Problema nenhum para os Brasileiros. Até pelo contrário. Caso a Empresa feche as portas, economicamente iremos sair no LUCRO, pois uma Empresa que praticava domínio na compra e venda de carne, que agigantou-se por meios injustos, ilegais e politiqueiros, pagando propina a políticos corruptos, tem que fechar mesmo. E a cada dia que ficar aberta será uma ofensa à Nação.
As práticas ilegais e imorais da JBS feriram o Mercado, implantando vícios e quebrando a liberdade de comercialização. A compra e venda de carnes seguiam protocolo de vias unilateral; Produtores agiam presos às condutas da JBS.
Pensa em quantas Trabalhadores deixaram de produzir afetando a economia por causa das doenças adquiridas ao consumir a carne podre.
Analise quantas pessoas lotaram os hospitais, pessoas de vida ativa, sem histórico de doenças, que com isto mudaram a economia pública, porque passaram a ocupar um leito e afetando o SUS.
Pessoas que passaram a ficar inválidas em suas atividades e com isto tiveram que receber auxilio ou se aposentarem por causa das doenças.
Empresários que quebraram-se por motivos de doenças e também por causa da manipulação do Mercado de carne. Frigoríficos quebrados, produtores falidos, transportadoras em dívidas...
Se a JBS continuar em prática, o Brasil irá continuar a falir. Melhor falir uma Empresa criminosa (JBS) do que os Justos Trabalhadores desta nação.
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quarta-feira, 22 de março de 2017
Qual o problema da falência da JBS?
sexta-feira, 28 de outubro de 2016
A PEC e as mentiras
Por RICARDO AMORIM·
Para variar, os que têm interesse que o atual governo dê errado ou querem manter as mamatas e a corrupção e, para isso precisam de dinheiro escorrendo pelas mãos do governo, estão espalhando uma série de mentiras a respeito da PEC241.
Alguns esclarecimentos:
1. A PEC não pune os mais necessitados. Ao contrário, ela os protege. Ela não requer nenhum corte em nenhum gasto social e, ao reduzir as preocupações com a solvência do setor público brasileiro colabora para o crescimento dos investimentos das empresas e a geração de empregos. Como o desemprego é mais alto exatamente entre os mais necessitados, eles serão os maiores beneficiados pela medida.
2. A PEC não só não força o governo a cortar gasto nenhum, como ainda permite que os gastos totais cresçam de acordo com a inflação. A grande sacada da PEC é que, ao colaborar para a retomada da confiança no país, ela permite que o país volte a crescer - coisa que não acontece há 3 anos - e com isso, a arrecadação de impostos cresça mais do que os gastos, o que faz com que o desequilíbrio entre gastos e receitas do governo diminua ao longo do tempo. Isto é necessário porque, neste ano, o governo federal gastará R$170 bilhões a mais do que arrecadará, excluindo gastos com juros da dívida.
3. O prazo de 20 anos da PEC é sinal de leniência, não de dureza. O ideal seria que as contas públicas fossem reequilibradas já, com um corte dos gastos públicos de R$170 bilhões. A PEC existe para evitar efeitos traumáticos que este tratamento de choque acarretaria em alguns setores da população, diluindo o ajuste que deveria acontecer agora para um período de 20 anos.
4. A PEC não exige redução de gastos com saúde e educação pelos próximos 20 anos. Aliás, a PEC não impede que os gastos com saúde e educação ou quaisquer outros gastos dupliquem, tripliquem ou cresçam dez vezes ou mais ao longo deste período. Tudo que ela exige é que os gastos totais do governo não cresçam mais do que a inflação. Na prática, ela força o governo a se aproximar um pouquinho da disciplina que toda família tem de ter em casa: não gastar mais do que ganha. Sem a PEC, o governo não prioriza nem controla gastos, ele aumenta seus gastos totais acima da inflação constantemente e passa a conta à população com cada vez mais e maiores impostos.
Em resumo, a PEC é necessária para impedir que todos os brasileiros continuem sendo penalizados com impostos que não param de subir, enquanto os brasileiros recebem serviços públicos de péssima qualidade.
O texto original da PEC para você conferir com seus próprios olhos:
http://bit.ly/2eL63I0
Ricardo Amorim, autor do bestseller Depois da Tempestade, apresentador do Manhattan Connection da Globonews, único brasileiro entre os melhores palestrantes mundiais do Speakers Corner e o economista mais influente do Brasil segundo a revista Forbes.
Para variar, os que têm interesse que o atual governo dê errado ou querem manter as mamatas e a corrupção e, para isso precisam de dinheiro escorrendo pelas mãos do governo, estão espalhando uma série de mentiras a respeito da PEC241.
Alguns esclarecimentos:
1. A PEC não pune os mais necessitados. Ao contrário, ela os protege. Ela não requer nenhum corte em nenhum gasto social e, ao reduzir as preocupações com a solvência do setor público brasileiro colabora para o crescimento dos investimentos das empresas e a geração de empregos. Como o desemprego é mais alto exatamente entre os mais necessitados, eles serão os maiores beneficiados pela medida.
2. A PEC não só não força o governo a cortar gasto nenhum, como ainda permite que os gastos totais cresçam de acordo com a inflação. A grande sacada da PEC é que, ao colaborar para a retomada da confiança no país, ela permite que o país volte a crescer - coisa que não acontece há 3 anos - e com isso, a arrecadação de impostos cresça mais do que os gastos, o que faz com que o desequilíbrio entre gastos e receitas do governo diminua ao longo do tempo. Isto é necessário porque, neste ano, o governo federal gastará R$170 bilhões a mais do que arrecadará, excluindo gastos com juros da dívida.
3. O prazo de 20 anos da PEC é sinal de leniência, não de dureza. O ideal seria que as contas públicas fossem reequilibradas já, com um corte dos gastos públicos de R$170 bilhões. A PEC existe para evitar efeitos traumáticos que este tratamento de choque acarretaria em alguns setores da população, diluindo o ajuste que deveria acontecer agora para um período de 20 anos.
4. A PEC não exige redução de gastos com saúde e educação pelos próximos 20 anos. Aliás, a PEC não impede que os gastos com saúde e educação ou quaisquer outros gastos dupliquem, tripliquem ou cresçam dez vezes ou mais ao longo deste período. Tudo que ela exige é que os gastos totais do governo não cresçam mais do que a inflação. Na prática, ela força o governo a se aproximar um pouquinho da disciplina que toda família tem de ter em casa: não gastar mais do que ganha. Sem a PEC, o governo não prioriza nem controla gastos, ele aumenta seus gastos totais acima da inflação constantemente e passa a conta à população com cada vez mais e maiores impostos.
Em resumo, a PEC é necessária para impedir que todos os brasileiros continuem sendo penalizados com impostos que não param de subir, enquanto os brasileiros recebem serviços públicos de péssima qualidade.
O texto original da PEC para você conferir com seus próprios olhos:
http://bit.ly/2eL63I0
Ricardo Amorim, autor do bestseller Depois da Tempestade, apresentador do Manhattan Connection da Globonews, único brasileiro entre os melhores palestrantes mundiais do Speakers Corner e o economista mais influente do Brasil segundo a revista Forbes.
quarta-feira, 16 de março de 2016
Escassez na Venezuela obriga bispo doente a pedir medicamentos através do Twitter
CARACAS, 09 Mar. 16 / 07:00 pm (ACI).- Nos últimos dias, um tuíte de Dom Roberto Lückert, Arcebispo de Coro, tornou-se viral logo depois que foi obrigado a pedir remédios através da rede social para ser tratado de sua doença, pois a grave crise econômica fez com que acontecesse 80 por cento de falhas no abastecimento de medicamentos.
Na Venezuela “as pessoas estão morrendo por falta de medicamentos”, denunciou o Prelado em declarações ao Grupo ACI. O Arcebispo teve alta no sábado passado e utilizou as redes sociais do Twitter e do Facebook para conseguir “um medicamento anticonvulsivo que preciso. Graças a Deus o conseguimos através de uns amigos, mas não podemos encontrá-lo em todas as farmácias”.
Acerca da sua saúde, indicou: “Tive um acidente por meio do qual perdi a consciência e tive que vir ao médico (na quarta-feira) para que analisassem o que estava acontecendo”. Indicou que ao parecer “foi uma medicação que me deram, a qual diminuiu a minha frequência cardíaca, mas graças a Deus já estou bem. Amanhã tenho outro exame”.
Entretanto, denunciou que a população está desesperada pela falta de remédios e pela má distribuição de recursos na área de saúde. “No caso de Coro, no estado de Falcón, nestes 17 anos, com toda a quantidade de dólares que entrou, não há nenhuma cama nova no hospital”.
Fonte: ACI
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quinta-feira, 26 de novembro de 2015
Como conciliar a chegada do bebê com uma carreira acelerada?
Ser mãe é um divisor de águas em nossas vidas, porém após a chegada do bebê e os primeiros meses juntinhos é hora da volta ao trabalho. Nesse momento as perguntas sobre a nova rotina da mãe e do bebê, além da readaptação ao ambiente de trabalho, são inúmeras.
Hoje, seguir crescendo no trabalho sem negligenciar o bebê é possível, mas é preciso se preparar durante a licença maternidade. No primeiro momento, é comum a mãe ficar mais próxima à criança, enquanto o pai tem a função de ajudar na adaptação de todos a este novo cenário. Com o retorno da mãe ao trabalho as coisas mudam de figura.
No momento que a mãe volta, parcialmente, à rotina anterior pode existir um questionamento se o bebê sentiu sua falta, se outras pessoas foram capazes de fazer o que ela faz e, nessa hora, surgem uma série de inseguranças. A dica para este momento é, mesmo durante a licença, conversar com os colegas de trabalho para se inteirar do que está ocorrendo. Porém sem se sentir culpada por estar fora, ter um filho é um marco muito especial na vida de qualquer pessoa, e o momento da licença maternidade deve ser aproveitado ao máximo sem preocupar-se demais com a empresa. Outra opção é almoçar com o pessoal do trabalho uma vez por mês, por exemplo. Isso ajuda a não se distanciar tanto.
Leia mais aqui
Fonte: Finanças Femininas
segunda-feira, 27 de julho de 2015
Comerciais que enaltecem a Família. Não existe desenvolvimento sem Família. Uma Sociedade vai bem quando a família vai bem! Confira!
Ola amigos
Separei aqui algumas propagandas de Produtos e Empresas conhecidas que tiveram a graça em criar a peça comercial com conteúdo voltado às Famílias. Os comerciantes e Empresários devem que saber que seus empreendimentos não existiriam sem as Famílias. Por pressão de grupos ideológicos, algumas Empresas de marketing estão evitando produzir para as Famílias, se sucumbindo a um modismo atraidor de misérias. Alguns legisladores e juristas também estão virando as costas para a Família e é isto que está levando o País a Crise, uma crise sem fim. Este caminho contrário à Família é uma ribanceira rumo a uma vala sem fundo.
Eu explico a Crise do Brasil: São os constantes ataques à Família. Não haverá solução, crescimento ou desenvolvimento enquanto não encerrarem as ações contrárias as famílias. Prova-se isto pela Economia, Direito, Experiência e Biblicamente.
Solução para o Brasil: Todos voltarem a investir na Família!
Ninguém sobreviverá sem a Família. Nem a Coca-cola, Bradesco, Nestle, Vivo, Oreo, Farmácia, Globo, Shoppings, GOL, Sadia...
Separei aqui algumas propagandas de Produtos e Empresas conhecidas que tiveram a graça em criar a peça comercial com conteúdo voltado às Famílias. Os comerciantes e Empresários devem que saber que seus empreendimentos não existiriam sem as Famílias. Por pressão de grupos ideológicos, algumas Empresas de marketing estão evitando produzir para as Famílias, se sucumbindo a um modismo atraidor de misérias. Alguns legisladores e juristas também estão virando as costas para a Família e é isto que está levando o País a Crise, uma crise sem fim. Este caminho contrário à Família é uma ribanceira rumo a uma vala sem fundo.
Eu explico a Crise do Brasil: São os constantes ataques à Família. Não haverá solução, crescimento ou desenvolvimento enquanto não encerrarem as ações contrárias as famílias. Prova-se isto pela Economia, Direito, Experiência e Biblicamente.
Solução para o Brasil: Todos voltarem a investir na Família!
Ninguém sobreviverá sem a Família. Nem a Coca-cola, Bradesco, Nestle, Vivo, Oreo, Farmácia, Globo, Shoppings, GOL, Sadia...
sexta-feira, 17 de outubro de 2014
Ser mantido pelas Bolsas, isto deveria ser o nosso Medo.
Penso que deveríamos temer a possibilidade de ser mantidos pelo Governo. Fora nossa aposentadoria que é um Depósito de nosso próprio dinheiro antecipado e por nós produzido, deveríamos pensar muito antes de focar a possibilidade de receber uma bolsinha qualquer do Estadão. O nome bolsa é bem propício, pois remete a prostituição (rodar bolsinha na rua para ganhar algum).
Quando um indivíduo matuta mesmo inconscientemente na possibilidade de receber algo do governo, quase sem querer ele provoca a necessária viabilidade da coisa. O cara tem coragem de cortar um dedo para ser indenizado e quem sabe virar presidente. Outros engravidam a ‘tortela’ sem se remeter as consequências, já pensando nas verbas da comida e vestimentas precárias que o governo dará, nisto se enxerga as casas, móveis, drogas e até a liberdade de praticar crimes... La no futuro haverá uma bolsa que lhe sustentará para andar livre improdutivamente nas ruas, hospitais, cadeias até que a morte os separe.
Acho que a iminência da fome, perigo e moradia a certo ponto é educador para o Homem. A carência é o empuxo que o homem muitas vezes precisa. O Homem sem o empuxo não sai de suas preguiças e não constitui algo novo, não se torna procriador e não vê sair de suas mãos nada de útil. As Bolsas mata o empuxe que o homem precisa!
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Pleno emprego. Presidente Lula e governo petista gostam de produzir mentira.
Isto parece ser a única coisa que os comunistas conseguem produzir, mentira. Como o presidente Lula nunca erra, tudo que ele diz torna-se verdade e não se pode dizer o contrário. Tenho visto nos jornais a frase de que o pais já chegou ao pleno emprego dos trabalhadores, (na Economia existe o pleno emprego de outros fatores de produção). Ora, como assim? O pleno emprego é o encontro da oferta de mão-de-obra com sua demanda, ou seja, é a situação em que todos os trabalhadores em idade ativa estejam empregados. Donde surge tanta informação? Antes do Partido dos Trabalhadores, os números falavam por si, agora além de poder ter outra interpretação, estes números são também questionáveis.
Não é difícil andar pela cidade e ver que existe um considerável número de pessoas desempregadas ou mal empregadas, estes dois casos constituem dados que um presidente que se preze, não se gaba. No Brasil existe um número alto de emprego informal, pessoas que vivem à margem do Mercado de trabalho, sem seguro, sem assistência, sem proteção social e desqualificada. Além de tudo isto, este governo parece computar as pessoas ocupadas na laboriosa rotina de prostituição como um dado válido e talvez ainda se inclua aí o tráfico de drogas e afins.
Quanto aos reais trabalhadores empregados, estes não foram em sua maioria absorvidos pelo Mercado de trabalho de forma natural, como devia ser, estes trabalhadores foram admitidos pela máquina de gerar votos. Sabe-se que este ano de 2010, a criação de cargos obstinados a eleger a Sra. Dilma foi estrondosa. A notícia do pleno emprego poderia vir com o alerta de que no início de 2011, estes empregos não mais existirão.
Existe uma grande quantidade de brasileiros que não estão dispostos a trabalhar por um salário próximo a dos recebidos através das Bolsas, a transferência de renda geradora de votos. Este exército de dependentes, não se sentem impulsionados a trabalhar (suar e cansar) para receber aquilo que recebem não fazendo nada. Infelizmente esta situação o coloca como empregado. Mas não é possível que isto seja emprego, não gera produto.
É o Estado que está bancando estes números em favor de si mesmo, uma eterna campanha política!
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