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terça-feira, 10 de maio de 2016

Capellán del ejército español: “Voy a Irak a escuchar y acompañar a las tropas”


MADRID, 09 May. 16 / 06:55 am (ACI).- El capellán castrense de la unidad de caballería, el P. Ángel Briz, viaja a la base de Besmayah, en Irak con las tropas españolas. Asegura que lleva pocas cosas en el petate pero hay algo que no falta. “Una imagen de la Virgen de los Desamparados, porque hay muchos que son de Valencia. Y otra de la Virgen del Pilar para que los de Zaragoza también se sientan en casa”, asegura.

Pocos días antes de partir hacia Irak como capellán castrense de la unidad de Caballería de las tropas españolas, el P. Ángel Briz celebró una misa en la Basílica de la Virgen de los Desamparados en Valencia (España). Allí pidió a todos los participantes que rezaran por la paz.

ACI Prensa entrevistó al joven capellán castrense -de tan sólo 36 años- quien asegura que va con las tropas “para acompañarlas”, “para escuchar y confesar a todo el que quiera” y por supuesto, “para celebrar los sacramentos”. Asegura que no tiene miedo de ir a una zona de guerra porque cree “en la resurrección de la carne y la vida eterna” y apunta que lo único de lo que hay que tener temor es de “no cumplir la voluntad de Dios”.

Lleva pocas cosas personales en el petate, porque explica que prefiere llevar los ornamentos necesarios para la capilla: “Me llevo una Virgen de los Desamparados porque la mayoría del contingente es de Valencia. Quería que llevara el ‘sabor de la casa de la Virgen’ por eso le pedí al Rector de la Basílica que la bendijera. También llevo un Cristo crucificado y una Virgen del Pilar, para que los de Zaragoza también se sientan en casa. Lo acoplaré a la capilla lo mejor que pueda para que la gente cuando entre tenga ese momento de intimidad con Dios”. Aunque no sabe cómo será la capilla porque en el ejército “está donde te dejen, a veces es una tienda de campaña, otras veces una habitación…”

sexta-feira, 27 de março de 2015

Nos campos de refugiados "falta tudo, menos a fé"


Aqui vivem dois milhões de pessoas que fugiram da guerra na Síria e no Iraque. A Fundação Ajuda à Igreja que Sofre, que está de visita ao Iraque e ao Líbano, fala em "situação dramática".

De visita aos campos de refugiados onde vivem cerca de dois milhões de pessoas que fugiram da guerra no Iraque, incluindo as recentes perseguições do autoproclamado Estado Islâmico, a presidente da fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) em Portugal diz que encontrou um cenário pior do que imaginava.

"Há muita gente a viver em condições muito, muito más. Vivem em tendas onde entra a chuva e o frio, as crianças estão sempre doentes", conta Catarina Martins à Renascença.

"Quando lá fomos estava muito frio e neve, e as crianças andavam pelos campos, descalças", afirma a responsável da fundação dependente da Santa Sé.

Depois de visitar o Líbano, a delegação internacional da AIS encontra-se agora em Alqosh, no Norte do Iraque, a verificar as condições dos campos. A mesma responsável descreve uma realidade bastante diferente: "Aqui não há refugiados, mas deslocados".

Segundo as estatísticas, encontram-se 1.8 milhões de pessoas que tiveram de abandonar as suas casas para escapar aos terroristas, mas que permaneceram no país.

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Fonte: AIS

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

“O Estado Islâmico vem do inferno”, expressa Bispo do Iraque


ROMA, 09 Set. 14 / 12:20 pm (ACI/EWTN Noticias).- “O Estado Islâmico vem do inferno, nem os demônios saberiam encontrar piores meios para fazer tanto mal às pessoas”, foram as palavras de Dom Shlemon Warduni, Bispo auxiliar de Bagdá dos caldeus para descrever as atrocidades cometidas pelos Jihadistas contra os cristãos e outras minorias no Iraque, que estão sendo decapitadas ou escravizadas por negar-se a converter-se ao Islã.

O Prelado, que participou recentemente no Meeting de Rimini, na Itália, assinalou que “o destino de todos os iraquianos é o mesmo. Todos estão inquietos, não só os cristãos, porque não há paz nem segurança há muitos anos”.

Entretanto, nos últimos meses acontece algo que “nunca pudemos nem imaginar: que estes malfeitores obrigaram aos cristãos e a todas as minorias a fugirem em massa. Os cristãos vivem em Mosul há dois mil anos”, mas já não há mais uma oração na cidade.

“Provavelmente estas pessoas (do Estado Islâmico) vêm do inferno, são piores que os demônios. Por isso gritamos em voz alta para pedir ajuda a todo mundo: aos cristãos, muçulmanos, ateus, a todas as pessoas de boa vontade. Para que nosso povo, nossos fiéis, nossos idosos, nossas crianças não sejam maltratados deste modo duro e terrível”, expressou em declarações a I Tempi difundidas em 29 de agosto.

Dom Warduni assinalou que os milhares de refugiados no Curdistão iraquiano necessitam moradia, comida, roupa e remédios. “Muitos deles dormem sob o sol com este calor terrível”.

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Fonte: Bíblia Católica

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Pela primeira vez em 1.600 anos, não houve missa em Mossul no domingo passado


"Pela primeira vez em 1.600 anos, não houve missa em Mossul no domingo passado", afirmou o arcebispo caldeu Bashar Warda. A cidade do norte do Iraque já foi um importantíssimo centro de vida cristã no Oriente Médio. Hoje, em Mossul, o acesso aos sacramentos é praticamente proibido e seus milhares de cristãos fogem do reinado de terror religioso implantado pelos radicais sunitas.

Se a ocupação dos extremistas continuar, a última igreja de Mossul acabará fechada e a última hóstia consagrada ali será consumida enquanto a cidade cai, privada de Cristo.

Imagine a sua própria cidade. Visualize o que significaria para você ver cada igreja e cada capela sendo fechada. Vislumbre o seu bispo colocando o último cibório no porta-malas do carro e tendo que ir embora. A cidade não iria parecer diferente para você?

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Fonte: Aleteia

O Papa teria apoiado intervenção militar contra os extremistas no Iraque?


A comunidade internacional precisa assumir a responsabilidade de agir, mas sobretudo precisa encontrar soluções que não sejam destrutivas

Por Riccardo Cascioli

O Papa Francisco teria dado a sua aprovação sobre a intervenção militar no Iraque ou, ao contrário, teria desacelerado os pedidos que chegam até mesmo dos bispos? Esta é a pergunta que estava no ar ontem à noite após a coletiva de imprensa no avião que trazia o Papa de volta a Roma, após os quatro dias na Coreia. O Papa respondeu a uma série de perguntas que vão desde a crise internacional até seus hábitos particulares, com o seu estilo coloquial, mas certamente foram as palavras sobre o Iraque que chamaram mais a atenção da mídia.

Do ponto de vista doutrinário, o Papa Francisco não disse nada de novo ou de diferente em relação àquilo que já foi sustentado por seus antecessores, mas esclareceu algumas questões concretas que nascem, até mesmo, da experiência recente.

O primeiro ponto é que “onde existe uma agressão injusta, é lícito parar o agressor”. Mas o Papa ressaltou a palavra “parar”, porque não significa automaticamente “bombardear, ou fazer guerra”, e ali se referiu às tantas vezes que, “sob a desculpa de parar o agressor injusto, as potências tomaram posse dos povos e fizeram a verdadeira guerra de conquista”. Não é que uma intervenção militar direta seja excluída, mas “somente uma nação” não pode decidi-la. As intervenções adequadas para parar o agressor, disse o Papa, são avaliadas e decididas na sede das Nações Unidas. 

Nas palavras do Papa Francisco pode-se colher antes de tudo a preocupação que para decidir - como já aconteceu várias vezes nos conflitos daquela região - não sejam os Estados Unidos sozinhos a resolver com uma verdadeira e própria guerra, que depois não faz nada além de piorar uma situação já trágica. Mas no momento, isto parece um risco remoto: nem os Estados Unidos, nem outros países ocidentais demonstram a mínima vontade de se envolver diretamente em uma guerra contra o EI, para levar novamente para casa os cristãos e yazidis, que foram forçados a fugir para o Curdistão.

Pouco antes da coletiva de imprensa, o cardeal Fernando Filoni, enviado pelo Papa ao Curdistão, fez um apelo - por meio da Rádio Vaticano - por uma intervenção urgente da comunidade internacional antes que seja tarde demais para estas minorias religiosas. O cardeal Filoni assinalou que na ONU, mas também em New York, não parece existir muita pressa para enfrentar a situação.

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Papa telefona aos pais do jornalista (Cristão) decapitado por jihadistas

por Canção Nova

Francisco manifestou sua proximidade e ficou impressionado com a fé da mãe de Foley

Da Redação, com Rádio Vaticano

Papa Francisco telefonou na noite desta quinta-feira, 21, para os pais de James Foley, jornalista americano assassinado pelos jihadistas do Estado Islâmico. O Santo Padre está impressionado com a fé dos familiares da vítima.

“O Santo Padre quis demonstrar a sua proximidade a esta família provada pela dor. Em particular, falou no início com a mãe, que é católica e demonstrou uma grande fé, que de alguma forma impressionou também o Santo Padre. Falou depois com o pai e depois com um membro da família de língua espanhola. Obviamente, o desejo de todos, do Santo Padre e da família, é que estes trágicos acontecimentos não se repitam”, contou o vice-diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, padre Ciro Benedettini.

Segundo informações do padre jesuíta americano James Martin, os pais de Foley, que vivem em Richmond, em New Hampshire (EUA), estão comovidos e gratos pela proximidade do Papa.

James Foley, 40 anos, católico, estudou na “Marquette University” dos jesuítas no estado americano de Wisconsin. Sempre permaneceu em contato com eles, informando-os sobre sua movimentação em zonas de guerra, das missões humanitárias de que participava, mas sobretudo pedia para ser acompanhado na oração. O Rosário – como chegou a escrever em uma carta – já o havia salvado antes nos meses de cárcere na Líbia, depois na Síria onde havia sido sequestrado em 2012.

A mãe de Foley afirmou estar orgulhosa do filho e da coragem que ele demonstrou sacrificando a sua vida para mostrar ao mundo o sofrimento daqueles povos. Ela deixou um apelo aos sequestradores a fim de que poupem a vida dos outros reféns.

A Universidade dos Jesuítas organizou para o próximo dia 26 de agosto uma cerimônia religiosa em memória do jornalista.

Fonte: Canção Nova

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Atrocidades no Iraque: Extremistas do Estado Islâmico executam crianças cristãs e escravizam mulheres


ROMA, 08 Ago. 14 / 02:58 pm (ACI/EWTN Noticias).- Mark Arabo, líder da comunidade caldeia, denunciou que os jihadistas do Estado Islâmico (ISIS), estão decapitando crianças cristãs em Mosul, pendurando os seus pais e estuprando as mulheres, as quais –informou por outro lado um porta-voz da Media Luna Roja–, são sequestradas e vendidas como escravas.

"No parque (de Mosul) o Estado Islâmico decapita sistematicamente as crianças, colocando as suas cabeças em cima de paus e cada vez mais crianças estão sendo decapitadas. As suas mães são estupradas e assassinadas e estão pendurando os seus pais", denunciou Arabo à CNN.

Arabo acrescentou que muitos cristãos fugiram de Mosul enquanto uma pequena porção se converteu ao Islã. “Isto é um genocídio em todo sentido. Eles (ISIS), estão matando todos os cristãos que veem”, acrescentou.

Por sua parte, a Media Luna Roja denunciou na terça-feira que o Estado Islâmico deteve “mais de cem famílias no aeroporto de Tel Aftar, matando todos os homens e sequestrando as mulheres e as crianças". “Levaram-se às mulheres cristãs e yazidíes a um lugar desconhecido com o objetivo de vendê-las como escravas", declarou o porta-voz Mohamed al Jozai à Iraqi News.

Em junho deste ano, os jihadistas do Estado Islâmico (então chamado Estado Islâmico do Iraque e Síria – ISIS), tomaram a cidade de Mosul, a mais importante do país, expulsando em julho os cristãos que não queriam converter-se ao Islã ou pagar um imposto.

Ontem, quinta-feira, tomaram Qaraqosh, a maior cidade cristã do Iraque, provocando a fuga de milhares de pessoas para o Curdistão iraquiano, onde se encontram refugiados milhares de cristãos e outras minorias expulsas de suas regiões com o objetivo de conseguir proteção. Entretanto, as forças curdas não puderam deter o avanço do grupo extremista.

Do mesmo modo, depois do anúncio feito ontem pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, dois aviões F/A-18 lançaram bombas guiadas por laser contra artilharia do ISIS e em apoio às forças curdas e também para proteger as minorias cristãs e yazidí, e os interesses dos Estados Unidos. Entretanto, descartou que se enviem “tropas terrestres”.

Obama também anunciou o envio de ajuda humanitária aos milhares de deslocados.

Ontem, o Papa Francisco reiterou o seu apelo a não deixar de rezar pela paz nesta região e exortou a comunidade internacional a colocar fim a esta tragédia humanitária.

Fonte: ACI Digital

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Drama dos Cristãos no Iraque: Papa faz Urgente Apelo à Comunidade Internacional


O Papa Francisco acompanha “com viva preocupação as dramáticas notícias que chegam do norte do Iraque sobre uma população indefesa”.

Foi o que afirmou o padre Federico Lombardi, diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, na manhã desta quinta-feira.

A maior cidade cristã do norte do Iraque, Qaraqosh, caiu nas mãos dos extremistas do Estado Islâmico (EI) esta noite. Os cristãos naquela área – que representam 25% de todos os cristãos do Iraque – estão fugindo pelas estradas.

Em sua declaração de hoje à imprensa, o padre Lombardi recordou que já no dia 20 de julho “o Santo Padre, com profunda dor, havia se referido à situação vivida pelos cristãos perseguidos, especialmente no Iraque”.

“Os nossos irmãos são perseguidos, são expulsos, devem deixar suas casas sem ter a possibilidade de levar nada consigo. A estas famílias e a estas pessoas quero expressar a minha proximidade e a minha constante oração. Queridos irmãos e irmãs tão perseguidos, eu sei o quanto sofreis, eu sei que vocês são despojados de tudo. Estou convosco, na fé naquele que venceu o mal!”, disse o Papa naquela ocasião.

O Santo Padre, em vista dos recentes acontecimentos – afirmou Lombardi – “renova a sua proximidade espiritual a todos que estão atravessando esta dolorosa provação e une-se aos veementes apelos dos Bispos locais, pedindo junto a eles e por suas comunidades atribuladas, que suba incessante de toda a Igreja uma oração coral para invocar do Espírito Santo o dom da paz”. Leia mais aqui

Fonte: Pantokrator

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Salvem os Cristãos Iraquianos


O mundo testemunha hoje uma verdadeira atrocidade no Iraque: a perseguição em massa e o genocídio da população cristã do Iraque. Enquanto isso, a comunidade internacional tem expressado pouquíssima preocupação com a situação dos cristãos iraquianos e, conseqüentemente, tem adotado uma postura passiva na ajuda a essas pessoas.
A comunidade cristã no Iraque corre o risco de desaparecer completamente. Os últimos cristãos deixaram Mosul depois que o Estado Islâmico do Iraque e da Síria (ISIS, na sigla em inglês) deu a eles a escolha entre a conversão ao Islã, o pagamento de taxas abusivas, o exílio ou a morte. Pela primeira vez desde o século XV não há mais população cristão em Mosul.
Em 2003, antes da invasão norte-americana ao Iraque, havia mais de um milhão de cristãos no país - incluindo seiscentos mil em Bagdá e aproximadamente sessenta mil em Mosul.
Os cristãos que escolheram deixar Mosul não tinham aonde ir e tornaram-se refugiados. Impossibilitados de pagarem o absurdo imposto implementado pelos muçulmanos, aqueles que ficaram e não se converteram ao Islã foram assassinados.
Agora os cristãos de Kirkuk, uma cidade rica em petróleo, estão preocupados e acham que serão os próximos, já que muçulmanos extremistas estão a poucos quilômetros de distância.
Depois que os militares norte-americanos saíram do Iraque, a resposta à perseguição religiosa por parte da comunidade internacional tem sido totalmente inadequada e inaceitável. A ONU só se manifestou depois que o último cristão deixou Mosul. Por que essa falta de urgência?
A ONU finalmente tomou posição em uma declaração publicada no dia 20 de Julho: “O Secretário-Geral reitera que qualquer ataque sistemático à população civil - ou a um segmento da população - por causa de sua origem étnica, crença religiosa ou fé pode constituir um crime contra humanidade, razão pela qual os responsáveis devem ser punidos.
Além disso, em um comunicado de imprensa do dia 21 de Julho a ONU condenou “duramente a perseguição sistemática de indivíduos de populações minoritárias e daqueles que recusam a ideologia extremista do ISIS e de outros grupos armados.”
É necessário, em pleno século XXI, um crime contra a humanidade para que a comunidade internacional faça algo? Será que não aprenderemos com as lições do passado? Ajude-nos a pedir que a ONU e a Liga Árabe intervenham imediatamente para pôr fim às atrocidades cometidas pelo ISIS. Não devemos nos calar enquanto mais um genocídio ocorre. Por favor, use sua voz para ajudar a interromper a erradicação sistemática da população cristã no Iraque.
Não podemos permitir que a comunidade internacional seja negligente e não faça nada para interromper esse genocídio.Devemos pressionar a comunidade internacional para agir em defesa dos cristãos no Iraque. A sobrevivência deles depende disso!
Cada assinatura enviará a mensagem ao lado à ONU e à Liga Árabe.

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