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terça-feira, 7 de junho de 2016

Igreja Católica anuncia a excomunhão de polêmico grupo cismático

VATICANO, 06 Jun. 16 / 04:00 pm (ACI).- É a primeira vez que é feita oficialmente a excomunhão de um grupo cismático durante o Pontificado do Papa Francisco. Trata-se da autodenominada “Igreja Cristã Universal da Nova Jerusalém”, fundada na Itália pela suposta vidente Giuseppina Norcia e que atua em Galliano, uma pequena localidade de Val Comino, no sudeste de Roma.

Embora esta seita não estivesse em comunhão com a Igreja Católica e estivesse excomungada latae sententiae, ou seja, de maneira automática e sem necessidade de pronunciamento algum pela Santa Sé, a Congregação para a Doutrina da Fé decidiu comunicá-lo de maneira oficial.

A decisão foi divulgada ao Bispo da Diocese de Sora Cassino Aquino e Pontecorvo, Dom Gerardo Antonazzo, que difundiu uma nota em todas as igrejas da Diocese nas Missas de domingo.

O Vaticano colocou um fim aos 42 anos de engano e supostas visões de Giuseppina Norcia que conseguiu convencer dezenas de pessoas. “A posição doutrinal de tal grupo é claramente contrária à fé católica e sua constituição em uma nova organização, descaradamente cismática, impõe de quem tem a responsabilidade de guiar o povo de Deus uma clara escolha de posição, a fim de proteger o bem superior da Igreja e de seus fiéis”, diz a nota lida nas Missas.

Portanto, “aqueles que aderirem a tal associação incorrem na excomunhão latae sententiae pelo delito de cisma”.

“A remissão da excomunhão latae sententiae é deixada à competência do ordinário do lugar. Para incidir em tal sanção é necessário que os fiéis adiram conscientemente ou de maneira formal a esta associação considerando sua doutrina e suas ideias, por isso, não é suficiente participar ocasionalmente ou em ocasiões”, acresceta a nota.

Fonte: ACI Digital

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Escândalo internacional: PUC Minas promove ideologia de gênero em evento.

A maior Universidade Católica do mundo organiza um evento que promove a ideologia de gênero.

Uma Universidade Pontifícia do Brasil, considerada a maior Universidade Católica do mundo pelo Vaticano, organiza um evento que promove uma das versões mais radicais do feminismo, a qual defende que para “descolonizar”  nossas sociedades é indispensável impor a “perspectiva de gênero”. Exatamente o contrário do que o Papa Francisco expôs a esse respeito.

infocatolicaBelo Horizonte, 5 de abril de 2016 | A Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUCMG) realiza nessa cidade um ciclo de debates que promovem abertamente a ideologia de gênero em uma de suas versões mais radicais. A instituição brasileira é considerada pela Congregação para a Educação Católica da Santa Sé como a maior universidade católica do mundo.

O III Ciclo de Debates do Grupo Interdisciplinar de Pesquisas Feministas da PUCMG aborda o tema “Feminismo Descolonial” e a conferência de abertura está a cargo de Rita Laura Segato, Doutora em Antropologia pela Universidade de Brasília (UNB), uma militante de renome a favor do aborto e contra o que ela denomina “heterossexualidade forçada”.

A Doutora Segato participou em 2010 de um seminário internacional no Senado brasileiro alegando que a criminalização do aborto é uma forma de “violação dos direitos humanos das mulheres”, e isso num momento em que o governo socialista do Partido dos Trabalhadores procurava, por todos os meios, descriminalizar o aborto no país. A tentativa falhou e custou-lhes o primeiro turno da eleição de Dilma Rousseff.

sexta-feira, 29 de maio de 2015

Cardeal Sarah: “Faço parte daqueles – e somos muitos – que não permitirão que a pastoral substitua a doutrina”.

Família, Homossexuais, divorciados recasados. “A Igreja já está aberta, e sem doutrina é uma casa que desmorona».
Cardeal Sarah

Cardeal Robert Sarah, nº 4 da Cúria, fala do Sínodo. E não só: “É uma pena que o amor pelo Papa Francisco fique apenas num nível superficial.”

Por Tempi.it | Tradução: Gercione Lima – Fratres in Unum.com: “Eu faço parte daqueles – e somos muitos – que não permitirão que a pastoral substitua a doutrina”. Assim o Cardeal Robert Sarah, Prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, declarou ao Journal du Dimanche, em uma longa entrevista. O cardeal Africano, definido como “o número quatro da Cúria”, conselheiro do Papa Francisco no que diz respeito à sua viagem à África em dezembro, se estendeu sobre os temas da família, da política e do Sínodo Ordinário e Extraordinário.

“A TRADIÇÃO É UM TESOURO.”  A quem lhe pergunta se a Igreja Católica deve abrir-se sobre temas como a comunhão aos divorciados novamente casados, uniões gays ou novas famílias, responde: “Mas a Igreja já é aberta! Os divorciados têm o seu lugar, assim como seus filhos. Mesma coisa para os homossexuais, que devem ser acompanhados em seu caminho de fé. Mas, agora se fala de abri-la ainda mais. A tradição é um tesouro a ser preservado (…). Por que a Igreja, que agora está entrando no terceiro milênio de sua história, deveria mudar? Sobre essas questões acima citadas, Deus é claro. A família é composta por um homem e uma mulher. João Paulo II falou de forma inequívoca sobre os que se casaram novamente. Eles não podem receber a comunhão. “

“É O PAPA QUEM DECIDE”. Sarah foi nomeado bispo em Guiné há 34 anos por João Paulo II e feito cardeal em 2010 pelo Papa Bento XVI. O arcebispo emérito de Conakry é bem preciso a respeito do Sínodo: “O Sínodo não tem qualquer poder doutrinal, mas apenas pastoral. Os bispos fazem discretamente algumas propostas ao papa. Trata-se de exortações. O cuidar de alguém é tarefa da pastoral, mas a composição do medicamento diz respeito à doutrina. Em última análise, é o Papa quem decide. A doutrina é o fundamento sem o qual a casa se desmorona”.

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Fonte: FratesInUnum
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