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sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Cinco líderes pró-vida estarão no primeiro escalão do governo Trump


Depois de nomear Niki Haley para a embaixada dos EUA junto à Organização das Nações Unidas e Jeff Sessions para a procuradoria-geral do país, Trump decidiu também os nomes para as secretarias – o equivalente aos nossos ministérios – da Educação, da Saúde e da Habitação. Os indicados também foram políticos fortemente identificados com a luta contra o aborto: Betsy DeVos, Tom Price e Ben Carson.

Betsy DeVos, de 58 anos, dirige com seu marido a Dick & Betsy DeVos Family Foundation, que é responsável pela doação de milhões de dólares para centros de atendimento a gestantes, candidatos pró-vida e marchas pela vida. Trump anunciou o seu nome para a secretaria de Educação em 23 de novembro.

Tom Price, de 62 anos, é médico e ocupa uma cadeira no Congresso desde 2005. Ele foi nomeado por Trump para a Secretaria de Saúde e Serviços Humanos em 29 de novembro. Como congressista, foi totalmente contrário a legislações favoráveis ao aborto – o que fez com que associações pró-vida lhe dessem nota 100 em suas avaliações, enquanto a clínica de abortos Planned Parenthood e a NARAL Pro-Choice America lhe dá zero.

Espera-se que Price possa ajudar a reverter algumas leis aprovadas durante o governo de Barack Obama, como a que obriga quase todos os empregadores a incluir contraceptivos, esterilização e medicamentos que induzem o aborto em seus planos de saúde. Em 2012, Price disse que a provação dessa lei “pisoteia a liberdade religiosa” dos norte-americanos.

O neurocirurgião aposentado Ben Carson tem 65 anos, foi pré-candidato à presidência durante as primárias do Partido Republicano e assumirá a Secretaria de Habitação e Desenvolvimento Urbano, como anunciou Trump, em 5 de dezembro. Ele se posicionou durante a sua campanha contra o aborto inclusive em caso de estupro e incesto, dizendo que “não estaria a favor de matar um bebê por ter vindo dessa forma”.

Carson é conhecido por ter realizado em 1987 a primeira separação de gêmeos siameses unidos pela cabeça com sucesso, além de outros feitos pioneiros na área da neurocirurgia, entre eles a primeira cirurgia em um feto dentro do útero. Em 2008, ele recebeu a Medalha Presidencial da Liberdade, a mais alta condecoração civil dos EUA. Sua vida foi retratada no filme Mãos Talentosas, de 2009, em que foi interpretado por Cuba Gooding Jr.

Fonte: Sempre Família

segunda-feira, 4 de julho de 2016

A iniciativa pró-vida norte-americana que pretende derrubar a indústria abortista


Hillary Clinton, nome forte para a candidatura presidencial nas próximas eleições felicitou, um ano atrás, a decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos de obrigar todos os Estados a legalizar o matrimônio homossexual.

Não só. Também apoiou, embora timidamente, a lei sobre o suicídio assistido do Oregon em 2008 e desde sempre é uma grandíssima militante do “direito” ao aborto.

Inclusive sobre o escândalo envolvendo a Planned Parenthood, Clinton – que teria recebido financiamento eleitoral de tal colosso da indústria abortista – lutou ardorosamente no Congresso para impedir uma lei que retiraria os fundos desta indústria.

Contudo, há algum tempo, outra mulher está resplandecendo também, pelo menos dentro dos EUA. Se chama Brandi Swindell, tem 39 anos e é, diferente de Clinton, uma lutadora pela vida e pelo direito das mulheres a serem conscientes da importância da maternidade.

Bem, essa mulher colocou na cabeça uma ideia bastante ambiciosa. Quer derrubar Planned Parenthood propondo a divulgação de centros de saúde reprodutiva alternativos: de estruturas que ajudem as mulheres a não abortarem, mas sim a colocar no mundo mais crianças.

“Não queremos somente cortar os fundos de Planned Parenthood. Chegou a hora de substituí-lo”, se lê em um dos opúsculos que estão circulando por meio dessa corajosa ativista pró-vida, além de empresária.

A este projeto uniu-se também a conhecida revista Cosmopolitan, conhecida revista abortista. No artigo está presente uma breve biografia da jovem americana. A sua vida mudou radicalmente em 1990 quando encontrou uma amiga que recebia alta em um hospital após um aborto. A jovem Swindell encontrou-se com uma pessoa totalmente diversa daquela que conhecia, não mais alegre, mas triste.

Naquele encontro afundam as raízes do seu compromisso. O projeto que quer implementar goza já de sólidas bases. Em 2006, Boise, a sua cidade natal que se encontro em Idaho, abriu um centro de assistência a mulheres grávidas, precisamente ao lado do local da sede Planned Parenthood. Foi só o primeiro de uma série de pequenos centros – chamados chiamati Stanton Healthcare – que estão nascendo como fungos. Existem outros em Idaho, mas também na Carolina do Norte, no Alabama e até mesmo em outro país, na Irlanda do Norte. Em breve será inaugurado outro em Detroit e outro em Michigan.

Em tais centro se oferece assistência sanitária a preços acessíveis. Oferece-se medicamentos. Fazem-se ecografias e visitas ginecológicas.

Fonte: Zenit

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Mississippi aprova Lei que permite às Empresas negar atendimento a Homossexuais

Chama-se Lei de Proteção de Liberdade de Consciência da Discriminação Governamental e é um dos assuntos do momento nas redes sociais, pelos piores motivos. Foi assinada pelo governador republicano do estado norte-americano do Mississippi Phil Bryant e prevê que qualquer empresa, pública ou privada, se possa recusar a atender clientes homossexuais com base nas crenças religiosas dos empregados.


Apesar da oposição da comunidade LGBT, de alguns dos estabelecimentos comerciais locais, do Conselho Económico do Mississippi e de Marcas (como a Nissan) a decisão foi avante, apoiada por vários grupos conservadores e religiosos.

O governador republicano explicou em comunicado que o objetivo da lei é proteger as crenças religiosas e as convicções morais de indivíduos, organizações e associações privadas de ações discriminatórias para com aquilo em que acreditam… Por isso, para não discriminar uns, discrimina outros.

Esta lei não limita qualquer direito constitucionalmente protegido ou ações de qualquer cidadão deste Estado”, disse Bryant. “A intenção não é alterar as leis federais, mesmo aquelas que estão em conflito com a Constituição do Mississippi, já que a legislatura reconhece a proeminência das lei federais, em tais circunstâncias limitadas.”

Também em comunicado, a directora-executiva da União das Liberdades Civis do Mississippi disse que: “Esta lei contraria os princípios americanos básicos de igualdade e justiça e não vai proteger a liberdade religiosa de ninguém.” Diz Jennifer Riley-Collins: “Longe de proteger qualquer um da ‘discriminação governamental’, como diz a lei, isto é um ataque aos cidadãos do nosso Estado, e vai servir como um emblema de vergonha do Estado.”

O Mississippi não é caso único nos EUA. Vários estados aprovaram nos últimos meses leis idênticas invocando a liberdade religiosa, na sequência da resolução histórica do Supremo Tribunal de legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo em todo o país aprovada no ano passado.

A Carolina do Norte assinou no mês passado uma lei que limita as protecções anti-discriminatórias para membros da comunidade LGBT. A legislação passada pelo governador republicano Pat McCrory fez com que a multinacional de pagamentos pela Internet PayPal anunciasse a desistência de expandir o negócio para o Estado, por considerar que a medida é contrária aos valores e cultura da empresa. Outros grupos como American Airlines, Apple, Bank of America, Facebook, Google, IBM, Microsoft, Twitter e Yahoo! também se posicionaram contra a legislação da Carolina do Norte.

Fonte: Shifter

segunda-feira, 21 de março de 2016

Estados Unidos finalmente reconhece genocídio do Estado Islâmico contra cristãos

WASHINGTON DC, 18 Mar. 16 / 01:00 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Secretário de Estado dos Estados Unidos, John Kerry, reconheceu como “genocídio” os crimes do Estado Islâmico contra os cristãos e outras minorias religiosas no Oriente Médio e demais regiões que estão sob seu poder.

Em uma declaração realizada ontem, Kerry assinalou: “Em meu julgamento, Daesh (Estado Islâmico) é responsável por genocídio contra grupos em áreas sob seu controle, incluindo yazidis, cristãos e muçulmanos xiitas”.

“Daesh é genocida por autoproclamação, por ideologia e por atos, no que diz, no que acredita e faz. Daesh também é responsável por crimes contra a humanidade e limpeza étnica dirigida a estes mesmos grupos e, em alguns casos, também contra muçulmanos sunitas, curdos e outras minorias”, assinalou.

A declaração foi dada no último dia do prazo considerado pelo próprio Departamento de Estado dos Estados Unidos – liderado por Kerry – para publicar uma consideração deste tipo.

No dia 14 de março, a Câmara de Representantes dos Estados Unidos votou de forma unânime a favor de declarar como “genocídio” os ataques terroristas do Estado Islâmico.

Os Cavaleiros de Colombo, a maior organização fraterna católica do mundo, e o grupo ‘Em Defesa dos Cristãos’ apresentaram em 22 de fevereiro um abaixo assinado dirigido ao Departamento de Estado, a fim de que a violência do ISIS (como também é conhecido o Estado Islâmico) seja qualificada como genocídio.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Derrota abortista nos EUA: Senado retira financiamento público da Planned Parenthood

WASHINGTON DC, 07 Dez. 15 / 03:00 pm (ACI).- O Senado dos Estados Unidos decidiu aprovar um projeto de lei que privaria a Planned Parenthood dos mais de 500 milhões de dólares em recursos de impostos recebidos por ano.

Esta medida, também aprovada pelos deputados em setembro, enfrenta agora o possível veto com o que ameaçou o presidente Barack Obama.

A decisão foi tomada na última quinta-feira, 3, com uma votação de 52 contra 47 votos.

O projeto de lei propõe retirar o financiamento da Planned Parenthood durante um ano, enquanto se realizam investigações profundas acerca das acusações contra a instituição por tráfico de órgãos de bebês abortados.

O dinheiro que atualmente a multinacional do aborto recebe seria destinado a outras organizações que oferecem às mulheres serviços de saúde mais completos.

“A votação desta noite é uma vitória histórica para todos os que priorizam a atenção à saúde integral das mulheres sobre as ganâncias da indústria do aborto. Agradecemos aos líderes do Senado por terem cumprido a sua promessa de pôr esta lei no escritório do presidente”, disse Marjorie Dannenfelser, presidente de uma organização que vela pela vida das mulheres na política.

Leia mais aqui

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Papa reza por familiares de vítimas de atentado em escola nos EUA

O papa Bento XVI rezou, neste domingo, 16 de dezembro, pelos familiares das vítimas do tiroteio numa escola no Connecticut, Estados Unidos, onde morreram 27 pessoas."Fiquei profundamente entristecido pela violência sem sentido de sexta-feira em Newtown, no Connecticut. Asseguro às famílias das vítimas, especialmente aqueles que perderam um filho, a minha proximidade na oração", disse Bento XVI em mensagem no Vaticano.
Na manhã de sexta-feira, o jovem Adam Lanza, de 20 anos, terá forçado a entrada na escola, onde matou a tiro 26 pessoas antes de se suicidar.
A polícia americana afirmou que 20 crianças e seis adultos foram assassinados pelo atirador que invadiu uma escola primária em Connecticut, nos Estados Unidos, na manhã desta sexta-feira (12). O criminoso, Adam Lanza, de 20 anos, morreu no local, segundo a imprensa local. O ataque aconteceu às 9h30 (12h30 de Brasília) na escola primária Sandy Hook, que tem cerca de 600 alunos entre 5 e 10 anos, e fica em Newtown.
Segundo o tenente Paul Vance, da polícia local, o corpo de um adulto foi encontrado em uma segunda cena de crime na cidade de Newtown. A imprensa americana informou que a vítima é o pai do atirador - supostamente assassinado antes do massacre. A mídia dos EUA afirmou que entre as vítimas na escola estava a mãe do atirador, Nancy Lanza, professora do jardim de infância e teria morrido no ataque.
O corpo do atirador foi achado no local. Segundo Vance, o tiroteio começou por volta das 9h30 (12h30 de Brasília). Lanza teria conseguido entrar na escola por ser conhecido pelos funcionários, segundo a imprensa local. O tenente Vance afirmou ainda que o tiroteio se restringiu a apenas uma parte da escola, em duas salas.
A polícia chegou à escola pouco depois de ser avisada por telefone do ataque. O local foi imediatamente cercado e invadido por equipes da polícia, que retiraram todos os sobreviventes e um ferido. Imagens aéreas mostravam várias ambulâncias e veículos de resgate ao redor da escola horas após o ataque.
Richard Wilford, pai de um aluno da escola Sandy Hook, disse ter telefonado para a polícia após receber a notícia de que havia ocorrido um tiroteio na região. "Eles [policiais] disseram que o tiroteio foi na Sandy Hook. Então eu e minha mulher descemos a rua correndo e chegamos à escola. Não há palavras que possam chegar perto de descrever o terror de ouvir a notícia de que o seu filho está em um lugar onde houve violência". O filho dele não foi ferido no tiroteio.
"[Meu filho] escutou sons muito altos. Ele os descreveu como panelas caindo. A professora dele foi verificar e logo trancou a porta da sala de aula. Eles ficaram em um canto da sala até serem resgatados pela polícia.”
Esse é o segundo pior massacre do gênero ocorrido nos Estados Unidos - atrás apenas do ataque que deixou 37 mortos na faculdade Virginia Tech em 2007.
O ataque à escola Sandy Hook é também o terceiro grande ataque de atirador ocorrido neste ano. Em julho, um criminoso matou 12 pessoas durante a exibição de um filme do Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge em um cinema no Colorado e no mês seguinte outro atirador matou seis pessoas em um templo Sikh em Wisconsin.
Em um discurso emocionado, o presidente Barack Obama chorou lamentando as mortes e apresentou suas condolências. "Precisamos nos unir e tomar ações reais para evitar outras tragédias como essa", afirmou.
Matéria da EBC serviços.
http://www.ebc.com.br/2012/12/atirador-mata-20-criancas-e-seis-adultos-em-escola-nos-eua

Fonte: CNBB
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