Mostrando postagens com marcador Intolerância. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Intolerância. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
Alerta: Firma: ¿Vas a permitir que Facebook censure a los cristianos?
El 25 de enero Facebook comunicaba a Yhonatan que censuraba su página «Memes Católicos en Español». La compañía propietaria de la red social cedía a la orquestada e insidiosa campaña para sepultar un espacio en el que el joven peruano compartía su fe.
Con 24 años, este joven estudiante de computación, que canta en el transporte público de Lima para sostenerse, decidió abrir una página en Facebook para discutir temas fe con sus 15 amigos más cercanos. El lenguaje que utilizaba cautivó a otros usuarios: sencillas imágenes, «memes», que a modo de viñetas, con humor y con profundidad permitían el diálogo y el intercambio de ideas.
Los quince amigos se transformaron en 100.000 en menos de nueve meses. Se convirtió en lugar de encuentro de católicos, protestantes y ateos. El éxito de la iniciativa encendió las alarmas de grupos anticristianos que de modo coordinado denunciaron falsamente la página.
Con más seguidores que medios asentados, como los españoles ABC, El Mundo o la Cadena SER, Yhonatan y sus «Memes» se convirtieron en noticia de portada de ACI Prensa el 21 de enero. El pasado diciembre, la red social le había comunicado que había sido denunciado por violar el punto 3.7 de la política de Facebook que dice que «está prohibido subir material que incite al odio, material pornográfico, material que induzca a la violencia …». Cuatro días después de ser noticia, las falsas denuncias habían hecho efecto y la compañía suprimía la página.
A pesar que Facebook en un primer momento ofreció a Yhonatan la posibilidad de que se identificase formalmente y la disposición del joven a demostrar tanto la autoría como la absoluta corrección de las publicaciones la página sigue censurada.
La situación ha sido interpretada como un ataque a la libertad de expresión y de religión por muchos medios de comunicación. La indignación está recorriendo las redes sociales, las muestras de apoyo se cuentan por millares, testigos oculares de que los hechos denunciados son falsos. El Pontificio Consejo para las Comunicaciones Sociales del Vaticano también se hizo eco en su cuenta de Twitter.
Facebook puede volver a analizar los hechos y restituir la página a su administrador. Ya en el pasado la empresa ha dado muestras de buen hacer en el respeto a libertad religiosa y de expresión. Podemos ayudar a Facebook a descubrir el engaño y mostrar que puede ser también un espacio amable para el desarrollo de la actividad de los cristianos.
Hoy la injusticia ha sido cometida contra Yhonatan, mañana eres tú quien puede sufrirla.
Fonte: HazteOir.org
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Religião do ultraje eterno
Blog Infiel Atento (*)
Tudo ofende o Islã. Tudo. Veja a lista: cruzes, bandeiras, prédios, cristãos, judeus, todas as outras religiões, caricaturas, filmes, TV, teatro, rádio, comida, música, humor, sátira, animais, figuras públicas, mulheres, livros, arte e artistas, cabelo, roupas, etc. O supremacismo do Islã melhor se manifesta no seu ultraje eterno contra tudo que não seja "islâmico." Exemplos abaixo (em construção).
O mais interessante é que além de "ofender as sensibilidades muçulmanas", qualquer coisa serve como pretexto para radicalizar os muçulmanos, até mesmo atos generosos, tais como o acesso aos benefícios sociais na Suécia, ou o comprometimento ao multiculturalismo na Grã-Bretanha e Canadá.
Na fundo, o que ofende mesmo o Islã é uma causa interna: a rejeição e intolerância para o mundo não-muçulmano e para tudo o que não seja "islâmico." Esta rejeição e intolerância se fazem presentes deste o começo. E o surto atual é apenas o mais recente na história do Islã.
O mais interessante é que além de "ofender as sensibilidades muçulmanas", qualquer coisa serve como pretexto para radicalizar os muçulmanos, até mesmo atos generosos, tais como o acesso aos benefícios sociais na Suécia, ou o comprometimento ao multiculturalismo na Grã-Bretanha e Canadá.
Na fundo, o que ofende mesmo o Islã é uma causa interna: a rejeição e intolerância para o mundo não-muçulmano e para tudo o que não seja "islâmico." Esta rejeição e intolerância se fazem presentes deste o começo. E o surto atual é apenas o mais recente na história do Islã.
| Embaixador americano carregado pela multidão após ter sido morto |
Preso por caminhar com seu cachorro em um parque
Em Toronto, Canadá. Um homem caminha com o seu cachorro em um parque público, adjacente a um comício do Dia do Al Quds. Um dos participantes se ofendeu. Mas o parque é público. Resultado: ele foi algemado e preso pela polícia, acusado de ser "insensível" e por "incitar desordem." (Blazing Car Fur)
Clérigos islâmicos na Indonésia ofendidos pela camisa da seleção portuguesa e brasileira, e do Manchester United
Vários clérigos na Indonésia, país considerado como islâmico "moderado", mostraram preocupação com a venda ou uso das camisas das seleções de Portugual e do Brasil pelo fato delas mostrarem uma cruz. Do mesmo modo, eles proíbem a camisa do Manchester United, o clube mais popular na Ásia, pelo fato deles terem como apelido "Diabos Vermelhos." Um clérigo disse: "Como muçulmanos não devemos adorar os símbolos de outras religiões ou os demônios." Cômico se não fosse triste. Outro clérigo disse: "Isso vai corroer a nossa crença no Islã." (June/2012, bikyamars) Pergunta: o quão frágil eles devem achar sua religião para se sentirem ameaçados por camisas de futebol?
Em Toronto, Canadá. Um homem caminha com o seu cachorro em um parque público, adjacente a um comício do Dia do Al Quds. Um dos participantes se ofendeu. Mas o parque é público. Resultado: ele foi algemado e preso pela polícia, acusado de ser "insensível" e por "incitar desordem." (Blazing Car Fur)
Clérigos islâmicos na Indonésia ofendidos pela camisa da seleção portuguesa e brasileira, e do Manchester United
Vários clérigos na Indonésia, país considerado como islâmico "moderado", mostraram preocupação com a venda ou uso das camisas das seleções de Portugual e do Brasil pelo fato delas mostrarem uma cruz. Do mesmo modo, eles proíbem a camisa do Manchester United, o clube mais popular na Ásia, pelo fato deles terem como apelido "Diabos Vermelhos." Um clérigo disse: "Como muçulmanos não devemos adorar os símbolos de outras religiões ou os demônios." Cômico se não fosse triste. Outro clérigo disse: "Isso vai corroer a nossa crença no Islã." (June/2012, bikyamars) Pergunta: o quão frágil eles devem achar sua religião para se sentirem ameaçados por camisas de futebol?
Grupo salafista no Egito ofendido pelos tomates: eles se parecem com cruzes após cortados
Associação Popular Islâmica do Egito colocou uma mensagem no Facebook pedindo a seus seguidores que não comam tomate porque o legume é um alimento cristão. "Comer tomate é proibido porque eles são cristãos. [O tomate] elogia a cruz, em vez de Allah, e diz que Deus é três (uma referência à Trindade). [Que Deus nos ajude]. Eu te imploro para espalhar esta foto porque há uma irmã da Palestina que viu o profeta de Alá [Mohammad] em uma visão e ele estava chorando, advertindo sua nação para não comê-los [os tomates]. Se você não espalhar esta [mensagem], saiba que é o diabo que te parou." (June/2012, NowLebanon) Comentário: então, além de carne de porco, agora vou comer mais tomates!
Cemitério militar da Segunda Guerra dessecrado na Líbia como retaliação pela queima de alcorães
O cemitério tem os restos de ingleses, canadenses e australianos que lutaram contra o nazismo. Por serem infiéis, inclusive o cemitério contém uma cruz (horror dos horrores!), devotos islamistas o dessecraram em retaliação à queima de alcorães no Afeganistão (veja abaixo) (Março/2012, CBC).
Alcorães queimados no Afeganistão resultam em 4 assassinatos
Alcorães foram dessecrados por afegãos presos. Eles foram queimados pelos guardas afegãos sob a supervisão de soldados americanos. As manifestações de protesto que se seguiram levaram ao assassinato de 4 soldados americanos (mortos por seus correligionários afegãos (23/2/2012, WashingtonTimes).
Em 2010, pastor americano queima um alcorão: 20 trabalhadores da ONU são assassinados
Pelo menos 20 trabalhadores da ONU foram mortos no norte do Afeganistão quando um protesto contra a queima de um alcorão pelo pastor americano Terry Jones descambou em baderna. PS: Os trabalhadores da ONU não tinham nada a ver com o que tal pastor fez (CSMonitor).
Bíblias são queimadas, e nada acontece
Militares dos EUA queimaram bíblias que haviam sido enviadas para a base de Bagram, Afeganistão, por uma igreja. O motivo alegado foi que esta atitude poderia colocar em risco a vida dos soldados americanos neste país devotamente muçulmano. Não houve registros de badernas ou assassinatos por causa disto (2009,CNN)
Debate em universidade belga é interrompido por manifestações de islâmicos fundamentalistas
Típico. Eles fazem tudo para impedir o exercício da liberdade de expressão, e civilidade parece ser um termo que não existe no vocabulário deles. O debate entre a secularista Caroline Fourest e o Sr. Hervé Hasquin foi interrompido aos gritos de "apedrejem Fourest." Em 2006, a senhora Fourest externou repúdio à violência que seguiu a publicação das caricaturas de Maomé (8/2/2012, Islam in Europe).
Alcorães queimados no Afeganistão resultam em 4 assassinatos
Alcorães foram dessecrados por afegãos presos. Eles foram queimados pelos guardas afegãos sob a supervisão de soldados americanos. As manifestações de protesto que se seguiram levaram ao assassinato de 4 soldados americanos (mortos por seus correligionários afegãos (23/2/2012, WashingtonTimes).
Em 2010, pastor americano queima um alcorão: 20 trabalhadores da ONU são assassinados
Pelo menos 20 trabalhadores da ONU foram mortos no norte do Afeganistão quando um protesto contra a queima de um alcorão pelo pastor americano Terry Jones descambou em baderna. PS: Os trabalhadores da ONU não tinham nada a ver com o que tal pastor fez (CSMonitor).
Bíblias são queimadas, e nada acontece
Militares dos EUA queimaram bíblias que haviam sido enviadas para a base de Bagram, Afeganistão, por uma igreja. O motivo alegado foi que esta atitude poderia colocar em risco a vida dos soldados americanos neste país devotamente muçulmano. Não houve registros de badernas ou assassinatos por causa disto (2009,CNN)
Debate em universidade belga é interrompido por manifestações de islâmicos fundamentalistas
Típico. Eles fazem tudo para impedir o exercício da liberdade de expressão, e civilidade parece ser um termo que não existe no vocabulário deles. O debate entre a secularista Caroline Fourest e o Sr. Hervé Hasquin foi interrompido aos gritos de "apedrejem Fourest." Em 2006, a senhora Fourest externou repúdio à violência que seguiu a publicação das caricaturas de Maomé (8/2/2012, Islam in Europe).
Quebra-quebra na Macedônia
Muçulmanos promovem quebra-quebra e queimam igreja ortodoxa após o carnaval quando alguns homens se vestiram com burkas e ridicularizaram o Alcorão. No processo, os baderneiros defecaram na bandeira da Macedônia à frente da prefeitura, substituindo-a com a bandeira verde do Islã. (Google News, 31/1/2012)
Muçulmanos promovem quebra-quebra e queimam igreja ortodoxa após o carnaval quando alguns homens se vestiram com burkas e ridicularizaram o Alcorão. No processo, os baderneiros defecaram na bandeira da Macedônia à frente da prefeitura, substituindo-a com a bandeira verde do Islã. (Google News, 31/1/2012)
Do blog Infiel Atento.
Marcadores:
Guerra,
Intolerância,
Mortes,
Ofensa Religiosa,
Religião
Assinar:
Comentários (Atom)