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quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Os 30 pecados do músico católico

Diante das minhas preocupações com os irmãos que vejo agir na Igreja fui obrigado a publicar estas observações que encontrei no site da Comunidade Filhos da Luz. O que está elencado abaixo, infelizmente é o que vejo com muita facilidade em minha Diocese e este mal está espalhado por todo canto. Um desencanto, para algo tão bonito como o canto, rsrsrsrs

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Por Nayana Cavalcante

Dada nossa fragilidade e condição humana de herdeiros do pecado original, somos vulneráveis ao pecado. Segundo o Profeta Oseias(Os 11,7), somos inclinados a nos afastar de Deus e quanto mais distantes de Deus, pecamos.

Vamos refletir um pouco sobre os erros a que estão sujeitos os músicos católicos. Reconheçamos nossa fraqueza e busquemos em Deus a força para mudar nossas atitudes! Imprima esse texto e durante a Reunião do seu Ministério de Música leiam juntos façam um exame de consciência, depois partilhem essa experiência nos comentários abaixo.

Espero ansiosa os comentários de vocês! Até a próxima reflexão!

1- Fazer do altar um palco;musica_informativo
2- Impor sempre seu gosto pessoal;
3- Cantar por cantar;
4- “Só toco se for do meu jeito”;
5- Ir sempre contra a ideia da equipe de liturgia e do padre;
6- Escolher sempre as mesmas músicas;
7- Nunca sorrir;
8- Usar instrumentos desafinados;
9- Tocar músicas de novela em casamento;
10- Afinar os instrumentos durante a missa;
11- Colocar letra religiosa em música da “parada de sucessos”;
12- Nunca estudar liturgia;
13- Não prestar atenção na letra do canto;
14- Não ler o Evangelho do dia antes de escolher as músicas;
15- Cantar forte demais no microfone, ou seja, o seu é sempre o mais alto;
16- Volume dos instrumentos muito acima do volume dos microfones;
17- Cantar tudo sozinho e não se importar com o povo;
18- Cantar só para exibir-se (estrelismo);
19- Distrair a assembleia com conversas paralelas durante a missa;
20- Não avisar ao padre os momentos que serão cantados;
21- Nunca ensaiar novas canções nem estudar o instrumento que ministra (voz, violão, teclado…);
22- Ensaiar tudo antes da missa;
23- Cantar músicas desconhecidas;Musica_Barulhenta
24- Usar roupa bem extravagante, que chame a atenção;
25- Fazer de conta que está em um show de rock;
26- Perder contato com a assembleia;
27- Músicas fora da realidade e do tempo litúrgico;
28- Fazer o máximo de barulho;
29- Não ter vida interior ou oração com o ministério inteiro;
30- Repetir no fim de cada celebração: “vocês são ótimos, eu sou apenas o máximo!”

Fonte: Filhos da Luz

quinta-feira, 16 de maio de 2013

MENSAGEM DO PAPA BENTO XVI PARA O 47º DIA MUNDIAL DAS COMUNICAÇÕES SOCIAIS «Redes sociais: portais de verdade e de fé; novos espaços de evangelização»


«Redes sociais: portais de verdade e de fé; novos espaços de evangelização»

[12 de Maio de 2013] 

Amados irmãos e irmãs,

Encontrando-se próximo o Dia Mundial das Comunicações Sociais de 2013, desejo oferecer-vos algumas reflexões sobre uma realidade cada vez mais importante que diz respeito à maneira como as pessoas comunicam actualmente entre si; concretamente quero deter-me a considerar o desenvolvimento das redes sociais digitais que estão a contribuir para a aparição duma nova ágora, duma praça pública e aberta onde as pessoas partilham ideias, informações, opiniões e podem ainda ganhar vida novas relações e formas de comunidade.


Estes espaços, quando bem e equilibradamente valorizados, contribuem para favorecer formas de diálogo e debate que, se realizadas com respeito e cuidado pela privacidade, com responsabilidade e empenho pela verdade, podem reforçar os laços de unidade entre as pessoas e promover eficazmente a harmonia da família humana. A troca de informações pode transformar-se numa verdadeira comunicação, os contactos podem amadurecer em amizade, as conexões podem facilitar a comunhão. Se as redes sociais são chamadas a concretizar este grande potencial, as pessoas que nelas participam devem esforçar-se por serem autênticas, porque nestes espaços não se partilham apenas ideias e informações, mas em última instância a pessoa comunica-se a si mesma.

O desenvolvimento das redes sociais requer dedicação: as pessoas envolvem-se nelas para construir relações e encontrar amizade, buscar respostas para as suas questões, divertir-se, mas também para ser estimuladas intelectualmente e partilhar competências e conhecimentos. Assim as redes sociais tornam-se cada vez mais parte do próprio tecido da sociedade enquanto unem as pessoas na base destas necessidades fundamentais. Por isso, as redes sociais são alimentadas por aspirações radicadas no coração do homem.

A cultura das redes sociais e as mudanças nas formas e estilos da comunicação colocam sérios desafios àqueles que querem falar de verdades e valores. Muitas vezes, como acontece também com outros meios de comunicação social, o significado e a eficácia das diferentes formas de expressão parecem determinados mais pela sua popularidade do que pela sua importância intrínseca e validade. E frequentemente a popularidade está mais ligada com a celebridade ou com estratégias de persuasão do que com a lógica da argumentação. Às vezes, a voz discreta da razão pode ser abafada pelo rumor de excessivas informações, e não consegue atrair a atenção que, ao contrário, é dada a quantos se expressam de forma mais persuasiva. Por conseguinte os meios de comunicação social precisam do compromisso de todos aqueles que estão cientes do valor do diálogo, do debate fundamentado, da argumentação lógica; precisam de pessoas que procurem cultivar formas de discurso e expressão que façam apelo às aspirações mais nobres de quem está envolvido no processo de comunicação. Tal diálogo e debate podem florescer e crescer mesmo quando se conversa e toma a sério aqueles que têm ideias diferentes das nossas. «Constatada a diversidade cultural, é preciso fazer com que as pessoas não só aceitem a existência da cultura do outro, mas aspirem também a receber um enriquecimento da mesma e a dar-lhe aquilo que se possui de bem, de verdade e de beleza» (Discurso no Encontro com o mundo da cultura, Belém, Lisboa, 12 de Maio de 2010).

O desafio, que as redes sociais têm de enfrentar, é o de serem verdadeiramente abrangentes: então beneficiarão da plena participação dos fiéis que desejam partilhar a Mensagem de Jesus e os valores da dignidade humana que a sua doutrina promove. Na realidade, os fiéis dão-se conta cada vez mais de que, se a Boa Nova não for dada a conhecer também no ambiente digital, poderá ficar fora do alcance da experiência de muitos que consideram importante este espaço existencial. O ambiente digital não é um mundo paralelo ou puramente virtual, mas faz parte da realidade quotidiana de muitas pessoas, especialmente dos mais jovens. As redes sociais são o fruto da interacção humana, mas, por sua vez, dão formas novas às dinâmicas da comunicação que cria relações: por isso uma solícita compreensão por este ambiente é o pré-requisito para uma presença significativa dentro do mesmo.

A capacidade de utilizar as novas linguagens requer-se não tanto para estar em sintonia com os tempos, como sobretudo para permitir que a riqueza infinita do Evangelho encontre formas de expressão que sejam capazes de alcançar a mente e o coração de todos. No ambiente digital, a palavra escrita aparece muitas vezes acompanhada por imagens e sons. Uma comunicação eficaz, como as parábolas de Jesus, necessita do envolvimento da imaginação e da sensibilidade afectiva daqueles que queremos convidar para um encontro com o mistério do amor de Deus. Aliás sabemos que a tradição cristã sempre foi rica de sinais e símbolos: penso, por exemplo, na cruz, nos ícones, nas imagens da Virgem Maria, no presépio, nos vitrais e nos quadros das igrejas. Uma parte consistente do património artístico da humanidade foi realizado por artistas e músicos que procuraram exprimir as verdades da fé.

A autenticidade dos fiéis, nas redes sociais, é posta em evidência pela partilha da fonte profunda da sua esperança e da sua alegria: a fé em Deus, rico de misericórdia e amor, revelado em Jesus Cristo. Tal partilha consiste não apenas na expressão de fé explícita, mas também no testemunho, isto é, no modo como se comunicam «escolhas, preferências, juízos que sejam profundamente coerentes com o Evangelho, mesmo quando não se fala explicitamente dele» (Mensagem para o Dia Mundial das Comunicações Sociais de 2011). Um modo particularmente significativo de dar testemunho é a vontade de se doar a si mesmo aos outros através da disponibilidade para se deixar envolver, pacientemente e com respeito, nas suas questões e nas suas dúvidas, no caminho de busca da verdade e do sentido da existência humana. A aparição nas redes sociais do diálogo acerca da fé e do acreditar confirma a importância e a relevância da religião no debate público e social.

Para aqueles que acolheram de coração aberto o dom da fé, a resposta mais radical às questões do homem sobre o amor, a verdade e o sentido da vida – questões estas que não estão de modo algum ausentes das redes sociais – encontra-se na pessoa de Jesus Cristo. É natural que a pessoa que possui a fé deseje, com respeito e tacto, partilhá-la com aqueles que encontra no ambiente digital. Entretanto, se a nossa partilha do Evangelho é capaz de dar bons frutos, fá-lo em última análise pela força que a própria Palavra de Deus tem de tocar os corações, e não tanto por qualquer esforço nosso. A confiança no poder da acção de Deus deve ser sempre superior a toda e qualquer segurança que possamos colocar na utilização dos recursos humanos. Mesmo no ambiente digital, onde é fácil que se ergam vozes de tons demasiado acesos e conflituosos e onde, por vezes, há o risco de que o sensacionalismo prevaleça, somos chamados a um cuidadoso discernimento. A propósito, recordemo-nos de que Elias reconheceu a voz de Deus não no vento impetuoso e forte, nem no tremor de terra ou no fogo, mas no «murmúrio de uma brisa suave» (1 Rs 19, 11-12). Devemos confiar no facto de que os anseios fundamentais que a pessoa humana tem de amar e ser amada, de encontrar um significado e verdade que o próprio Deus colocou no coração do ser humano, permanecem também nos homens e mulheres do nosso tempo abertos, sempre e em todo o caso, para aquilo que o Beato Cardeal Newman chamava a «luz gentil» da fé.

As redes sociais, para além de instrumento de evangelização, podem ser um factor de desenvolvimento humano. Por exemplo, em alguns contextos geográficos e culturais onde os cristãos se sentem isolados, as redes sociais podem reforçar o sentido da sua unidade efectiva com a comunidade universal dos fiéis. As redes facilitam a partilha dos recursos espirituais e litúrgicos, tornando as pessoas capazes de rezar com um revigorado sentido de proximidade àqueles que professam a sua fé. O envolvimento autêntico e interactivo com as questões e as dúvidas daqueles que estão longe da fé, deve-nos fazer sentir a necessidade de alimentar, através da oração e da reflexão, a nossa fé na presença de Deus e também a nossa caridade operante: «Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, sou como um bronze que soa ou um címbalo que retine» (1 Cor 13, 1).

No ambiente digital, existem redes sociais que oferecem ao homem actual oportunidades de oração, meditação ou partilha da Palavra de Deus. Mas estas redes podem também abrir as portas a outras dimensões da fé. Na realidade, muitas pessoas estão a descobrir – graças precisamente a um contacto inicial feito on line – a importância do encontro directo, de experiências de comunidade ou mesmo de peregrinação, que são elementos sempre importantes no caminho da fé. Procurando tornar o Evangelho presente no ambiente digital, podemos convidar as pessoas a viverem encontros de oração ou celebrações litúrgicas em lugares concretos como igrejas ou capelas. Não deveria haver falta de coerência ou unidade entre a expressão da nossa fé e o nosso testemunho do Evangelho na realidade onde somos chamados a viver, seja ela física ou digital. Sempre e de qualquer modo que nos encontremos com os outros, somos chamados a dar a conhecer o amor de Deus até aos confins da terra.

Enquanto de coração vos abençoo a todos, peço ao Espírito de Deus que sempre vos acompanhe e ilumine para poderdes ser verdadeiramente arautos e testemunhas do Evangelho. «Ide pelo mundo inteiro, proclamai o Evangelho a toda a criatura» (Mc 16, 15).

Vaticano, 24 de Janeiro – Festa de São Francisco de Sales – do ano 2013.


BENEDICTUS PP. XVI


© Copyright 2013 - Libreria Editrice Vaticana

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

A cultura que não vem de Deus

Por que a maioria dos filmes só veicula histórias de um deus pagão, espiritismos, politeísmo e homem-deus??? Quase nunca é possível assistir a alguma história que relate os desígnios do Deus real. Digo isto pela programação que acompanho na TV aberta onde se sabe que há o maior número de expectadores. Ficar diante da TV procurando entreter é uma triste frustração misturada a perda de tempo. É uma desculturação  e uma desevangelização. Trata-se realmente de uma briga por uma desevangelização mesmo, pois é retirado tudo que a história de Deus tem proposto desde sempre.
Os filmes medievais, os históricos, os baseados em fatos reais, românticos etc todos juntos remetem a contramão da Salvação, tratando Deus como uma fábula, um inimigo, um gênio que somente aparece quando é libertado ou um ser ingênuo.
Tenho procurado resposta para saber como a cultura, com “c” minúsculo faz tantos odes ao Ladrão, Homicida e Destruidor, ele nada cria, somente arrasta sua barriga sobre a poeira, somente consegue vagar pelo noturno cheio de ódio e procurando enganar as ovelhas de Deus. O Inimigo encontrou na produção de filmes seus adoradores e servos,  a partir deles fez um método poderoso de infiltrar nas casas, nas mentes de nos corações. Este infiltrar faz a criatura trabalhar para ele nas mais diversas instituições, empreendimentos, modas e agremiações.
Existem os filmes abertamente a favor da adoração a Satanás, mas ao que se percebe, o pior são aqueles que se produzem como sendo cristãos e derramam uma lavagem de horror nas mentes despreparadas. A quantidade destes filmes e a sua numerosa veiculação são assustadoras!
Como se não bastassem estes inúmeros filmes, a podre cultura encaminha nos contos novelísticos que deveriam ser belos e puros, a mesma adoração imunda. A Rede Globo e Record parecem possuir um contrato com a Inferno.com, produzindo e veiculando imagens que nada tem haver com a peregrinação ao Céu. Será que não teriam títulos melhores do que: “7 pecados”, “Um anjo caiu do Céu”, “Sexo dos anjos”, “Anjo mau”, “Cuidado com o Anjo” etc.
Neste mesmo exército e querendo vencer o Céu, tem também as músicas que deveriam libertar a alma do homem e fazê-lo ficar perto de Deus. Algumas letras dizem “Não espero que você me (autor da música) perdoe por ter perdido a calma, por ter vendido a alma ao Diabo”, “Vai chamar Dalila” (figura que engana o Ministro de Deus), “ A minha (do autor) sorte grande foi você cair do céu”. O duro de tudo isto, é saber que este pessoal faz sucesso, vende CD com uma facilidade enorme, chegam como uma avalanche sobre os nossos e encontra com tranqüilidade seus defensores dentro de casa e da própria Igreja.
Alguém poderia ajudar a dizer a estes “artistas”, produtores, atores, diretores e cantores que em toda a história da humanidade, a criação de tudo o que é verdadeiramente belo foi providenciado por Deus, o Deus de Abraão, Isaac e Jacó. O Único Deus que fez o Céu, Terra e o Mar e tudo que Neles há.
A Cultura verdadeira, esta com “C” maiúsculo nasceu pelas mãos dos filhos de Deus, esta sempre protegida e amparada pelas colunas Divinas, não pode em nenhum momento voltar-se contra ao seu Criador.
Os acontecimentos deste mundo só estiveram salvaguardados pelos valores cristãos que cultivamos neste nosso tempo e  que estavam incutidos no coração do homem mesmo antes da Encarnação. Quanta coisa bela tem para ser contada em verso, prosa e imagens. Não há acontecimento apaixonante mais sublime que a vinda do Emanuel. Não há romance mais atraente que o vivenciado pelos filhos de Deus. A Bíblia é recheada de roteiros pomposos para se basear uma grande novela, filme ou peça teatral. É uma infindável fonte de criatividade para músicas, bordões, pinturas, danças, comédias e qualquer outra vertente a ser criada.
"Cantarei a Deus um cântico novo: Sois grande, Senhor, sois glorioso, de admirável poder, invencível". (Jt 16,13)
"Cantai-lhe um cântico novo, acompanhado de instrumentos de música," (Sl 32,3)
"Cantai ao Senhor um cântico novo. Cantai ao Senhor, terra inteira". (Sl 95,1)
"Vós, porém, fareis retumbar vossos cânticos, como na noite em que se celebra festa; e tereis alegria no coração, como o que caminha ao som da flauta, para vir ao monte do Senhor, junto ao rochedo de Israel". (Is 30,29)
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