A Consultoria Legislativa, órgão de assesoramento jurídico da Câmara dos Deputados, acabou de publicar parecer concluindo pela absoluta legitimidade do homeschooling, não havendo qualquer necessidade de legislação específica sobre isso:
http://www2.camara.leg.br/documentos-e-pesquisa/publicacoes/estnottec/areas-da-conle/tema11/2016-14308_quem-tem-medo-de-homeschooling_manoel-morais/view
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quarta-feira, 23 de novembro de 2016
terça-feira, 25 de outubro de 2016
Silvia Abravanel vai ‘ensinar’ a castidade na Escola das Princesas
Por Maria Carolina Maia
Apresentadora do Bom Dia & Companhia, programa infantil que ocupa as manhãs do SBT, Silvia Abravanel quer agora moldar uma parte de seu público. Na última semana, ela abriu em São Paulo a sua Escola de Princesas, filial do curso criado em Uberlândia para meninas de 4 a 15 anos que tomam um banho de conceitos e valores tradicionais, como o da iniciação sexual tardia.
Na sua opinião, há idade certa para uma menina começar a namorar e a ter relações sexuais? Um dos motivos por que estou me empenhando na Escola de Princesas é o resgate de valores morais das meninas que estão iniciando a vida sexual cedo demais. Fui educada para me casar virgem e comecei minha vida sexual tardiamente, não pulei fases e foi minha melhor escolha. Garanto que os pais e os avós irão nos agradecer por conseguirmos, nem que seja em um grupo pequeno, resgatarmos estes conceitos.
Leia mais aqui
Fonte: Veja
Apresentadora do Bom Dia & Companhia, programa infantil que ocupa as manhãs do SBT, Silvia Abravanel quer agora moldar uma parte de seu público. Na última semana, ela abriu em São Paulo a sua Escola de Princesas, filial do curso criado em Uberlândia para meninas de 4 a 15 anos que tomam um banho de conceitos e valores tradicionais, como o da iniciação sexual tardia.
Na sua opinião, há idade certa para uma menina começar a namorar e a ter relações sexuais? Um dos motivos por que estou me empenhando na Escola de Princesas é o resgate de valores morais das meninas que estão iniciando a vida sexual cedo demais. Fui educada para me casar virgem e comecei minha vida sexual tardiamente, não pulei fases e foi minha melhor escolha. Garanto que os pais e os avós irão nos agradecer por conseguirmos, nem que seja em um grupo pequeno, resgatarmos estes conceitos.
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segunda-feira, 20 de julho de 2015
Escola sem Partido. Combater a ideologização em sala de aula é censura?
Combater a ideologização em sala de aula é censura? NÃO
Censura é cerceamento à liberdade de expressão. Ocorre que não existe liberdade de expressão no exercício estrito da atividade docente. Se existisse, o professor não seria obrigado a transmitir aos alunos o conteúdo de sua disciplina: poderia usar suas aulas falando sobre futebol e novela.
Também não existe liberdade de expressão quando a pessoa se dirige a indivíduos que são obrigados a escutá-la, como os alunos numa sala de aula. Do contrário, a liberdade de consciência desses indivíduos –garantida pela Constituição– seria letra morta. O que a Carta Magna assegura ao professor é a liberdade de ensinar.
Essa liberdade, porém, não confere ao professor o direito de abusar do seu cargo e da audiência cativa dos alunos para promover suas convicções políticas e ideológicas.
Além de violar a liberdade de consciência dos alunos, essa prática ofende o princípio constitucional da neutralidade política e ideológica do Estado –que impede o uso da máquina pública em benefício desse ou daquele partido ou ideologia– e afronta a democracia, já que visa a desequilibrar o jogo político em favor de um dos competidores.
Censura é cerceamento à liberdade de expressão. Ocorre que não existe liberdade de expressão no exercício estrito da atividade docente. Se existisse, o professor não seria obrigado a transmitir aos alunos o conteúdo de sua disciplina: poderia usar suas aulas falando sobre futebol e novela.
Também não existe liberdade de expressão quando a pessoa se dirige a indivíduos que são obrigados a escutá-la, como os alunos numa sala de aula. Do contrário, a liberdade de consciência desses indivíduos –garantida pela Constituição– seria letra morta. O que a Carta Magna assegura ao professor é a liberdade de ensinar.
Essa liberdade, porém, não confere ao professor o direito de abusar do seu cargo e da audiência cativa dos alunos para promover suas convicções políticas e ideológicas.
Além de violar a liberdade de consciência dos alunos, essa prática ofende o princípio constitucional da neutralidade política e ideológica do Estado –que impede o uso da máquina pública em benefício desse ou daquele partido ou ideologia– e afronta a democracia, já que visa a desequilibrar o jogo político em favor de um dos competidores.
sexta-feira, 5 de junho de 2015
Palestra Profº Felipe Nery / Pastoral Familiar - RP3 - Maristela -SP
Palestra do Profº Felipe Nery sobre o tema "Ideologia de Gênero" realizada no XIII - Encontro Arquidiocesano Pastoral Familiar na Paróquia Santo Antônio de Maristela, Arquidiocese Sant'Ana de Botucatu.
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terça-feira, 10 de março de 2015
Despedida una profesora de guardería por negarse a leer cuentos sobre homosexualidad
Sarah Mbuyi, nueva víctima de los inquisidores de la ideología de género: el despido llegó después de que esta maestra británica cristiana fuera acusada de "acosar" a una compañera lesbiana por regalarle una Biblia.
REDACCIÓN HO.- Sarah Mbuyi, profesora cristiana de 30 años, de nacionalidad belga y que tras llegar a Gran Bretaña hace seis años reside en el norte de Londres, ha denunciado públicamente y ante los tribunales haber sido despedida de la guardería en la que trabajaba por 'discriminación religiosa', tras negarse a leer a los niños cuentos sobre parejas homosexuales. La maestra pone de relieve también que ya previamente le acusaron de "acosar" a una compañera lesbiana, a quien le regaló una Biblia cuando se recuperaba de un accidente.
Según informa el rotativo británico The Times, Sarah Mbuyi, que ahora está empleada en otra guardería, comenzó a trabajar para Newpark ChildCare, un grupo de cuatro escuelas infantiles con sede en Londres, el pasado mes de abril. Ese mismo mes, una trabajadora lesbianas también se unió al centro, en Shepherds Bush, al oeste de Londres.
Después de descubrir que Mbuyi era cristiana y de preguntarle reiteradamente por sus creencias, esta compañera acabó acusándola de "acoso" porque, tras pasar tiempo de recuperación en un hospital, Mbuyo le regaló una Biblia, según ha declarado ésta ante el tribunal. El presente, añadía Mbuyi, fue motivado por el interés que había esta colega en su fe, y añade que en ese momento fue bien recibido por la agasajada. Al mes siguiente, sin embargo, su compañera de trabajo la acusó de acosarla por su lesbianismo.
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segunda-feira, 10 de novembro de 2014
Os melhores comentários sobre o Enem 2014 na hashtag #aprendinoenem
#aprendinoenem que a partir da 145 eu já tava marcando A de Amor, B de baixinho C de coração
#AprendiNoEnem Se você chegar atrasada e fizer a desesperada, você ganhará uma bolsa de estudos. Amo.
#aprendinoenem que quanto mais vc lê a questão mais vc se embola kkk
#aprendinoenem que eu TERIA que saber quantos metros tem a maior piscina do mundo, ah pfvr
#aprendinoenem que quando chega na questão 136 você começa a enxergar tudo embassado e acha que ainda ta fazendo a prova de português
#aprendinoenem que em 2050 não teremos água e por consequência não teremos carne, arroz, soja e etc... Viva o canibalismo ! uhuuu
#aprendinoenem que...né... se vc quiser... né... uma faculdade... né... odontologia...né... vai ter que... né ... pagar ...né."
#aprendinoenem toda vez que o fiscal tirava um adesivo do tempo restante era tipo "
Kkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Administração...
Administra...
Adminis...
Admi...
Adm..
Ad...
A...
Amor, você já conhece os produtos jequiti? #aprendinoenem
#aprendinoenem que quando uma pessoa começa a comer na sala, todo mundo come também é a sala vira um restaurante
#aprendinoenem que tudo que vi de geografia na escola até hoje não adiantou pra nada porque não sei o que é dorsal mesoatlantica
" #aprendinoenem se o cara com diploma de desenhista industrial e que fala inglês não conseguiu um emprego, imagina eu"
"#aprendinoenem que quando falta vc e mais 3 pessoas começa uma corrida pra quem sai primeiro pra não ter q servir de testemunha da fiscal"
Psicologia
Psicologi
psicolog
psicolo
pisicol
psico
psic
psi
ps
p...
pra viagem ou pra comer aqui senhor?
#aprendinoenem
#AprendiNoEnem que o Lulu Santos estava certo sobre a frase "Hoje o tempo voa, amor"
#aprendinoenem que né... pagar faculdade... né é uma opção mais facil... né
#aprendinoenem Que chutei as questões de matemática mais que a Alemanha contra o Brasil na copa.
#aprendinoenem que 2050 vamos ficar sem água e carne
#aprendinoenem que crianças nordestinas, não conseguem construir frases, sem por um "né..." no final...
Fonte: twitter.com
#AprendiNoEnem Se você chegar atrasada e fizer a desesperada, você ganhará uma bolsa de estudos. Amo.
#aprendinoenem que quanto mais vc lê a questão mais vc se embola kkk
#aprendinoenem que eu TERIA que saber quantos metros tem a maior piscina do mundo, ah pfvr
#aprendinoenem que quando chega na questão 136 você começa a enxergar tudo embassado e acha que ainda ta fazendo a prova de português
#aprendinoenem que em 2050 não teremos água e por consequência não teremos carne, arroz, soja e etc... Viva o canibalismo ! uhuuu
#aprendinoenem que...né... se vc quiser... né... uma faculdade... né... odontologia...né... vai ter que... né ... pagar ...né."
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#aprendinoenem que tudo que vi de geografia na escola até hoje não adiantou pra nada porque não sei o que é dorsal mesoatlantica
" #aprendinoenem se o cara com diploma de desenhista industrial e que fala inglês não conseguiu um emprego, imagina eu"
"#aprendinoenem que quando falta vc e mais 3 pessoas começa uma corrida pra quem sai primeiro pra não ter q servir de testemunha da fiscal"
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#aprendinoenem que né... pagar faculdade... né é uma opção mais facil... né
#aprendinoenem Que chutei as questões de matemática mais que a Alemanha contra o Brasil na copa.
#aprendinoenem que 2050 vamos ficar sem água e carne
#aprendinoenem que crianças nordestinas, não conseguem construir frases, sem por um "né..." no final...
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quarta-feira, 7 de maio de 2014
Vitória da Família brasileira! PNE sem Ideologia de Gênero!
"Foi retirada a Ideologia de Gênero do Artigo. Somos todos vitoriosos pois fomos chamados a sermos intercessores nesta missão. Salve Maria!"

Ouça pela Rádio Vox a entrevista com o Padre José Eduardo sobre os acontecimentos durante a votação do PNE:
Ouça pela Rádio Vox a entrevista com o Padre José Eduardo sobre os acontecimentos durante a votação do PNE:
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sexta-feira, 25 de abril de 2014
A LUTA CONTINUA!
Próxima sessão de votação será dia 6 de maio. Precisa ser votada a meta 3.13, mantendo o texto do Senado e não o da Câmara. Aí sim, estará erradicada a ideologia de gênero do Plano Nacional de Educação.
Fonte: Facebook
Fonte: Facebook
segunda-feira, 14 de abril de 2014
Pais católicos reagem a ‘progressiva perda da identidade católica’ nas escolas confessionais.
Os Pais Católicos de Belém estiveram dia 31/03/2014, com Dom Alberto Taveira Corrêa, Arcebispo de Belém. O encontro foi marcado para levar ao conhecimento do Arcebispo as preocupações dos pais com o progressivo relativismo da fé e da moral em instituições de ensino católicas, abrindo as portas para a doutrinação marxista, o anti-catolicismo, a educação sexual e a ideologia de gênero, esta última já em processo de gestação com a esperada aprovação do projeto de Lei do Plano Nacional de Educação. Oportunamente, os Pais Católicos entregaram uma carta (Veja íntegra abaixo) na qual demonstram tais ocorrências, justificando suas posições, e alertando que já há até mesmo pais que pensam na possibilidade de retirarem seus filhos das aulas de ensino religioso. Dom Alberto Taveira comungou das inquietações e anseios dos pais, comprometendo-se em agir em prol do fortalecimento de uma autêntica educação cristã católica, tendo pedido que os pais evitem retirar seus filhos das aulas de ensino religioso antes que outras providências sejam tomadas. Os integrantes da Comissão destacada para falar com D. Alberto Taveira, em representação a todo o grupo, declararam-se esperançosos e otimistas. Aos pais e mães que desejarem saber algo mais sobre os Pais Católicos, entrem em contato com klauber.pires@gmail.com *****
À V. Rev.mª Dom Alberto Taveira Corrêa, Arcebispo de Belém,
CARTA DOS PAIS CATÓLICOS
Somos um grupo de pais católicos devotados à educação integral de nossos filhos e das crianças e jovens em geral à luz da doutrina e dos ensinamentos da Igreja. Nos últimos anos, temos nos deparado com algumas inovações metodológicas e curriculares que têm sido apresentadas e ensinadas nas escolas católicas em que nossos filhos estudam e que têm nos preocupado severamente.
Entre tais mudanças, temos percebido um progressivo relativismo da fé católica, em várias disciplinas como ciências, história, geografia e filosofia, que têm se pautado por intensa doutrinação ideológica de corte marxista, com a finalidade muito evidente de influenciar os jovens para que se transformem em futuros militantes. Nos cursos de história, os santos padres que se empenharam na missão de levar a Palavra de Deus aos mais inóspitos rincões, muitas vezes com sério risco de morte, são retratados sob a ótica da teoria marxista da “estrutura e superestrutura” e da luta de classes, no afã de prepararem os índios para a invasão pelo homem branco e para serem tornados escravos. Nas aulas de ciências Galileu Galilei é representado como um herói da ciência contra as trevas da Igreja Católica. Quanto a este fato em particular, fortemente impregnado no imaginário escolar, recomendamos a lição brilhante do Professor da Thomas Woods Jr, que em seu livro intitulado “Como a Igreja Católica Construiu a Civilização Ocidental”, revela que a teoria de Galileu Galilei era derivada da teoria de Copérnico, tendo sido na época acolhida como uma teoria, por faltas de provas mais convincentes.
Na disciplina intitulada “Ensino religioso”, que mais propriamente se encaixa como uma “sociologia das religiões”, o Cristianismo, quando não é substituído totalmente por aulas sobre islamismo, hinduísmo, budismo, umbanda, candomblé e ainda outras, é retratado como uma variante cultural humana, isto é, por uma opção a mais entre todas as outras, que passam a equivaler-se entre si. Sob tal abordagem, Jesus Cristo deixa de ser o Deus encarnado para ser apresentado como um mero “líder religioso”, e os milagres são desacreditados com supostas explicações alegadamente científicas ou antropológicas.
As aulas de educação sexual têm sido ministradas sob forte incentivo do atual governo em promover a sexualidade precoce, o sexismo divorciado de amor e compromisso, o homossexualismo e a promiscuidade. Uma mãe nos relatou que meninos e meninas de apenas dez anos assistiram recentemente a um vídeo apresentando nada menos que um parto natural! Crianças em tenra idade, as mais das vezes com menos de treze anos, são ensinadas em aulas práticas a vestirem bananas com preservativos. Tal atividade de classe vai em rumo de colisão contra nossas convicções morais e religiosas de valorização da abstinência sexual até o casamento, da fidelidade conjugal e contra o uso de preservativos, que oportunamente, salientamos ser sabido hoje que possui um índice de falibilidade altíssimo, de cerca de 30%, seja porque não protege contra as partes não cobertas ou porque os vírus – entre os quais o HPV – possuem um tamanho aproximadamente 10.000 vezes menor que os microporos do látex.
Com o relaxamento da fé católica, as escolas católicas têm sido se tornado docilmente receptivas à campanha da vacinação contra o vírus HPV, uma Doença Sexualmente Transmissível – DST. Em recente palestra promovida pela Sesma – Secretaria Municipal de Saúde no Colégio Nazaré, um dos slides referia-se a meninas de 9 e 10 a 12 anos como “adolescentes”, um termo que observamos ter sido usado deliberadamente com a finalidade de desarmar as prevenções dos pais.
Ainda com relação à campanha contra o vírus HPV, temos evidências bastante contundentes de que o contágio não se produz com os carinhos típicos dos jovens em idade de paqueras, isto é por beijos e abraços, sendo desconhecidos os casos de transmissão por este meio, assim como temos descoberto testemunhos de médicos que afirmam ser esta vacina de eficácia duvidosa e potencialmente arriscada, com relatos de até paralisia e morte! Com relação a este fato, a empresa Glaxo-Smith-Klyne foi multada em 3 bilhões de dólares nos EUA, por produzir informações sobre suas vacinas e remédios com o objetivo de conseguir contratos bilionários de vacinações e vendas de remédios para diferentes governos.
Todavia, o que nos salta aos olhos foi descobrir que há relatos de vacinações em massa praticadas por outros países nas quais foram encontrados agentes abortivos e esterilizantes, estando uma organização internacional voltada para a prática de abortos e esterilizações por meio de vacinas – a Planned Parenthood – envolvida, e que o Laboratório Merck doou recentemente dinheiro para esta instituição. Ora, não é no mínimo muito suspeito que um fabricante de remédios e vacinas faça doações vultosas para uma entidade aborteira e que adota como estratégia de esterilização as vacinações em massa?
Querido Dom Alberto Taveira, as ameaças contra a família católica não acabam por aí! Nesta próxima quarta-feira, será votado o Plano Nacional de Educação, que incluirá a “ideologia de Gênero”, pela qual os professores das redes públicas e privadas passarão a promover o combate às diferenciações naturais entre meninos e meninas, acusando-as como fruto de preconceitos machistas. Segundo o Professor Hermes Rodrigues Nery: A revolução em curso, de premissas anarcofeministas, posta em movimento pelas mulheres empoderadas por Dilma Rousseff em seu governo, principalmente na Secretaria de Políticas para as Mulheres, sabe que precisa instrumentalizar toda a rede de ensino para seus fins de perversão, fazendo dos professores escravos de uma ideologia, obrigados a ensinar e doutrinar as crianças, desde a mais tenra idade, de que a identidade sexual não pode estar condicionada a um determinismo biológico, pois que seria uma construção sócio-cultural, e não pode haver diferenças também nesta dimensão relacional, pois – para elas – as diferenças acentuam lógicas de dominação e poder.
Os professores serão obrigados a concordar com uma ideologia eivada de equívocos, e de efeitos sociais danosos, mas terão de repetir a cartilha igualitária do MEC se quiserem sobreviver. E as escolas particulares que questionarem o conteúdo ideológico imposto, sofrerão sanções. A forma de fechar o cerco e acuar todos na redoma será criar e consolidar o Sistema Único de Educação, para garantir a uniformização do pensamento na rede de ensino. Não se admitirá quem destoe do discurso oficial. E o governo do PT continuará dizendo que tudo isso é democracia.
Do exposto, viemos nos apresentar para a defesa da Tradição Católica, mormente nas escolas católicas, conforme o magistério da Igreja, evidenciando nossa intenção de responder concretamente a tais posicionamentos anticatólicos, buscando apoio e orientações da Igreja, que é Mãe e Mestra;
Para tal mister, faz-se necessário conhecer qual a influência que a Igreja Local teria sobre a autonomia das escolas católicas particulares, bem como há alguma movimentação da Arquidiocese neste sentido, como por exemplo, se há algum padre designado para tratar o assunto, senão o que oferecemos tal medida como sugestão. Também gostaríamos de sugerir semanas e jornadas católicas e em defesa da família, nas igrejas e escolas católicas.
Querido Arcebispo! Devido ao que tão resumidamente expusemos aqui, alguns pais do nosso grupo vêm solicitando a dispensa de seus filhos das aulas de ensino religioso, e isto nos causa uma tristeza tão pungente que um dos pais relembrou que em sua época de estudante, eram os judeus e protestantes a sair da sala de aula de ensino religioso, em respeito às suas respectivas convicções religiosas por parte das instituições de ensino católicas, enquanto que agora são seus filhos – católicos (!) – que saem das aulas de religião em um colégio – católico(!)
Respeitosamente, pedimos vossa benção e rogamos avaliar as nossas preocupações. Belém, 31 de março de 2014. (Assinam os pais)
Fonte: http://libertatum.blogspot.com.br/2014/04/pais-catolicos-encontram-se-com-d.html - See more at:
http://centralcatolica.com/index.php/show/post/9497#sthash.7noOz9RJ.dpuf
sexta-feira, 21 de março de 2014
Católicos manifestaram contra a Ideologia de Gênero na Câmara Federal, veja fotos.
Esta manifestação ocorreu no dia 19 de março de 2014. Onde seria votado o PNE (Plano Nacional de Educação). A votação foi adiada.
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quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
A mensagem de Bento XVI para Dia Mundial da Paz (2012)
EDUCAR OS JOVENS PARA A
JUSTIÇA E A PAZ
A mensagem de Bento XVI para a
celebração do XLV Dia Mundial da Paz
CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 16 de
dezembro de 2011(ZENIT.org)-
Apresentamos na íntegra a Mensagem de Sua Santidade Bento XVI para a Celebração
do XLV Dia Mundial da Paz, dia 01 de janeiro de 2012.
***
EDUCAR OS JOVENS PARA
A JUSTIÇA E A PAZ
1. O INÍCIO DE UM NOVO ANO, dom de Deus
à humanidade, induz-me a desejar a todos, com grande confiança e estima, de modo
especial que este tempo, que se abre diante de nós, fique marcado concretamente
pela justiça e a paz.
Com qual atitude devemos olhar para o
novo ano? No salmo 130, encontramos uma imagem muito bela. O salmista diz que o
homem de fé aguarda pelo Senhor « mais do que a sentinela pela aurora » (v. 6),
aguarda por Ele com firme esperança, porque sabe que trará luz, misericórdia,
salvação. Esta expectativa nasce da experiência do povo eleito, que reconhece
ter sido educado por Deus a olhar o mundo na sua verdade sem se deixar abater
pelas tribulações. Convido-vos a olhar o ano de 2012 com esta atitude
confiante. É verdade que, no ano que termina, cresceu o sentido de frustração
por causa da crise que aflige a sociedade, o mundo do trabalho e a economia;
uma crise cujas raízes são primariamente culturais e antropológicas. Quase
parece que um manto de escuridão teria descido sobre o nosso tempo, impedindo
de ver com clareza a luz do dia.
Mas, nesta escuridão, o coração do
homem não cessa de aguardar pela aurora de que fala o salmista. Esta
expectativa mostra-se particularmente viva e visível nos jovens; e é por isso
que o meu pensamento se volta para eles, considerando o contributo que podem e
devem oferecer à sociedade. Queria, pois, revestir a Mensagem para o XLV Dia
Mundial da Paz duma perspectiva educativa: « Educar os jovens para a justiça e a
paz », convencido de que eles podem, com o
seu entusiasmo e idealismo, oferecer uma nova esperança ao mundo.
A minha Mensagem dirige-se também aos
pais, às famílias, a todas as componentes educativas, formadoras, bem como aos
responsáveis nos diversos âmbitos da vida religiosa, social, política,
económica, cultural e mediática. Prestar atenção ao mundo juvenil, saber
escutá-lo e valorizá-lo para a construção dum futuro de justiça e de paz não é
só uma oportunidade mas um dever primário de toda a sociedade.
Trata-se de comunicar aos jovens o
apreço pelo valor positivo da vida, suscitando neles o desejo de consumá-la ao
serviço do Bem. Esta é uma tarefa, na qual todos nós estamos, pessoalmente,
comprometidos.
As preocupações manifestadas por muitos
jovens nestes últimos tempos, em várias regiões do mundo, exprimem o desejo de
poder olhar para o futuro com fundada esperança. Na hora actual, muitos são os
aspectos que os trazem apreensivos: o desejo de receber uma formação que os
prepare de maneira mais profunda para enfrentar a realidade, a dificuldade de
formar uma família e encontrar um emprego estável, a capacidade efectiva de
intervir no mundo da política, da cultura e da economia contribuindo para a
construção duma sociedade de rosto mais humano e solidário.
É importante que estes fermentos e o
idealismo que encerram encontrem a devida atenção em todas as componentes
da sociedade. A Igreja olha para os jovens com esperança, tem confiança neles e
encoraja-os a procurarem a verdade, a defenderem o bem comum, a possuírem
perspectivas abertas sobre o mundo e olhos capazes de ver « coisas novas » (Is 42, 9; 48, 6).
Os
responsáveis da educação
2. A educação é a aventura mais fascinante
e difícil da vida. Educar – na sua etimologia latina educere – significa conduzir para fora de si mesmo ao
encontro da realidade, rumo a uma plenitude que faz crescer a pessoa. Este
processo alimenta-se do encontro de duas liberdades: a do adulto e a do jovem.
Isto exige a responsabilidade do discípulo, que deve estar disponível para se
deixar guiar no conhecimento da realidade, e a do educador, que deve estar
disposto a dar-se a si mesmo. Mas, para isso, não bastam meros dispensadores de
regras e informações; são necessárias testemunhas autênticas, ou seja,
testemunhas que saibam ver mais longe do que os outros, porque a sua vida
abraça espaços mais amplos. A testemunha é alguém que vive, primeiro, o caminho
que propõe.
E quais são os lugares onde amadurece
uma verdadeira educação para a paz e a justiça? Antes de mais nada, a família,
já que os pais são os primeiros educadores. A família é célula originária da
sociedade. « É na família que os filhos aprendem os valores humanos e cristãos
que permitem uma convivência construtiva e pacífica. É na família que aprendem
a solidariedade entre as gerações, o respeito pelas regras, o perdão e o
acolhimento do outro ».[1] Esta é a primeira escola, onde se educa para a
justiça e a paz.
Vivemos num mundo em que a família e
até a própria vida se vêem constantemente ameaçadas e, não raro, destroçadas.
Condições de trabalho frequentemente pouco compatíveis com as responsabilidades
familiares, preocupações com o futuro, ritmos frenéticos de vida, emigração à
procura dum adequado sustentamento se não mesmo da pura sobrevivência, acabam
por tornar difícil a possibilidade de assegurar aos filhos um dos bens mais
preciosos: a presença dos pais; uma presença, que permita compartilhar de forma
cada vez mais profunda o caminho para se poder transmitir a experiência e as
certezas adquiridas com os anos – o que só se torna viável com o tempo passado
juntos. Queria aqui dizer aos pais para não desanimarem! Com o exemplo da sua
vida, induzam os filhos a colocar a esperança antes de tudo em Deus, o único de
quem surgem justiça e paz autênticas.
Quero dirigir-me também aos responsáveis
das instituições com tarefas educativas: Velem, com grande sentido de
responsabilidade, por que seja respeitada e valorizada em todas as
circunstâncias a dignidade de cada pessoa. Tenham a peito que cada jovem possa
descobrir a sua própria vocação, acompanhando-o para fazer frutificar os dons
que o Senhor lhe concedeu. Assegurem às famílias que os seus filhos não terão
um caminho formativo em contraste com a sua consciência e os seus princípios
religiosos.
Possa cada ambiente educativo ser lugar
de abertura ao transcendente e aos outros; lugar de diálogo, coesão e escuta,
onde o jovem se sinta valorizado nas suas capacidades e riquezas interiores e
aprenda a apreciar os irmãos. Possa ensinar a saborear a alegria que deriva de
viver dia após dia a caridade e a compaixão para com o próximo e de participar
activamente na construção duma sociedade mais humana e fraterna.
Dirijo-me, depois, aos responsáveis
políticos, pedindo-lhes que ajudem concretamente as famílias e as instituições
educativas a exercerem o seu direito-dever de educar. Não deve jamais faltar um
adequado apoio à maternidade e à paternidade. Actuem de modo que a ninguém seja
negado o acesso à instrução e que as famílias possam escolher livremente as
estruturas educativas consideradas mais idóneas para o bem dos seus filhos.
Esforcem-se por favorecer a reunificação das famílias que estão separadas
devido à necessidade de encontrar meios de subsistência. Proporcionem aos
jovens uma imagem transparente da política, como verdadeiro serviço para o bem de
todos.
Não posso deixar de fazer apelo ainda
ao mundo dos media para que prestem a sua contribuição educativa. Na
sociedade actual, os meios de comunicação de massa têm uma função particular:
não só informam, mas também formam o espírito dos seus destinatários e,
consequentemente, podem concorrer notavelmente para a educação dos jovens. É
importante ter presente a ligação estreitíssima que existe entre educação e
comunicação: de facto, a educação realiza-se por meio da comunicação, que
influi positiva ou negativamente na formação da pessoa.
Também os jovens devem ter a coragem de
começar, eles mesmos, a viver aquilo que pedem a quantos os rodeiam. Que tenham
a força de fazer um uso bom e consciente da liberdade, pois cabe-lhes em tudo
isto uma grande responsabilidade: são responsáveis pela sua própria educação e
formação para a justiça e a paz.
Educar
para a verdade e a liberdade
3. Santo Agostinho perguntava-se:
« Quid
enim fortius desiderat anima quam veritatem – que deseja o homem mais intensamente do que a
verdade? ».[2] O rosto humano duma sociedade depende muito da
contribuição da educação para manter viva esta questão inevitável. De facto, a
educação diz respeito à formação integral da pessoa, incluindo a dimensão moral
e espiritual do seu ser, tendo em vista o seu fim último e o bem da sociedade a
que pertence. Por isso, a fim de educar para a verdade, é preciso antes de mais
nada saber que é a pessoa humana, conhecer a sua natureza. Olhando a realidade
que o rodeava, o salmista pôs-se a pensar: « Quando contemplo os céus, obra das
vossas mãos, a lua e as estrelas que Vós criastes: que é o homem para Vos
lembrardes dele, o filho do homem para com ele Vos preocupardes? » (Sal 8, 4-5). Esta é a pergunta fundamental que nos
devemos colocar: Que
é o homem? O homem é um ser que traz no
coração uma sede de infinito, uma sede de verdade – não uma verdade parcial,
mas capaz de explicar o sentido da vida –, porque foi criado à imagem e
semelhança de Deus. Assim, o facto de reconhecer com gratidão a vida como dom
inestimável leva a descobrir a dignidade profunda e a inviolabilidade própria
de cada pessoa. Por isso, a primeira educação consiste em aprender a reconhecer
no homem a imagem do Criador e, consequentemente, a ter um profundo respeito
por cada ser humano e ajudar os outros a realizarem uma vida conforme a esta
sublime dignidade. É preciso não esquecer jamais que « o autêntico
desenvolvimento do homem diz respeito unitariamente à totalidade da pessoa em
todas as suas dimensões »,[3] incluindo a transcendente, e que não se pode
sacrificar a pessoa para alcançar um bem particular, seja ele económico ou
social, individual ou colectivo.
Só na relação com Deus é que o homem
compreende o significado da sua liberdade, sendo tarefa da educação formar para
a liberdade autêntica. Esta não é a ausência de vínculos, nem o império do
livre arbítrio; não é o absolutismo do eu. Quando o homem se crê um ser
absoluto, que não depende de nada nem de ninguém e pode fazer tudo o que lhe
apetece, acaba por contradizer a verdade do seu ser e perder a sua liberdade.
De facto, o homem é precisamente o contrário: um ser relacional, que vive em
relação com os outros e sobretudo com Deus. A liberdade autêntica não pode
jamais ser alcançada, afastando-se d’Ele.
A liberdade é um valor precioso, mas
delicado: pode ser mal entendida e usada mal. « Hoje um obstáculo
particularmente insidioso à acção educativa é constituído pela presença maciça,
na nossa sociedade e cultura, daquele relativismo que, nada reconhecendo como
definitivo, deixa como última medida somente o próprio eu com os seus desejos
e, sob a aparência da liberdade, torna-se para cada pessoa uma prisão, porque
separa uns dos outros, reduzindo cada um a permanecer fechado dentro do próprio
“eu”. Dentro de um horizonte relativista como este, não é possível, portanto,
uma verdadeira educação: sem a luz da verdade, mais cedo ou mais tarde cada
pessoa está, de facto, condenada a duvidar da bondade da sua própria vida e das
relações que a constituem, da validez do seu compromisso para construir com os
outros algo em comum ».[4]
Por conseguinte o homem, para exercer a
sua liberdade, deve superar o horizonte relativista e conhecer a verdade sobre
si próprio e a verdade acerca do que é bem e do que é mal. No íntimo da
consciência, o homem descobre uma lei que não se impôs a si mesmo, mas à qual deve
obedecer e cuja voz o chama a amar e fazer o bem e a fugir do mal, a assumir a
responsabilidade do bem cumprido e do mal praticado.[5] Por isso o exercício da liberdade está intimamente
ligado com a lei moral natural, que tem carácter universal, exprime a dignidade
de cada pessoa, coloca a base dos seus direitos e deveres fundamentais e,
consequentemente, da convivência justa e pacífica entre as pessoas.
Assim o recto uso da liberdade é um
ponto central na promoção da justiça e da paz, que exigem a cada um o respeito
por si próprio e pelo outro, mesmo possuindo um modo de ser e viver distante do
meu. Desta atitude derivam os elementos sem os quais paz e justiça permanecem
palavras desprovidas de conteúdo: a confiança recíproca, a capacidade de
encetar um diálogo construtivo, a possibilidade do perdão, que muitas vezes se
quereria obter mas sente-se dificuldade em conceder, a caridade mútua, a
compaixão para com os mais frágeis, e também a prontidão ao sacrifício.
Educar
para a justiça
4. No nosso mundo, onde o valor da
pessoa, da sua dignidade e dos seus direitos, não obstante as proclamações de
intentos, está seriamente ameaçado pela tendência generalizada de recorrer
exclusivamente aos critérios da utilidade, do lucro e do ter, é importante não
separar das suas raízes transcendentes o conceito de justiça. De facto, a
justiça não é uma simples convenção humana, pois o que é justo determina-se
originariamente não pela lei positiva, mas pela identidade profunda do ser
humano. É a visão integral do homem que impede de cair numa concepção
contratualista da justiça e permite abrir também para ela o horizonte da solidariedade
e do amor.[6]
Não podemos ignorar que certas
correntes da cultura moderna, apoiadas em princípios económicos racionalistas e
individualistas, alienaram das suas raízes transcendentes o conceito de
justiça, separando-o da caridade e da solidariedade. Ora « a “cidade do homem”
não se move apenas por relações feitas de direitos e de deveres, mas antes e
sobretudo por relações de gratuidade, misericórdia e comunhão. A caridade
manifesta sempre, mesmo nas relações humanas, o amor de Deus; dá valor teologal
e salvífico a todo o empenho de justiça no mundo ».[7]
« Felizes os que têm fome e sede de
justiça, porque serão saciados » (Mt 5,
6). Serão saciados, porque têm fome e sede de relações justas com Deus, consigo
mesmo, com os seus irmãos e irmãs, com a criação inteira.
Educar
para a paz
5. « A paz não é só ausência de guerra,
nem se limita a assegurar o equilíbrio das forças adversas. A paz não é
possível na terra sem a salvaguarda dos bens das pessoas, a livre comunicação
entre os seres humanos, o respeito pela dignidade das pessoas e dos povos e a
prática assídua da fraternidade ».[8] A paz é fruto da justiça e efeito da caridade. É,
antes de mais nada, dom de Deus. Nós, os cristãos, acreditamos que a nossa
verdadeira paz é Cristo: n’Ele, na sua Cruz, Deus reconciliou consigo o mundo e
destruiu as barreiras que nos separavam uns dos outros (cf. Ef 2, 14-18); n’Ele, há uma única família reconciliada
no amor.
A paz, porém, não é apenas dom a ser
recebido, mas obra a ser construída. Para sermos verdadeiramente artífices de
paz, devemos educar-nos para a compaixão, a solidariedade, a colaboração, a
fraternidade, ser activos dentro da comunidade e solícitos em despertar as
consciências para as questões nacionais e internacionais e para a importância
de procurar adequadas modalidades de redistribuição da riqueza, de promoção do
crescimento, de cooperação para o desenvolvimento e de resolução dos conflitos.
« Felizes os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus » – diz Jesus
no sermão da montanha (Mt 5, 9).
A paz para todos nasce da justiça de
cada um, e ninguém pode subtrair-se a este compromisso essencial de promover a
justiça segundo as respectivas competências e responsabilidades. De forma
particular convido os jovens, que conservam viva a tensão pelos ideais, a
procurarem com paciência e tenacidade a justiça e a paz e a cultivarem o gosto
pelo que é justo e verdadeiro, mesmo quando isso lhes possa exigir sacrifícios
e obrigue a caminhar contracorrente.
Levantar
os olhos para Deus
6. Perante o árduo desafio de percorrer
os caminhos da justiça e da paz, podemos ser tentados a interrogar-nos como o
salmista: « Levanto os olhos para os montes, de onde me virá o auxílio? » (Sal 121, 1).
A todos, particularmente aos jovens,
quero bradar: « Não são as ideologias que salvam o mundo, mas unicamente o
voltar-se para o Deus vivo, que é o nosso criador, o garante da nossa
liberdade, o garante do que é deveras bom e verdadeiro (…), o voltar-se sem
reservas para Deus, que é a medida do que é justo e, ao mesmo tempo, é o amor
eterno. E que mais nos poderia salvar senão o amor? ».[9] O amor rejubila com a verdade, é a força que torna
capaz de comprometer-se pela verdade, pela justiça, pela paz, porque tudo
desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta (cf. 1 Cor 13, 1-13).
Queridos jovens, vós sois um dom
precioso para a sociedade. Diante das dificuldades, não vos deixeis invadir
pelo desânimo nem vos abandoneis a falsas soluções, que frequentemente se
apresentam como o caminho mais fácil para superar os problemas. Não tenhais
medo de vos empenhar, de enfrentar a fadiga e o sacrifício, de optar por
caminhos que requerem fidelidade e constância, humildade e dedicação.
Vivei com confiança a vossa juventude e
os anseios profundos que sentis de felicidade, verdade, beleza e amor
verdadeiro. Vivei intensamente esta fase da vida, tão rica e cheia de
entusiasmo.
Sabei que vós mesmos servis de exemplo
e estímulo para os adultos, e tanto mais o sereis quanto mais vos esforçardes
por superar as injustiças e a corrupção, quanto mais desejardes um futuro
melhor e vos comprometerdes a construí-lo. Cientes das vossas potencialidades,
nunca vos fecheis em vós próprios, mas trabalhai por um futuro mais luminoso
para todos. Nunca vos sintais sozinhos! A Igreja confia em vós, acompanha-vos,
encoraja-vos e deseja oferecer-vos o que tem de mais precioso: a possibilidade
de levantar os olhos para Deus, de encontrar Jesus Cristo – Ele que é a justiça
e a paz.
Oh vós todos, homens e mulheres, que
tendes a peito a causa da paz! Esta não é um bem já alcançado mas uma meta, à
qual todos e cada um deve aspirar. Olhemos, pois, o futuro com maior esperança,
encorajemo-nos mutuamente ao longo do nosso caminho, trabalhemos para dar ao
nosso mundo um rosto mais humano e fraterno e sintamo-nos unidos na
responsabilidade que temos para com as jovens gerações, presentes e futuras,
nomeadamente quanto à sua educação para se tornarem pacíficas e pacificadoras!
Apoiado em tal certeza, envio-vos estas refl exões que se fazem apelo: Unamos
as nossas forças espirituais, morais e materiais, a fim de « educar os jovens
para a justiça e a paz ».
Vaticano, 8 de
Dezembro de 2011.
BENEDICTUS PP XVI
Notas
[1] Bento XVI, Discurso aos
administradores da Região do Lácio, do Município e da Província de Roma (14 de Janeiro de 2011): L’Osservatore Romano (ed. port. de 22/I/2011), 5.
[3] Bento XVI, Carta enc. Caritas in
veritate (29 de Junho de
2009), 11: AAS 101 (2009), 648; cf. Paulo VI, Carta enc. Populorum
progressio (26 de Março de
1967), 14: AAS 59 (1967), 264.
[4] Bento XVI, Discurso por
ocasião da abertura do Congresso eclesial diocesano na Basílica de São João de
Latrão (6 de Junho de
2005): AAS 97 (2005), 816.
[5] Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. past. sobre a Igreja
no mundo contemporâneo Gaudium et spes, 16.
[6] Cf. Bento XVI, Discurso no
Parlamento federal alemão (Berlim,
22 de Setembro de 2011):L’Osservatore
Romano (ed. port. de 24/IX/2011), 4-5.
[9] Bento XVI, Homilia durante
a vigília com os jovens (Colónia,
20 de Agosto de 2005): AAS97 (2005), 885-886.
sábado, 4 de junho de 2011
Dilma e Haddad não gostaram do Kit Gay
"Eu vi. Tem uma parte que realmente não gostei" Haddad
"Este, então, se irritou contra a Mulher e foi fazer guerra ao resto de sua descendência, aos que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus". (Ap 12,17)
Voltando à Presidenta e seu Capacho, eles disseram na reportagem não ter gostado do Kit. Queria acreditar que tivessem asco deste nojento e impregnoso impulsionador de pecados, mas pelo conjunto de tantos desmantelos desta cambada de petistas, vejo que acharam pouco o que o kit apresenta. Devem estar esperando um tempo mais adequado para lançarem um mal maior a Família, como o STF teve a grande ousadia de fazer.
Confira aqui a reportagem.
“A presidenta entendeu que esse material não combate a homofobia. Não foi desenhado de maneira apropriada para promover aquilo que ele pretende, que é o combate a violência. (...) Os vídeos poderão ser integralmente refeitos”, afirmou Haddad.
O que se deve lembrar ao Ministro Haddad, é que são os próprios Gays que criaram a tal 'homofobia', eles não se suportam. Se degladiam diuturnamente, são os próprios assassinos e agressores. Não são os heteros que se deitam com um homo e o fere. Pelo contrário, os defensores da integridade dos Homossexuais são aqueles a quem eles acusam.
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