1
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segunda-feira, 1 de agosto de 2016
França fechou 20 mesquitas tidas como radicais desde dezembro
Vinte mesquitas e salas de oração consideradas radicais foram fechadas desde dezembro na França e "serão mais", assim como as expulsões de pregadores extremistas, declarou nesta segunda-feira (1) o ministro do Interior francês.
"Não há espaço na França para aqueles que, nas salas de orações ou nas mesquitas, convocam e provocam o ódio e não respeitam um certo número de princípios republicanos. Penso especialmente na igualdade entre homens e mulheres", disse o ministro Bernard Cazeneuve à imprensa depois de se reunir com o presidente e o secretário do Conselho Francês de Culto Muçulmano, Anouar Kbibech e Abdullah Zekri.
Fonte: CoPopular
"Não há espaço na França para aqueles que, nas salas de orações ou nas mesquitas, convocam e provocam o ódio e não respeitam um certo número de princípios republicanos. Penso especialmente na igualdade entre homens e mulheres", disse o ministro Bernard Cazeneuve à imprensa depois de se reunir com o presidente e o secretário do Conselho Francês de Culto Muçulmano, Anouar Kbibech e Abdullah Zekri.
Fonte: CoPopular
terça-feira, 26 de julho de 2016
Papa expressa horror por ataque contra igreja e assassinato de sacerdote na França
O porta-voz do Vaticano, Pe. Federico Lombardi, sublinhou a “condenação radical” que o Papa tem feito ante “toda forma de ódio” e assegurou a oração do Pontífice pelas pessoas afetadas.
Estamos particularmente afetados porque esta violência horrível que ocorreu em uma igreja, local sagrado em que se anuncia o amor de Deus, onde foi barbaramente morto um sacerdote e envolvidos alguns fiéis. Manifestamos nossa proximidade com a Igreja na França, à Arquidiocese de Rouen, à comunidade atingida e ao povo francês”.
Por sua parte, o Arcebispo de Rouen, Dom Dominique Lebrun, enviou um comunicado de Cracóvia, onde se encontra acompanhando os jovens da diocese na Jornada Mundial da Juventude, no qual assegura suas orações pelas vítimas e atingidos e também assegurou que deve retornar à sua diocese hoje à tarde.
Fonte: ACI Digital
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sexta-feira, 15 de julho de 2016
Mohamed Lahouaiej Bouhlel: O que se sabe sobre o terrorista de Nice
O terrorista que dirigiu um caminhão contra a multidão que celebrava a queda da Bastilha em Nice, na França, foi identificado pelas suas impressões digitais no volante do veículo. A imprensa local já disse seu nome, Mohamed Lahouaiej Bouhlel, mas as autoridades francesas ainda não confirmaram a informação.
Com base nesta identidade, sabe-se que Mohamed tinha dupla nacionalidade, tunisiana e francesa e tinha 31 anos. Ele era motorista, trabalhava num serviço de entregas. Era pai de família e tinha passagens pela polícia por roubo e atos violentos, mas nunca entrou em nenhuma lista dos serviços de inteligência, nunca se levantou contra ele qualquer suspeita de envolvimento com grupos terroristas.
Em nota publicada por um jornal local de Nice, Mohamed teria gritado “Allahu Akbar” enquanto trocava tiros com a polícia. Após andar por mais de 2km com seu caminhão sobre a multidão, Mohamed parou o veículo perto de um restaurante e teria começado a atirar nas pessoas. Neste momento, há relatos de pessoas se jogando no mar para fugir da troca de tiros.
Nice é uma cidade com grande concentração de muçulmanos.
Fonte: Reacionária
Com base nesta identidade, sabe-se que Mohamed tinha dupla nacionalidade, tunisiana e francesa e tinha 31 anos. Ele era motorista, trabalhava num serviço de entregas. Era pai de família e tinha passagens pela polícia por roubo e atos violentos, mas nunca entrou em nenhuma lista dos serviços de inteligência, nunca se levantou contra ele qualquer suspeita de envolvimento com grupos terroristas.
Em nota publicada por um jornal local de Nice, Mohamed teria gritado “Allahu Akbar” enquanto trocava tiros com a polícia. Após andar por mais de 2km com seu caminhão sobre a multidão, Mohamed parou o veículo perto de um restaurante e teria começado a atirar nas pessoas. Neste momento, há relatos de pessoas se jogando no mar para fugir da troca de tiros.
Nice é uma cidade com grande concentração de muçulmanos.
Fonte: Reacionária
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quinta-feira, 14 de abril de 2016
Terroristas islâmicos precisam dos islâmicos bons e vice-versa
O primeiro passo para os Terroristas Islâmicos agirem numa região é enviar Pacifistas Islâmicos para abrirem caminho e minar o Oponente.
Primeiro chegam os 'amorosos' islâmicos e em seguida os assassinos. O primeiro grupo depende do segundo e vice-versa!
Primeiro chegam os 'amorosos' islâmicos e em seguida os assassinos. O primeiro grupo depende do segundo e vice-versa!
quarta-feira, 30 de março de 2016
Matan a un tendero musulmán tras felicitar la Pascua a los cristianos
Un tendero de 40 años, musulmán y de origen pakistaní, fue asesinado a cuchilladas en Glasgow horas después de colgar en su cuenta de Facebook un mensaje de felicitación de Viernes Santo: "Deseo una feliz Pascua a mi amada nación Cristiana".
La policía local, que ha detenido a un hombre de 32 años -al parecer también de origen musulmán-, ha informado que la investigación abierta parte de la hipótesis de un "crimen por prejuicios religiosos". El asesinato ha conmocionado a la segunda ciudad escocesa, que cuenta con una nutrida comunidad musulmana, según publica El Mundo.
El viernes por la noche se celebró una vigilia en su honor en la tienda de ultramarinos que regentaba en el barrio de Shawlands. Decenas de vecinos han contribuido con donaciones de más de 7.000 euros para la familia. Asad Shah, nacido en la ciudad pakistaní de Rabwah, llevaba media vida viviendo en Glasgow y fue descrito por sus vecinos como "una persona amable y querida por todos". Se consideraba a sí mismo como un "musulmán devoto" y en su cuenta de Facebook intercalaba imágenes de él mismo en oración con mensajes de conciliación y tolerancia religiosa.
Leia mais aqui
Fonte: Gaceta
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quinta-feira, 24 de dezembro de 2015
Quais são os países que proíbem o Natal?
O Natal é uma das celebrações mais difundidas no mundo, mas não é vista com bons olhos em todos os lugares.
Em alguns países, as celebrações natalinas são reguladas ou totalmente proibidas.
Em outros lugares a compra e venda de certos produtos e até as reuniões familiares são limitadas.
O Tajiquistão é uma república faz fronteira com o Afeganistão ao sul, com a China ao leste, com o Quirguistão ao norte e com o Uzbequistão a oeste. O governo proibiu as seguintes tradições natalinas:
Árvores de Natal (naturais ou artificiais)
Fogos de artifício, Comidas natalinas, Troca de presentes, Arrecadação de dinheiro,Fantasia de Papai Noel..
A religião muçulmana é maioria no país
Em Brunei, no sudeste asiático, proibiu-se o uso em público de gorros de Papai Noel. O Islã é a religião oficial do país e o sultão é o chefe religioso neste reino, que faz fronteira com a Malásia.
Como ocorre anualmente, a Arábia Saudita emitiu uma regulamentação anual que proíbe "sinais visíveis" da celebração do Natal. Tanto muçulmanos como visitantes não podem participar da celebração.
Em 2012, 41 cristãos foram detidos pela polícia religiosa árabe acusados de "conspirar para celebrar o Natal".
Enquanto isso, na China, onde convivem a abertura ao capitalismo de mercado e a proteção das tradições, há zonas onde as festividades natalinas seguem vetadas. Uma das cidades onde a celebração é proibida é Wenzhou (na China oriental), cuja prefeitura vetou todas as celebrações natalinas nas escolas e nos centros comunitários.
Fonte: G1
Nota do Blog:
É assim tb a religião da 'liberdade, amor e paz' do islamismo. Cheios de 'liberdade religiosa'! Onde eles chegam querem democracia, onde eles dominam só a Ditadura! Grande Porcaria!
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sexta-feira, 11 de dezembro de 2015
Ex-clérigo muçulmano: “Foi o Corão que me converteu ao Cristianismo”
O indiano de ascendência turca Mario Joseph é o terceiro de uma família muçulmana de seis irmãos. Depois de uma gestação difícil, em que os médicos chegavam a temer por sua vida, Mario foi "dedicado" por sua mãe a Alá e, desde cedo, teve uma vida muito diferente da que seus irmãos levavam. Separado para o serviço religioso, ele cresceu sem ir à escola, até os 8 anos, quando começou a frequentar um colégio islâmico para assumir a função de " mawlana", uma espécie de clérigo do Islã. Antes de completar 18, Mario Joseph já era imã e chefe religioso de uma comunidade muçulmana na Índia.
O que ele não imaginava era que a sua vida virasse totalmente de ponta cabeça, depois que ele procurasse conhecer a fundo um dos profetas mencionados no Alcorão. Seu nome era Jesus Cristo.
Abaixo, excertos de uma entrevista concedida pelo agora missionário cristão Mario Joseph, à apresentadora Cristina Casado, do programa Cambio de agujas, do canal HM Televisión.
"Quem é Jesus?"
"Eu trabalhava em uma mesquita, como 'pároco', e um dia, enquanto eu pregava em minha comunidade que Jesus Cristo não era Deus – pois, para mim, Deus era apenas Alá e, como ele nunca se havia casado, não tinha nenhum filho –, alguém da multidão, talvez até um muçulmano, perguntou-me: 'Quem é Jesus?'. Eu estava pregando que ele não era Deus, mas a sua pergunta era: 'Quem é Jesus?'."
"Para saber quem ele era, li o Corão inteiro mais uma vez – 114 capítulos, 6.666 versículos. Quando li, encontrei o nome do profeta Maomé em 4 lugares, mas o nome de Jesus, eu achei em 25. A partir de então, comecei a ficar um pouco confuso. Por que o Alcorão dava mais preferência a Jesus?"
"Uma segunda coisa era que eu não conseguia ver o nome de nenhuma mulher no Corão, nem o da mãe de Maomé, nem o de sua esposa, nem o de suas filhas, nada. Lá, há um único nome de mulher que encontrei: Maria, mãe de Jesus, e nenhum outro. O capítulo 3 do Corão se chama 'Família de Maria' e o 19, simplesmente 'Maria'. Um capítulo todo dedicado a ela. Então, eu fiquei curioso para saber por que o Corão dizia todas aquelas coisas."
"Na surata III, versos de 45 a 55, há dez coisas que o Corão fala a respeito de Jesus: a primeira é 'Palavra de Deus'; a segunda, 'Espírito de Deus'; e a terceira, 'Jesus Cristo'. O Corão também diz que Jesus falou quando era pequeno, com 2 anos, logo depois de seu nascimento (v. 46); diz que ele criou um pássaro vivo a partir do barro, que ele pegou um pouco de lama, soprou e a lama se tornou um pássaro vivo (o que significava que ele podia dar vida, eu supunha); diz que ele curou um cego de nascença, um leproso etc (v. 49). Curiosamente, o Alcorão diz que Jesus dava a vida aos mortos, subiu aos céus, que ainda está vivo e que vai voltar de novo."
"Quando eu vi todas essas coisas, meu pensamento foi: e o que o Corão diz sobre Maomé? Sabe, de acordo com o Corão, o profeta não é nem Palavra de Deus, nem Espírito de Deus, não falou quando tinha 2 anos, nunca criou nenhum pássaro com barro, nunca curou nenhum doente, nunca ressuscitou nenhum morto – ele mesmo morreu e, segundo o Islã, não está vivo e não vai voltar. Então, há muita diferença entre esses dois profetas."
"Eu não chamava Jesus de Deus. Minha ideia era de que ele era um profeta, porém maior do que Maomé. Então, um dia, eu fui a um professor, que tinha me ensinado por 10 anos no colégio árabe, e perguntei-lhe: 'Professor, como Deus criou o universo?' Ele disse: 'Deus criou o universo por meio da palavra, através da Palavra'. E eu perguntei, então: 'A Palavra é criadora ou criatura?' Se ele dissesse que a Palavra de Deus era criadora, isso significaria que Jesus é criador e, portanto, os muçulmanos deviam fazer-se cristãos. Se ele dissesse que a Palavra é criação, ele cairia em contradição porque, se tudo foi criado pela Palavra, como Deus, então, teria criado a Palavra? Não podendo dizer que a Palavra é criadora nem criatura, ele, furioso, empurrou-me da sua sala e disse: 'A Palavra não é criadora, nem criatura, saia já daqui'."
"Lê a Bíblia"
"Então, eu disse ao meu professor: 'A Palavra não é criadora, nem criatura, e por isso os cristãos dizem que a Palavra é Filho de Deus'. Daí, ele me disse que, se há um filho de Deus, eu deveria mostrar-lhe a esposa de Deus. Sem esposa, impossível ter um filho. Mostrei-lhe um trecho do Corão, que diz que Deus pode ver, não tendo olhos; falar, não tendo língua; e ouvir, não tendo ouvidos. 'Se é assim, eu disse, ele pode ter um filho sem uma esposa.'"
"Nós tivemos uma grande discussão, e sabe o que eu fiz no final? Peguei meu Corão, abracei-o contra o meu peito e disse: 'Alá, dizei-me o que eu devo fazer. O vosso Corão diz que Jesus está vivo ainda e Maomé não está mais. Dizei-me qual deles eu devo aceitar.' Depois da minha oração, abri o Corão – sem perguntar a ninguém, apenas a Alá – e li o capítulo X, versículo 94, que dizia: 'Se tiveres alguma dúvida sobre esse Corão que te dou, lê a Bíblia ou pergunta ao seu povo, aqueles que leem a Bíblia'."
"Então, se você me perguntar quem me fez cristão, eu direi que não foi nenhum sacerdote, nenhuma religiosa, nenhum bispo, nenhum cardeal, nem mesmo o Papa. Foi o Corão que me converteu ao Cristianismo."
"Depois disso, então, eu decidi estudar a Bíblia e comecei a frequentar uma casa de retiros chamada Divine Retreat Center, na Índia. Enquanto eu fazia meus estudos bíblicos, houve muitos pontos da Bíblia que me tocaram. No primeiro dia, o padre leu o Evangelho de S. João, capítulo I, versículo 1 seguintes: 'No princípio, era a Palavra, e a Palavra estava com Deus, e a Palavra era Deus, e a Palavra se fez carne.' O meu Corão dizia que Jesus era a Palavra de Deus, e agora a Bíblia também. Eu comecei a achar os dois livros muito parecidos e fiquei muito feliz em saber que eu precisava do Corão e da Bíblia, de ambos. Eu estava desse jeito: um dia me tornava cristão, no outro, muçulmano..."
"Até que eu ouvi mais uma palavra: João, I, 12, uma palavra que eu acolhi com muita docilidade. Está escrito na Bíblia que, àqueles que aceitam Jesus, Ele dá-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus. Sabe, em todos os versos do Corão, Alá chama os seres humanos de escravos, e Alá é senhor. Mas o senhor não pode amar o seu escravo, nem o escravo amar o seu senhor, e eu não gosto de ser chamado por alguém de escravo. Mas, quando ouvi aquele versículo, eu imediatamente falei: 'Eu preciso de Jesus, porque eu quero ser um filho de Deus.' Foi então que eu comecei a chamar a Deus de pai porque, até então, não sabia que podia chamá-Lo de pai, assim como fez Jesus, ensinando a oração do Pai-Nosso. Se você me perguntar, eu não consigo expressar a minha alegria toda vez em que chamo a Deus de pai. Sempre que eu penso que o Criador do universo é meu pai, eu sinto uma alegria inexprimível, uma experiência que não consigo explicar. Foi ali que eu decidi aceitar Jesus."
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Fonte: Padre Paulo Ricardo
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quinta-feira, 10 de dezembro de 2015
Ex-premiê da Austrália defende 'superioridade' da cultura ocidental
O ex-primeiro-ministro conservador australiano Tony Abbott afirmou nesta quarta-feira que "culturas não são todas iguais" e que o Ocidente deveria proclamar sua superioridade sobre a "cultura islâmica".
O Ocidente deve "estar preparado para proclamar a superioridade evidente de nossa cultura sobre uma cultura que justifica o fato de matar em nome de Deus", escreveu Abbott em um artigo publicado no jornal "The Daily Telegraph".
Abbott, ex-seminarista católico, foi destituído por Malcolm Turnbull em setembro em uma disputa interna do Partido Liberal, a principal formação da coalizão conservadora que governa o país.
"Não podemos ficar em negação a respeito do gigantesco problema dentro do islã", escreve o ex-primeiro-ministro, que já foi conhecido como "monge louco"".
"O Islã nunca teve sua própria versão da Reforma e do Iluminismo ou uma aceitação consequente do pluralismo e da separação da Igreja e do Estado", completa.
Os australianos devem promover mais a cultura ocidental e parar de "pedir desculpas pelos valores que fizeram do nosso país tão livre, justo e próspero como qualquer outro na Terra".
"Não é culturalmente insensível exigir lealdade à Austrália e respeito à civilização ocidental. Culturas não são todas iguais".
O Ocidente deve "estar preparado para proclamar a superioridade evidente de nossa cultura sobre uma cultura que justifica o fato de matar em nome de Deus", escreveu Abbott em um artigo publicado no jornal "The Daily Telegraph".
Abbott, ex-seminarista católico, foi destituído por Malcolm Turnbull em setembro em uma disputa interna do Partido Liberal, a principal formação da coalizão conservadora que governa o país.
"Não podemos ficar em negação a respeito do gigantesco problema dentro do islã", escreve o ex-primeiro-ministro, que já foi conhecido como "monge louco"".
"O Islã nunca teve sua própria versão da Reforma e do Iluminismo ou uma aceitação consequente do pluralismo e da separação da Igreja e do Estado", completa.
Os australianos devem promover mais a cultura ocidental e parar de "pedir desculpas pelos valores que fizeram do nosso país tão livre, justo e próspero como qualquer outro na Terra".
"Não é culturalmente insensível exigir lealdade à Austrália e respeito à civilização ocidental. Culturas não são todas iguais".
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quarta-feira, 9 de dezembro de 2015
Comissão internacional de juristas pede o fim da polêmica lei da blasfêmia
ROMA, 02 Dez. 15 / 01:45 pm (ACI/EWTN Noticias).- A “International Commission of Jurists”, uma organização formada por mais de 60 peritos do mundo inteiro com sede em Genebra, afirmou que é urgente derrogar a lei sobre blasfêmia no Paquistão.
Segundo assinalou a agência vaticana Fides, esta instituição assegura que a lei de blasfêmia é “cruel” pelas sanções que esta prevê, como a cadeia perpétua ou a pena de morte quando se trata de uma ofensa a Maomé.
Os juristas pedem ao governo do Paquistão que mude “a lei de forma substancial a fim de que esteja de acordo com as normas internacionais sobre liberdade de expressão; liberdade de pensamento, de consciência e de religião”.
É muito comum que os muçulmanos no Paquistão abusem desta lei a fim de que possam resolver conflitos pessoais.
O juiz Asif Saeed Khosa assinalou em relação a este tema: “É desagradável e não podemos negar que muitos casos registrados por delito de blasfêmia, na verdade, são denúncias falsas por fins alheios à lei”.
Segundo os dados da Comissão Nacional “Justiça e Paz”, 200 cristãos, 633 muçulmanos, 494 ahmadíes e 21 hindus foram acusados de delitos relacionados com a “blasfêmia” desde 1987.
O relatório indicou que “o número de cristãos e membros de outras minorias religiosas acusados é enormemente desproporcional ao número de muçulmanos acusados, embora o número de muçulmanos acusados seja mais alto em seu conjunto”.
Fonte: ACI Digital
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Piden que Estados Unidos reconozca genocidio de cristianos a manos de ISIS en Irak y Siria
WASHINGTON D.C., 09 Dic. 15 / 11:28 am (ACI/EWTN Noticias).- Expertos juristas, líderes religiosos e incluso una comisión gubernamental han solicitado al Departamento de Estado de Estados Unidos que incluya a los cristianos entre las víctimas de genocidio perpetrado por el Estado Islámico (ISIS).
“Recientemente tuvimos conocimiento de un inminente hallazgo del Departamento de Estado sobre el hecho que ISIS está cometiendo genocidio contra los yazidíes. Nos sumaríamos de todo corazón a esa conclusión, pero estamos profundamente preocupados por la posibilidad de que el comunicado del Departamento omita o se reserve el juicio sobre si ISIS está cometiendo genocidio contra los cristianos”, señaló un grupo de juristas, académicos y líderes religiosos, en una carta remitida el 4 de diciembre al Secretario de Estado de Estados Unidos, John Kerry.
Los 30 firmantes pidieron al Departamento de Estado ampliar su búsqueda de evidencia de genocidio, indicando que la investigación ha sido hasta ahora “muy limitada” y podría resultar solamente en una denominación de atrocidades cometidas contra los yazidíes en Irak.
Esto excluiría actos de violencia en muchas partes de Irak y Siria cometidas con el propósito de aniquilar a las comunidades cristianas y musulmanes chiítas, así como otras minorías étnicas y religiosas, advirtieron los firmantes.
Leia mais aqui
Fonte: ACI Prensa
“Recientemente tuvimos conocimiento de un inminente hallazgo del Departamento de Estado sobre el hecho que ISIS está cometiendo genocidio contra los yazidíes. Nos sumaríamos de todo corazón a esa conclusión, pero estamos profundamente preocupados por la posibilidad de que el comunicado del Departamento omita o se reserve el juicio sobre si ISIS está cometiendo genocidio contra los cristianos”, señaló un grupo de juristas, académicos y líderes religiosos, en una carta remitida el 4 de diciembre al Secretario de Estado de Estados Unidos, John Kerry.
Los 30 firmantes pidieron al Departamento de Estado ampliar su búsqueda de evidencia de genocidio, indicando que la investigación ha sido hasta ahora “muy limitada” y podría resultar solamente en una denominación de atrocidades cometidas contra los yazidíes en Irak.
Esto excluiría actos de violencia en muchas partes de Irak y Siria cometidas con el propósito de aniquilar a las comunidades cristianas y musulmanes chiítas, así como otras minorías étnicas y religiosas, advirtieron los firmantes.
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Fonte: ACI Prensa
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sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
Fluxo descontrolado de imigrantes: o grito de alerta de uma muçulmana convertida ao catolicismo
A paquistano-austríaca Sabatina James é uma ativista dos direitos humanos que se converteu ao catolicismo depois de escapar por pouco de um casamento forçado com um primo no Paquistão – um primo que, várias vezes, abusou dela sexualmente. Ameaçada de morte pela própria família por causa da sua conversão, Sabatina James vive desde 2004 sob a proteção 24 horas por dia. Em 2006, ela fundou a organização caritativa “Sabatina”, que ajuda as muçulmanas forçadas a se casar facilitando-lhes a fuga e prestando-lhes apoio jurídico e ajuda psicológica.
Esta ex-muçulmana critica enfaticamente a gestão alemã da crise dos refugiados e imigrantes, apontando as ameaças reais de uma imigração muçulmana descontrolada e originada em países não democráticos. Sabatina expressa as suas preocupações abertamente em entrevista ao Neuen Osnabrücker Zeitung:
“Temos que nos colocar duas questões: Queremos continuar a salvaguardar os direitos humanos na Alemanha? Podemos deixar a Alemanha se tornar um país predominantemente muçulmano?”.
Dar um passaporte a todos os refugiados sem assegurar-se de que eles são “capazes de ser democráticos” ou sem saber se eles “estão ou não dispostos a usar a violência” é uma política irresponsável, declara ela sem papas na língua. Se entre os imigrantes houver islamistas violentos, ligados ou não ao grupo Estado Islâmico, a Alemanha não poderá recusar-se a assumir a sua responsabilidade.
Fluxo de migrantes equivale a uma nova cidade a cada mês
Sabatina prossegue: se ao longo dos próximos dez anos chegarem mais de 10 milhões de muçulmanos, eles poderão constituir a maioria dentro da sua faixa etária. E este é precisamente o ritmo atual de chegadas. Além disso, a taxa de natalidade alemã é dramaticamente baixa. Só até o dia 23 de novembro, entraram mais de 180.000 refugiados: equivale a uma nova cidade de médio porte a cada mês, fenômeno que pode transformar radicalmente a sociedade alemã.
Ela também se mostra surpresa com o fato de que mesmo os jovens violentos que atacam cristãos, yazidis e muçulmanos democráticos podem permanecer na Alemanha. Para Sabatina, é “impensável dar-lhes asilo. É um erro grave e uma ilusão da nossa bela alma assumir de antemão que todos os refugiados partilham os valores democráticos”. Eles nasceram em países, como a Síria, o Afeganistão ou o Paquistão que ela tanto conhece, nos quais perdura “a ideia de que as mulheres não têm os mesmos direitos nem a mesma dignidade dos homens, e que os não-muçulmanos não são seres humanos plenos”.
Ação preventiva contra pregadores radicais
Sabatina James também critica o fato de a Alemanha não impor qualquer limite aos pregadores mais radicais.
“Nós os deixamos tranquilos e depois nos dizemos surpresos ao ver que a juventude os segue”.
Ela sabe, ao mesmo tempo, que também existem muitas pessoas boas e em busca de Deus, que não podem ser impedidas de encontrá-Lo – aliás, este quadro também revela com ainda mais clareza a triste situação das igrejas na Alemanha:
“É mais comum nas ruas alemãs de hoje cruzar com um salafista que distribui o alcorão do que com um cristão capaz de explicar o Sermão da Montanha ou as palavras fortes de Cristo como ‘Amai os vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei o bem aos que vos odeiam e orai pelos que vos caluniam e vos perseguem’”.
E é justamente para salvaguardar os direitos humanos, em especial os das mulheres, bem como os valores do próprio Sermão da Montanha, que a Alemanha não pode aceitar tudo: o caráter democrático do país corre perigo se a Alemanha não revisar a sua postura.
Fonte: Aleteia
terça-feira, 1 de dezembro de 2015
Síria: Jihadistas executaram 3.500 pessoas desde o início da guerra civil
Os dados foram revelados ontem pelo Observatório Sírio para os Direitos Humanos. Segundo esta organização, com sede em Londres, foram executadas na Síria cerca de 3500 pessoas desde o início da guerra civil, em 2011.
Entre as pessoas executadas calcula-se que pelo menos duas mil fossem civis que nem estariam envolvidos directamente nos combates.
A maior parte destas execuções prende-se, em muitos casos, com acusações de prática de feitiçaria, homossexualidade e colaboração com as forças da coligação liderada pelos Estados Unidos.
A alegada prática de espionagem em favor de grupos rivais ou de combatentes curdos também tem servido para justificar estes assassinatos levados a cabo pelos jihadistas do auto-proclamado “Estado Islâmico”.
As execuções sumárias, apedrejamentos, amputação de membros e decapitações, são actos atribuídos aos jihadistas que, segundo as Nações Unidas, têm de passar a ser considerados como “crimes contra a humanidade”.
Fonte: AIS
Lembrando que o Governo Comunista do Brasil apóia os Jihadistas
Entre as pessoas executadas calcula-se que pelo menos duas mil fossem civis que nem estariam envolvidos directamente nos combates.
A maior parte destas execuções prende-se, em muitos casos, com acusações de prática de feitiçaria, homossexualidade e colaboração com as forças da coligação liderada pelos Estados Unidos.
A alegada prática de espionagem em favor de grupos rivais ou de combatentes curdos também tem servido para justificar estes assassinatos levados a cabo pelos jihadistas do auto-proclamado “Estado Islâmico”.
As execuções sumárias, apedrejamentos, amputação de membros e decapitações, são actos atribuídos aos jihadistas que, segundo as Nações Unidas, têm de passar a ser considerados como “crimes contra a humanidade”.
Fonte: AIS
Lembrando que o Governo Comunista do Brasil apóia os Jihadistas
terça-feira, 24 de novembro de 2015
Testemunhos de ex-Muçulmanos: "O Alcorão me revelou coisas que me deixaram chateada." e "Buscando Alá, encontrando Jesus"
Testemunhos de ex-Muçulmanos, são eles que dizem o que viram e o que viveram. Algum religioso é contra uma pessoa dizer o que viu? Não é contra não né? Então ótimo!
Testemunho 1
A história e o relato de uma refugiada da Somália e ex-muçulmana, que ficou desapontada e frustrada com sua antiga religião, vivendo agora no "politicamente correto" país da Suécia.
"Se alguém entre vós cuida ser religioso, e não refreia a sua língua, antes engana o seu coração, a religião desse é vã. A religião pura e imaculada para com Deus e Pai, é esta: Visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações, e guardar-se da corrupção do mundo."
Testemunho 2
O por quê de Nabeel Qureshi ter questionado sua fé muçulmana.
Nabeel Qureshi cresceu um muçulmano devoto e sempre questionou os cristãos sobre sua fé. Anos mais tarde, quando viu o outro lado da sua fé, ele manteve a sua crença, mas começou a ficar sem argumentos.
Bonus
Homem revela a verdade do ISLÃ!!!!
Testemunho 1
A história e o relato de uma refugiada da Somália e ex-muçulmana, que ficou desapontada e frustrada com sua antiga religião, vivendo agora no "politicamente correto" país da Suécia.
"Se alguém entre vós cuida ser religioso, e não refreia a sua língua, antes engana o seu coração, a religião desse é vã. A religião pura e imaculada para com Deus e Pai, é esta: Visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações, e guardar-se da corrupção do mundo."
Testemunho 2
O por quê de Nabeel Qureshi ter questionado sua fé muçulmana.
Nabeel Qureshi cresceu um muçulmano devoto e sempre questionou os cristãos sobre sua fé. Anos mais tarde, quando viu o outro lado da sua fé, ele manteve a sua crença, mas começou a ficar sem argumentos.
Bonus
Homem revela a verdade do ISLÃ!!!!
quarta-feira, 18 de novembro de 2015
Palestra: O Islã é uma religião de paz? O ex-muçulmano devoto Nabeel Qureshi nos conta sua história!
O ex-muçulmano devoto Nabeel Qureshi, autor do livro Seeking Allah, Finding Jesus (“Procurando Alá, Encontrando Jesus”) explica na palestra “Islã em contexto: Abrindo as portas ao entendimento”
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quinta-feira, 17 de setembro de 2015
Há comunistas infiltrados em todas Religiões, exceto no Islamismo que é quase dominado pelo Marxismo!
Tem comunista infiltrado em todas as Religiões. Mas uma religião que operacionalmente sustenta o comunismo e seus ditadores é o Islamismo. Estes são inimigos mortais do Cristianismo, tem lutas de longas datas, isto porquê o Cristianismo não apoia o Comunismo. Entendeu?
Procure entender porque e como os infiltrados nas Religiões defendem as ditaduras sangrentas e a aproximação do Islamismo. Veja como a Teologia da Libertação que nada mais é do que Comunistas infiltrados na Igreja Católica, semeiam a doutrina marxista utilizando os trabalhos das Pastorais. Eles não possuem qualquer trabalho de evangelização, apenas disseminam a luta de classe. Quase não há celebração, quando há fazem com que seja 'ecumênica' e sem espiritualidade. Mudam o sentido do evangelho e exibem um cristo inexistente.
Os infiltrados não emitem qualquer crítica contra assassinos como os do Estado Islâmico. Eles são favoráveis a doutrina comunista mesmo sem saber o que nela está escrito. Cristianismo não é compatível com Islamismo, pois este é favorável a Ditaduras e não ofende os totalitários, antes oferece textos ditos 'sagrados' para que se mantenham no Poder. Por outro lado, o Cristianismo em toda sua essência, desaprova qualquer ataque a pessoa, que é imagem e semelhança de Deus.
Procure entender porque e como os infiltrados nas Religiões defendem as ditaduras sangrentas e a aproximação do Islamismo. Veja como a Teologia da Libertação que nada mais é do que Comunistas infiltrados na Igreja Católica, semeiam a doutrina marxista utilizando os trabalhos das Pastorais. Eles não possuem qualquer trabalho de evangelização, apenas disseminam a luta de classe. Quase não há celebração, quando há fazem com que seja 'ecumênica' e sem espiritualidade. Mudam o sentido do evangelho e exibem um cristo inexistente.
Os infiltrados não emitem qualquer crítica contra assassinos como os do Estado Islâmico. Eles são favoráveis a doutrina comunista mesmo sem saber o que nela está escrito. Cristianismo não é compatível com Islamismo, pois este é favorável a Ditaduras e não ofende os totalitários, antes oferece textos ditos 'sagrados' para que se mantenham no Poder. Por outro lado, o Cristianismo em toda sua essência, desaprova qualquer ataque a pessoa, que é imagem e semelhança de Deus.
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segunda-feira, 27 de abril de 2015
À espera de Cristina
Tem um olhar vazio, perdido no tempo. Um rosto amargurado. Percebe-se logo que está triste. Profundamente triste. No dia em que fugiu da sua cidade, os jihadistas do “Estado Islâmico” arrancaram-lhe a filha de 3 anos, que levava nos braços. Ela foi obrigada a deixar a cidade. A menina ficou para trás.
São centenas de famílias, milhares de pessoas. Vivem todas numa espécie de buracos de um centro comercial que ficou por concluir em Ankawa, norte do Iraque. Ao longe parece um acampamento, mas são casas improvisadas em minúsculos espaços, sem qualquer higiene, sem nada. Estão ali. Foram despejados para ali. São todos refugiados. Só isto basta para se falar em tragédia. No meio de tantas vidas desfeitas, há uma mulher que passa os dias a rezar, a implorar a clemência de Deus, a acreditar que vai voltar a ter a sua filhinha nos braços.
22 de Agosto
Foi em Agosto do ano passado, quando os jihadistas do “Estado Islâmico” tomaram o controlo de Qaraqosh. Milhares de pessoas fugiram então da cidade. Muitos eram cristãos. Como esta mulher. Há datas que nunca mais se esquecem. A vida de Aida parou no dia 22 de Agosto de 2014. Faz quase um ano. Ela vivia em Qaraqosh, com o marido, Jadder, e cinco filhos. São cristãos assírios. Apesar dos rumores da guerra, viviam bem. Tinham uma loja de doces e tabaco e a cidade estava protegida por forças curdas, os pershmergas. Tudo corria normalmente, até ao dia em que estes pura e simplesmente abandonaram Qaraqosh. A cidade ficou à mercê dos jihadistas do ISIS que entraram em Qaraqosh em Agosto. Praticamente todos abandonaram então a cidade. A família de Aida também.
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